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Gilbertinho

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Sobre Gilbertinho

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    Já consegue zarar
  • Data de Nascimento 27-07-1948

Informações de Perfil

  • Localização
    Caracarai - RR
  1. Capita, sem problemas, o Fórum é do Biguá, e a ele me submeto. Contudo quero aclarar o seguinte: Regularmente visito o site, observando quase sempre (para não dizer sempre) a presença de vários tópicos na página principal que tratam especificamente da pesca. Somente hoje, que o movimento está relativamente fraco, há pelo menos 3 tópicos dessa natureza, postados em diferentes datas e que não foram movidos para outro lugar, como ocorreu em meu caso. O problema do link Assuntos Gerais da Pesca, é que os tópicos não observam ordem cronológica e não foi concebido para fornecer informações temáticas, na verdade, ignoro o critério adotado para seu ordenamento (ou organização). Como outros membros, recentemente propus-me voluntariamente a colaborar na construção de um redesenho do site como um todo, porém o assunto foi dado como esquecido ou postergado. Ressalto que após seu comunicado, tentei localizar o tópico que postei para sua nova locação, sem lograr êxito, o que não significa afirmar que não está lá. Gostaria que soubesse que as informações que pedi são importantes, já que pretendo pescar no Jurubaxi na próxima temporada. Tenho amigos nas duas comunidades de lá, mas irei somente se a lei permitir e a pescaria valer a pena. Finalmente, quero asseverar que vejo no Fórum o mais qualificado ambiente de conhecimento e interação sobre o universo da pesca, status que credito em grande parte à sua visão estratégica, iniciativa e dedicação. Confesso porém estar tomado de uma certa decepção pelo ocorrido, uma sensação incômoda, de me sentir digamos, discriminado, apesar de jamais haver recebido uma indicação negativa por qualquer intervenção que tenha feito no FTB, ao contrário. Ignoro se os colegas, movidos por generosidade, tolerância ou reconhecimento pontuaram sempre positivamente meus comentários, ou abstiveram-se de fazê-los, mesmo os que tratavam de assuntos complexos e polêmicos. Como sempre fui um sujeito meio que "desconfiado", quero adiantar ao amigo que, se for visto pela administração do Fórum como persona non grata, por qualquer motivo que tenha passado despercebido, basta acenar para que imediatamente eu dê por encerrada minha participação neste honroso espaço. Quase parafraseando D. Pedro de Alcântara, assevero que "Se for para o bem geral da Nação, eu Vou" Vai um grande abraço. Gilbertinho
  2. Pessoal, muitos membros do Fórum já pescaram na região de SIRN (Santa Isabel do Rio Negro). Gostaria de saber quem pescou especificamente no Jurubaxi, quando pescou e qual foi o resultado da pescaria. Não encontrei essas informações em pesquisa que realizei na web. Pretendo pescar nesse rio na temporada 2017/2018, porém tenho receio de não encontrar espécimes de Tucunaré de bom tamanho. Agradeço antecipadamente a quem possa ajudar. Abs, Gilbertinho
  3. Meu caro, Introduza o que quiser, há boas dicas dos colegas, especialmente quanto ao Tucunaré. Porém, em hipótese alguma pense no Bagre Africano, que basicamente dizima toda a fauna aquática onde é introduzido. Aliás, é proibida sua soltura em águas do Brasil, porque representa grave ameaça às outras espécies. É como se verificou no caso das Pitons Birmanesas no Everglades, creio que sabe bem do que ocorreu por lá. Abraço do Gilbertinho
  4. Flavio, Segue a foto da lanterninha. No corpo dela, consta o modelo GREEq5. O anel verde é o Dimmer, para regular o foco. Abs
