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Shoji Ito

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Sobre Shoji Ito

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  • Data de Nascimento 25-05-1939

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  1. Pessoal, Sendo esta a realidade onde não há sinceridade e honestidade na postagem, mas para outros fins escusas não forneçam detalhes. Este é um FÓRUM onde as pessoas trocam informação na maior confiança em suas atitudes e procedimentos. BETO, valeu pelas suas informações.......
  2. chame pelo zap (11)967808633
  3. Veja com EDUARDO CHEDID , aqui do Fórum, ele deve ter.
  4. Ou seja requer um planejamento de viagem. Nós pescadores não temos como levar como bagagem de mão as iscas , alicates, galateias , etc, por imposição legal temos que despachar, já temos uma bagagem + tubo são 2 bagagens, mesmo para empresa aérea que oferece gratuidade na 1ª bagagem - GOL, temos que pagar o tubo, as roupas pode ir como bagagem de mão. Para os pescadores que viagem em grupo poderia planejar de cada dupla leve as varas em um tubo, neste caso um só pagaria a bagagem e efetuaria o rateio. Lembrando que a gratuidade que a GOL oferece é uma bagagem de até 23 kgs , mais do que isto paga excesso de peso. Na AZUL , que já cobra pela bagagens tem uma Tarifa que chamam de AZUL é bem mais em conta. A LATAM ainda não cobra pelas bagagens, mas deve efetivar sua cobrança em breve. A questão é se os vai ter uma equivalencia entre o preço antigo e o novo + cobrança pelas bagagens.
  5. Novas regras de bagagem: escolha o melhor para você Agora, quem leva só a bagagem de mão paga menos na passagem. Resumo extraída do site da GOL - com validade em voos domésticos • Desde 14 de março, a bagagem de mão passou a ser de até 10 kg. Ela deve estar dentro das dimensões: 40 x 25 x 55 cm (comprimento x largura x altura). • Já a partir de 20 de junho, as mudanças serão na bagagem despachada. Portanto, as passagens adquiridas até o dia 19 de junho , a GOL estará aplicando as regras antigas. As compras realizadas antes do dia 20 de junho, independente da data do voo, dão direito a bagagem gratuitas. Nas compras feitas a partir desta data, quem leva só a bagagem de mão pode optar por uma tarifa mais econômica, a tarifa Light. Ela não dá direito à bagagem gratuitamente. Confira as regras por tarifa: A cobrança das bagagens varia conforme tipo de tarifa, tais como LIGHT - FLEXÍVEL - PROGRAMADA. TARIFA LIGHT > TARIFA MAIS ECONÔMICA > SEM DIREITO BAGAGEM GRATUITA. TARIFA FLEXÍVEL / PROGRAMADA > 1ª BAGAGEM DE ATE 23 KGS GRATUITA > COBRANÇA A PARTIR DA 2ª BAGAGEM Válido por pessoa, da origem ao destino final. Optou pela tarifa mais barata, que não da direito a bagagem gratuita, mas mudou de ideia? Compre antecipadamente em nossos canais digitais (aplicativo, site mobile, web site ou totem) com 50% de desconto. Confira os valores válidos por pessoa, da origem ao destino final: PREÇOS PARA BAGAGENS DESPACHADAS: CANAL DIGITAL CHEK-IN 1ª BAGAGEM DESPACHADA R$ 30,00 R$ 60,00 2ª BAGAGEM DESPACHADA R$ 50,00 R$ 100,00 DA 3ª A 10ª BAGAGEM DESPACHADA R$ 60,00 R$ 120,00 a LATAM , não está procedendo cobrança das bagagens despachadas , vale a a regra antiga, idem para AVIANCA. a AZUL, cobra R$ 30,00 por bagagem despachada
  6. Gráfico estatístico desde 1902 constante no site PORTO DE MANAUS - CORAÇÃO DA AMAZONAS, com postagem somente à partir do ano de 2000. Shoji FONTE SITE : PORTO DE MANAUS CORAÇÃO DA AMAZONAS. Nível do Rio Negro > Níveis Máximo e Mínimo Máxima Registrada: 29,97m em 29/05/2012 Mínima Registrada: 13,63m em 24/10/2010 Ano Cota Máxima Enchente(m) Data Cota Mínima Vazante(m) Data 2000 28,62 26/06 18,57 11/12 2001 28,21 19/06 16,81 31/10 2002 28,91 27/06 17,19 31/10 2003 28,27 01/07 19,01 11/11 2004 27,13 12/06 19,23 17/11 2005 28,10 01/06 14,75 25/10 2006 28,84 09/06 16,89 25/10 2007 28,18 21/06 17,74 26/10 2008 28,62 19/06 18,43 28/10 2009 29,77 01/07 15,86 04/12 2010 27,96 11/06 13,63 24/10 2011 28,62 28/06 16,76 10/10 2012 29,97 29/05 15,96 27/11 2013 29,33 14/06 18,83 01/01 2014 29,50 03/07 19,90 28/10 2015 29,66 29/06 15,92 28/10 2016 27,19 15/06 17,20 13/12
