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Gilbertinho

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Sobre Gilbertinho

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  • Data de Nascimento 27-07-1948

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  1. Homero, já tive Evinrude e Johnson no passado. Dentre os que tenho hoje, destaco um Evinrude 115 HP com 12 horas de uso. Os que tive e tenho não bebem mais que outras marcas, isso é lenda urbana, com a vênia dos que pensam em contrário, na base do "ouvi dizer". Claro se estiver todo desregulado, qualquer motor consome o que não deve. Um dado importante pra você considerar é a questão da garantia, fixada pela Bombardier em 3 mil horas de uso ou 3 anos. A garantia dos outros motores não chega nem perto disso. A do motor que você cogita comprar está vencida por haver expirado o prazo, mas há de concordar que quem dá uma garantia desse porte não fabrica porcaria, e para mim isso pesa muito na hora da compra. Pra constar, além do 115 tenho dois Mercury (8 e 40 EPO ambos praticamente zerados), dois Yamaha 135 e um 15 HP, além do Johnson 45 que estou restaurando por completo. Vale a pena. Não se admire, é que sou fanático por barcos e motores, acho que já tive de tudo, desde barcos regionais amazônicos e lanchas a diesel até canoas tocadas por motor rabetinha. Pura paixão. Abraço do Gilbertinho
  2. Fabiano, Infelizmente, a resposta e sim, as operadoras estão proibidas de seguir operando em terras ocupadas por populações indígenas do Rio Negro, e mais especificamente, SIRN. É o que diz a Recomendação do MPF/AM. Tenho o original da Recomendação, mas preferi postar a matéria obtida no site do Ministério, que é a seguinte ( grifo é aditado): "Recomendação indica que empresas devem deixar de comercializar pacotes turísticos sem autorização e cancelar os já negociados Foto: ©iStockphoto.com O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) expediu recomendação para impedir a realização de qualquer atividade de exploração turística ou pesca esportiva em terras indígenas, sem regular autorização dos povos indígenas envolvidos. A recomendação do MPF destaca a proibição de realização destas atividades, sem autorização, nas terras indígenas Médio Rio Negro I, Médio Rio Negro II, Tea, Uneuixi e Yanomami, no município de Santa Isabel do Rio Negro (a 630 quilômetros de Manaus). No documento, o MPF explica que, para que atividades de exploração turística ou pesca esportiva possam ser realizadas em terras indígenas, a autorização deve ser concedida pelos povos indígenas envolvidos, mediante consulta livre, prévia e informada, e pelos órgãos públicos responsáveis pela proteção e promoção dos direitos indígenas e do meio ambiente, como prevê a Instrução Normativa nº 03/2015, da Fundação Nacional do Índio (Funai). As comunidades das terras indígenas Médio Rio Negro I, Médio Rio Negro II e Tea estão em processo de elaboração dos Planos de Gestão Ambiental e Territorial no âmbito da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas, em parceria com a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), a Funai e o Instituto Socioambiental (ISA). Em razão disso, não está autorizada qualquer atividade naquelas áreas sem o consentimento livre, prévio e informado das comunidades, os estudos de impacto necessários e a devida regulamentação. Pesca irregular é crime – A recomendação do MPF aponta que a pesca irregular em terras indígenas é crime e produz diversos impactos nas comunidades em que é praticada. “O turismo de pesca esportiva, a par dos impactos socioculturais que pode acarretar, pode trazer também relevantes impactos ambientais, considerando que são necessários infraestrutura e tráfego de pessoas alheias à cultura indígena, bem como a possível influência direta sobre a fauna aquática e outros diversos aspectos”, afirma o documento. O MPF recebeu notícias de que as empresas Amazon Sport Fishing, Marreco Pesca Esportiva, Pesca Esportiva (Barco Tayaçu), Kalua Barco Hotel, DoniPesca, Demini Sport Fishing, entre outras, têm explorado os lagos e afluentes nas terras indígenas de Santa Isabel do Rio Negro, sem autorização. A