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Gilbertinho

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Sobre Gilbertinho

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    Já consegue zarar
  • Data de Nascimento 27-07-1948

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    Caracarai - RR
  1. Só pra encher a paciência do JC, um dos notáveis do Fórum: - SNUC é a sigla do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, para quem não sabe; - Reserva Biológica é identificada apenas pelo verbete Rebio, e integra a categoria de Unidades de Conservação de Proteção Integral. Somente pesquisadores autorizados podem adentrar seu território. Quem tem JC tem uma bússola, basta seguir. Abraço do Gilbertinho.
  2. Amigos, Esse assunto é pujante. São tantas as vertentes envolvidas que precisaríamos de um bom tempo e um enorme espaço para se chegar a um termo que satisfaça todas as correntes. Vejo razão e bom-senso em várias postagens e noutras nem tanto. Jogando um pouco da minha luz sobre o problema, vou ao seguinte: 1) O rio que aparece no vídeo é o Iriri, localizado na região do Xingu, nada tem a ver com o Marié; 2) O Capita informou certo, com apenas um ligeiro equívoco, que agora busco retificar. A Untamed Anglers, que opera no Marié, é boliviana, contando com a participação de um ex-agente de pesca brasileiro; 3) A rigor, toda e qualquer empresa detém o potencial de operar em terras indígenas. Contudo, as exigências são bastante difíceis e onerosas. Muita burocracia envolvendo a FUNAI, o MPF, os aldeados interessados, as representações indígenas e os órgãos ambientais. Requer extrema dedicação e paciência, e nem sempre o objetivo é alcançado; 4) Que ninguém se iluda, praticamente todas as terras da região de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira são ocupadas por índios e estão em processo de reconhecimento, demarcação e homologação. A partir da fase de conclusão e aprovação de relatórios de antropologia, essas terras passam a ser reconhecidas, para efeitos da Instrução Normativa Funai 003/2015, como aquelas que, de acordo com a aprovação dos aldeados, podem receber visitantes para o etnoturismo e o turismo de pesca. Para se chegar a essa condição de operação, há uma série de exigências legais e administrativas por cumprir, o que consome algo em torno de um ano, sem garantia de que, ao final, a empresa postulante seja escolhida, já que a penúltima etapa a cumprir é a de escolha pelos aldeados, e a última é a da autorização da FUNAI. Além disso, de posse de todos os documentos autorizativos, o vencedor deverá requerer licença específica ao IBAMA, que é quem responde pelo licenciamento ambiental em terras indígenas (está na Lei); 5) O empresariado nacional é, em regra, acomodado. Enquanto tiver um lugar sem problemas ou gastos significativos para operar, ele segue adiante. Esse é um dos fatores envolvidos. O outro, mais complicado, trata das contrapartidas que a empresa têm de dar aos aldeados e suas representações. Para se ter uma vaga ideia, os contratos celebrados com os índios fixam uma contrapartida direta em torno de 10 a 12% da receita bruta da empresa, o que equivale a 50% da receita líquida. Além disso, a empresa é obrigada a pagar uma espécie de taxa de administração à representação indígena que atua na área, assim como realizar investimentos obrigatórios em infraestrutura geral, a fundo perdido, e ainda gerar de 12 a 20 postos de trabalho ocupados pelos índios locais e custear equipamentos e motores e todas as atividades de monitoramento e fiscalização ambiental. Isso explica o elevado custo do pacote. Não se trata de ganância do empresariado que detém a exclusividade em operações nas terras indígenas. Paga-se alto por esse status; 6) Como tudo, esse processo deve ser visto à luz de custos e benefícios. De um lado ficamos mais distanciados de realizar a pescaria dos sonhos, de outro podemos ter a certeza que nossos recursos pesqueiros serão preservados para as presente e futuras gerações. Espero haver contribuído. Gilbertinho da Amazônia