  7. Bom Dia Pessoal, Que tal leitura de algumas frases e pensamento de MILLÔR FERNANDES, para aliviar a tensão política e econômica do BRASIL. Shoji Algumas Frases e Pensamentos de Millôr Fernandes “Só teremos um país de verdade no dia em que gastarmos mais com escolas do que com televisão, isto é, no dia em que gastarmos mais com a educação do que com a falta de educação.” “Está bem. Deus é brasileiro. Mas pra defender o Brasil de tanta corrupção só colocando Deus no gol.” “A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.” “Se você agir sempre com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.” “Um homem começa a ficar velho quando já prefere andar só do que mal acompanhado.” “As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades.” “Já vi gente cansada de amor, de trabalho, de política, de ideais. Jamais conheci alguém sinceramente cansado de dinheiro.” Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem. Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim. Esnobar É exigir café fervendo E deixar esfriar. Não devemos resisitir às tentações: elas podem não voltar. Chato - Indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele. Esta é a verdade: a vida começa quando a gente compreende que ela não dura muito. O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde. Jamais diga uma mentira que não possa provar. Viva o Brasil Onde o ano inteiro É primeiro de abril O pior casamento é o que dá certo. O melhor movimento feminino ainda é o dos quadris.
  8. Bom Dia Pessoal, Inseri postagem informando a criação de um novo documento de identificação nacional - DINI - DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO NACIONAL. Volto ao assunto, tendo em vista que agora é oficial, a LEI 13.444/17, criou: 1-ICN - IDENTIFICAÇÃO CIVIL NACIONAL, com o objetivo de identificar o brasileiro em suas relações com a sociedade e com os órgãos e entidades governamentais e privados , que tem como a base de dados biométricos da Justiça Eleitoral. 2- DINI - DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO NACIONAL >com fé pública e validade em todo o território nacional > O DNI faz prova de todos os dados nele incluídos, dispensando a apresentação dos documentos que lhe deram origem ou que nele tenham sido mencionados. O DNI será emitido: I - pela Justiça Eleitoral; II - pelos institutos de identificação civil dos Estados e do Distrito Federal, com certificação da Justiça Eleitoral; III - por outros órgãos, mediante delegação do Tribunal Superior Eleitoral, com certificação da Justiça Eleitoral. O DNI poderá substituir o título de eleitor, observada a legislação do alistamento eleitoral, na forma regulamentada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Terá que ser regulamentada através de emissão de DECRETOS, PORTARIAS E RESOLUÇÕES, para sua aplicação e emissão do DINI. Deverá demorar um bom tempo..... abaixo a Lei, com os artigos que interessa .... Shoji LEI No - 13.444, DE 11 DE MAIO DE 2017. Dispõe sobre a Identificação Civil Nacional (ICN). O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1o É criada a Identificação Civil Nacional (ICN), com o objetivo de identificar o brasileiro em suas relações com a sociedade e com os órgãos e entidades governamentais e privados. Art. 2º A ICN utilizará: I - a base de dados biométricos da Justiça Eleitoral; II - a base de dados do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (Sirc), criado pelo Poder Executivo federal, e da Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), instituída pelo Conselho Nacional de Justiça, em cumprimento ao disposto no art. 41 da Lei nº 11.977, de 7 de julho de 2009; III - outras informações, não disponíveis no Sirc, contidas em bases de dados da Justiça Eleitoral, dos institutos de identificação dos Estados e do Distrito Federal ou do Instituto Nacional de Identificação, ou disponibilizadas por outros órgãos, conforme definido pelo Comitê Gestor da ICN. § 1º A base de dados da ICN será armazenada e gerida pelo Tribunal Superior Eleitoral, que a manterá atualizada e adotará as providências necessárias para assegurar a integridade, a disponibilidade, a autenticidade e a confidencialidade de seu conteúdo e a interoperabilidade entre os sistemas eletrônicos governamentais. § 2º A interoperabilidade de que trata o § 1º deste artigo observará a legislação aplicável e as recomendaçõ es técnicas da arquitetura dos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (ePing). Art. 3º O Tribunal Superior Eleitoral garantirá aos Poderes Executivo e Legislativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios acesso à base de dados da ICN, de forma gratuita, exceto quanto às informações eleitorais. § 1º O Poder Executivo dos entes federados poderá integrar aos seus próprios bancos de dados as informações da base de dados da ICN, com exceção dos dados biométricos. § 2º Ato do Tribunal Superior Eleitoral disporá sobre a integração dos registros biométricos pelas Polícias Federal e Civil, com exclusividade, às suas bases de dados. Art. 4º É vedada a