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Gilbertinho

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Sobre Gilbertinho

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  • Data de Nascimento 27-07-1948

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    Caracarai - RR
  1. Olá, Danny. Que bom que você veio compartilhar conosco sua vida de pescador. Aqui você encontrará praticamente de tudo, desde gente que conhece muito sobre náutica e tralhas de pesca, de cozinha, de leis, lugares para pesca, motores, segurança na pesca, enfim, tudo ou quase tudo que a gente precisa saber sobre o segundo esporte predileto dos homens (o primeiro é o sexo oposto), até um pessoal que sabe contar bons causos de pescaria. Eu tenho alguns posts nessa área, mas não me vejo como um dos craques. Não economize, há muito tópico esperando sua visita, e nessa turma tens muitos malucos que entendem demais dos temas que postam ou que comentam. Bem vindo, e na primeira oportunidade, pode mandar aqui pra Amazônia, onde moro, uns pãezinhos de queijo feitos pela Vovó. O frete é por minha conta. Brincadeira. Até a próxima, Gilbertinho da Amazônia.
  2. Olá a todos. Chamo novamente a atenção do pessoal da administração do Fórum quanto à inserção de anúncios de venda de pacotes em espaço reservado a bate-papos dos membros do Fórum. Com efeito, basta verificar a listagem de tópicos na página inicial do FTB para confirmar essa assertiva Em meu entendimento, essa irregularidade prejudica a busca por assuntos diversos postados pela turma, à guisa de informações, dúvidas, opiniões, sugestões, relatos de pescaria, etc, além de ocupar os espaços reservados a esse fim. Me parece que representantes de venda ou operadores devem postar seu material na seção de classificados, evitando a recorrência de atitudes oportunistas. Quem tiver interesse na aquisição de programas e pacotes de pesca poderão consultar tal seção. Caso sejam considerados pertinentes os fundamentos que ora apresento, seria bom que alguma providência fosse tomada pela turma da direção. Abraços do Gilbertinho da Amazônia
  3. Caríssimo JC, Retornei há pouco de uma peregrinação em Brasília e Manaus tratando da pesca esportiva. O dois primeiros encontros de trabalho foram com a PGR (Sexta Câmara do MPF) e a Presidência (nova) da FUNAI. O terceiro se deu em Manaus, no MPF no Amazonas. Esse interregno propiciou, de um lado, uma necessária atualização quanto à leitura de cada instância visitada sobre o tema pesca esportiva em Terras Indígenas. De outro, a possibilidade e o interesse em reler o conteúdo postado por amigos (permitam assim chamá-los) do Fórum, a exemplo do sempre entusiasta e crítico Fabrício, e do Kid, dotado de um perfil distinto, mais analítico e moderado e muito bem demarcado em abordagens contextualizadas nos mais importantes princípios geográficos nascidos no século XIX, notadamente os da lavra de Humboldt e Brunhes, quais sejam: o da causalidade (efeitos e causas), conexidade (interação dos fatos) e atividade (dinâmica dos fatos na compreensão e prospecção ante o conhecimento do passado). Resumindo, Kid brindou-nos com uma notável abordagem sobre as transformações ocorrentes no mundo da pesca amazônica e os fatores inter-relacionados. Dá gosto saborear tais digressões. Quanto a você dileto amigo, reservo um tratamento diferente. De início, achei que iríamos debater questões inerentes ao tema, contudo, me apercebi o quanto era indevida essa conotação, visto que o que conduzimos, na verdade, foi um salutar e muito bem-vindo processo de notória interação. É certo que o fiz revisitar uma parte do arcabouço jurídico, e em contrapartida você instigou uma tomada de um rumo bastante focada no Direito, em especial no que respeita à exegese versus hermenêutica, esta muito bem exemplificada em sua postagem de final do ano, evocando a ADPF 46/DF. A pertinência do enunciado do Ministro Eros Grau é de tal modo meritória que mereceria estar inserta nos livros do Direito. Vale a pena aqui transcrevê-las: "o direito é um organismo vivo, peculiar porém porque não envelhece, nem permanece jovem, pois é contemporâneo à realidade. O direito é um dinamismo. Essa, a sua força, o seu fascínio, a sua beleza”. Voltando ao tema da pesca esportiva