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Kid M

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Tudo que Kid M postou

  1. Concordo Cristiano, não apenas com essa sua afirmativa, como o texto postado.
  2. Rockenbach, Já estivemos no Nhamundá por mais de uma vez e concordo parcialmente com sua postagem. Na verdade são operações diferentes, até por conta das características dos diversos rios de lá. A atração dos "açus", nessa região da divisa do Pará com o Amazonas, oferece uma boa diversidade de espécies, mas que não são os "grandes açus do Negro" Não conheço essa operação do Amazon Spirit, que parece ser boa o suficiente para ser usada diversas vezes por um mesmo grupo. Quem teve uma operação que parecia ser muito bem estruturada foi o Marcel Werner, nosso usuário, na entrada do "Lago da lua". Importante ter a realidade em que a cada ano que se passa, a idade "vinca mais o corpo", daí a busca de alternativas mais confortáveis. Não me refiro a "luxos", mas algumas coisas que são quase que uma necessidade para quem viaja para tão longe...
  3. Bruno, Concordo com essa mesma tese de pescarias feitas por "pescadores esportivos" em operações com guias e coordenadas por quem faz disso um meio de vida. Não nos esqueçamos que o grande "matador de peixes" são os profissionais que capturam e vendem as capturas. Para estes, os grandes peixes sempre serão o foco da oferta. Mas esses começam a ser "fiscalizados", principalmente por aqueles moradores que já entenderam que o peixe vale bem mais vivo que morto...
  4. Lucão, Entendo assim também, mas essa alternativa de pesca "abaixo de Barcelos" é algo que somente agora parece estar sendo oferecida, possivelmente pela pressão das áreas acima de Barcelos.
  5. Surpreende-me bastante as informações das operações que se realizam na bacia do rio Negro. Claro que se trata há muito previsto e anunciado, mas me parece que estamos diante de um "novo Pantanal". Melhor explicando essa conversa de "pantanal", já que por muito tempo foi a meca das pescarias e sonho de muitos. É preciso reconhecer que os cenários são parecidos, mas diferentes, face algumas tentativas de proteção ao tucunaré. Quando se menciona o Pantanal, é preciso lembrar que além da pesca liberada, tinham - também - os pescadores profissionais com diversas indústrias montadas para a comercialização do pescado... claro que ficou "água arrasada"... Posso estar sendo "alarmista", mas a incidência de pescadores nos aeroportos & cidades ribeirinhas é muito elevada. Somando isso ao complemento dos que chegam pelo próprio rio Negro em transporte regional, fica ainda "pior"... Como comparação (nada além disso), Barcelos era a capital mundial dos peixes ornamentais, com uma economia girando em torno dessa atividade que tinha até "grupos rivais" no folclore regional. O escoamento dessa "matéria prima" era colossal, não importando as enormes perdas dos peixes "exportados" (era muito barato o milhar desses alevinos ou juvenis comercializados). Hoje é difícil encontrar referências disso, e mais ainda, interesse em reativar o negócio... (certamente por conta de outras alternativas dos compradores) No caso dos tucunarés da bacia do rio Negro (e arredores), ações de proteção estão sendo implementadas (acabaram as incursões de "barcos geleiras" para transporte do pescado até Manaus - centro consumidor). A obrigatoriedade do "pesque e solte" (nas espécies protegidas) e a conscientização dos ribeirinhos (incluídos os piloteiros e mão de obra disponível para as operações de pesca) muito tem feito nessa preservação, MAS é preciso lembrar que o tempo de crescimento dos troféus é lento, insuficiente para atender esse imenso grupo de pescadores que se desloca para "aqueles dias maravilhosos". A economia regional passa por uma adaptação de "novas fontes de renda", seja através de taxação (licenças metropolitanas de pesca), exclusividade em rios secundários através de "contrato" entre as comunidades, operadores e o estado (município). Já presenciei alguns lugares APÓS essas medidas serem implementadas e se tornarem operacionais, e constato que é uma diferença enorme nos resultados obtidos... Contudo, a demanda de grupos de pesca aos operadores é algo constante, imperativo, que começa a ser tratado com muita antecedência (falar em 12 meses de antecedência é quase um lugar comum). Destinos variados, resultados também variados e o mais importante, o crescimento dos custos necessários para atender às especificações apresentadas na venda do produto. Outra coisa presente é a capacidade criativa dos inúmeros "ex-pescadores profissionais" em montar suas próprias operações, já com uma "oferta de acessórios" bem inferior aos grupos tradicionais. Refiro-me ao "bate e volta", as acomodações mais simples, os acampamentos em pontos do rio, além da interligação de toda essa operacionalização ofertada. Venho observando (essa é minha dedução) que em tempo não tão distante assim, teremos sinais mais evidentes do que essa "superlotação" de botes pescando irá gerar mais frustração do que o próprio "repiquete", que não pode ser controlado, apenas servir de "justificativa" para a diminuição dos resultados esperados para aqueles que esperaram e disponibilizaram "uma grana" para seus sonhos de pesca.