comercialização, total ou parcial, da base de dados da ICN Art. 7º O Tribunal Superior Eleitoral estabelecerá cronograma das etapas de implementação da ICN e de coleta das informações biométricas. Art. 8º É criado o Documento Nacional de Identidade (DNI), com fé pública e validade em todo o território nacional. § 1º O DNI faz prova de todos os dados nele incluídos, dispensando a apresentação dos documentos que lhe deram origem ou que nele tenham sido mencionados. § 2º (VETADO). § 3º O DNI será emitido: I - pela Justiça Eleitoral; II - pelos institutos de identificação civil dos Estados e do Distrito Federal, com certificação da Justiça Eleitoral; III - por outros órgãos, mediante delegação do Tribunal Superior Eleitoral, com certificação da Justiça Eleitoral. § 4º O DNI poderá substituir o título de eleitor, observada a legislação do alistamento eleitoral, na forma regulamentada pelo Tribunal Superior Eleitoral. § 5º (VETADO). Art. 9º O número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) será incorporado, de forma gratuita, aos documentos de identidade civil da União, dos Estados e do Distrito Federal. Art. 10. O documento emitido por entidade de classe somente será validado se atender aos requisitos de biometria e de fotografia estabelecidos para o DNI. Parágrafo único. As entidades de classe terão 2 (dois) anos para adequarem seus documentos aos requisitos estabelecidos para o DNI. Art. 11. O poder público deverá oferecer mecanismos que possibilitem o cruzamento de informações constantes de bases de dados oficiais, a partir do número de inscrição no CPF do solicitante, de modo que a verificação do cumprimento de requisitos de elegibilidade para a concessão e a manutenção de benefícios sociais possa ser feita pelo órgão concedente. Art. 12. O Poder Executivo federal e o Tribunal Superior Eleitoral editarão, no âmbito de suas competências, atos complementares para a execução do disposto nesta Lei. Art. 13. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 11 de maio de 2017; 196o da Independência e 129o da República. MICHEL TEMER Osmar Serraglio Dyogo Henrique de Oliveira Eliseu Padilha
  9. Bom Dia Pessoal, Mais uma das maravilhas e joias do nosso CONGRESSO NACIONAL, no meio de LAVA JATO, e outras, encontram tempo e "inteligencia" para elaborar projeto de lei e votar, gastando nosso tempo que pagamos aos congressistas, que não é pouco....... Shoji LEI N o 13.437, DE 19 DE ABRIL DE 2017 Institui o Dia Nacional do Perdão. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Fica instituído, no calendário das efemérides nacionais, o Dia Nacional do Perdão a ser comemorado, anualmente, no dia 30 de agosto. Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 19 de abril de 2017; 196 º da Independência e 129 o da República. MICHEL TEMER Osmar Serraglio
  10. Artigo inserido nas paginas do GOOGLE em abril de 2011, que traduz a verdade que muitos não querem admitir........ Shoji Artigos Publicado em Terça, 12 de Abril de 2011 - 23h31 Cada povo tem o governo que merece, disse um francês no século XIX Ivonete Gomes "Sai vitorioso das urnas, o candidato que fala o que o povo quer e não o que precisa ouvir" Ferrenho defensor do regime monárquico e crítico fervoroso da Revolução Francesa, o filósofo francês Joseph-Marie Maistre (1753-1821) escreveu seu nome na história ao lançar a expressão “cada povo tem o governo que merece”. Datada de 1811, a frase registrada em carta, publicada 40 anos mais tarde, faz referência a ignorância popular, na visão do autor a responsável pela escolha dos maus representantes. Contrário a participação do povo nos processos políticos, Maistre acreditava que os desmandos de um governo cabiam como uma punição àqueles que tinham direito ao voto, mas não sabiam usá-lo. Passaram-se exatos duzentos anos e a expressão do francês permanece atemporal por estas bandas. No Brasil de democracia imatura e educação capenga, o voto ainda é definido pelo poder econômico e promessas bajuladoras totalmente descabidas feitas por candidatos visivelmente desinformados nas questões econômicas e sociais dos locais que pretendem governar. Por aqui se define voto também pela simpatia, crença, a boa oratória e o assistencialismo. Raros os que votam pela análise do passado, das relações interpessoais e do plano de governo fundamentado. O País que causou admiração no vocalista do U2 pela criação da Lei da Ficha Limpa, não tem punição para o político que, acometido do esquecimento conveniente, deixa de cumprir promessas e compromissos firmados com o eleitor. O artigo, tem mais textos, mas o essencial e conteúdo está contido acima....
