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O FTB foi atualizado e otimizado.

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Agora as salas foram transformadas em "sub salas" e incluídas em grandes fóruns.

Esperamos que tenham gostado. :amigo:

Kid M

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Histórico de Reputação

  1. Like
    Kid M recebeu reputação de Guilherme Liotti em Semelhança com as taxas em SIRN e Barcelos ???   
    Giovani,
    Assim como você, acredito que a grande maioria dos pescadores "estranha" essas taxas cobradas em Barcelos e/ou SIRN. É para estranhar mesmo, pois não vemos qualquer benefício desses pagamentos. Não me refiro a valores e sim a do que fazem com esses recursos ! Cobrar por cobrar (mesmo após a criação municipal de uma lei que autoriza isso) é o que nos parece existir ! O coerente (não estou entrando no mérito de ser ou não justo) é reconhecermos algum tipo de consequência dessa cobrança e isso me parece ser algo quase que unânime. Beneficiam o que mesmo ? Quando se faz um "pedágio" (e essas cobranças não deixam de ser um pouco isso) há uma contrapartida estabelecida previamente e acompanhada pelas agências reguladoras, mas nesse caso qual o acompanhamento ou transparência de uso dessa arrecadação ? Posso até estar completamente errado nessa minha visão, mas depois de tanta corrupção e má gestão da classe política nesse nosso país, é difícil pensar diferente disso ! Como é possível haver uma taxa de licença de pesca federal, e outras estaduais e municipais ? Não vejo a lógica nisso... Acho mais fácil "não implementarem" do que "abrirem mão" dessas cobranças... 
  2. Like
    Kid M recebeu reputação de Edson C. Martins (CAPITÃO) em #tbt de Barcelos à espera da próxima temporada   
    Marcelo,
    Esse talvez seja um dos pontos mais importantes de quem está disposto a se aventurar nas águas do rio Negro (ou qualquer outro rio Amazônico).
    Quando se encontra "o procurado" é muito difícil de querer variação do serviço prestado ! 
    Para efeito do operador (ou barco hotel) esse é um indicador "sem preço", e se justifica plenamente.
    Claro que a expectativa dos grupos varia de acordo com suas características, mas todos desejam bons serviços !
    Parabéns pelo ocorrido em 2018 ! Que 2019 seja ainda melhor para vocês...
  3. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Marcelo Senninha em #tbt de Barcelos à espera da próxima temporada   
    Marcelo,
    Esse talvez seja um dos pontos mais importantes de quem está disposto a se aventurar nas águas do rio Negro (ou qualquer outro rio Amazônico).
    Quando se encontra "o procurado" é muito difícil de querer variação do serviço prestado ! 
    Para efeito do operador (ou barco hotel) esse é um indicador "sem preço", e se justifica plenamente.
    Claro que a expectativa dos grupos varia de acordo com suas características, mas todos desejam bons serviços !
    Parabéns pelo ocorrido em 2018 ! Que 2019 seja ainda melhor para vocês...
  4. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Leandro Gofert em Algumas fotos do mar   
    Leandro,
    Belas fotos ! 
    Já estamos providenciando um local para elas serem postadas... (não demora) !
  5. Haha
    Kid M recebeu reputação de FabianoRenner em Varas Quebradas   
    Superar o trauma pela perda e se livrar "do corpo" o mais rápido possível para não dar arrependimento.
  6. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Guilherme Liotti em Sugestão para pesca em 2020   
    Araguaia é local onde se encontra as duas modalidades, e indicações de Operadores é o que não falta no Fórum !
  7. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Guto Pinto em Varas Quebradas   
    Superar o trauma pela perda e se livrar "do corpo" o mais rápido possível para não dar arrependimento.
  8. Like
    Kid M recebeu reputação de Marcos Ide em 2019 - Histórico do nível do Rio Negro em Barcelos   
    Diante de tantas variáveis, acredito que esse perfil possa ser útil àqueles que "mapeiam" uma época de menor risco !
    Valeu Marcos ! Era essa mesma a minha pretensão. SHOW 
  9. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Marcos Ide em 2019 - Histórico do nível do Rio Negro em Barcelos   
    Beleza Marco,
    Sugiro (se é que posso) que junto ao gráfico existente poste um segundo apenas com a linha representando a média verificada. 
    Mesmo que não seja algo que possa oferecer uma "certeza" indicará a "tendência" registrada nesses últimos anos...
    Para os que não são muito detalhistas, o perfil da curva já sinalizará a forma de comportamento da bacia do rio Negro.
  10. Like
    Kid M recebeu reputação de ArthurCaillard em Alteração Tamanho Vara   
    Sérgio,
    Acho o mais "aconselhável" nessa situação, vender (ou guardar para outro momento - inclusive "dar de presente") e substituir por algo que lhe atenda melhor.
    Varas são projetadas para realizar um tipo de trabalho e modificações no blank geralmente trazem menos vantagens e quase sempre se tornam "tralha encostada".
