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Michel

Pesca no rio Marié

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Olha eu achei a iniciativa muito bacana, liberar uma área de pesca inexplorada para trazer desenvolvimento e inclusão social das pessoas da região, porem concordo com o amigo Alexandre que a lista de exigências é enorme, e os custos para atende-las devem ser altíssimos em um trecho eles falam até em sistema para tratamento de água e esgoto.

Pelo número de pescores que inicialmente serão liberados para pratica do esporte, 96 por temporada, o custo dos pacotes acredito eu serão inassecível para a grande maioria dos pescadores brasileiros, por outro lado teremos um banco de dados e um estudo completo sobre os reais impactos causado pela pescar esportiva sobre o estoque pesqueiro e os principais benefícios financeiros da atividade que servirá como base para outros locais que queiram seguir este caminho e até mesmo para recuperação de regiões que hoje sofrem com o impacto da pesca pedratória como por exemplo o pantanal.

Eu acredito que este é o caminho!!!!

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Fora da discussão, mas comecei a ler o primeiro link e comecei a ficar enjoado. Esse negócio de que Nações estrangeiras venham a apoiar financeiramente indígenas brasileiros não tá certo e não vai acabar bem. É o primeiro passo pra INTERNACIONALIZAR a Amazonia. Pra mim, risco à soberania!

Dizer que 60% da área pertence a RURALISTAS, é mentira. Mais da metade das terras brasileiras são públicas ainda.

Sobre o Negócio:

Eta canoa furada.

Lá não dá repiquete????? rindo3::

Licença emitida pela FUNAI que pode ser cassada Cautelarmente a qualquer tempo e SEM PREJUÍZO da instauração posterior do devido processo legal. Ou seja, leve um pé na bunda e fique feliz por só tomarmos seu $$!!! rindo3::

E esse gráfico de capturas! Faltam dados sobre a autoria!

O que são "Megarreprodutores"???

Maior indivíduo capturado com 91cm! É brincadeira?? Se o rio é tão inexplorado assim, não deveria ter peixes maiores que isso? rindo3::

A Figura 2.(que na verdade é um gráfico) não apresenta nenhum indivíduo com mais de 10 kgs! Como? O rio não é virgem?? ::please::

Pra mim nenhum operador vai se aventurar, frente a tamanhas e custosas contra-partidas e um baixo custo-benefício!

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São realmente muitas exigências!

Mas que a pesca lá deve ser muito boa deve!

Não sei se vale apena os custos!

Vai acabar pelo peso do dólar o tipo de turismo só para americano ver!

Não Marcus, vai ser pra Norueguês ver!!!!

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Achei o estudo bem interessante.

Incrível como eles cercaram tudo direitinho...Show de bola.

Acredito q este seja o caminho para se conseguir um lugar único pra pescar. Infelizmente lá tem repiquete também....hehee...ou seja, no ano de 2013, início de 2014...os rios da margem direita do Negrão não deram pescarias.

Aliado a isto, tudo é muito caro na região.

Operar por lá nestas condições é algo para ricos, visto q um barco hotel de média capacidade, em apenas 1 ou 2 meses, transporta a mesma quantidade de turistas q o Marié comportará durante toda a temporada (6 meses).

Eles exigem um contrato de 5 a 10 anos...

Cobram por voadeiras, barcos rápidos, computadores para as comunidades, motores de luz, estações de rádios e etc. Isso aqui não dá menos de R$ 200.000,00 de investimento, fora a estrutura q o operador teria q montar (seja hotel na mata, bangalôs flutuantes ou barco hotel).

Além de tudo, cobram 10% do bruto de cada pacote vendido...

Viável?!?! Talvez, mas a um custo de R$ 15.000,00 por pescador...hehee...

Suponhamos q o pacote de pesca (apenas a parte fluvial) custe algo em torno dos R$ 6.000,00.

x 96 pescadores = R$ 576.000,00 (isso se operando a 100% - o q é inviável do ponto de vista comercial).

Paga-se 57.600,00 para a comunidade.

Sobra algo próximo a R$ 500.000,00 pra operar (lucro bruto).

Ocorre q 8 pescadores por semana é muito pouco...O operador deve manter cozinheira, guias, tripulação e etc....

Daí deve-se retirar X% de propaganda, X% de depreciação, e todos aqueles X% q devem ser considerados para se ter um negócio saudável.

Ah, ainda tem o problema da Azul/TRIP...hehee....

De Hidroavião pro Marié é caríssimo (triplo da distância pra Barcelos).

Fiz algumas contas aqui, mesmo não tendo R$ 1,00 pra investir lá....mas acho melhor operar em Barcelos mesmo...kkkkkk...

Quem sabe um dia não consigo pescar acampando por lá!?!?!?!?

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Achei o estudo bem interessante.

Bom dia Fabrício, blz?