  6. Existem algumas situações em que manter as iscas que não estiverem em uso guardadas em local "coberto" é sinal de experiência. Quase sempre retiramos as iscas que serão usadas inicialmente (que muitas vezes são as escolhidas para o dia todo) para um local onde possam ser usadas sem maior dificuldade. existindo em algumas embarcações, um "porta iscas" (em que as iscas ficam penduradas no sentido vertical) ou mesmo um "recanto no bote" em que "ameacem" menos a se ter a dor de uma "furada". Aprendi (tempos atrás) que "a tralha reserva" (incluindo as iscas) deve permanecer num local onde não apresente risco (inclusive de caírem no rio). Com essa providência, não haverá insolação nas superfícies da iscas plásticas, evitando que essas deixem de apresentar o que delas se espera. Outro momento a ser observado é na parada para o almoço (às vezes lanche), quando poucos se dão ao trabalho de retirá-las do conjunto. Dependendo do tempo dessa "parada física", as iscas poderão apresentar o início de danificação do "molde plástico", se tornando inúteis Certamente que também já passei por esse tipo de problema, quase sempre nas iscas consideradas "pegadeiras"... Lembrar também que a evolução da indústria desses moldes vem sendo aprimorada, não apenas na fidedignidade da aparência externa, mas também do comprometimento indesejado de eventuais estragos, sem esquecer que a partir do momento em que uma experiência for negativa, fica difícil mudar essa "sensação de fragilidade" de desempenho e resistência dessa isca utilizada. Me lembrei agora de um exemplo que abrange essa situação. Todo mundo já deve ter usado a T20 (Jumping minnow da Rebel). Quem deixou de trocar as garateias de fábrica por outras consideradas como "tropicalizadas", com dureza de até 6x do original fornecido...? Já estão tentando melhorar essas garateias para o mercado sul americano, por conta da força de nossos peixes. Porém, você arriscaria pescar na Amazônia com uma isca original dessas sem trocar as garateias e split rings ? Pois é...
  7. Grande Betão, também conhecido como Caranha ! Essas nossas pescarias sempre deixam boas lembranças ! Não me recordo desse "furto", mas que tenha lhe favorecido... Essa época foi um tempo em que as "sub walk" ainda estavam chegando... (as da Rapala eram imbatíveis) Voltando ao "tema" das "Big Bates", me considero um "conservador", pois prefiro - sempre - material mais leve. Abro muitas vezes de ir com "artilharia pesada" para um troféu , em troca de bons peixes pegos no material médio. Entendo que vai de cada um (nem preciso falar nos fominhas das hélices), mas o que importa é a satisfação de estar pescando. Peixe sempre será algo secundário num grupo de pesca - mesmo que tentem mudar esse conceito para as capturas... O melhor do dia é - muitas vezes - a resenha da chegada, onde as brincadeiras & relatos fazem bem ao coração...