    Não quero desmerecer o presente, mas isso seria o que faria ! Hoje em dia não justifica mais ficar procurando "ajustar" esse tipo de tralha. Acha coisa em conta (R$)... 
  11. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Cristiano Rochinha em RIOS ARAGUAIA E CRISTALINO 2019   
    Cristiano,
    Que belo relato ! O rio Araguaia é absolutamente fantástico, seja em peixes, seja em beleza de suas estruturas !
    Águas cor de mel, areias brancas e muito peixe para se ter alegrias... Achei pequenas as reclamações contra os botos...
    E as piranhas, não atrapalharam ? Normalmente elas importunam a pesca dos couros...
    Para começo de junho as águas já estavam bem baixas... mas não prejudicou a diversão.
    Parabéns e grato por ter compartilhado conosco essas belas imagens !  
  12. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Guto Pinto em RIOS ARAGUAIA E CRISTALINO 2019   
    Cristiano,
    Que belo relato ! O rio Araguaia é absolutamente fantástico, seja em peixes, seja em beleza de suas estruturas !
    Águas cor de mel, areias brancas e muito peixe para se ter alegrias... Achei pequenas as reclamações contra os botos...
    E as piranhas, não atrapalharam ? Normalmente elas importunam a pesca dos couros...
    Para começo de junho as águas já estavam bem baixas... mas não prejudicou a diversão.
    Parabéns e grato por ter compartilhado conosco essas belas imagens !  
  13. Like
    Kid M recebeu reputação de Fabricio.Passos em Reminiscências de um tempo...   
    Perdoem-me aqueles que se permitem ler esses tópicos que venho postando como "considerações", alguns dos quais relativamente extensos... (acabam sendo). Uma das formas que me parece interessante de buscar participações nesse nosso Fórum, vez que este já começa dar mostras de diminuição dos usuários "realmente ativos". Nada que não seja interpretado como uma "fase" onde os interesses (ou disponibilidade de tempo) estejam mais "ariscos" de uma participação efetiva. Já vimos isso acontecer antes e quase sempre retomam mais adiante...
    O tema de hoje é "saudosista" e poderá trazer à lembrança alguns fatos que estão guardados nas memórias mais antigas de alguns de nós! Pescar com varinha de bambu, nylon, boia e anzol "mosquitinho" é algo que quase sempre nos remete à idade em que tínhamos a liberdade (e prazer) de procurar pelas minhocas a serem usadas nas pequenas barragens, ou riachos de locais "de roça" onde eventualmente frequentávamos ! Por vezes alguns parentes de idade mais velha eram intitulados como responsáveis pela ida do "grupo" (mínimo, na maior parte das vezes), ou com a presença de alguém mais velho (pai, tio ou avô). Os lambaris (piabas no nordeste) eram velozes nos ataques à iscas oferecidas e não fosse a quantidade dos cardumes, podia se correr o risco de perder a grande maioria das "investidas". Mas era só o jeito de dar o tranco na ponta do bambu e orgulhosamente exibir mais uma captura (me lembro que eram todos praticamente de um mesmo tamanho, parecendo terem sido "clonados"). O tempo se tornava nosso inimigo pela pressa com que esgotava aqueles momentos de folguedo e genuína alegria ! Levar uma "fieira" de lambaris para casa era motivo de enorme orgulho (muitas vezes maior do avô do que do neto...). Já nesse tempo, antes de qualquer "evocação de ecologia", já era um hábito existente a libertação de grande parte dos peixes apanhados, pois não haveria sequer como utilizá-los nas frituras com farinha de trigo. O grau de consciência das pessoas nesse sentido era algo bastante natural e talvez por conta disso parte dessas noções de "equilíbrio" tenham ficado impregnadas no subconsciente, embora adormecidas na fase do "trazer para casa" na época das aventuras e excursões...
    Impressiona-me nos dias de hoje a dificuldade existente em encontrar um material mais simples como os de outrora ! Tenho "receio" de me deparar com uma simples varinha de bambu "made in China" quando for renovar as minhas antigas para uso dos meus netos (já usam as minhas "relíquias" sob supervisão). As linhas de monofilamento (esse é o atual nome para "nylon") permanecem como antes, embora os fabricantes de hoje já não sejam os que ficaram na memória (pelo menos na minha). O chumbinho do peso permanece inalterado, mas a pequena boia mereceu um "banho de loja", não apenas no formato, mas na forma e atuar com a batida do peixe (fica até uma "covardia" com os peixes). Já os anzóis "mosquitinhos" se tornaram mais escassos, sendo constantemente substituídos por uns "moscas" pelo seu tamanho de maior envergadura. Parte dessa "evolução" é devida pela infestação das prolíferas tilápias nos nossos principais cursos de água, e como crescem bem mais que os lambaris, os anzóis foram ajustados para essa demanda.