  3. Silas, É importante que os membros do Fórum entendam que cada Estado tem sua própria legislação pesqueira, já que a Constituição Federal permite que a União, os Estados-Membros e o Distrito Federal podem legislar concorrentemente sobre alguns temas, dentre eles o da Pesca (artigo 24, Inciso VI). Partindo disso, concluo sem a menor dificuldade que o agente ambiental de Minas Gerais lhe orientou segundo a legislação de pesca estadual. A lei federal que trata desse tema é genérica, e não traz essa mesma previsão. Assim, ANTES de ir pescar em qualquer Estado (inclusive o de sua origem), é por demais importante que o pescador busque se informar das previsões legais do Estado sobre a pesca, para não entrar numa roubada. O que vale num Estado-Membro não vale necessariamente para outro, aliás, tais normas divergem em sua totalidade. Apenas para constar, digo isso na condição de co-autor da Lei de Pesca de Mato Grosso e autor da Lei de Proteção à Ictiofauna de Roraima, onde atualmente resido e trabalho. Espero ter sido útil. Abraço do Gilbertinho
  4. Éder, Primeiro gostaria de aderir àqueles que consignam votos de plena recuperação da cirurgia que realizou. Dizem, com acerto, que a culpa é do governo. Neste caso, especificamente, o mantra é justificado. A pesca comercial já deveria ser proibida em todo o Brasil, no entanto, em nome de uma falsa preocupação com os menos favorecidos e da necessidade de prover pescados para consumo geral da nação, os governantes assistem de camarote a gradual extinção dos peixes em todas as nossa bacias hidrográficas. Não tenho a menor dúvida em afirmar que se o problema fosse de natureza alimentar, os governantes que se sucedem desde os tempos imemoriais já teriam implantadas estações de piscicultura em todas as regiões do país, segundo suas necessidades de pescados. Mas não. Essa corja de corruptos e oportunistas não veem ou simplesmente enxergam e dão as costas ao problema. Entendem que é bem melhor fechar os olhos, permitir que esse caos se avoluma ano a ano, e de quebra ainda fazem com que a sociedade (a que paga tributos) suporte o ônus de pagar 4 (quatro) salários mínimos por ano a qualquer vagabundo que se identifique como pescador profissional. Daí a predação grassa. Enquanto isso, seguimos elegendo indivíduos sem nenhum compromisso com as causas ambientais. Culpa nossa. Abraço do Gilbertinho
  5. Caríssimo Astra, essa é minha preocupação também. Tenho amigo em revenda Mercury, o que permite fazer um comparativo de preços e condições. O outro 40 que adquiri recentemente e está zerado, custou na casa dos 15 mil, facilitados, e foi como pessoa física. Daí quero ver o que a Sport Náutica tem a dizer, aqui no Fórum, e de forma clara e transparente, oportunizando que testemunhemos a veracidade do anunciado e a lisura do anunciante. Sou adepto do modelo "Cartas Abertas". Só comentando, após minha pergunta ao anunciante recebi resposta in box por correio eletrônico. Nem faço ideia de como foi obtido meu endereço de e-mail. Não me foi apresentado preço nem condições de venda e entrega, só se referiram ao 40 4 tempos, que não me interessa. Após essas últimas postagens, vamos ver como a Sport Náutica reage, mas de uma coisa eu sei: ajoelhou, tem de rezar. Caso contrário, deve-se aprender a viver com o juízo de valor que lhe for atribuído, e isso acomete a qualquer um. Renovo abraços. Gilbertinho
  6. Marcelo, não há necessidade de tratar esse assunto em ambiente privado, ainda porque é interesse de outros que eventualmente queiram negociar com você. Em relação à resposta que enviada por você, referindo-se ao 40 hp 4 tempos, esclareço que o meu interesse é em uma unidade do 40 hp 2 Tempos, partida elétrica, para comando. Como você anuncia ter toda a linha Mercury, creio que essa informação é suficiente para uma resposta facilitada e objetiva. Observo também que posso, com a devida garantia, pagar o motor antes de sua retirada em sua loja física, em ocasião posterior, conforme o que vier a ser oportunamente combinado. Aguardo sua resposta aqui no site. Grato e abraços. Gilbertinho da Amazônia
  7. Marcelo, quero fazer uma parelha 40 HP. Tenho um zerado na lancha e quero outro. Testando a efetividade de seu anúncio, pergunto qual é o valor de venda do motor a que me referi. Fico grato pela resposta, e boas vendas.