  11. O documento que o cidadão brasileiro terá que portar no futuro é o DIN - DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO NACIONAL, conforme abaixo. "Documento de Identificação Nacional (DIN), que conterá, além de dados biométricos, a foto do cidadão e os números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e da própria ICN." O documento não vai incluir e nem substitui a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
  12. Bom Dia Temos novos documentos de identificação - ICN > IDENTIFICAÇÃO CIVIL NACIONAL E DIN> DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO , aprovado pelo CONGRESSO NACIONAL E SEGUE PARA SANÇÃO PRESIDENCIAL. Shoji Senado aprova criação de documento que unifica registros de brasileiros Com aprovação de projeto nesta terça, proposta seguirá para sanção do presidente Temer. Proposta cria Identificação Civil Nacional (ICN). Senado aprovou nesta terça-feira (11) projeto que cria a Identificação Civil Nacional (ICN), sistema que prevê um documento único para os dados biométricos e civis dos cidadãos brasileiros. Como a proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, seguirá para sanção do presidente Michel Temer. Pelo projeto aprovado, a base de dados da Identificação Civil Nacional será armazenada e gerida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A proposta também cria o Documento de Identificação Nacional (DIN), que conterá, além de dados biométricos, a foto do cidadão e os números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e da própria ICN. O documento não vai incluir e nem substitui a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Pela proposta, o DIN servirá como prova de todos os dados incluídos nele e, ao apresentar o documento, o cidadão não precisará apresentar os demais registros. O DIN, que terá validade em todo o território nacional, poderá substituir o título de eleitor. Modelo O projeto aprovado não prevê um modelo de como será o novo documento. De acordo com a assessoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), relator do texto, a proposta prevê a criação de um comitê com integrantes do Executivo, Legislativo, Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e TSE para a elaboração do modelo do DIN. Esse comitê, segundo a proposta, terá a competência de “estabelecer as diretrizes gerais dos padrões de informações biométricas e de formação do número da ICN”. A proposta também institui um Fundo da Identificação Civil Nacional com a finalidade de constituir fonte de recursos para o desenvolvimento e manutenção da ICN. Caberá ao comitê que será criado administrar esse fundo. Outros pontos Pelo projeto, o documento deverá ser emitido pelos institutos de identificação dos estados e do Distrito Federal, sob supervisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A proposta também estabelece: - A primeira emissão será gratuita e a impressão caberá à Casa da Moeda; - A base de dados do ICN será gerida pelo TSE, que garantirá o acesso às informações aos governos municipais, estatuais e federal (os bancos de dados dos governos regionais poderão ser integrados ao ICN); - O TSE deverá definir a integração dos registros biométricos do banco de dados pelas polícias Federal e Civil; - O governo deverá oferecer mecanismos que permitam o cruzamento de informações, com a finalidade de comprovar os requisitos para participação de cidadãos em programas sociais; - A comercialização, total ou parcial, da base de dados ficará proibida, com previsão de penas de dois a quatro anos de prisão, mais multa, para quem descumprir a regra.
