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João Biguá

Biguá Team
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João Biguá venceu a última vez em Março 10 2018

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Sobre João Biguá

  • Rank
    Coordenador Senior
  • Data de Nascimento 06-10-1948

Profile Fields

  • Sexo
    Masculino
  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    João Batista de Camargos

Informações de Perfil

  • Localização
    Brasília - DF
  • Interesse
    Pescaria - Vida Selvagem

Últimos Visitantes

1.481 visualizações
  1. Compro isca Pop Queen, da Maria, sem uso, nos tamanhos 10.5 e 8.5. Tem que ter preço justo.
  2. Acho que a coisa mais difícil hoje é o velho entender o jovem e o jovem entender o velho. Já pesquei com gente de todo modelo. Alguns estragam a pescaria. Não por ser velho, é por chato mesmo. O essencial é o respeito. Também, acho que dar piti por qualquer coisa não é legal. O problema mais sério é a pose de pavão, achar que o mundo gira em torno de si. Já levei grupo para a Amazônia onde o mais velho era eu. Metade do grupo não se falava no fim da pescaria. Motivo? Falta de respeito, estrelismo apagado, sherif sem estrela... Sempre pesquei com meus filhos. Agora estamos carregando o neto de 8 anos. Ele já tem personalidade própria e precisa de vigilância constante. Se não tiver paciência e tentar entendê-lo a pescaria fica difícil. Resumindo: se você foi um chato incorrigível quando criança fatalmente será um chato incorrigível quando adulto. Agora, se você está entre amigos e alguém sai da linha é mais fácil contornar. Eu já consegui reatar casal em plena pescaria. O cabra é um pescador pegador e quando dá merda em casa vai chorar lá na Amazônia. Enche a cara, perturba meio mundo, e não pesca nada. Depois de um bom puxão de orelha pega o Global e liga pra coitada pedindo perdão. Nem Mastercard paga isto. Agora só mais um lembrete: se você souber levar a vida com sabedoria vai ser velho um dia. Então, antes de ser um jovem chato, pense nisto.
  3. Lí todos os comentários, todas as opiniões e resolvi postar meu comentário. Sei que existem muitas opiniões equilibradas, de pessoas que entendem do assunto, conhecem os vários tipos de brcos existentes no mercado e tem os fodões que forçam a barra. Talvez por necessidade de um afago, por necessidade de aparecer e por aí vai. O usuário de Bass se enquadra num universo diferente. Antes, preciso esclarecer que começamos com uma canoa de zinco, fabricada por um gaucho chamado Boleli. Era tão feia que a gente só carregava a bichinha de boca pra baixo. Mas, era nossa "Lady Izaura", uma homenagem à minha esposa - em tempo, minha mulher é bonita até hoje. A canoa é que era feia. Depois passamos para uma Leve Forte de 5 mts, quilhada, com motor de 15 - que foi roubado com 4 horas de uso. Fizemos um consórcio de um motor Honda, 4 tempos, excelente. Gastava 30 litros de gasolina em 3 dias. Em compensação eram 28 km por hora, com tempo bom. Só não podia ver marolas que mudava de rumo sozinho. Depois de alguns sufocos na Serra da Mesa, optamos por um motor 25 hp, Sea Pro, da Mercure e uma canoa de 6 metros, a famosa Pety. Conjunto top. Quando as coisas melhoraram um pouco passamos para uma Pantanáutica, com motor de 60 e 90hp. Bom, depois de muitos pulos chegamos no Bass, com motor de 175, 250 e depois 300. Pra nós era um sonho sonhado por muitos anos. Resumindo, hoje, temos um conjunto Veloster, com motor de 300 hp. Não me perguntem se vale a pena ter. É caro, é, é rápido é muito rápido, é seguro, é, mas depende de quem está no comando. Não é um brinquedo para amador ou pra quem tem grana sobrando. Ele requer um tratamento bem diferenciado. É uma Ferrari na frente de um fusca respeitadas as proporções. Entrando no aspecto pessoal, se não fosse a união minha e dos dois filhos era impossível ter um (algo muito mais importante q ter um barco q custa "X" reais). Hoje, posso dizer que sabemos muita coisa de bass. O Fabiano e o Fabrício já montaram