partir da recomendação, as empresas devem deixar de vender pacotes turísticos relacionados às terras indígenas mencionadas e cancelar os já negociados. Além das empresas, a recomendação também é direcionada à Funai Alto Rio Negro, à Prefeitura de Santa Isabel do Rio Negro e aos órgãos da administração pública local, para que divulguem o documento, com a afixação da notificação nos estabelecimentos públicos, em especial nos portos e aeroporto do município, de maneira permanente. Na recomendação, o MPF concedeu prazo de dez dias para que as empresas informem sobre o acatamento da medida, encaminhando comprovação do cumprimento da recomendação e informando sobre as atividades que desenvolvem na região. A Funai e a prefeitura municipal também devem comprovar, em dez dias, que divulgaram a recomendação, com relação e fotografia dos locais em que foram afixadas as notificações. Assessoria de ComunicaçãoProcuradoria da República no Amazonas(92) 2129-4734 / (92) 98415-5277pram-ascom@mpf.mp.brfacebook.com/MPFederaltwitter.com/mpf_am" Amigo, acrescento que a proibição alcança apenas terras ocupadas por povos indígenas (em SIRN é quase tudo). Havendo rios que não fazem parte dessas terras, está tudo bem. Lembro ainda que as operadoras que superarem os obstáculos do caminho, aguardando os ritos de elaboração de Planos de Visitação, submissão do Plano à CR/FUNAI/SGB para análise, ajustes e emissão de Parecer, daí seguindo para Brasília, onde tudo será reanalisado e se aprovado, emitir-se-á autorização para os índios contratarem com a operadora de sua escolha, e aí a pesca estará liberada, sem antes a empresa sujeitar-se ao licenciamento de operações pelo IBAMA, que é o órgão competente para licenciar atividades em terras indígenas. É uma verdadeira via crucis. Espero ter ajudado. Abraços do Gilbertinho da Amazônia
  3. Ricardo, Fique tranquilo. Fiquei chateado na hora, mas não tenho o hábito de ficar ruminando as coisas. Sua atitude de agora revela a grandeza de seus princípios, e lhe agradeço e parabenizo por isso. Tenho agora mais um motivo para saborear suas postagens. Fica com Deus.
  4. Homero, o pessoal está certo. O Johnson é um dos melhores motores do mundo. Pertence à mesma família do Evinrude, ambos fabricados pela unidade náutica da canadense Bombardier. Não há problema de peças, São Paulo é um bom lugar para adquiri-las. Tenho um 45 HP em reforma, e deve ser antigão, já que é todo em alumínio e está inteirão. A questão do preço (R$ 4 mil) é relativa. No meu pensar, há motores que podem valer até mais que isso, em função do estado de conservação, horas trabalhadas, etc. Considere que um Yamaha ou Mercury novo custa entre 8 e 10 mil. Acho que no mercado de usados pouca coisa se acha a um preço inferior. Boa sorte. Gilbertinho da Amazônia
  5. Morei em Rondonópolis entre 1982 e 1997, e ainda tenho um filho que mora lá. Comandei a fiscalização ambiental no Pantanal Sul de MT (região de Rorainópolis) por um longo tempo. Como já antecipado, tem lugar de sobra pra pescar. Apenas incluo o Pantanal (Rios Itiquira, Ponte de Pedra e o Culuene, este última tributário do Teles Pires), além do todo do Pantanal, que é grande paca e tem muitos corixos e baías boas de pesca. As espécies mais abundantes incluem cacharas, pintados, surubins, tucunas, pacus, dourados, piraputanga (dá um sashimi de primeira linha, e vai por aí afora. Já o Culuene é pra lá de bom em matrinxãs, trairões, etc. Fica pras bandas de Paranatinga, que não é muito longe de Rondonópolis e tem muitos atributos naturais. Ah, tem ainda o Rio Garças, próximo à cidade de Barra do Garças, bem conhecido pelo Jaús, Piraíbas e Dourados, rio muito encachoeirado. Dá pra variar bastante. Se seu filho gostar de pescar, vai tomar porre. Gilbertinho da Amazônia
  6. Pescaria pra ficar na memória, amigo. Não são muitos os que convidam o "velho" para programas como esse. Está de parabéns, e não lamente a perda de filmagens. O que importa mesmo foi seu gesto.
  7. Ué, o "acampamento" é o que aparece na foto? Por esse preço pesco num barco-hotel, na base do ar-condicionado e com menor risco de contrair doenças contagiosas e ser picado por cobras. Tô fora.