  5. Pessoal, Há alguns anos, tipo 3 ou 4, fui à cidade de Lethen, fronteira Brasil-Guiana. onde regularmente vou à procura de importados de boa cepa, principalmente eletrônicos e ferramentas. Na ocasião, comprei uma lanterninha bem estilosa, de uma única pilha recarregável de 3,5 volts. Funcionou sempre tal qual relógio suíço, com um foco regulável de longo alcance. Apesar do uso constante, até a pilha e ainda a original. Dá uma surra nas Maglites que tenho, e custou 25 pratas, preço de lixo. Hoje deve estar na casa dos 40/50 paus. Narro esse fato apenas para corroborar as opiniões de que propaganda não é produto, em boa parte dos casos é enganação pura. Se alguém tiver interesse, posso postar uma foto da lanterninha, que deve ser encontrada nos camelódromos de qualquer lugar do país. Abraços do Gilbertinho
  6. Capita, Obrigado por não revelar a intenção de me matar estrangulado, também agradeço por pegar leve. Creio que minha ideia não foi corretamente exposta, e me penitencio por isso. A despeito, é possível vislumbrar que alguns membros valorizam tanto o Fórum a ponto de se preocupar com seu layout e a organização de seu conteúdo, e isso é bom. Caso o assunto prospere, tendendo para uma eventual atualização, pode me incluir entre os que estariam dispostos a emprestar voluntariamente sua contribuição. Ao final, consigno elogios por dedicar-se a responder as postagens sobre o tema. Abraço do Gilbertinho
  7. Pessoal, Noto que temas importantes ficam por pouquíssimo tempo na telinha, e depois são encaminhados a salas específicas. Também visito o Fórum quase diariamente, buscando novas postagens sobre assuntos em discussão, e não raras vezes vejo-os ausentes, o que me força a realizar buscas para sua localização. Apesar disso, em geral consigo localizar o que me interessa e me atualizar quanto às postagem de um dado assunto e também emitir minha opinião. Contudo, adiro ao pensamento do Marcelo por um redesenho na página que, em minha modesta opinião poderia (ou deveria) ter o seguinte layout: 1) a página poderia ter colunas verticais contendo os principais tópicos. Exemplo: LEGISLAÇÃO PESQUEIRA. Ao clicar, abrir-se ia um conjunto de sub-diretórios, que trariam a legislação federal e dos estados. Clicando na opção desejada, todo o conteúdo do sub-diretório sobre o tema seria disponibilizado para fins de conhecimento e contribuições; 2) Esse formato abrangeria tudo o que é postado no Fórum, inclusive anúncios por área de interesse (equipamentos, pacotes, meios de transporte e hospedagem, etc). 3) Face ao interesse de muitos quanto a pesca na Amazônia, poder-se-ia criar do mesmo modo um tópico principal sobre o assunto, ex: PESCA NA AMAZÔNIA. A mesma construção sugerida no item 1 seria utilizada, criando-se o acesso, a partir da seleção do diretório principal, acessando um conjunto de diretórios específicos sobre o tema, como "pesca no Rio Negro", "pesca em Terras Indígenas", "operadoras de pesca", "relatos de pesca", e assim por diante. 4) Mesmo os assuntos menos relevantes, como postagens relativas a equipamentos gerais de de pesca, camping, reformas de barcos e motores, dicas, etc, teriam espaço próprio, segundo o mesmo formato de diretório e sub-diretórios ou, como queiram, pastas e sub-pastas. Creio que o visual da página ficaria mais atraente, com melhor aproveitamento de espaço e maior facilidade no acesso aos temas de interesse de cada um, tal qual um temário que nos acostumamos a consultar em qualquer documento bem elaborado tecnicamente. Imagino que os mentores do Fórum irão me mandar às favas, porém, em minha defesa, digo que só ouso invadir seara alheia naquilo que me é importante, e o FTB ganhou por merecimento essa condição. Abraço do Gilbertinho, observando que o Marcelo está recebendo um ponto positivo por sua bem-vinda e pertinente contribuição.