em suas implicações nos planos fático e jurídico (sem forçar a barra no juridiquês), recorro à pertinência dos comentários do Kid, que validam no limite três dos mais importantes princípios da geografia, iniciando pelo da causalidade. Aliás, esse princípio rege (ou explica) a vida de cada um de nós. Noutras palavras, significa entender que todo fato gera consequências, ou que cada consequência tem origem num fato. É basicamente o que quis dizer Humboldt. Daí seguimos para a conexão (ou interação) dos fatos. Entendemos a partir disso que um conjunto de fatos gera um novo fato (ou vice e versa, se aplicada a causalidade). Daí invadimos o último princípio que nos interessa, e sua materialização perpassa pelos dois anteriores. Concluímos finalmente que uma vez tudo compulsado, estaremos em condições de entender (e compreender) horizontes de tempo já passados e os fatos a eles relacionados, permitindo-nos antever o que nos reserva o presente e o futuro. Nesse contexto, parte da narrativa do Kid se debruça no expressivo crescimento do número de empresas operadoras de turismo, notadamente as que se utilizam de barcos-hotéis - que constituem ampla maioria. Para se ter uma vaga ideia, Barcelos hoje concentra um mínimo de 29 operadoras, contra 4 ou 5 no passado recente. Buscando as causas, deparamo-nos com, no mínimo, três fatos: a) a proibição, pela Capitania dos Portos, do uso de embarcações de madeira no transporte de passageiros (barcos de linha), por razões de segurança, embora venham tolerando algumas exceções. Isso fez com que houvesse uma drástica redução desses barcos e a consequente oferta de venda desses encalhes nos mercados, a preços bem acessíveis; b) o surgimento de novos empresários (antes meros pescadores esportivos de outras regiões) atraídos por essas ofertas e c) a expectativa da geração de novos empreendimentos e novas receitas derivadas da exploração do turismo de pesca. Em conclusão, houve um novo fato (produto dos demais) que alteraram dramaticamente todos os cenários antes existentes, o que nos remete ao último princípio antes comentado, explicando-se nisso outro efeito indesejável, que é o da sobrepesca e dos conflitos de uso entre operadoras. Como se vê, trata-se de uma dinâmica ininterrupta, daí a total pertinência das abordagens do Kid. Bem, seguindo essa linha de reflexão, já me sinto autorizado a pensar que venho sempre seguindo um caminhar certo e seguro, sem nada profetizar, despido de otimismo ou pessimismo, mas bastante seguro quanto a cenários prospectivos em relação à pesca esportiva na Amazônia, exceto se algum iluminado populista do Congresso vier a defender interesses conflitantes com as necessidades preservacionistas dos recursos naturais, esteja ou não a Amazônia tombada como patrimônio natural e cultural digna de especial proteção. Sem ruídos. Nessa seara, me sinto compelido a trazer algumas novidades acerca das questões do turismo de pesca em Terras ou Áreas Indígenas (são coisas diferentes), produto das reuniões das quais participei em Brasília. Sucintamente, dou conta que a posição da PGR é de assegurar que as novas normativas incidentes sobre os recursos naturais (inclusive pesqueiros) em terras indígenas homologadas e demarcadas deverão ser cumpridas à risca pela Funai, sob fiscalização permanente do MPF, sob pena de judicialização. Para tanto, dentre outros aspectos, deverão ser ampliados quantitativamente os estudos de capacidade de suporte, a realização de zoneamentos e sua respectiva licitação (ou seleção), conforme o caso. Como resultante, as operadoras que sobreviverem a esse processo ver-se-ão obrigadas a compartilhar bacias sem restrições de uso (ou de uso coletivo) desde que devidamente autorizadas pelo Poder Público e com o aval das populações ribeirinhas não-indígenas, sem embargo ao respeito às capacidades de suporte então definidas em Lei. Não custa lembrar que as operações de turismo no médio e alto Rio Negro compreendem várias terras indígenas. Rapaziada, esse assunto não se esgota, necessitaríamos de muito mais tempo e espaço para esgotar tudo o que lhe diz respeito. Porém, em homenagem à pressão de filhos e netos e do apetite alimentar, tenho de parar, é passada a hora da janta. Nos "veremos" logo adiante. Abração a todos.