    Hoje em dia buscamos nossa diversão em torno de peixes mais brigadores, como o dourado, tucunaré, matrinxã, e tantos outros que costumamos encontrar nas nossas pescarias. Momentos de enorme prazer no embarque desses quase campeões de "MMA" (ou UFC) dos rios. Estamos melhor equipados, com material de tecnologia moderna e competitiva, onde a esportividade nos permite ter ondas de adrenalina ao longo desses "cabos de guerra" travados entre o peixe e o pescador. Muita farra e alegria nessas conquistas fazem parte das nossas aventuras da atualidade e como nos fazem bem, mesmo sendo de poucos dias no ano... Todavia aqueles que tiveram a oportunidade de participar das "pescas de lambari" na infância, na companhia de "alguém", saberão que o sentimento de alegria já é seu conhecido, embora o de criança venha sempre ser muito mais apreciado...  
           
     
  14. Like
    Kid M recebeu reputação de Fabricio.Passos em O que deseja com a sua "tralha de pesca" ?   
    Fabrício,
    Uma questão a ser considerada é a eventual possibilidade de entrar uma pirarara ou filhote, já que os locais de pesca são similares... 
    Quanto o ponto de pesca é "raso", a esportividade deverá sempre ser priorizada ! 
  15. Like
    Kid M recebeu reputação de Sucuri Pesca em Sucuri Pesca & Aventura está no Manauara Shoppping & Shopping Ponta Negra em Manaus   
    Lojinha onde se encontra praticamente "de tudo" e que funciona no aguardo da ida para os pontos de pesca !
    Complicado mesmo é "agregar" mais tralhas (todas ótimas) ao já sobrecarregado peso das bagagens !
    Os caras são do ramo e apresentam material de primeira linha... Uma perdição ! 
  16. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Jean.Posser em VARA FUEGO   
    Glener,
    O importante (e você já deve saber disso) será ter seu conjunto equilibrado para as iscas e peixes que for pescar (independentemente de onde).
    Pesco (molinete) com vara 10-20lb sem maiores problemas ! Para iscas menores trabalho com uma Fenwick HMG 8-20lb que é excelente para zaras e "twich bait" ! 
    O que o Marco citou acima é algo importante de se ter em mente ! Dentro do que está sendo investido numa pescaria na Amazônia, a qualidade da vara não pode "destoar" e ser o "elo frágil" do conjunto, independentemente de ser (ou não) um material customizado ! Lembre-se que serão centenas de arremessos a cada dia de pesca, o que exige (recomenda ao menos) o uso de material menos pesado, com flexibilidade e qualidade para enfrentar um eventual ataque de um troféu ! Não pesque pensando apenas "nos troféus", pois estará desfocando 90% dos peixes que irão entrar...
    E não tem jeito, "vida de novato na Amazônia" é aprendizado contínuo ! O Octávio é que está certo ! Vá, observe, veja ao que melhor se adapta e tire suas conclusões !
    A "primeira vez" é para contemplação e pegar experiência ! Isso é assim com todo mundo, o que não lhe impede de pegar seus peixes !
    Divirta-se pois isso é o que vai contar no final das contas ! 
  17. Like
    Kid M recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Reminiscências de um tempo...   
    Perdoem-me aqueles que se permitem ler esses tópicos que venho postando como "considerações", alguns dos quais relativamente extensos... (acabam sendo). Uma das formas que me parece interessante de buscar participações nesse nosso Fórum, vez que este já começa dar mostras de diminuição dos usuários "realmente ativos". Nada que não seja interpretado como uma "fase" onde os interesses (ou disponibilidade de tempo) estejam mais "ariscos" de uma participação efetiva. Já vimos isso acontecer antes e quase sempre retomam mais adiante...
    O tema de hoje é "saudosista" e poderá trazer à lembrança alguns fatos que estão guardados nas memórias mais antigas de alguns de nós! Pescar com varinha de bambu, nylon, boia e anzol "mosquitinho" é algo que quase sempre nos remete à idade em que tínhamos a liberdade (e prazer) de procurar pelas minhocas a serem usadas nas pequenas barragens, ou riachos de locais "de roça" onde eventualmente frequentávamos ! Por vezes alguns parentes de idade mais velha eram intitulados como responsáveis pela ida do "grupo" (mínimo, na maior parte das vezes), ou com a presença de alguém mais velho (pai, tio ou avô). Os lambaris (piabas no nordeste) eram velozes nos ataques à iscas oferecidas e não fosse a quantidade dos cardumes, podia se correr o risco de perder a grande maioria das "investidas". Mas era só o jeito de dar o tranco na ponta do bambu e orgulhosamente exibir mais uma captura (me lembro que eram todos praticamente de um mesmo tamanho, parecendo terem sido "clonados"). O tempo se tornava nosso inimigo pela pressa com que esgotava aqueles momentos de folguedo e genuína alegria ! Levar uma "fieira" de lambaris para casa era motivo de enorme orgulho (muitas vezes maior do avô do que do neto...). Já nesse tempo, antes de qualquer "evocação de ecologia", já era um hábito existente a libertação de grande parte dos peixes apanhados, pois não haveria sequer como utilizá-los nas frituras com farinha de trigo. O grau de consciência das pessoas nesse sentido era algo bastante natural e talvez por conta disso parte dessas noções de "equilíbrio" tenham ficado impregnadas no subconsciente, embora adormecidas na fase do "trazer para casa" na época das aventuras e excursões...