  8. Capita, Como sempre, você me dá um trabalhão danado. A despeito disso, não posso deixar de reconhecer o valor de cada dissensão que posta, sempre coberta por uma falsa e intencional auto-afirmação de ignorância ou burrice, como bem exemplifica o caso em exame. Mas lá vou eu de novo, fazendo de conta que estou falando para um energúmeno: As Instruções Normativas deveriam ser empregadas exclusivamente em atos internos dos órgãos da Administração Pública, instruindo-as como proceder no exercício corrente de suas atividades precípuas. Mas não é assim. Os operadores do direito do país, especialmente o Ministério Público, quer seja Federal ou Estadual as reconhecem como ato normativo que alcança indistintamente todos os administrados, isto é, toda a nação. Centenas, senão milhares desses atos administrativos estão aí para nos incomodar, tal qual as Resoluções, Portarias, Pareceres, etc. A contragosto tenho de dissentir de parte de seu sexto item. É que não encontro fundamento para exigir que o capital estrangeiro destinado a investimentos no país se sujeite a atestados de origem, o mundo inteiro funciona assim. No que tange ao contato de estrangeiros com nossos índios, há várias previsões legais orientadas para a fiscalização de seus bens materiais e imateriais. Vê-las cumpridas é outra coisa, a inépcia do Poder Público é gritante, bem sabe disso. Quanto ao Bolsonaro, também tenho apreço por ele, embora tenha justificado receio de demagogos, coisa que não sei se ele é. Importante ter em conta que, mesmo ele eleito presidente, está sujeito à Constituição e às leis, o que limita bastante a vontade e atuação de qualquer governante. Quanto aos valores de contrapartida exigidas pelos índios, infelizmente essa é a realidade. Quem tiver dúvida pesquise edital postado na web pela FOIRN (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), e verá que tenho razão. Aduzo que esse processo nefasto de "tirar o couro" do empresariado conta com relevante contribuição do ISA (Instituto Socio-Ambiental),ONG dotada de tentáculos que alcançam órgãos públicos de peso, como o IBAMA, IPAAM, FUNAI, etc. Creio que o propósito de sua diligente ação é o de afastar todo e qualquer contato ou relação de negócios entre índios e não-índios, atendendo a interesses de comunidades internacionais. Nessa linha, ouso sempre dizer em qualquer lugar ou hora que uma ONG manda e a FOIRN e os órgãos públicos nacionais obedecem. Espero ter constribuído. Abs do Gilbertinho
  9. Cristiano, você está confundindo as coisas. Explico: Quando nos referirmos ao ICMBio, estamos a falar de Unidades de Conservação Federais, os seja, os espaços territoriais especialmente protegidos criados pela União. A Lei que rege essas unidades conservacionistas tem alcance em todo o território nacional, e estados e municípios estão submetidos a seus ditames. Assim, Parques Nacionais, Estações Ecológicas, Reservas Biológicas, são exemplos de Unidades de Proteção Integral, que só permitem a realização autorizada de pesquisas de interesse ecológico, exceto nos casos dos Parques, que permitem a visitação pública para atividades de contemplação da natureza. Um bom exemplo é o Parque Nacional do Iguaçu. Outra coisa é o turismo de pesca em Terras Indígenas. Ela é possível, desde que explorada por empresa devidamente autorizada pela Funai - Fundação Nacional do Índio. Para se chegar a essa autorização são necessários os passos sobre os quais discorri anteriormente. A sua vez, o Parque Indígena do Xingu é, em essência, uma Terra Indígena, com 222 k quilômetros quadrados, criada em 1955 pela iniciativa dos irmãos Villas Boas e ratificada em 1961 pelo então presidente Jânio Quadros. A pesca esportiva pode ser realizada nessa Terra, dede que os aldeados aprovem a atividade, elaborem o Plano de Visitação e o submeta a diferentes instâncias da Funai (Coordenadorias Regionais, Diretoria de Desenvolvimento Etno-Social, etc), que finalmente autorizam os índios a celebrar contratos de exploração da pesca esportiva com empresas que participaram de um processo seletivo, similar à licitação pública. Daí a empresa pode anunciar seus pacotes no mercado especializado da pesca esportiva. Caso precise de outros esclarecimentos, fico à disposição. Abraço do Gilbertinho
  10. Só pra encher a paciência do JC, um dos notáveis do Fórum: - SNUC é a sigla do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, para quem não sabe; - Reserva Biológica é identificada apenas pelo verbete Rebio, e integra a categoria de Unidades de Conservação de Proteção Integral. Somente pesquisadores autorizados podem adentrar seu território. Quem tem JC tem uma bússola, basta seguir. Abraço do Gilbertinho.