Então, especificamente sobre esse assunto, aí estão exemplos de informações que poderíamos obter em conjunto com um "monitoramento voluntário participativo", de onde quer que fosse. Bastaria que cada voluntário anotasse o comprimento de cada peixe capturado por dia de pescaria.

Quem sabe a gente não experimenta uma iniciativa dessa por aqui. Já comentei sobre o assunto em outros tópicos, e sempre tem colegas que manifestam apoio.

Abraços

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Michel,acho sua idéia excelente,mas para isso existe a necessidade de padronizar as formas de coleta de dados e etc..Como seria a centralização das informações?E o tageamento,é viável?

Quanto a operação em questão,o Rodrigo e o Fabrício foram precisos,estão pedindo muito por pouco.Normal,é a cara dos movimentos indígenas atuais.

Os caras acham que estão sentados em cima de um pote de ouro.Para assumir um contrato com exigências desse porte o operador estará correndo um risco gigantesco ou não pretende cumprir com o combinado,não existe meio termo.

Depois daquela matéria do anuário, o Marié virou sonho de consumo de todo pescador de açu,no entanto a realidade é bem diferente,basta olhar os relatórios de capturas da River Plate de 2012 e o gráfico da citada pesquisa.Essas mesmas comunidades que dizem ser os guardiões do rio tem 4 geladores que vivem lá dentro,isso mesmo, matam peixe para vender em SGC.Pesque e solte naquelas bandas não existe,nem a galera da cidade que vai pescar "por esporte" pratica,imaginem as comunidades que pescam para sobreviver.Além disso,a bacia hidrográfica do Marié é enorme,os seus afluentes são bem maiores que os rios de SIRN e Barcelos(exceção do Unini),quando começa a subir é "água p matar a sede do mundo".

Vai ter cliente?Inicialmente acho que sim,afinal o Real está desvalorizando e muita gente,gringos e brasileiros,tem a ilusão de pescar em um lugar intocado.Porém, acredito que a frustração de muitos será do tamanho do preço pago e a curto prazo irá gerar conflitos entre as partes envolvidas.Uma pena,o trabalho foi muito bem feito,as exigências é que estão totalmente equivocadas.

Abs.

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Para assumir um contrato com exigências desse porte o operador estará correndo um risco gigantesco ou não pretende cumprir com o combinado,não existe meio termo.

É bom não estar junto se a indiarada ficar braba...

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/01/1405647-indios-presos-no-am-mataram-tres-pessoas-e-esconderam-corpos-diz-pf.shtml

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Eu acho que o modelo é muito interessante:

- Controle do número de pescadores e do período de temporada

- Fiscalização e manejo técnico da reserva pesqueira

- Inclusão das comunidades, gerando renda e empregos para os ribeirinhos

- Parceria a longo prazo com possibilidade de desenvolvimento sustentável

O grande problema é o investimento inicial e o custo fixo da operação (inclusive fora da temporada).

Desta forma, com no máximo 96 pescadores por temporada, para dar um retorno adequado, o pacote deveria custar cerca de USD 5.000 (fora o aéreo).

Será um produto acessível a poucos abastados (ou seriam abestados).

Sinceramente, prefiro fazer três pescaria em Barcelos ou SIRN pelo mesmo valor. Ou mesmo ir para a Costa Rica, Panamá, Madagascar, Patagônia, LaZona...

Seria importante se fazer um estudo técnico da real capacidade da região. Rios tão longos não podem comportar mais de 8 pescadores por semana? Isso tornaria o custo menor e o produto mais acessível.

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Eu acho que o modelo é muito interessante:

- Controle do número de pescadores e do período de temporada

- Fiscalização e manejo técnico da reserva pesqueira

- Inclusão das comunidades, gerando renda e empregos para os ribeirinhos

- Parceria a longo prazo com possibilidade de desenvolvimento sustentável

O grande problema é o investimento inicial e o custo fixo da operação (inclusive fora da temporada).

Desta forma, com no máximo 96 pescadores por temporada, para dar um retorno adequado, o pacote deveria custar cerca de USD 5.000 (fora o aéreo).

Será um produto acessível a poucos abastados (ou seriam abestados).

Sinceramente, prefiro fazer três pescaria em Barcelos ou SIRN pelo mesmo valor. Ou mesmo ir para a Costa Rica, Panamá, Madagascar, Patagônia, LaZona...

Seria importante se fazer um estudo técnico da real capacidade da região. Rios tão longos não podem comportar mais de 8 pescadores por semana? Isso tornaria o custo menor e o produto mais acessível.

Fábio,o rio é longo mas tem poucas estruturas de pesca,a maior parte é barranco.O estudo foi muito bem feito,8 na semana já vai dar uma stressada nos pontos.......Veja que eles ainda deixaram em aberto esse número,à ser reavaliado nas próximas temporadas.