    Impressiona-me nos dias de hoje a dificuldade existente em encontrar um material mais simples como os de outrora ! Tenho "receio" de me deparar com uma simples varinha de bambu "made in China" quando for renovar as minhas antigas para uso dos meus netos (já usam as minhas "relíquias" sob supervisão). As linhas de monofilamento (esse é o atual nome para "nylon") permanecem como antes, embora os fabricantes de hoje já não sejam os que ficaram na memória (pelo menos na minha). O chumbinho do peso permanece inalterado, mas a pequena boia mereceu um "banho de loja", não apenas no formato, mas na forma e atuar com a batida do peixe (fica até uma "covardia" com os peixes). Já os anzóis "mosquitinhos" se tornaram mais escassos, sendo constantemente substituídos por uns "moscas" pelo seu tamanho de maior envergadura. Parte dessa "evolução" é devida pela infestação das prolíferas tilápias nos nossos principais cursos de água, e como crescem bem mais que os lambaris, os anzóis foram ajustados para essa demanda.
    Hoje em dia buscamos nossa diversão em torno de peixes mais brigadores, como o dourado, tucunaré, matrinxã, e tantos outros que costumamos encontrar nas nossas pescarias. Momentos de enorme prazer no embarque desses quase campeões de "MMA" (ou UFC) dos rios. Estamos melhor equipados, com material de tecnologia moderna e competitiva, onde a esportividade nos permite ter ondas de adrenalina ao longo desses "cabos de guerra" travados entre o peixe e o pescador. Muita farra e alegria nessas conquistas fazem parte das nossas aventuras da atualidade e como nos fazem bem, mesmo sendo de poucos dias no ano... Todavia aqueles que tiveram a oportunidade de participar das "pescas de lambari" na infância, na companhia de "alguém", saberão que o sentimento de alegria já é seu conhecido, embora o de criança venha sempre ser muito mais apreciado...  
           
     
  18. Like
    Kid M recebeu reputação de Custom by Marco em St Croix com COURO de cobra & Chevron ( Salin)   
    Um espetáculo Salim !
    Muitas alegrias pela frente !
    Um material mais que refinado !
    Se fosse a minha seria para molinete e com o cabo integral (prefiro aos partidos).
    Mas com blank médium e ação fast, 6' e passadores desse mesmo tipo !
    Tetéia  
  19. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Salin em St Croix com COURO de cobra & Chevron ( Salin)   
    Um espetáculo Salim !
    Muitas alegrias pela frente !
    Um material mais que refinado !
    Se fosse a minha seria para molinete e com o cabo integral (prefiro aos partidos).
    Mas com blank médium e ação fast, 6' e passadores desse mesmo tipo !
    Tetéia  
  20. Upvote
    Kid M deu reputação a Fabrício Biguá em Varas de Pesca - quando ter uma customizada ?   
    Os comentários acima foram excelentes. Na verdade vara de pesca não vai fazer você pegar mais ou menos peixes (em 99% dos casos). Temos sim, a preocupação com o conforto, com a sensibilidade, e com o ego. Como em quase tudo na vida.
    De qualquer forma, eu sou um fã de varas custom.
    Confesso q não sou "iscólatra"...Pra mim, Firestick, RipRoller, Jumping Minnow e outra meia dúzia de iscas são mais q suficientes pro sucesso da pescaria.....Agora, confesso q sou fã de varas de pesca e carretilhas. 
    Hj tenho dezena de varas custom e outra dezena de varas de linha.
    Tanto as custom, quanto a "de linha", tiveram enorme evolução, mas as de linha, em minha opinião, sofreram maiores avanços. Tecnologia?!?! Concorrência?!?! Mercado Chinês?!?! Acho q tudo isso ajudou...
    Outro dia peguei numa vara de linha q custa 200 conto e falei, PQP, como uma vara neste preço pode ser tão balanceada e leve assim?!?! Somente um jogo de passadores de boa qualidade comprariam 2 varas desta. 🙄
    Os materiais melhoraram demais.
    Quanto as varas custom, costumo dizer que temos gosto e mercado pra tudo. Se 1% dos pescadores brasileiros consumissem varas custom, todos os nossos customizadores estariam ricos. Na verdade consumimos muito menos q isso...então, não precisamos criar guerras com ninguém.
    Tb costumo dizer que não precisa fazer curso superior para se fazer uma boa vara custom (balanceada, leve e funcional). A fórmula do que é básico você encontra nos manuais builder, na internet, e com os mais experientes. Conversar com quem faz 10 varas por dia, e por vários anos, irá lhe poupar muito trabalho e muita dor de cabeça....mas saiba q isto não é certeza do sucesso, ok?!?! Se o cliente não souber o que quer; ou não souber repassar o q quer;....vamos ter uma porcaria de vara custom.