  8. Para não ficar "no ar", permita-me esclarecer que essas brincadeiras dentro do grupo composto de amigos é algo tão bom (ou melhor) que algumas pescarias (vide o reconhecimento feito pelo Fabrício). Entendo - sempre - que há hora para tudo ! Na verdade, todos que vão pescar e tem tralha a ser levada (esquema dos "empréstimos"), via de regra apostam nas duplicadas (ou triplicadas) daquelas que também são conhecidas como "matadeiras"! Os mais antigos nessas idas e voltas de pescarias distantes, apostam em menor variedade das "desconhecidas" e mais das tradicionais. Mas claro que dependerá sempre da composição nos grupos... (no nosso, não pode levar faca )
  9. Coisa feia Fabrício, Logo você, que deveria dar o exemplo...
  10. Boa tarde Vitor, Já abandonei essas compras internacionais. Além do preço do dólar estar elevado, tem o crescimento dos preços na moeda em que se vende e produto, e - ainda pior - a aplicação de impostos, alguns dos quais são uma bitributação no produto importado... Até mesmo as "isquinhas xing lee" que amainavam a ansiedade dos pescadores nos preparos (dificilmente de serem usadas) das tralhas a serem levadas... Mais grave então, é "desistir" da compra quando chega a tributação (como a que postou), pois os Correios (que estão "quebrados") permanecem cobrando e ameaçando inserção nos "SPC da vida" (enchem o saco até dos mais pacientes).
  11. Parabéns pela pescaria e as imagens postadas !
  12. João, Concordo integralmente com seu comentário. Para nós, que reservamos toda a adrenalina para uma pescaria anual, não dá para ficar nessa de "só perseguir o troféu". Respeitando aqueles que entendem diferente, as pescarias precisam combinar uma forma de exigir uma maior qualidade do pescador Melhor dizendo, é preciso ter um conjunto que permita a diversão tanto dos peixes maiores, quanto aos candidatos à troféus. Ganhar e perder é a essência da pescaria, principalmente sabendo que o peixe será devolvido à vida. Pescar com equipamento mais leve, permite associar uma necessidade de maior técnica no embarque da presa. Acredito muito nisso, mesmo que precise arriscar a perda da fisgada, mas justifica a emoção. Gosto sempre de defender a utilização de iscas menores (máximo de 12 cm), que nos casos de peixes maiores permitem um "encharutamento"...
  13. Bom dia Vitor, Esse é um comentário mais que procedente. Existem as convicções pessoais (a pescaria é feita com base nelas) e os comentários com alguma isenção... Claro que nunca é fácil buscar uma visão neutra de um tema como esse, já que o aprendizado nos faz ter preferências... Da mesma forma, observo que "nossas escolhas" passam sempre por alguma motivação de "algo que deu certo" nessa experiência. Estou me referindo aos tamanhos das iscas, pesos, cores, formas de nado e mais que tudo, na crença de que funcionará. Já observou que "nossa crença" faz com que exista mais tempo de insistência em determinadas iscas, quando lançadas nos pontos de pesca. Como exemplo, iscas de hélice dificilmente são substituídas por outras opções, como zaras, poppers, sitick... pois há crença que num momento, funcionarão. Parte do "encanto" em pescar com as iscas artificiais passa pela "disputa" do pescador consigo próprio na escolha (ou insistência) do que usar... Certamente que pescadores com maior experiência podem fazer isso de forma mais presente, ou até mesmo seguirem a "dica" do guia... Em determinado momento, aprendemos algumas regras básicas a não serem desprezadas, dentre elas a "função do guia" na pescaria...