  8. Apesar de o problema representar um erro de projeto e/ou a inocorrência de testes, a atitude da Calaça é inusitada no território nacional e merece os melhores elogios. Empresa que se anuncia como séria não pode se afastar do compromisso de qualidade, e nem precisa ser acionada para reparar seus produtos. Parabéns. Gilbertinho da Amazônia
  9. Diletos Fabiano e Rodrigo: Está ocorrendo uma pequena confusão relativamente a tal Recomendação Ministerial. É que está se confundindo o MP/AM com o MPF/AM. A primeira sigla se refere ao Ministério Público DO Amazonas (órgão estadual). Já a segunda, ao Ministério Público Federal NO Amazonas (órgão federal). Em síntese, quando menciono MPF/AM, deve-se entender que me refiro a PGE (Procuradoria-Geral da República), notadamente porque é da exclusiva competência federal a titela aos índios e a condução das políticas indigenistas nacionais. Já os "MP" Estaduais poderão emitir recomendações e instaurar inquéritos sobre outros temas de interesse estadual, desde que observem a reserva de competência do MPF (ou PGE, como queiram) sobre as questões indígenas. Logo, o comando de cessação das atividades de pesca nas terras indígenas de SIRN parte da União, e não do Estado do Amazonas. Isso dito, devemos entender SEMPRE que qualquer assunto relacionado às terras e povos indígenas do Brasil (inclusive SIRN) é de exclusiva responsabilidade da União, razão pela qual me referi sempre à Polícia Federal e ao IBAMA, órgãos federais incumbidos das ações repressivas quando o assunto envolve terras e comunidades indígenas, o que não ocorre em contextos semelhantes que envolvem povos não-índios, podendo atuar também, nesses casos, órgãos controle e repressão municipais e estaduais. Adianto ainda que venho acompanhando esse processo e desconheço mudanças no cenário jurídico-institucional que deu causa à recomendação do MPF. Até onde sei, infelizmente, continua valendo a proibição (ou recomendação) ministerial. A pergunta que me incomoda é saber o que pode acontecer com quem estiver pescando em águas proibidas. Pensando nisso, parece-me razoável concluir que a responsabilidade será acometida somente aos operadores, que foram notificados, e não a seus clientes, nesse caso, todos de boa-fé. Deixo um abraço a ambos. Gilbertinho da Amazônia
  10. Astra, Mais um excelente tópico criado por você. Não faz ideia de quanto ajuda os mais inexperientes quando da compra de barcos. Seus comentários são de quem efetivamente conhece do assunto, e adiro integralmente aos que elogiaram a mais não poder essa nova contribuição. Quanto ao local dos testes, dá pra ver pelas fotos que é um lugar maravilhoso, verdadeiro cartão-postal. Não sei se invejo ou parabenizo ao Guto, acho que um pouco de cada. Sobre o Johnson, tá pra lé de certo. Ele é sistemático, parece até que tem vida própria, não facilita a vida de terceiros, como um cachorro, muito fiel ao dono. Mas é motor demais. Abs, Gilbertinho da Amazônia
  11. De fato, parece demais com o Candiru, muito comum aqui no ocidente da Amazônia. Trata-se de um peixe relativamente pequeno, coisa de um palmo, e é muito temido pela população ribeirinha, dado que é disseminada a ameaça de que o peixe penetra na uretra ou no anus (vulgarmente conhecido como toba" das pessoas e passem a parasitá-las e provocar sérios problemas, em geral resolvidos com práticas médicas invasivas. Vivo na região há 18 anos, sempre ouvi falar mas nunca vi episódios de ataques por Candirus. Nem por isso posso afirmar que se trata de lenda urbana. Só pra completar, esse cara é um bagre, e pertence à família dos peixe-gatos, e é cientificamente denominado vandellia cirrhosa, também chamado de peixe-vampiro ou canero. Abraço do Gilbertinho da Amazônia
  12. Amigo Velho, Se não foi feita nenhuma lambança nos reparos que você informou, o problema será encontrado no carburador ou ainda no sistema de ignição, talvez até em ambos. Seria bom verificar se há faísca em todas as velas (retire todas para o teste, para não haver resistência mecânica provocada pelas demais). Teste uma a uma, e se estiver tudo ok, produzindo centelhas com boa intensidade, cuide do carburador, a começar por uma boa limpeza e eventual troca de componentes. Um kit de reparo cai bem e deve solucionar. A regulagem do carburador não é difícil, comece fechando o ar e abrindo o combustível, daí aumente um e reduza o outro, até alcançar o equilíbrio. Atente para não deixar a mistura rica ou pobre, senão dá zebra. Se tiver o apoio de um manual técnico específico, ajuda muito. Também deve haver algum vídeo na Internet tratando disso. Em geral, neles obtêm-se boas instruções e dicas. Espero ter ajudado. Abraço do Glbertinho da Amazônia
  13. Homero, já tive Evinrude e Johnson no passado. Dentre os que tenho hoje, destaco um Evinrude 115 HP com 12 horas de uso. Os que tive e tenho não bebem mais que outras marcas, isso é lenda urbana, com a vênia dos que pensam em contrário, na base do "ouvi dizer". Claro se estiver todo desregulado, qualquer motor consome o que não deve. Um dado importante pra você considerar é a questão da garantia, fixada pela Bombardier em 3 mil horas de uso ou 3 anos. A garantia dos outros motores não chega nem perto disso. A do motor que você cogita comprar está vencida por haver expirado o prazo, mas há de concordar que quem dá uma garantia desse porte não fabrica porcaria, e para mim isso pesa muito na hora da compra. Pra constar, além do 115 tenho dois Mercury (8 e 40 EPO ambos praticamente zerados), dois Yamaha 135 e um 15 HP, além do Johnson 45 que estou restaurando por completo. Vale a pena. Não se admire, é que sou fanático por barcos e motores, acho que já tive de tudo, desde barcos regionais amazônicos e lanchas a diesel até canoas tocadas por motor rabetinha. Pura paixão. Abraço do Gilbertinho