    Então, respondendo a pergunta do Kid.... Quando ter uma vara Custom?!?!
    Respondo: Quando uma de linha não te atender...e quando você tiver maturidade/conhecimento suficientes para encomendar uma custom com "a sua cara".
    E digo mais, as piores varas de linha q já tive a oportunidade de experimentar foram as mais caras (Dragons, algumas Megabass, Shaulas, e etc). Talvez pq a vara não era para as nossas pescarias....mas, como a turma disse, o ego compra muita coisa inútil.
    Equilíbrio...vá testando daqui, dali, de lá, em pouco você encontra uma vara de pesca perfeita pra você...
  21. Like
    Kid M recebeu reputação de Fabrício Biguá em As transformações e a velocidade com que avançam...   
    As pessoas que já acumulam algumas (muitas) dezenas de anos deverão entender melhor essas "considerações" que faço a seguir...
    Não interessa marcar "o ano" e sim falar "da época", já que essas situações são difíceis de serem definidas em termos de tempo.
    Quando ainda bastante jovem, a "meca da pescaria" era o Pantanal, com sua piscosidade exuberante e relatos próximos da "mentira"...
    O grande problema (nessa época) era o acesso e os serviços de operadores (aí inclusos as estruturas de apoio). Mas a "fartura" superava tudo...
    Chegaram as indústrias de pescado, e com elas o "exagero" do peixe entrou em declínio e as pescarias de então foram ficando "fracas"... e as enormes estruturas de apoio (cada barco hotel maior que outro - estou me referindo a locais para até 80 pescadores) foram ficando cada vez mais vazias de clientes, proporcionalmente ao que os rios do Pantanal ofereciam de emoção e captura... peixes pequenos, muita piranha, e até mesmo insucessos de nem sequer uma batida...
    Nessa época o rio Araguaia foi o novo destino dos então "aventureiros de barrancos", ou os que levavam seus botes, motores, tendas, etc...
    Também havia um volume de pescado inteiramente absurdo ao longo do leito do rio em todo o seu percurso ! Lisos e escamas à escolher...
    Fui (fomos) diversas vezes, muitas delas focando a captura de tucunarés - também abundantes, mesmo sem serem muito grandes !
    Dessas idas, uma aconteceu em início de maio, época em que os cardumes subiam em milhares de indivíduos e na sequência de predadores, ou seja, os papa-terra, depois os piáus, depois os matrinxãs, os surubins e caranhas, pirararas e filhotes... e os botes emparelhados (contei 200 deles) e sequenciados ao longo do rio, levantavam as poitas quando diminuíam os ataques e remanejam mais para cima do rio e recomeçavam a pescar ! Eram 3 pescadores por bote pegando no cair da chumbada (isca branca morta pega com tarrafa nas beiradas...). Uma loucura ! Porto Luis Alves era o local de nossa base... que se estendia até o rio Cristalino. Sempre teve piranha, mas os jacarés davam conta e os botos ainda não estavam tão assanhados como hoje... 
    Voltamos a frequentar a selva amazônica, hora na bacia do Madeira, mas predominantemente nas águas do rio Negro ! Época em que haviam poucos operadores e menos ainda barco-hotéis, alguns dos quais operavam em outras áreas e eram trazidos para Barcelos por conta de algum grupo... Não havia nem necessidade de ir muito distante da cidade de Barcelos, pois os tucunas apareciam em todo lugar, ora em cardumes enormes, ora em pequenos grupos (paca) e até mesmo em estágio solitário (os desejados Açús). Época em que as mãos ficavam inchadas ao final da semana por tanto esforço em embarcar peixes... coisa fantástica esse tempo !
    Fomos também em outros pontos de pesca como Nhamundá (2), Trombetas, Tapajós, Curuá-Una, Marmelos, e outros, sempre com resultados dentro da expectativa (às vezes melhores e outras vezes piores), mas as semanas sempre foram fantásticas e inesquecíveis com pessoas até hoje presentes nas nossas reuniões...
    No rio Negro, palco de nossas últimas idas ao Norte, a situação já deixara de ser a inicial ! Nem mesmo os "peixes ornamentais" geravam mais trabalho para os piloteiros na época de "baixa estação" (acabou o mercado comprador...). Também encontrei um "engarrafamento" de barco-hotéis em Barcelos (SIRN não ficou fora disso também...) aguardando para abastecimento tanto de víveres como de combustível e uma "horda de pescadores" ávidos a lançar as tralhas trazidas atrás "dos brutos"...