Abs.

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Celso, é isso mesmo. Vários procedimentos precisam ser padronizados. Vamos falar sobre isso em um tópico específico. Abraços

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No papel é lindo, na prática a história é outra. Porque a Embaixada da Noruega não banca tudo isto? Qual o interesse dela nesta historinha? (Programa de apoios povos indígenas

A iniciativa de um apoio norueguês para povos indígenas foi estabelecida pelas autoridades norueguesas em 1983. São apoiados projetos nas Américas, África e Ásia, principalmente por meio de recursos destinados a Associações Indígenas e organizações não-governamentais (ONGs) indigenistas locais, norueguesas e internacionais. Desde 2008, o apoio aos povos indígenas no Brasil vem sendo administrado diretamente pela Embaixada da Noruega em Brasília. Na contramão de diversos outros financiadores internacionais, a Embaixada da Noruega tem intensificado sua atuação nos últimos anos; indicador não somente do empenho da Noruega na defesa dos direitos indígenas, mas também um reconhecimento do importantíssimo papel dos povos tradicionais no combate ao desmatamento e o aquecimento global. A Embaixada também desenvolve atividades de monitoramento, planejamento e capacitação dos parceiros. Atualmente a Embaixada apoia 18 projetos, com 17 parceiros distintos.

Porque as Federações Indígenas, que já recebem uma grana preta não bancam este projeto?

Não quero ser pessimista, mas não serão nós, pobres mortais pescadores de Açus que vamos consertar aquela região. Isto tem que ser feito por ações governamentais. Ali tem muito Cacique. Não sei se tem pouco Índio.

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Realidade;

Infelizmente para todos os interessados, planos feitos por homens não nunca terminam em benefícios para todos os envolvidos no plano!

Experiência cultural indígena existente, combinada com a ganância humana, garante que apenas alguns de todo o grupo beneficiando reivindicará a maioria do dinheiro e benefícios em tal plano.

Os montantes de $$ e compensação prometida pelos operadores é um simples golpe.

Manipulação de números e falsas promessas do futuro é a base para a continuação desse golpe.

Números prometidos são impossíveis de realizar por qualquer um no negócio de pesca esporte. Mas porque os um ou dois agentes indígenas representante receberá a maior parte do dinheiro pago, as promessas serão esquecidas e perdoadas.

Não tem nenhum benefício futuro a qualquer pessoa envolvida, mas especialmente os pescadores do esporte.

Em minha experiência considerável & opinião, uma IMPOSABILIDADE completa a funcionar, senhores.

Um Abracao tudos.

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Muito legal.

Vazou uma informação aqui que já tem uma empresa praticamente fechada. ( Não sei se a informação procede)

Mas já operam em 2014? Tenho muita vontade de conhecer o Marié...

E parabéns pelo belíssimo projeto!

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Oi Camila.

Muito boa a matéria,vi que vc também está envolvida no projeto.Parabéns,o trabalho foi muito bem feito. joia:::

Acho que esse modelo de exploração é o que pode salvar a Bacia do Rio Negro,impedindo o que já aconteceu em outros lugares(Pantanal e etc..).Em outras discussões aqui no fórum,tenho defendido o ordenamento da atividade de exploração de barco-hotel na região do Negro,todo mundo sai ganhando,inclusive nós pescadores e APAIXONADOS love:: pela região.É,aqui no FTB não tem só pescadores,tem um monte de doido que se pudesse moraria lá. :gorfei:

Voltando ao assunto...........está bem claro que a super exploração vai diminuindo o estoque de peixes e o padrão das pescarias,portanto o controle de quantas pessoas estão entrando em cada rio é fundamental.

Paralelo a isso,essas comunidades esquecidas(índios ou ribeirinhos) tem que estar engajadas nesse processo todo,não acho certo um barco-hotel vir de Manaus,entrar por exemplo no Cuiuni e não trazer benefício nenhum para quem mora lá. ::nada::

Porém deve haver bom senso por parte das comunidades onde esse (Marié) e outros projetos vão ser implantados.Os atores envolvidos(FUNAI,IBAMA,FOIRN,ISA e etc,) precisam fazer "a turma"entender que uma operação de pesca é uma oportunidade de desenvolvimento social para a região e não uma oportunidade de auferir vantagens fáceis,sob pena de torna-la inviável a curto prazo.Ou afastar empresas bem intencionadas,sérias e cumpridoras dos contratos/compromissos assumidos.Esse equilíbrio será determinante para o sucesso desse modelo e outros que possam surgir.Já imaginou se além dessa operação,outras tipo bird watch ou canoagem por exemplo,seguirem o mesmo modelo???Esses 8 pescadores por semana podem virar 200 nessas outras atividades.............é mais ou menos por aí.

Abs.

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Muito legal.