  4. JC e amigos (permitam assim chamá-los) que partilharam as
  5. Paulista, Dileto Engenheiro; Você deitou e rolou nesse assunto, deixou muitos de nós boquiabertos, e uma das razões que me levaram recentemente a aderir ao FTB é precisamente a troca e assimilação de informações valiosas sobre as temáticas pesqueira e náutica. Salvo engano, você deve ser efetivamente paulista, agora radicado em Cuiabá. Se assim for, saiba que também sou paulista e morei em Rondonópolis durante 17 anos, onde esteve sob meu comando as atividades de controle ambiental, especialmente no que se referia aos recursos pesqueiros do estado, então governado pelo saudoso cacerense Dante de Oliveira. O que quero neste contato é explorar um pouco do seu conhecimento técnico, e desde logo adianto os devidos agradecimentos. É que, como se sabe, a tecnologia marítima é a que menos evoluiu nos últimos 100 anos, afinal, está aí o principal sistema propulsor de barcos a firmar tal entendimento. Minha formação acadêmica é em geografia e direito ambiental, e nas exatas declaro ter apenas uma visão superficial dos temas que envolvem grandezas da física, aero e hidrodinâmica, e assim por diante. Assim, como leigo declarado nessas ciências, me flagro indagando por qual razão (ou quais) não se vê universalizado o uso de turbinas aeronáuticas na propulsão de embarcações. Reflito se é devido a alguma grandeza física ou a soma de várias, como hidrodinâmica, arrasto, resistência hídrica, atrito e por aí afora. No pensar de um leigo, especulo se é possível instalar uma turbina de pequena dimensão numa lancha, por exemplo, e daí extrair algum resultado diferenciado da tecnologia atual, baseada principalmente na propulsão a hélice. Tenho algumas lanchas, e uma delas é propelida à turbina hidráulica. O desempenho é significativo, porém o consumo é bastante alto. Já assisti vídeos apresentando aerobarcos, muito interessantes, porém baseados em motores automobilísticos, e um ou outro modelo mais assemelhado a aviões, porém quanto a turbinas aeronáuticas vi apenas alguns barcos de maior porte em fase experimental. Pode me ajudar a conhecer um pouco mais sobre esse tema? Abraço do Gilbertinho da Amazônia (hoje moro em Caracaraí (Roraima)
  6. Luís, Tenho um Jet Boat Yamaha LS2001, fabricado nos EUA. É um belíssimo barco, muitíssimo bem acabado e com muito conforto. Vem de fábrica com 2 motores 135 HP. Quando comprei (usado), mandei retificar os motores em concessionária. O barco anda demais, apresenta estabilidade muito superior a de qualquer barco com outro sistema de propulsão e uma excepcional capacidade de manobra, graças às turbinas que podem girar em sentidos opostos. É também ideal para navegar em águas rasas e encurta demais as viagens, porque não exige que você se mantenha dentro dos canais de navegação, basta que se desvie de obstáculos visíveis. Não compartilho a opinião de que os motores 2T dos Jet quebrem facilmente. Afinal, são apenas variantes dos motores de popa. O que muda, essencialmente, é a forma de transmissão. Nem por isso desaconselharia os motores 4T, estaria cometendo o mesmo pecado de opinar sem conhecer, ainda que algum dia tivesse algum que me desse problema. Em termos de motorização, outro detalhe que vejo como vantajoso no Jet Yamaha é o fato de sair de fábrica com 2 motores. Se um pifar (o que pode acontecer com qualquer motor), o outro segura a barra e mantém o barco operante. O lado negativo é seu consumo: gasta 100 litros de gasosa por hora de navegação (50 para cada motor). Por tal razão, no uso cotidiano lanço mão dos barcos com motores de popa (tenho outras 3 lanchas), deixando a Yamaha em reserva para usos esporádicos. Finalmente, não vejo como equiparar barcos com diferentes sistemas de propulsão aos Jet Boats. As respostas aos comandos e os aspectos de navegabilidade são distintos, é ter para ver. É como querer comparar laranja com melancia, não dá liga. Você está diante de uma escolha muito pessoal, e há mercado para todos os gostos. Para concluir, você falou que pedem 65 mil numa usada, talvez com motor único. Paguei 30 na minha, e gastei outros 12 para zerar os dois motores, utilizando somente peças originais, fechando tudo em 42 mil. Diante dos preços de barquinhos que vejo anunciados por aí, os Jet são uma ótima opção, até porque deixa muito "garganta" na poeira. Abraço do Gilbertinho
  7. Cara, tenho uma dessas sem uso em casa. Fiquei com água na boca. Acho que vou pegar um bicho-de-casco, tipo tracajá e mandar bala (brincadeira, moro na Amazônia mas não curto esse tipo de rango, aliás, nem caço nem como qualquer animal silvestre). Mas um filé ou uma picanha (ou ambas) não escapam. Vou cuidar disso logo. Abraço.