  14. Fala Vitor, blz ? Pois é rapaz, tenho acompanhado essa sucessão de iscas cada vez maiores e não me convenci dessa eficácia esperada. Não tenho qualquer dúvida que ajuda selecionar os predadores, mas chegam a ser exaustivas de serem trabalhadas. Num passado nem tão remoto assim, admirávamos a excelência de atração das colheres, das iscas de meia água, jigs e algumas de superfície. Hoje chega a ser difícil acompanhar o ritmo desses lançamentos, cada vez mais pesados e grandes, impondo mudança de conjuntos. Dificilmente se irá encontrar alguém pescando sem que tenha 3 conjuntos para escolher (não acho isso errado), até por conta das suas escolhas. Refiro-me contudo ao tempo em que uma "boa vara" era quase que suficiente para se encarar alguns dias de pesca com ótimos resultados. Isso, como já foi dito anteriormente, é algo de cada pescador ! Quanto mais "minucioso" no conjunto a ser usado, maior será sua quantidade de tralhas Lembro-me (aí já faz tempo) de que o encontro com pescadores americanos na AM, surpreendíamo-nos com as "enormes iscas de hélice" usadas. Passou o tempo e também nós brasileiros desenvolvemos esse procedimento de pesca que praticamente "engessa o pescador" nessa opção. Acredito que as opções (cada vez maiores) farão com que essas seleções do que ter e usar (não é a mesma coisa) acabarão por acontecer.
  15. Grande Magrão ! Sempre nos trazendo um relatinho denso e com muitas imagens ! Parabéns pela pescaria...
  16. Programa bem divertido, com grande variedade de espécies... Parabéns e grato por compartilhar conosco
  17. Não sou especialista (ou estudioso do assunto), mas em tese, deveria ter os mesmos motivos das demais iscas... Da mesma forma, também os aspectos "positivos" versus os considerados como "negativos". Entendo que vai muito do pescador e da forma como trabalha essas iscas "modificadas" para o "inline". Essas iscas pertencem ao amigo Marcel Werner, estudioso e ótimo pescador, que exemplificam o tema...
  18. Fala Willian, blz ? Ótimo relato com registro de belas fotos dessa aventura. Tenho certeza de que seus próximos snaps serão difíceis de serem "abertos / usados"... (faz parte) Parabéns ! Achei muito interessante o esquema das contabilizações realizadas !
  19. Fala André, Há tempos venho diminuindo a quantidade de tralhas a serem levadas para as pescarias, até por saber que somente umas 10 à 20 iscas serão usadas... (a questão passa a ser "quais"). Tenho me adaptado a levar um estojo plástico (na verdade até 2), no meu caso Plano, dentro de uma sacola que transporte para dentro do bote quando saio para pescar (quanto maior a simplicidade, melhor). A questão do embarque aéreo das tralhas a serem levadas também tem passado por substancial redução para, junto com as roupas, seguirem em sacolas mais resistentes para o despacho de carga (não esquecendo do tubo das varas). Com a contínua redução de peso de bagagem imposto pelas empresas aéreas, se torna imprescindível ver o que DE FATO seguirá para o destino final. Estojos de plástico "duro" são interessantes na proteção dos equipamentos que estão dentro, por mais que esses sejam "complicados" de embarcarem.
  20. É com bastante dissabor que observo o descaso de preservação dessas regiões onde um espelho d'água enfeita a paisagem... A bem da verdade, os cuidados para tornar essa área degradada em um local de melhor convívio humano com a lagoa / lago não são complicados... Ponto básico depende de um posicionamento político-legal de não permitir que o local receba as saídas das redes de esgoto ! Parece óbvio, mas não é bem assim... Os investimentos necessários para que isso aconteça geram muitos dissabores para os responsáveis... Redirecionar a captação de todos essas "tubulações" de despejarem nessas áreas depende de um posicionamento político e recursos (é claro...) Não pretendo ser "fatalista", até porque sou testemunha de que em locais recuperados, há sim possibilidades de renovação e pesca... Imaginar que o "Dique do Tororó" (fica "colado" à Arena Fonte Nova) cercado de dezenas de bairros e coleta de águas de chuva, possa ser um exemplo! Pois é verdade ao ponto de apresentar (esporadicamente) capturas inacreditáveis - tambaqui com quase 20 kg, tucuarés de 5 kg, entre outras espécies...