  11. Amigos, Esse assunto é pujante. São tantas as vertentes envolvidas que precisaríamos de um bom tempo e um enorme espaço para se chegar a um termo que satisfaça todas as correntes. Vejo razão e bom-senso em várias postagens e noutras nem tanto. Jogando um pouco da minha luz sobre o problema, vou ao seguinte: 1) O rio que aparece no vídeo é o Iriri, localizado na região do Xingu, nada tem a ver com o Marié; 2) O Capita informou certo, com apenas um ligeiro equívoco, que agora busco retificar. A Untamed Anglers, que opera no Marié, é boliviana, contando com a participação de um ex-agente de pesca brasileiro; 3) A rigor, toda e qualquer empresa detém o potencial de operar em terras indígenas. Contudo, as exigências são bastante difíceis e onerosas. Muita burocracia envolvendo a FUNAI, o MPF, os aldeados interessados, as representações indígenas e os órgãos ambientais. Requer extrema dedicação e paciência, e nem sempre o objetivo é alcançado; 4) Que ninguém se iluda, praticamente todas as terras da região de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira são ocupadas por índios e estão em processo de reconhecimento, demarcação e homologação. A partir da fase de conclusão e aprovação de relatórios de antropologia, essas terras passam a ser reconhecidas, para efeitos da Instrução Normativa Funai 003/2015, como aquelas que, de acordo com a aprovação dos aldeados, podem receber visitantes para o etnoturismo e o turismo de pesca. Para se chegar a essa condição de operação, há uma série de exigências legais e administrativas por cumprir, o que consome algo em torno de um ano, sem garantia de que, ao final, a empresa postulante seja escolhida, já que a penúltima etapa a cumprir é a de escolha pelos aldeados, e a última é a da autorização da FUNAI. Além disso, de posse de todos os documentos autorizativos, o vencedor deverá requerer licença específica ao IBAMA, que é quem responde pelo licenciamento ambiental em terras indígenas (está na Lei); 5) O empresariado nacional é, em regra, acomodado. Enquanto tiver um lugar sem problemas ou gastos significativos para operar, ele segue adiante. Esse é um dos fatores envolvidos. O outro, mais complicado, trata das contrapartidas que a empresa têm de dar aos aldeados e suas representações. Para se ter uma vaga ideia, os contratos celebrados com os índios fixam uma contrapartida direta em torno de 10 a 12% da receita bruta da empresa, o que equivale a 50% da receita líquida. Além disso, a empresa é obrigada a pagar uma espécie de taxa de administração à representação indígena que atua na área, assim como realizar investimentos obrigatórios em infraestrutura geral, a fundo perdido, e ainda gerar de 12 a 20 postos de trabalho ocupados pelos índios locais e custear equipamentos e motores e todas as atividades de monitoramento e fiscalização ambiental. Isso explica o elevado custo do pacote. Não se trata de ganância do empresariado que detém a exclusividade em operações nas terras indígenas. Paga-se alto por esse status; 6) Como tudo, esse processo deve ser visto à luz de custos e benefícios. De um lado ficamos mais distanciados de realizar a pescaria dos sonhos, de outro podemos ter a certeza que nossos recursos pesqueiros serão preservados para as presente e futuras gerações. Espero haver contribuído. Gilbertinho da Amazônia
  12. Silas, É importante que os membros do Fórum entendam que cada Estado tem sua própria legislação pesqueira, já que a Constituição Federal permite que a União, os Estados-Membros e o Distrito Federal podem legislar concorrentemente sobre alguns temas, dentre eles o da Pesca (artigo 24, Inciso VI). Partindo disso, concluo sem a menor dificuldade que o agente ambiental de Minas Gerais lhe orientou segundo a legislação de pesca estadual. A lei federal que trata desse tema é genérica, e não traz essa mesma previsão. Assim, ANTES de ir pescar em qualquer Estado (inclusive o de sua origem), é por demais importante que o pescador busque se informar das previsões legais do Estado sobre a pesca, para não entrar numa roubada. O que vale num Estado-Membro não vale necessariamente para outro, aliás, tais normas divergem em sua totalidade. Apenas para constar, digo isso na condição de co-autor da Lei de Pesca de Mato Grosso e autor da Lei de Proteção à Ictiofauna de Roraima, onde atualmente resido e trabalho. Espero ter sido útil. Abraço do Gilbertinho
