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Maninho

Jack plate para casco de alumínio

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Alguém poderia me informar se o uso do jack plate em cascos de alumínio irá resultar em melhor desempenho . Tenho uma levefort marajo 220 Wide c/ motor yamaha 300hp 4t. e hélice 21p. 

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Olá Oshiro, seja muito bem vindo.

Rapaz, gostaria muito de ver fotos do seu barco. Deve ter ficado animal.

Quanto a sua pergunta, acredito q mude sim, mas pra isso teríamos q fazer vários testes.

Quantas MPH vc atinge hj?

Qual o peso do seu conjunto?

Quantos RPM em velocidade máxima?

Vc consegue subir todo o trim do motor em velocidade máxima???

Bem...vamos nos falando.

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Eu acredito q casco de alumínio o jack não ajuda em nada, como é feito os cascos aqui no Brasil não adianta colocar potência achando q o peso do aluminio ser menor mais o arrasto causado pelo aluminio faz com que o desempenho seja prejudicado, antes mesmo da fibra de vidro e carbono já existia os barcos de alumínio mais os barcos de corrida era feito de madeira, eu acho q um motor menor faria o mesmo serviço e com um custo bem menor.

Abraco

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caparroz sim e nao ao mesmo tempo.

 

tecnicamente falando, o material do casco nao influencia na sua hidrodinamica, ou seja, falando em cascos de desenhos absolutamente iguais e medidas idem, ambos teriam a mesma performance.

 

o que diferencia entao?

 

1- desenho

2- densidade

3- peso

 

explicando:

 

no passado, era mais facil criar quilhas, quebra ondas, desenhos de hidrodinamica melhor com a madeira, hoje é feito com compósitos como a fibra de vidro, carbono, PEAD e outros. 

mas pq? pq o aluminio vem chapas, que sao mais dificieis de serem moldadas, muitas vezes inviabilizando desenhos melhorados pelo alto custo de trabalhar no aluminio.

 

Por si só isso já gera uma enorme diferença, mas hoje estamos vendo (especialmente nos states) cascos de aluminio moldados industrialmente que nada devem para laminações de fibra... Aqui no BR o que mais chega proximo disso são os Calaça.

 

Veja que se vc colocar em perspectiva simples, os de aluminio usam as mesmas formas/moldes de 40 anos atrás, olhe as fotos de pescarias da decada de 70/60 que vc comprovará isso. Já os fibrados em geral a cada 5 anos tem grandes diferenças em seus formatos, idéias, perspectivas, propostas.

 

Sobre a densidade é bastante simples, cada material tem uma densidade, por exemplo o PEAD é menor que 1 (indice da agua), ou seja, ele boia facilmente, aluminio e fibra de vidro tem densidade maior que 1, o que gera dificuldade pra boiar, sendo a fibra melhor nesse caso.

 

O que quero dizer com isso? que para poder boiar um aluminio precisa de mais área para o empuxo se fazer valer e vencer a fisica e fazer boiar.

 

Ta e dai?

 

Dai que quanto maior a densidade, menos o casco vai afundar, quanto mais afunda, mais gera arrasto, pior a hidrodinamica. Meio auto explicativo nao?

 

mas aí entra o peso.... Contra o peso não tem jeito, o aluminio é fantastico nesse quesito para barcos menores, é muito mais leve o que ajuda não afundar tanto, meio que anulando a frase acima ou pelo menos se igualando.

 

Dito isso, temos uma complexidade de variáveis brigando entre si, peso, desenho, densidade, etc...

 

Traduzindo, o arrasto do material aluminio nao interfere e sim como ele é construido, digamos que ele tem mais potencial para ser mais rapido, mas devido a algumas variaveis, nao esta cehgando la (ao menos no BR!).

 

Enfim, nao sei se o jack ajudaria, mas decididamente nao é por causa do material, e sim por causa do desenho dele.