  21. Só para complementar o ponto de vista postado. Cada vez mais, com a idade, faz-se escolhas pontuais, quase sempre focadas em algo que lhe aumente o prazer (lá ele... ). Desta forma, as "compras & percepções" passam buscar com maior ênfase aquilo que nos permite "zelar" pelo material como se este fosse "de ouro"... Fazer uma vara customizada, mesmo sendo um pouco mais caro, sugere que "seu proprietário" vá ser muito mais cuidadoso no usar e até no guardar, A rotulação de vara para hélice, para jig, superfície e outras tantas quase sempre fica "prejudicada" pelo apego em usar um determinado conjunto. Assim sendo, não apenas para os que pescam de uma mesma maneira, a adaptação sugere até que o conjunto se torne um prolongamento dos braços. Confesso-lhes que já - como muitos outros - tive obsessão em "carimbar" como "vara para isso, vara para aquilo" os investimentos realizados. Hoje, olhando para trás, reconheço que havia (há) muito exagero nessas preferências, principalmente na crença de que "precisa ser de determinada forma". Finalizo argumentando que os encantos de conjuntos montados celebram um orgulho para "o dono", não necessariamente "ser usado no risco de quebra"...
  22. Edmar, Só para não deixar de colocar um pitaco, até por ser pescador de molinete e não de carretilha. Tenho tentado montar meus conjuntos de pesca com algumas "observações", visando uma adequação do conjunto com o pescador. Mesmo sabendo que a forma de tracionar as iscas na pescaria gera um diferencial expressivo numa comparação de molinete x carretilha, exerço o meu propósito de pescar apenas com varas de 6' (5'8" e 6'2" são só aceitáveis), com linhas multifilamento assemelhadas, respeitando o estilo das formas de trabalho, principalmente nas iscas de hélice. Entendo que muitos usuários de carretilhas atribuem às varas a preocupação maior de "acertar o trabalho da isca"... Para mim (e outros), as variações do desejado de se obter numa vara, passam pela qualidade do blank, o que ele lhe entrega x o que deseja pescar com o conjunto. Trabalhar com varas de blank "medium heavy" e pontas rápidas (ou extra fast), tornam os objetivos mais esportivos e acurados. Não tenho qualquer "preconceito" com varas comerciais de qualidade, mas confesso que trabalhar com uma vara customizada, tem seu encanto. Acredito que possa ter fugido da temática postada, mas pode ser útil para quem está com esse tipo de dúvida.
  23. Parabéns Rafael Uma postagem eficiente de uma ótima pescaria de vocês Fotos dos peixes também deram vontade de ir pescar... 🏆 Importante também parabenizar pela bicuda apresentada - monstra !!
  24. Pois é, o Tiago já deu a dica que bate com a informação de gente do nosso grupo que foi no ano passado e teve resultado parecido. O rio não é largo, mas apresenta alguns bons pontos de pesca, inclusive com troféus que compensem a viagem. A operação do Angatu parece estar mantendo a excelência e qualidade que sempre demonstraram ter. Usamos esse esquema de Angatu Mirim, Angatu e Angatu Açu por mais de 10 anos com excelentes resultados. Nem sei se esses três bons barcos estão navegando com grupos ou se já "aposentaram"... Se os tucunas não colaborarem, certamente o pessoal do Angatu saberá como "remediar" a operação. Sucesso para quem vai desfrutar das águas negras da bacia do rio Negro... Vamo que vamos aguardar os relatos
  25. Pois é Bruno, Acompanho (de forma discreta) o trabalho do Charles, que vem evoluindo sempre. Tanto a CCM quanto a Extreme Jigs vi "no nascimento", mesmo sem conhecer os pais... Ações como essa valem mais que um anúncio pago ! Atender ao cliente sempre é mais importante... 🏆 Esse jig foi feito (inicialmente) para os Mocorongos pela Extreme Jigs Qualidade pura - já deve ter uns 20 anos...
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