    Peixe começou a rarear e não fosse a ausência de um padrão de chuvas (como até então existia), a situação estaria ainda pior ! Não menos nocivos se tornaram as "malditas geleiras" que vinham encher seus porões com tucunarés (de todos os tamanhos) para abastecimento de cidades como Manaus e de menor porte ! O poder municipal sempre fez "olho grosso" para isso, talvez até pelo relacionamento entre os poderosos da região. Vieram as hipocrisias das "licenças ambientais" do município, estabelecidas inicialmente pelo próprio prefeito, e posteriormente relançadas após lei municipal promulgada. Temo que pouco tenha sido feito com esses recursos...
    Passamos a querer "disputar" economia de mercado com os pescadores americanos que eram trazidos pela força do dólar, achando que tínhamos "reserva de mercado"... Teríamos sim que fiscalizar a forma de operação e pagamento de impostos dos operadores, independente de serem (ou não) americanos. Vieram também os "índios" reivindicar sua parte (?) apoiados por ONG's que até loteamento de rios implementaram... Tudo muito triste de ver...
    Falamos sempre no crescimento da pesca esportiva no nosso país, mas pouco fizemos para nos habilitar a fomentar essa atividade que gera bilhões de dólares anualmente. Pouco nos sobra, ou melhor cada vez menos peixe nos é ofertado nos rios antes tão piscosos... Falar em "pescar & soltar" é o começo (quase um "bê-a-bá") de ações que precisam ser implementadas ! "Zero de retirada de peixe" também é positivo, mas nessa só acredito quando houver proibição de comercialização de peixe silvestre (venda tem que ter certificado de procedência), e não falo dos que são praticados pelos ribeirinhos, pois isso é uma gota d'água no todo...
    Vou concluir lembrando que as "transformações" não precisam necessariamente semear o "ruim" ! Podem (e devem) trazer soluções para nossos problemas. A questão básica que temos que enfrentar é nosso estado de "inanição cultural" e a absoluta falta de horizontes para transformar essa realidade. Algo precisa acontecer (e com velocidade) para quebrar esse paradigma em que nos encontramos, pois poderemos enxergar que a questão de nossos eco-sistemas precede qualquer outra preocupação de nos mantermos (inclusive e principalmente nossos descendentes) com uma melhor perspectiva de futuro. Gostaria que meus netos levassem seus netos para pegar um tucunaré numa aventura que os lembre das tantas que pude realizar... 
      
  22. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Guto Pinto em As transformações e a velocidade com que avançam...   
    As pessoas que já acumulam algumas (muitas) dezenas de anos deverão entender melhor essas "considerações" que faço a seguir...
    Não interessa marcar "o ano" e sim falar "da época", já que essas situações são difíceis de serem definidas em termos de tempo.
    Quando ainda bastante jovem, a "meca da pescaria" era o Pantanal, com sua piscosidade exuberante e relatos próximos da "mentira"...
    O grande problema (nessa época) era o acesso e os serviços de operadores (aí inclusos as estruturas de apoio). Mas a "fartura" superava tudo...
    Chegaram as indústrias de pescado, e com elas o "exagero" do peixe entrou em declínio e as pescarias de então foram ficando "fracas"... e as enormes estruturas de apoio (cada barco hotel maior que outro - estou me referindo a locais para até 80 pescadores) foram ficando cada vez mais vazias de clientes, proporcionalmente ao que os rios do Pantanal ofereciam de emoção e captura... peixes pequenos, muita piranha, e até mesmo insucessos de nem sequer uma batida...
    Nessa época o rio Araguaia foi o novo destino dos então "aventureiros de barrancos", ou os que levavam seus botes, motores, tendas, etc...
    Também havia um volume de pescado inteiramente absurdo ao longo do leito do rio em todo o seu percurso ! Lisos e escamas à escolher...
    Fui (fomos) diversas vezes, muitas delas focando a captura de tucunarés - também abundantes, mesmo sem serem muito grandes !
    Dessas idas, uma aconteceu em início de maio, época em que os cardumes subiam em milhares de indivíduos e na sequência de predadores, ou seja, os papa-terra, depois os piáus, depois os matrinxãs, os surubins e caranhas, pirararas e filhotes... e os botes emparelhados (contei 200 deles) e sequenciados ao longo do rio, levantavam as poitas quando diminuíam os ataques e remanejam mais para cima do rio e recomeçavam a pescar ! Eram 3 pescadores por bote pegando no cair da chumbada (isca branca morta pega com tarrafa nas beiradas...). Uma loucura ! Porto Luis Alves era o local de nossa base... que se estendia até o rio Cristalino. Sempre teve piranha, mas os jacarés davam conta e os botos ainda não estavam tão assanhados como hoje... 
    Voltamos a frequentar a selva amazônica, hora na bacia do Madeira, mas predominantemente nas águas do rio Negro ! Época em que haviam poucos operadores e menos ainda barco-hotéis, alguns dos quais operavam em outras áreas e eram trazidos para Barcelos por conta de algum grupo... Não havia nem necessidade de ir muito distante da cidade de Barcelos, pois os tucunas apareciam em todo lugar, ora em cardumes enormes, ora em pequenos grupos (paca) e até mesmo em estágio solitário (os desejados Açús). Época em que as mãos ficavam inchadas ao final da semana por tanto esforço em embarcar peixes... coisa fantástica esse tempo !