  13. FABRICIO, complementando sua postagem, Matéria postada em UOL NOTICIAS em 2013, que traz uma parte de verdade dos motivos de interesse internacional sobre a Amazônia, que conta com a ajuda de falsos brasileiros de todos os níveis e tipos, que ao invés de defenderem os interesses do Brasil querem sucatear a Amazônia, na mais variada forma. Temos um tesouro da humanidade em nossas mãos, mas, infelizmente não sabemos usar e aproveitar...... Brasil enfrenta pressões internacionais por causa da Amazônia. Não é de hoje que os 2.014.283 quilômetros quadrados de Amazônia brasileira são objeto do desejo de alguns dos mais influentes atores no mapa geopolítico. Ali estão um quinto da água doce do planeta e o maior banco genético (15% de todas as espécies de plantas e animais conhecidas), além de enorme potencial econômico. Um exemplo: multiplicando o valor de cada minério pelos estoques já medidos no subsolo da Amazônia, excluído o petróleo, tem-se como resultado a impressionante quantia de US$ 7,2 trilhões. Esses fatos foram explicitamente lembrados pela maioria dos debatedores sobre o tema defesa nacional na CRE. “É verdade que há um interesse internacional, o Brasil desperta cobiça. A floresta amazônica desperta cobiça por sua biodiversidade. Temos de estar preparados para defender qualquer tipo de olho gordo em cima dessas nossas riquezas”, advertiu, sem meias palavras, o presidente da CRE, senador Fernando Collor. A própria Estratégia de Defesa Nacional deixa clara a postura do país em relação à questão: “Quem cuida da Amazônia brasileira, a serviço da Humanidade e de si mesmo, é o Brasil”. Colabora para o inquietamento em relação à segurança da região o fato de que há extensões de fronteira, ao longo das Guianas, onde por centenas de quilômetros não se registra a presença de qualquer representante do Estado brasileiro, militar ou civil. São áreas de reservas indígenas, por exemplo, onde a atuação de organizações não governamentais com vínculos no exterior causam, para dizer o mínimo, forte ­preocupação dentro e fora do governo. Collor não vê como apenas nociva essa presença. “A ­influência que vem de fora é em parte boa e sincera e, de outra parte, não tão sincera. Embora possa vir com uma capa bonita, por dentro trata-se de tirar algum tipo de proveito. Cabe a nós sabermos o que vai ser bom e o que não vai ser bom”, ­avaliou o senador. Discurso ameaçador São muitos os exemplos, ao longo das décadas, de movimentos e declarações feitas por alguns dos mais importantes líderes mundiais acerca do “interesse internacional” pela Amazônia. O professor Marcos Coimbra, ex-docente de Economia na Universidade Cândido Mendes e na UERJ e membro da Academia Brasileira de Defesa, pesquisou os antecedentes da cobiça internacional sobre a região e vem, há anos, alertando para a ameaça. “Em 1850, os EUA já pregavam a ocupação internacional da região”, garante. “Em 1992, a chamada ­Eco-92, realizada no Rio de Janeiro, avançou o processo”, descreveu o professor, em artigo sobre a questão. Em geral, adverte o estudioso, a carta indígena ou ambiental é lançada sobre a mesa para reivindicar controle “supranacional” sobre uma região que equivale a um quarto do território nacional. O Conselho Mundial de Igrejas, com sede em Genebra, em seu documento Diretrizes para a Amazônia (1981), prescreve a internacionalização da área. “A Amazônia total, cuja maior área fica no Brasil, mas que compreende também parte dos territórios venezuelano, colombiano e peruano, é considerada por nós como patrimônio da Humanidade. A posse dessa imensa área pelos países mencionados é meramente circunstancial”, apregoa o documento. Coimbra coleciona frases que servem para amplificar o temor dos que identificam uma conspiração internacional em curso. De Madeleine Albright, primeira mulher a ocupar o cargo de secretária de Estado dos EUA (1997–2001): “Quando o meio ambiente está em perigo, não existem fronteiras”. Do ex-presidente francês François ­Mitterrand: “Alguns países ­deveriam abrir mão de sua soberania em favor dos interesses globais”. Ou do ex-presidente russo Mikhail Gorbachev: “O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais”. Ou, por fim, do ex-vice-presidente dos EUA Al Gore, Prêmio Nobel da Paz: “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é só deles, mas de todos nós”. Ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, o ­almirante reformado Mario César Flores escreveu que, com o aumento das preocupações ambientais e climáticas, “o insólito droit d’ingérence citado pelo presidente Mitterrand, sem mencionar de forma clara a hipótese militar, pode de fato vir a crescer como ameaça virtual, no correr do século 21”. Estratégias definidas Não é só paranoia de nacionalistas extremados, ou jogo de cena dos que querem lucrar com uma escalada armamentista no país. Pesquisa da revista Veja em parceria com a CNT/Sensus, divulgada em 2008, mostrou que 82,6% dos militares acreditavam que a Amazônia corre o risco de sofrer ocupação estrangeira. Governador gaúcho, o ex-ministro da Justiça Tarso ­Genro já declarou: “Há visões da comunidade internacional que defendem a Amazônia como se ela fosse território da Humanidade e não território brasileiro. Isso aí esconde interesses econômicos sobre a Amazônia como reserva planetária para grandes multinacionais e para controles territoriais de outros países sobre o Brasil”. Defender a Amazônia é assunto prioritário na Estratégia Nacional de Defesa, que prevê a ampliação e o reposicionamento de tropas nas áreas de fronteira, além de melhorias no monitoramento por satélite da região, feito pelo Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam). O brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Junior lembrou, em resposta à senadora Ana Amélia (PP-RS), que o Brasil é um dos cinco países com melhor sistema de controle de tráfego. “Nós implantamos os radares na área da Amazônia Legal, na década de 90, que era a infraestrutura do Projeto Sivam, e com aquilo nós temos cobertura e controle efetivo por radar em todo o território”. O então chefe do Estado-Maior da Armada, almirante de esquadra Luiz Umberto de Mendonça, explicou na CRE que a Amazônia é um teatro de guerra terrestre e a Força Aérea “terá lá sua força”, mas lembrou que, para chegar à região, o combustível terá que ir pelo mar. “A força naval terá como tarefa principal a manutenção da integridade da calha principal e dos afluentes navegáveis na Bacia Amazônica. Teremos que ter capacidade de executar controle de área marítima móvel, que são os chamados comboios, para proteger navios que se deslocam pela superfície para suportar a guerra na Amazônia”. Para o general Aderico Mattioli, diretor do Departamento de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, é crucial para o país a implantação dos 28 pelotões de fronteira previstos na END e a concretização do Sistema de Monitoramento Integrado das Fronteiras Terrestres (Sisfron), que pretende dar apoio muito forte nessa área. “Atualmente, não vemos as fronteiras como riscos; vemos as fronteiras muito mais como possibilidades de integração, como fatores de integração e de cooperação [com os vizinhos]. O nosso relacionamento está excelente”, ressaltou o general Mattioli. Fronteiras sob risco A visão não é unânime. Na região amazônica, para o general Luiz Eduardo Rocha Paiva, Roraima é a área alvo de “maior ameaça” e, em menor escala, a foz do rio Amazonas. “Lembro que as Guianas são uma cabeça de ponte da Otan, porque aqui é a França, a ex-Holanda e a ex-Inglaterra”, alertou Rocha Paiva, mostrando em um mapa a fronteira norte do país. “Se não tivermos soberania plena sobre a Amazônia, essa integração [continental] nunca vai ocorrer, porque ela não é interesse de nenhuma potência rival. Então, precisamos manter a soberania plena sobre a Amazônia porque ela é o ponto de união dessa integração”, completou o general da reserva, para quem é inegável a pressão internacional, materializada sob o discurso da proteção das ­etnias indígenas e do patrimônio ­ecológico da região. Para o almirante Mario Cesar Flores, diante da necessidade de o país construir “um poder militar capaz de prover a ação necessária à tranquilidade e segurança”, a Amazônia merece agora maior atenção. “Não se trata de ameaça de Estados vizinhos, que para isso não há motivos nem condições — essas o atual instigante armamentismo venezuelano pode vir a construir —, mas de ameaças irregulares transfronteiriças e da possibilidade de que eventuais, ainda que improváveis, conflitos entre eles perturbem a estabilidade e a ordem na região”. Ex-professor de Estratégia Nacional na UFRJ, Darc Antonio da Luz Costa avalia que, fora do campo militar, a maior das ameaças que pesa hoje sobre o Brasil é “a fragmentação de sua unidade nacional”, por causa justamente do discurso de internacionalização da região.