Vazou uma informação aqui que já tem uma empresa praticamente fechada. ( Não sei se a informação procede)

Mas já operam em 2014? Tenho muita vontade de conhecer o Marié...

E parabéns pelo belíssimo projeto!

Beto, não procede. As empresas enviarão propostas à Foirn e estas serão avaliadas e discutidas em uma assembleia com ampla participação das 14 comunidades, com acompanhamento e assessoria dos parceiros. Foi feito um grande esforço da parte de todos para concluir os procedimentos de estudo e discussão o quanto antes, pensando sim na temprada de 2014. Mas não dá pra prever como/quando será. Depende dos termos em que a parceria ACIBRN/Empresa irá se constituir.

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Acho que esse modelo de exploração é o que pode salvar a Bacia do Rio Negro,impedindo o que já aconteceu em outros lugares(Pantanal e etc..).Em outras discussões aqui no fórum,tenho defendido o ordenamento da atividade de exploração de barco-hotel na região do Negro,todo mundo sai ganhando,inclusive nós pescadores e APAIXONADOS love:: pela região.É,aqui no FTB não tem só pescadores,tem um monte de doido que se pudesse moraria lá. :gorfei:

Voltando ao assunto...........está bem claro que a super exploração vai diminuindo o estoque de peixes e o padrão das pescarias,portanto o controle de quantas pessoas estão entrando em cada rio é fundamental.

Celso, valeu!! Quem dera todos pensassem como você! Acompanho o fórum há algum tempo e confesso que me incomoda um pouco a relação meramente de "consumo" que muitos pescadores têm pelo lugar. Posso falar pelo rio Negro, região em que trabalho há quase 6 anos. Um monte de gente reclama que o peixe está diminuindo, mas dificilmente pensa nisso antes de comprar o pacote. Quem questiona as empresas sobre seus compromissos socioambientais?! Mesmo que não estivesse de fato preocupado com o lugar ou com as populações tradicionais que ali vivem e que serão irremediavelmente impactadas... que fosse pelo simples interesse de poder continuar pescando ali, por vários anos. Acho que o pescador/turista tem um papel fundamental nesse processo, tanto para cobrar quanto para assumir sua responsabilidade também. Fica aqui uma provocação do bem! joia:::

Existe um longo trabalho de discussão do ordenamento pesqueiro no médio rio Negro, considerando a implementação do Decreto Estadual de Pesca da Bacia do rio Negro (31.151 de 2011). Mas falta vontade política de TODAS as instânciass e órgãos. Em dezembro o MPF publicou uma recomendação nesse sentido (http://www.pram.mpf.mp.br/news/mpf-na-c ... e-barcelos). Quem sabe isso movimenta de vez a coisa?

Abs!

p.s. o pessoal lá (no Marié) entende que a atividade pode contribuir para o desenvolvimento sustentável, etc... por isso estão apostando no projeto. Mas a noção de desenvolvimento é um pouco diferente de poder ter/fazer cada vez mais...

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No papel é lindo, na prática a história é outra. Porque a Embaixada da Noruega não banca tudo isto? Qual o interesse dela nesta historinha?

Final do ano passado a Noruega fez mais uma doação, dessa vez de 1 bilhão de reais! doeu::

A Petrobras também tá dando uma força.

http://www.fundoamazonia.gov.br/FundoAmazonia/fam/site_pt/Esquerdo/Doacoes/

Pelo jeito ainda é pouco...

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Não existem "doações". O fundo amazônia é um fundo de

Projetos com uma burocracia clássica. Vale a pena conhecer um pouquinho melhor antes de falar... O grau de aprovação de projetos é baixíssimo, quase inviável para instituições localizadas na Amazônia, quanto mais nas comunidades. Uma vergonha para o BNDES, inclusive.

Ademais... Desde quando ser executor de um projeto inviabiliza desenvolver outros!? A Foirn representa mais de 90 associações e um território de 11 milhões de hectares. Tem muito trabalho ainda pela frente para estruturar processos e adequar políticas públicas àquela realidade.

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Realmente Camila, vale a pena conhecer melhor. Mas eu tento, leio, estudo, etc.

No site do Fundo Amazônia diz doações, se não são "doações", então eu aqui de fora do assunto não entendo mesmo.

Mas eu reconheço que a burocracia é grande.

Acabou de ser aprovado um dinheiro para a TI de Humaitá e do Xingú, 24,4 milhões no total.

Bom, pelo menos é o que diz a notícia: http://acritica.uol.com.br/amazonia/Fundo-Amazonia-atividade-produtiva-Humaita_0_1088291198.html

Eu acho que tendo esse fundo quase 2 bilhões de reais, tem que ser feita uma pressão muito maior ainda na liberação desses recursos. Tem que pressionar o BNDES e avisar os doadores, principalmente a Noruega, de que o dinheiro não está chegando!

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