  8. Marcelo, Como "fazedor" de barcos de alumínio para meu uso (é meu hobby), parto do princípio que um barco-padrão, não importa quantos bancos tenha, se presta perfeitamente ao que você quer. Isso porque no processo de fabricação, são soldados primeiramente o fundo e os bordos, o espelho de popa com as respectivas estruturas de suporte e os perfis superiores e inferiores, tanto transversais quanto longitudinais. Depois disso é que vem os bancos, e as plataformas, que farão o travamento final do barco. Assim, não vejo dificuldade alguma para qualquer fabricante colocar 3 bancos equidistantes entre si (mesmo que um deles seja a plataforma de proa). Além disso, a sugestão para fabricação em chapa de 1,5 mm é muito boa. Tenha em mente que caso queira, você pode optar por um convés (ou piso) corrido, que facilita muito a movimentação de pessoas e tralhas e libera espaços, bastando para isso que se instale bancos 50% menores, alternadamente, para que a carga se distribua de maneira uniforme. O reforço estrutural pode muito bem ser obtido com a colocação de cavernames reforçados sob os bancos, que também poderão, segundo o fabricante, ser um pouco mais largos. Dê uma olhadinha na modificação que fiz na Marajó, ficou o bicho ou, como diz o maranhense, "o milho cozido". Li que você quer uma embarcação simples, prática e sem muita frescura, mas nem por isso deve abdicar de comprar ou mandar fazer algo bem decente. Não me mande tomar ou ir pra lugar algum se não concordar, só tentei ajudar, please. Abração, Gilbertinho
  9. Ô Guto, você é marvado, né? Não tem dó do bumbum das meninas que aparecem na foto? Olha que ficar sentado por horas a fio no alumínio é de lascar, bixo, principalmente quando ele está bem quente do sol, aí não há "fogareiro" que resista. Deixa de ser mão-de-vaca e compre umas cadeirinhas de fio (espaguete) para barcos, são bem confortáveis e fresquinhas. Além de deixar as meninas alegres, não irá mais ouvir reclamações e melhor: alguma delas vai fazer u seu prato predileto diante de tanta consideração e cuidados, é mais que certo. Quanto aos marmanjos que o acompanham nas pescarias, que cada um traga sua própria cadeira ou vai pro alumínio. Que tal? Abração.
  10. Pessoal, o assunto central do tópico tá pra lá de consolidado, ao menos no meu entender. Mas um aspecto nas postagens despertou meu interesse em comentá-lo. Trata-se do número de bancos, questões estruturais e porta-trecos em geral. Pois bem. na minha idade (quase 70), qualquer obstáculo no convés representa sério risco de tombos e acidentes, e é isso mesmo que os bancos transversais constituem. Nada como andar livremente pelo convés, independentemente do tamanho do barco. Pior ainda se o cara estiver "mamado", aí não importa a idade, vacilou, vai pra água ou pro alumínio. Tenho 4 lanchas entre 5 e 7 metros, e a única que tinha bancos transversais é a Marajó das fotos. Suprimi a parte central dos bancos, deixando um piso plano central, em alumínio xadrez, tudo sem prejuízo estrutural, visto que há cavernames bem dimensionados sob o piso e ainda construí o casario em alumínio soldado com janelas e porta em acrílico e estamos finalizando o insulfilm. O banco traseiro é rebatível, e quando colocado no sentido longitudinal do barco, sobre as partes restantes dos bancos originais, dá uma ótima cama, ou melhor, duas. O pequeno deck de popa é dotado de sanefa, que se estende lateralmente quebrando o efeito do sol e das chuvas laterais. Enfim, transformei-a basicamente em um barco utilitário, que experimentarei na próxima viagem para o Rio Negro, passando por 7 comunidades ribeirinhas no trajeto de 700 km ida e volta. Vou deixar "gente grande" em casa, tocados por motores 115 e 270 HP, mais espero que o conjunto Marajó-Mercury 40 zerado não me decepcione. Fica um abração proceis todos.