  8. Ricardo, as manifestações que você posta possuem sempre um conteúdo de boa qualidade. Por tal razão, parece que o amigo pretende se divertir às minhas custas com eventuais dissensões em comentários que posto. Veja os esclarecimentos feitos ao Rodrigo, logo acima, e mais uma vez poderá constatar que não costumo comentar temas que não domino. De outro lado, é direito de qualquer um divergir e contestar o que bem entender, ainda que não tenha preparo técnico para tanto. Trata-se de simples direito conferido pela democracia e além disso, não está a se exigir a apresentação de conteúdos probatórios, é mera questão de opinião. Nessa linha, sabemos os dois que você é pessoa dotada de notório conhecimento técnico, suponho que tenha formação acadêmica, como eu, que me formei em Geografia e Direito Ambiental. Não lhe cai bem perquirir onde estudar (em tom de de zombaria), dado que o mundo contemporâneo lhe oferece por meios cibernéticos o que se precisa saber. Agir assim compromete a boa imagem que cunhei de você ao longo do tempo e não lhe faz justiça. Não tenho como hábito praticar zombarias que beiram ao escárnio, porquanto revelam o caráter de cada um. Abraço
  9. Rodrigo, Meu humor permanece inalterado em face de sua dissensão. Contudo... 1) Sob o prisma jurídico, que é o primeiro abordado pelo amigo, alguns aspectos são relevantes: a) o art. 24 da CF/88 traz duas disposições que nos interessam: primeiro, somente a União, os Estados-Membros e o DF podem legislar sobre pesca, dentre outros temas. Logo, Municípios não podem. Segundo, o mesmo art, em seu quarto parágrafo. estabelece a superveniência da lei federal, suspendendo a eficácia de normas estaduais, no que lhe for contrário. Mais: isso não depende da interposição de uma ADIN e menos ainda da necessidade de declarar-se inconstitucional a norma editada por Município para adotar as medidas previstas na norma federal; 2) Acerca da PF e do IBAMA, ao contrário do que diz, estão sim subordinados a comandos da PGE (ou MPF, como queira), em sua condição de órgãos auxiliares na apuração de eventuais ilicitudes denunciadas por qualquer cidadão. Basta ter uma certa proximidade sobre esse assunto para certificar-se da pertinência de minha assertiva. Convivo com isso; 3) Notícia-Crime, à sua vez, decorre do exercício do poder de polícia administrativa de qualquer órgão ambiental do País e constitui obrigação prevista na lei 9605/2008 (Lei de Crimes Ambientais). A cada Auto de Infração lavrado a Noticia-Crime tem de ser obrigatoriamente remetida ao MP que, com base em seu conteúdo, decide se é o caso de oferecer denuncia à Justiça, o que levará qualquer pessoa, natural ou jurídica, à condição de réu, ainda que em concurso de autoria; 4) O amigo tem razão quanto a Terras Indígenas. Até o ato homologatório assinado pelo presidente da República, trata-se de terra ocupada ou explorada tradicionalmente por povos indígenas. Para se chegar à homologação e publicação do respectivo Decreto, são diversas etapas, cuja consecução demandam alguns anos. Entretanto, dê uma lida na IN/03/2015/FUNAI, em seu art. Terceiro. Lá verá que "para fins desta norma", consideram-se Terras Indígenas aquelas constantes dos art. 201 da CF/88 e outras disposições afins que, com sua permissão, declino da informação completa, até para lhe dar um pouquinho de trabalho, mas fará bem, tenha certeza. 5) Estou acostumado a reuniões com o MPF, inclusive aí na Capital Federal, mais comumente na Sexta Câmara (assuntos indígenas), e adiro integralmente à sua política de respeito e acatamento ao que dele emana. Mas em geral, são gente boa, preparada e séria. Ganha-se muito nos relacionamentos de trabalho tratados nesse âmbito. Velho amigo, fico por demais feliz em conversar com gente do seu nível, independentemente de posições eventualmente divergentes. Um abração do Gilbertinho da Amazônia