  14. De acordo com reportagem postada nas paginas de BARCELOS NA NET, é prevista cheia no Rio Negro em 2017, esperamos que não prejudique nossas pescarias , já programas e ansiosamente aguardadas por todos nos pescadores esportivos. Abaixo a previsão em questão. Shoji MATERIA EXTRAIDA DAS PAGINAS DE BARCELOS NET. Previsão do Inpa aponta que cheia do rio Negro este ano poderá atingir média de 29,18 m A previsão de cheia do rio Negro para este ano, que normalmente atinge o pico na segunda quinzena de junho, indica que deverá alcançar entre 28,88 e 29,48 metros (média de 29,18 metros) e poderá causar grandes impactos sociais e econômicos para as zonas urbanas críticas e para os ribeirinhos. A informação é do pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), Jochen Schongart, de acordo com o modelo matemático que desenvolveu de previsão de cheias do rio Negro. “Teremos novamente uma cheia acentuada, que continua nessa tendência no aumento da frequência e intensidade das cheias, o que se tem observado nos últimos 30 anos”, diz o pesquisador, que faz parte do grupo de pesquisa Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas (Maua). A média histórica do rio Negro é de 27,87 metros com base nos dados que se tem desde 1903. A margem de erro para a previsão deste ano é de 30 centímetos para cima ou para baixo. Para Schongart, a previsão de cheia em 29,18 metros é alarmante, porque com isso ocorreram seis grandes cheias com mais de 29 metros nos últimos dez anos. “Tivemos grandes cheias em 2009, 2012, 2013, 2014 e 2015 e, este ano, também será uma grande cheia. Isso é algo que nunca foi observado nos dados que existem desde setembro de 1902. Em 2015, o nível do rio atingiu 29,66 metros, em 2014 e 2013 foram registradas as marcas de 29,33 metros e 29,50 metros, respectivamente, e em 2012, atingiu 29,97 metros, a maior cheia no registro, e em 2009, foi de 29,77 metros. Antes disso, Manaus teve cheias acima de 29 metros somente na década 1970 (1971, 1975, 1976), e nos anos de 1953, 1922 e 1909. O pesquisador do Inpa explica que a variabilidade de cheias na Amazônia Central depende muito das condições do Pacifico Equatorial. “No ano passado, tivemos a forte influência do fenômeno El Niño (aquecimento das águas superficiais na região central e leste do Pacífico Equatorial que resultou numa cheia não muito forte e que ficou abaixo da cheia nos níveis máximos históricos, alcançando 27,18 metros” explica Schongart. “O valor previsto para este ano está exatamente a dois metros acima desse valor”, destaca o pesquisador, acrescentando que outro fator que resulta na intensificação do regime de cheias são oscilações multidecadais como a Oscilação Decadal do Pacifico (ODP) que tem fases frias e quentes e que duram 20 a 30 anos. “Quase todos os anos com cheias acima de 29 metros no registro ocorreram durantes fases frias da ODP”, destaca. Para Schongart, estas cheias mais pronunciadas muitas vezes são causadas pelo fenômeno de La Niña, que ocorreu no ano passado se formando no Pacífico Equatorial. “A La Niña é o esfriamento das águas superficiais na região central-leste do Pacífico Equatorial que intensifica as circulações atmosféricas trazendo mais chuvas para a Amazônia”, explica. “E essas chuvas que caem nas cabeceiras acima das condições normais resultam numa grande cheia”, completa.
  15. Amigo KID É que temos a ideia errônea que a agua não vai acabar nunca, mas, esquecemos que estamos acabando com as nascentes e as fontes que abastecem os rios, lagos, represas,etc., com desmatamentos e poluindo com entulhos ,lixos e tudo que não serve + residuos de produtos quimicos e agrotoxicos , vai pro rios , seus afluentes, represas e mares. Exemplos vivos o RIO SÃO FRANCISCO E SEUS AFLUENTES , ARAGUIA, OS RIOS DO PANTANAL , XINGU , TIETÊ QUANDO NASCE É LIMPO , PARANAZÃO , RIO GRANDE, ETC. Sem contar com desperdicio e mau uso ( em vez de varrer os lixos e recolher vai levando os lixos com agua até os bueiros , assim não há fonte de agua que aguente. Creio que não vou viver, de ver o povo tratando a agua é o meio ambiente com dignidade e respeito. FICA PARA PRÓXIMA GERAÇÃO, começando agora ...........

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