  11. Amigo, você está coberto de razão. Adoro um cinquinho para adentrar os lagos de boca franca e os igarapés da região quando invento de ir pescar, e ainda quebra o galho quando o levo como barco de apoio nas longas viagens de trabalho que faço, cobrindo de 600 a 800 quilômetros de rio numa só tacada. É que não resisti à tentação de brincar com você por causa do cinquinho, espero que me perdoe. Ah, me enquadro perfeitamente no perfil que você traçou dos usuários habituais dos pequenos motores: tenho quase 70 anos, sou aposentado, tenho 2 casas na beira de rios (Xeriuini e Jufari). A diferença é que meus outros barcos (lanchas), apesar de não serem tão grandes (6 e 7,50 m), são estruturados para permitir o pouso de até 4 pessoas e cozinhar, já os banhos e as necessidades fisiológicas 1 e 2 vão direto pro rio. Logo abaixo, vou postar imagens da mais recente incorporação náutica, a caçulinha Marajó 5 m, que comprei bem surrada e a redesenhei por completo, em minha casa mesmo, já que tenho os meios para tanto. Fica um tanto descaracterizada da original, mas irá me proteger bem do sol e da chuva em minhas viagens, e ainda dá pra 2 pessoas dormirem, sem prejuízo da pesca nossa de cada dia. Vai um abração.
  12. Ô Guto, sei que você é um cara bom demais de pesca, um verdadeiro mestre quando o assunto é pesca e náutica. Só um porém: nos meus tempos de pescador enturmado com um bando de malucos, no Pantanal, aprendi que um motor de 5 HP só presta pra bater caipirinha na beira do rio. Eles gozavam dizendo que até dava pra tirar a rabeta e adaptar uma motosserra e assim limpar com mais facilidade a área do acampamento. Maldade, né?
  13. Veja por favor a matéria no link que enviei. Há várias dimensões disponíveis, e você deve escolher de acordo com as dimensões do espelho de popa e o peso do motor. Abraço.
  14. Pessoal, Fugimos um pouquinho do tema central do tópico, invadindo alguns modelos de barcos. Li abordagens equivocadas sobre a Marajó, ainda nos dias de hoje reconhecida como um dos melhores cascos de alumínio já fabricados. Há que não os aprecie, mas constituem exceção. Basta ver um pequeno detalhe que escapa à grande maioria dos pseudo-entendidos: observe as nervuras longitudinais dos bordos da Marajó. Note que seu desenho foi concebido para funcionarem como uma espécie de flap longitudinal, que em velocidade faz com que ela seja forçada sempre para a superfície (ou para cima, como queiram) do mesmo modo que os flaps aeronáuticos. Quem já colocou a palma de um remo sobre a água com o barco em velocidade, sabe que ele sempre será forçado para cima. No caso peculiar da Marajó, esse recurso ou adereço faz com que seu calado seja naturalmente reduzido, ganhando em velocidade e desempenho. Não é o único diferencial, mas cito-o apenas como exemplo. Voltando à questão do Jack Plate, ao final deste texto segue um link para quem quiser mais informações técnicas. Por tudo o que li, vale a pena. Em algumas situações observei que os ditos elevadores (ou macacos) são fixados em suportes especiais, distantes entre 30 e 40 cm do espelho de popa, e não nele, propriamente dito. Segundo o que apurei (e deduzi), esse afastamento permite que o motor trabalhe fora da zona de cavitação, otimizando o desempenho geral da embarcação. Neste momento, tenho um conhecido que está em Las Vegas e deve trazer algumas unidades para instalar em barcos destinados à navegação em águas rasas. Tenho outro conhecido que tem um Jack num casco de alumínio 5 metros e a coisa anda pra besteira. Finalmente o link a que me referi é: http://www.nitroimports.com.br/materia.html

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