mais de 20 barcos de amigos e cada vez é um aprendizado. A tecnologia dos equipamentos mudam a cada ano, e está à disposição do bolso de cada um. Então não tem achismo. Fato é que cada um, trabalhando sério pode chegar lá. Se eu cheguei, você também pode chegar. Tem uma opinião de um tal de Astra que é uma bobagem sem tamanho, com o devido respeito. Quem sabe das coisas não precisa dar piti quando é contestado. Mistura alhos com bugalhos, parece que sempre está com raiva, a gente percebe que ele vai mudando o astral até virar Astra, à medida que vai escrevendo. O Forum vai muito bem seu Astra. A decadência falada pode ser consequência das postagens egoístas que a gente vê. Mas., no fundo, sei que você é uma pessoa do bem, só precisa colocar um motorzinho nesta cabecinha e acelerar um pouco mais, senão vai ficar perdido no tempo. Você falou muita bobagem sobre estabilidade de barco, sobre velocidade, enfim, argumentos sem lógica, tipico de quem não domina o assunto. Eu te convido para dar uma voltinha de Bass, a 120 km por hora, ou enfrentar umas marolas na Serra da Mesa para conhecer melhor o equipamento. Garanto que vai mudar de idéia. Outra coisa, não precisa ficar bravo comigo. Estou postando estes termos mais ou menos no mesmo nível que sua postagem, para você perceber como é desagradável ler uma mensagem exposta de forma grosseira. Respire fundo, se encontre, escute mais e dê menos pitaco. 😘 Tenha um bom dia.
  4. Bom dia Helson. Tudo bem? Aceita troca? Aceita proposta?Tenho uma Zillion e uma Tatula tsw. Qualquer uma das duas pode entrar no negócio. Ou até as duas. A Zillion é mais usada. A Tatula é praticamente nova. Abraços.
  5. Alguém aí tem alguma Curado MG 51, esquerda ou Steez? Tem que estar em bom estado. de Preferência sem uso e que esteja disposto a vender, trocar, dar...
  6. Oi Vinicius. Tudo bem? Várias coisas podem provocar esta situação. SE a linha está adequada, se a vara é compatível, se você está fazendo a puxada certa só falta abrir as hastes da hélice. Se elas estiverem fechadas demais você vai fazer mais força para puxar. Então, vai abrindo a curva das pás da hélice até achar o ponto ideal. Você vai perceber a diferença pelo barulho que ela vai fazer ao cortar a água. Acho que vai dar certo. O líder não tem nada a ver. Usar ou não usar vai dar na mesma. Muitos gostam, muitos não. Boa sorte.
  7. Seja muito bem vindo Didier. Sinta-se em casa.
  8. Velho Araguaia. Passei quase 20 anos longe de lá. Ano passado resolvemos fazer uma visita à Pousada Asa Branca. Quase adotei um Boto. Eu jogava uma isca, ele corria, pegava e depois colocava a cara de fora e sorria pra mim. Estava bem difícil. Mas, ainda pretendo voltar lá. É, de fato, um lugar lindo.
  9. Pois é, Arthur...já estou com saudades de um tucuna deste peso. São essas lembranças que nos movem e nos fazem querer voltar. Show.
  10. São situações especiais, dentro da minha visão simplista. Eu vi um caso/situação durante uma pescaria no Jurubaixi, se não me engano, que nunca me saiu da memória. Quando estávamos regressando para o Barco Hotel percebemos alguém sinalizando pra nós, tentando chamar nossa atenção. Avisei o piloteiro e o mesmo disse que era "pidão". Bom, imaginei que se alguém precisa de um socorro num lugar daqueles nada mais justo dar uma ajudinha. Fizemos a volta e nos aproximamos do canoeiro. Era uma canoa de tronco, com um palmo de água dentro. O pescador pediu um litro de gasolina, perguntei se ele tinha algum vasilhame e ele disse que tinha um saco plástico (o saco tinha vários furos). Bom, fornecemos um pouco de combustível e o mesmo saiu remando o mais rápido possível. Observei que o sujeito tinha um tom de pelo amarelado, características de quem bebe água do rio, as unhas dos pés constantemente molhadas estavam se despregando dos dedos. Pensei comigo: isto é vida que alguém mereça? Uma vida naquela situação dura quanto tempo? Será que foi uma escolha pensada? Fica aí meu relato para reflexão.
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