  14. Fabiano, Infelizmente, a resposta e sim, as operadoras estão proibidas de seguir operando em terras ocupadas por populações indígenas do Rio Negro, e mais especificamente, SIRN. É o que diz a Recomendação do MPF/AM. Tenho o original da Recomendação, mas preferi postar a matéria obtida no site do Ministério, que é a seguinte ( grifo é aditado): "Recomendação indica que empresas devem deixar de comercializar pacotes turísticos sem autorização e cancelar os já negociados Foto: ©iStockphoto.com O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) expediu recomendação para impedir a realização de qualquer atividade de exploração turística ou pesca esportiva em terras indígenas, sem regular autorização dos povos indígenas envolvidos. A recomendação do MPF destaca a proibição de realização destas atividades, sem autorização, nas terras indígenas Médio Rio Negro I, Médio Rio Negro II, Tea, Uneuixi e Yanomami, no município de Santa Isabel do Rio Negro (a 630 quilômetros de Manaus). No documento, o MPF explica que, para que atividades de exploração turística ou pesca esportiva possam ser realizadas em terras indígenas, a autorização deve ser concedida pelos povos indígenas envolvidos, mediante consulta livre, prévia e informada, e pelos órgãos públicos responsáveis pela proteção e promoção dos direitos indígenas e do meio ambiente, como prevê a Instrução Normativa nº 03/2015, da Fundação Nacional do Índio (Funai). As comunidades das terras indígenas Médio Rio Negro I, Médio Rio Negro II e Tea estão em processo de elaboração dos Planos de Gestão Ambiental e Territorial no âmbito da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas, em parceria com a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), a Funai e o Instituto Socioambiental (ISA). Em razão disso, não está autorizada qualquer atividade naquelas áreas sem o consentimento livre, prévio e informado das comunidades, os estudos de impacto necessários e a devida regulamentação. Pesca irregular é crime – A recomendação do MPF aponta que a pesca irregular em terras indígenas é crime e produz diversos impactos nas comunidades em que é praticada. “O turismo de pesca esportiva, a par dos impactos socioculturais que pode acarretar, pode trazer também relevantes impactos ambientais, considerando que são necessários infraestrutura e tráfego de pessoas alheias à cultura indígena, bem como a possível influência direta sobre a fauna aquática e outros diversos aspectos”, afirma o documento. O MPF recebeu notícias de que as empresas Amazon Sport Fishing, Marreco Pesca Esportiva, Pesca Esportiva (Barco Tayaçu), Kalua Barco Hotel, DoniPesca, Demini Sport Fishing, entre outras, têm explorado os lagos e afluentes nas terras indígenas de Santa Isabel do Rio Negro, sem autorização. A partir da recomendação, as empresas devem deixar de vender pacotes turísticos relacionados às terras indígenas mencionadas e cancelar os já negociados. Além das empresas, a recomendação também é direcionada à Funai Alto Rio Negro, à Prefeitura de Santa Isabel do Rio Negro e aos órgãos da administração pública local, para que divulguem o documento, com a afixação da notificação nos estabelecimentos públicos, em especial nos portos e aeroporto do município, de maneira permanente. Na recomendação, o MPF concedeu prazo de dez dias para que as empresas informem sobre o acatamento da medida, encaminhando comprovação do cumprimento da recomendação e informando sobre as atividades que desenvolvem na região. A Funai e a prefeitura municipal também devem comprovar, em dez dias, que divulgaram a recomendação, com relação e fotografia dos locais em que foram afixadas as notificações. Assessoria de ComunicaçãoProcuradoria da República no Amazonas(92) 2129-4734 / (92) 98415-5277pram-ascom@mpf.mp.brfacebook.com/MPFederaltwitter.com/mpf_am" Amigo, acrescento que a proibição alcança apenas terras ocupadas por povos indígenas (em SIRN é quase tudo). Havendo rios que não fazem parte dessas terras, está tudo bem. Lembro ainda que as operadoras que superarem os obstáculos do caminho, aguardando os ritos de elaboração de Planos de Visitação, submissão do Plano à CR/FUNAI/SGB para análise, ajustes e emissão de Parecer, daí seguindo para Brasília, onde tudo será reanalisado e se aprovado, emitir-se-á autorização para os índios contratarem com a operadora de sua escolha, e aí a pesca estará liberada, sem antes a empresa sujeitar-se ao licenciamento de operações pelo IBAMA, que é o órgão competente para licenciar atividades em terras indígenas. É uma verdadeira via crucis. Espero ter ajudado. Abraços do Gilbertinho da Amazônia
  15. Ricardo, Fique tranquilo. Fiquei chateado na hora, mas não tenho o hábito de ficar ruminando as coisas. Sua atitude de agora revela a grandeza de seus princípios, e lhe agradeço e parabenizo por isso. Tenho agora mais um motivo para saborear suas postagens. Fica com Deus.

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