  13. Éder, Primeiro gostaria de aderir àqueles que consignam votos de plena recuperação da cirurgia que realizou. Dizem, com acerto, que a culpa é do governo. Neste caso, especificamente, o mantra é justificado. A pesca comercial já deveria ser proibida em todo o Brasil, no entanto, em nome de uma falsa preocupação com os menos favorecidos e da necessidade de prover pescados para consumo geral da nação, os governantes assistem de camarote a gradual extinção dos peixes em todas as nossa bacias hidrográficas. Não tenho a menor dúvida em afirmar que se o problema fosse de natureza alimentar, os governantes que se sucedem desde os tempos imemoriais já teriam implantadas estações de piscicultura em todas as regiões do país, segundo suas necessidades de pescados. Mas não. Essa corja de corruptos e oportunistas não veem ou simplesmente enxergam e dão as costas ao problema. Entendem que é bem melhor fechar os olhos, permitir que esse caos se avoluma ano a ano, e de quebra ainda fazem com que a sociedade (a que paga tributos) suporte o ônus de pagar 4 (quatro) salários mínimos por ano a qualquer vagabundo que se identifique como pescador profissional. Daí a predação grassa. Enquanto isso, seguimos elegendo indivíduos sem nenhum compromisso com as causas ambientais. Culpa nossa. Abraço do Gilbertinho
  14. Caríssimo Astra, essa é minha preocupação também. Tenho amigo em revenda Mercury, o que permite fazer um comparativo de preços e condições. O outro 40 que adquiri recentemente e está zerado, custou na casa dos 15 mil, facilitados, e foi como pessoa física. Daí quero ver o que a Sport Náutica tem a dizer, aqui no Fórum, e de forma clara e transparente, oportunizando que testemunhemos a veracidade do anunciado e a lisura do anunciante. Sou adepto do modelo "Cartas Abertas". Só comentando, após minha pergunta ao anunciante recebi resposta in box por correio eletrônico. Nem faço ideia de como foi obtido meu endereço de e-mail. Não me foi apresentado preço nem condições de venda e entrega, só se referiram ao 40 4 tempos, que não me interessa. Após essas últimas postagens, vamos ver como a Sport Náutica reage, mas de uma coisa eu sei: ajoelhou, tem de rezar. Caso contrário, deve-se aprender a viver com o juízo de valor que lhe for atribuído, e isso acomete a qualquer um. Renovo abraços. Gilbertinho
  15. Marcelo, não há necessidade de tratar esse assunto em ambiente privado, ainda porque é interesse de outros que eventualmente queiram negociar com você. Em relação à resposta que enviada por você, referindo-se ao 40 hp 4 tempos, esclareço que o meu interesse é em uma unidade do 40 hp 2 Tempos, partida elétrica, para comando. Como você anuncia ter toda a linha Mercury, creio que essa informação é suficiente para uma resposta facilitada e objetiva. Observo também que posso, com a devida garantia, pagar o motor antes de sua retirada em sua loja física, em ocasião posterior, conforme o que vier a ser oportunamente combinado. Aguardo sua resposta aqui no site. Grato e abraços. Gilbertinho da Amazônia

Sobre nós

O Fórum Turma do Biguá (FTB) surgiu no ano de 2006. Na época os poucos fóruns de pesca que existiam estavam voltados a divulgação de produtos e marcas, ocasião em que o FTB foi criado com a intenção de reunir amigos e grupos de pesca de todo o Brasil sem vinculação a qualquer empresa ou produto..

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