    Fomos também em outros pontos de pesca como Nhamundá (2), Trombetas, Tapajós, Curuá-Una, Marmelos, e outros, sempre com resultados dentro da expectativa (às vezes melhores e outras vezes piores), mas as semanas sempre foram fantásticas e inesquecíveis com pessoas até hoje presentes nas nossas reuniões...
    No rio Negro, palco de nossas últimas idas ao Norte, a situação já deixara de ser a inicial ! Nem mesmo os "peixes ornamentais" geravam mais trabalho para os piloteiros na época de "baixa estação" (acabou o mercado comprador...). Também encontrei um "engarrafamento" de barco-hotéis em Barcelos (SIRN não ficou fora disso também...) aguardando para abastecimento tanto de víveres como de combustível e uma "horda de pescadores" ávidos a lançar as tralhas trazidas atrás "dos brutos"...
    Peixe começou a rarear e não fosse a ausência de um padrão de chuvas (como até então existia), a situação estaria ainda pior ! Não menos nocivos se tornaram as "malditas geleiras" que vinham encher seus porões com tucunarés (de todos os tamanhos) para abastecimento de cidades como Manaus e de menor porte ! O poder municipal sempre fez "olho grosso" para isso, talvez até pelo relacionamento entre os poderosos da região. Vieram as hipocrisias das "licenças ambientais" do município, estabelecidas inicialmente pelo próprio prefeito, e posteriormente relançadas após lei municipal promulgada. Temo que pouco tenha sido feito com esses recursos...
    Passamos a querer "disputar" economia de mercado com os pescadores americanos que eram trazidos pela força do dólar, achando que tínhamos "reserva de mercado"... Teríamos sim que fiscalizar a forma de operação e pagamento de impostos dos operadores, independente de serem (ou não) americanos. Vieram também os "índios" reivindicar sua parte (?) apoiados por ONG's que até loteamento de rios implementaram... Tudo muito triste de ver...
    Falamos sempre no crescimento da pesca esportiva no nosso país, mas pouco fizemos para nos habilitar a fomentar essa atividade que gera bilhões de dólares anualmente. Pouco nos sobra, ou melhor cada vez menos peixe nos é ofertado nos rios antes tão piscosos... Falar em "pescar & soltar" é o começo (quase um "bê-a-bá") de ações que precisam ser implementadas ! "Zero de retirada de peixe" também é positivo, mas nessa só acredito quando houver proibição de comercialização de peixe silvestre (venda tem que ter certificado de procedência), e não falo dos que são praticados pelos ribeirinhos, pois isso é uma gota d'água no todo...
    Vou concluir lembrando que as "transformações" não precisam necessariamente semear o "ruim" ! Podem (e devem) trazer soluções para nossos problemas. A questão básica que temos que enfrentar é nosso estado de "inanição cultural" e a absoluta falta de horizontes para transformar essa realidade. Algo precisa acontecer (e com velocidade) para quebrar esse paradigma em que nos encontramos, pois poderemos enxergar que a questão de nossos eco-sistemas precede qualquer outra preocupação de nos mantermos (inclusive e principalmente nossos descendentes) com uma melhor perspectiva de futuro. Gostaria que meus netos levassem seus netos para pegar um tucunaré numa aventura que os lembre das tantas que pude realizar... 
      
  23. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Marcelo Terra em As transformações e a velocidade com que avançam...   
    As pessoas que já acumulam algumas (muitas) dezenas de anos deverão entender melhor essas "considerações" que faço a seguir...
    Não interessa marcar "o ano" e sim falar "da época", já que essas situações são difíceis de serem definidas em termos de tempo.
    Quando ainda bastante jovem, a "meca da pescaria" era o Pantanal, com sua piscosidade exuberante e relatos próximos da "mentira"...
    O grande problema (nessa época) era o acesso e os serviços de operadores (aí inclusos as estruturas de apoio). Mas a "fartura" superava tudo...
    Chegaram as indústrias de pescado, e com elas o "exagero" do peixe entrou em declínio e as pescarias de então foram ficando "fracas"... e as enormes estruturas de apoio (cada barco hotel maior que outro - estou me referindo a locais para até 80 pescadores) foram ficando cada vez mais vazias de clientes, proporcionalmente ao que os rios do Pantanal ofereciam de emoção e captura... peixes pequenos, muita piranha, e até mesmo insucessos de nem sequer uma batida...
    Nessa época o rio Araguaia foi o novo destino dos então "aventureiros de barrancos", ou os que levavam seus botes, motores, tendas, etc...
    Também havia um volume de pescado inteiramente absurdo ao longo do leito do rio em todo o seu percurso ! Lisos e escamas à escolher...
    Fui (fomos) diversas vezes, muitas delas focando a captura de tucunarés - também abundantes, mesmo sem serem muito grandes !