  10. Wellington, Entendo sua posição, porém sou o que chamam legalista e, nesse viés, submeto o que está posto em leis, visando oferecer a todos uma leitura qualificada sobre os temas legais que comento. Para ter uma ideia, hoje a lei diz que pescar em terras indígenas sem cumprir certos requisitos constitui crime (IN 03/2015 FUNAI). É o caso específico de SIRN, do qual o amigo fez troça, entendendo que a Prefeitura local pode editar leis relacionadas a pesca e com isso qualquer pescador pode se sentir seguro. Ledo engano. Estará seguro até que alguma missão da Polícia Federal ou do Ibama lhe faça uma visita. Cito especialmente essas duas instâncias por estarem submetidas a comandos do Ministério Público Federal, que proibiu TODAS as operadoras da região a exercer atividades ou venda de pacotes de pesca e exigiu o cancelamentos de suas vendas para tais regiões (terras indígenas), observando que a quase totalidade do território de SIRN é ocupada por povos indígenas, cujas terras estão em diferentes etapas de conversão para afetação fundiária definitiva. Havendo dúvida, consulte o sítio da funai na web. Esclareço também em relação a seu comentário que não é preciso que uma norma inconstitucional seja assim declarada para que a autoridade detentora do poder de polícia penalize quem quer que seja. O auto de infração e a notícia de crime (um gera a multa e a apreensão de equipamentos, e a outra torna o infrator réu em processo criminal) serão processados consoante as disposições federais ou estaduais transgredidas, nos limites de cada jurisdição e competência. Manda quem pode e obedece quem tem juízo. o MPF pode (e muito) e é prudente obedecê-lo. Quem quiser ignorar suas recomendações que o façam, mas com o devido respeito, considero inadequado disseminar posições pessoais que podem alcançar terceiros que poderão se dar mal com tais (des) ensinamentos. Contudo, além dessa preocupação, sequer cogito o direito de censura à sua posição sobre o tema. Caso resolva apoiar-se em leis sem valor jurídico, tudo bem, mas meu objetivo é que ninguém (inclusive o amigo) se submeta a penalidades civis e criminais em razão de ignorância ou imprudência. No mais, segue um abraço do Gilbertinho
  11. Paulo, Nada a acrescentar sobre a recomendação do Tiago. É por aí mesmo. Gilbertinho da Amazônia
  12. Capita, Desta feita, tô mais pro Kid que pra você. De fato, não há como dissentir de sua fala em relação às idas e vindas e das peças que os governos (no plural mesmo) nos pregaram. Porém, a sociedade moderna deixou as arquibancadas e a geral, entrando no campo para defender causas legítimas e progressistas (exceto quanto aos movimentos da esquerda comandadas e financiadas pela cúpula de alguns partidos e sindicatos). Uma delas, sem que houvesse pressão social alardeada, é precisamente a da simplificação da identificação pessoal, agora aprovada no Congresso. Quando estabeleço um paralelo com formatos de identificação adotados em países mais desenvolvidos e organizados, vejo que o atual modelo nacional é absolutamente anacrônico. Veja que estamos obrigados a portar usualmente um significativo número de documentos pessoais para atender o que realizamos no cotidiano. Por acréscimo, observe que as carteiras-padrão em que guardamos documentos, cartões e talonário de cheques não comportam o volume, obrigando-nos a recorrer a bolsas tipo "capangas", o que é por demais incômodo. Desse modo, independente de quem coordene e administre o novo sistema, tenho certeza que nossa vida será doravante bastante facilitada. Demorou, como gostam de dizer os mais moderninhos. Finalmente, dileto Capita, aprendi que para que algo exista ou aconteça, é preciso crer. Essa é uma faculdade que acomete a cada um e a todos. Pessoalmente, como eterno otimista, opto por crer no melhor. Sempre. Deixo um abração, não sem antes elogiar o equilíbrio das ponderações do decano Kid M. Gilbertinho da Amazônia
  13. É, Miron. Além disso, o emprego de tanta tecnologia acaba por nos tornar reféns de seus recursos. Imagine a possibilidade de alguém inesperadamente vivenciar uma ocorrência cuja resolução dependa de suas habilidades, uma espécie de "largados e pelados" (aliás, não precisa estar pelado, basta ser "largado" no mato, sem pai, mãe, parteira e os brinquedinhos eletrônicos). Aí a coisa pega. Abração do Gilbertinho
  14. Tô de acordo, Tiago. Sou um pouco cismado com certas novidades. Mas o que também me deixa fulo é que pra ter a versão completa do barco (sem motor), você gasta quase o dobro do preço anunciado. Aí não dá.......... Abração.
  15. Tá que nem carro nacional, que precisa completar para ficar decente e atender a expectativa do comprador. Com os "acessórios" que somam R$ 15.080 (quase o preço do casco), o preço final vai a R$ 33.080. Acrescente um motor quarentinha, partida elétrica sem trim, ao custo de R$ 16.000, e você ficará R$ 49.080 mais pobre. Investimento demais para tralha de menos. .

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