    Dessas idas, uma aconteceu em início de maio, época em que os cardumes subiam em milhares de indivíduos e na sequência de predadores, ou seja, os papa-terra, depois os piáus, depois os matrinxãs, os surubins e caranhas, pirararas e filhotes... e os botes emparelhados (contei 200 deles) e sequenciados ao longo do rio, levantavam as poitas quando diminuíam os ataques e remanejam mais para cima do rio e recomeçavam a pescar ! Eram 3 pescadores por bote pegando no cair da chumbada (isca branca morta pega com tarrafa nas beiradas...). Uma loucura ! Porto Luis Alves era o local de nossa base... que se estendia até o rio Cristalino. Sempre teve piranha, mas os jacarés davam conta e os botos ainda não estavam tão assanhados como hoje... 
    Voltamos a frequentar a selva amazônica, hora na bacia do Madeira, mas predominantemente nas águas do rio Negro ! Época em que haviam poucos operadores e menos ainda barco-hotéis, alguns dos quais operavam em outras áreas e eram trazidos para Barcelos por conta de algum grupo... Não havia nem necessidade de ir muito distante da cidade de Barcelos, pois os tucunas apareciam em todo lugar, ora em cardumes enormes, ora em pequenos grupos (paca) e até mesmo em estágio solitário (os desejados Açús). Época em que as mãos ficavam inchadas ao final da semana por tanto esforço em embarcar peixes... coisa fantástica esse tempo !
    Fomos também em outros pontos de pesca como Nhamundá (2), Trombetas, Tapajós, Curuá-Una, Marmelos, e outros, sempre com resultados dentro da expectativa (às vezes melhores e outras vezes piores), mas as semanas sempre foram fantásticas e inesquecíveis com pessoas até hoje presentes nas nossas reuniões...
    No rio Negro, palco de nossas últimas idas ao Norte, a situação já deixara de ser a inicial ! Nem mesmo os "peixes ornamentais" geravam mais trabalho para os piloteiros na época de "baixa estação" (acabou o mercado comprador...). Também encontrei um "engarrafamento" de barco-hotéis em Barcelos (SIRN não ficou fora disso também...) aguardando para abastecimento tanto de víveres como de combustível e uma "horda de pescadores" ávidos a lançar as tralhas trazidas atrás "dos brutos"...
    Peixe começou a rarear e não fosse a ausência de um padrão de chuvas (como até então existia), a situação estaria ainda pior ! Não menos nocivos se tornaram as "malditas geleiras" que vinham encher seus porões com tucunarés (de todos os tamanhos) para abastecimento de cidades como Manaus e de menor porte ! O poder municipal sempre fez "olho grosso" para isso, talvez até pelo relacionamento entre os poderosos da região. Vieram as hipocrisias das "licenças ambientais" do município, estabelecidas inicialmente pelo próprio prefeito, e posteriormente relançadas após lei municipal promulgada. Temo que pouco tenha sido feito com esses recursos...
    Passamos a querer "disputar" economia de mercado com os pescadores americanos que eram trazidos pela força do dólar, achando que tínhamos "reserva de mercado"... Teríamos sim que fiscalizar a forma de operação e pagamento de impostos dos operadores, independente de serem (ou não) americanos. Vieram também os "índios" reivindicar sua parte (?) apoiados por ONG's que até loteamento de rios implementaram... Tudo muito triste de ver...
    Falamos sempre no crescimento da pesca esportiva no nosso país, mas pouco fizemos para nos habilitar a fomentar essa atividade que gera bilhões de dólares anualmente. Pouco nos sobra, ou melhor cada vez menos peixe nos é ofertado nos rios antes tão piscosos... Falar em "pescar & soltar" é o começo (quase um "bê-a-bá") de ações que precisam ser implementadas ! "Zero de retirada de peixe" também é positivo, mas nessa só acredito quando houver proibição de comercialização de peixe silvestre (venda tem que ter certificado de procedência), e não falo dos que são praticados pelos ribeirinhos, pois isso é uma gota d'água no todo...
    Vou concluir lembrando que as "transformações" não precisam necessariamente semear o "ruim" ! Podem (e devem) trazer soluções para nossos problemas. A questão básica que temos que enfrentar é nosso estado de "inanição cultural" e a absoluta falta de horizontes para transformar essa realidade. Algo precisa acontecer (e com velocidade) para quebrar esse paradigma em que nos encontramos, pois poderemos enxergar que a questão de nossos eco-sistemas precede qualquer outra preocupação de nos mantermos (inclusive e principalmente nossos descendentes) com uma melhor perspectiva de futuro. Gostaria que meus netos levassem seus netos para pegar um tucunaré numa aventura que os lembre das tantas que pude realizar... 
      
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    Kid M recebeu reputação de Custom by Marco em Duas para pesca de Piraibas.   
    Marcão, não sabia que tinha toda essa idade... 
  25. Haha
    Kid M recebeu reputação de Custom by Marco em Uma muito Chic e Especial   
    Não se pode nem brincar... 
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