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Não temos chapas de alumínio que seja possível estampar e com isso eliminar os rebites, mesmo assim as imperfeições superficiais que ocasiona com o aluminio interfere na performance, a tracker já fez um casco que se olhando lembra muito os barcos de fibra era muito mais leve mais no quesito performance deixava a desejar, não estou falando que barco de alumínio e ruim e sim cada material serve para um propósito e no caso do aluminio não é performance, me diga algum barco americano de alumínio q ultrapassa 100mph eu nunca vi.

Abraco

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caparroz esta correto! o atrito dos barcos de alumínio é grande dmais! eu tinha uma marajo 17 com motor 90 4 tempos , nao passava de 63 km/h , agora qualquer bass boat de fibra com o mesmo motor andava muito mais , e era bem mais pesado! nao tem nem comparacao! 

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Com o JackPlate vai sim haver uma diferença, não muito pois o casco dito possui um arrasto enorme, enorme mesmo! Se souber deixar bem ajustado, haverá sim o ganho de velocidade amigo,

 

 

Não temos chapas de alumínio que seja possível estampar e com isso eliminar os rebites, mesmo assim as imperfeições superficiais que ocasiona com o aluminio interfere na performance, a tracker já fez um casco que se olhando lembra muito os barcos de fibra era muito mais leve mais no quesito performance deixava a desejar, não estou falando que barco de alumínio e ruim e sim cada material serve para um propósito e no caso do aluminio não é performance, me diga algum barco americano de alumínio q ultrapassa 100mph eu nunca vi.

Abraco

 

Caparroz, nós da Calaça fazemos barcos que não possuem rebites no fundo, no fundo já resolve mas se quisermos pode ser praticamente todo sem rebites.

 

caparroz esta correto! o atrito dos barcos de alumínio é grande dmais! eu tinha uma marajo 17 com motor 90 4 tempos , nao passava de 63 km/h , agora qualquer bass boat de fibra com o mesmo motor andava muito mais , e era bem mais pesado! nao tem nem comparacao! 

 

Alisson,o problema não e do material , mas sim do casco apresentado que possui um arrasto enorme, mas também esse casco mencionado não e nem um pouco antigo, é MEDIEVAL e não teve mudanças ate hoje (apenas na pintura...).

 

 

 

A vantagem da fibra e que o custo e muito menor para fazerem o formato que querem, assim sendo, muito mais fácil de melhorar a hidrodinamica.

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Desculpe mais no Brasil não temos estaleiros pra fazer barco de alumínio em chapa estampada e muito menos chapa q o tamanho seja toda largura com borda sem soldar no centro e tbm nesse processo de estampo os beads ou melhor as quilhas sai direto na chapa além de reforçar melhora a homogeneidade da superfície, mais mesmo c tivesse essa technologia o barco não teria o desempenho do de fibra mesmo os mais antigos q d tão boa a performance q até hj nunca foi superado por nenhum outro casco moderno q muitos c diz moderno mais até hj usam madeira coisa q esse barco antigo eliminou desde a década de 80, já tive barco d aluminio e tava com jack qdo tirei não mudou nada, não sou contra o barco de alumínio pois tem caso q o uso é melhor q fibra vai da necessidade. Não me leve a mal não sou contra a nenhum estaleiro de alumínio e temos muitos com boa qualidade ainda q limitado a demanda é a falta d material q lá fora e mais fácil.

AbC

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Ahh podem falar o que quiserem, mas Marajó é Marajó. Não conheço lancha de alumínio para bater a navegação dela! Posta umas fotos da sua lancha, estou muito curioso para ver como ficou!! A 220 eu só vi com 225 4 tempos.

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Posso estar falando bobagem....mas ate hoje no Brasil...o único fabricante que tentou fazer um bass boat de aluminio de verdade foi o Cirus Dario Sestrem, que faz os barcos CDS Total. Ele faz réplicas dos barcos  Bass Tracker americano. Casco estampado em aluminio 2,5mm, 100% soldado, fundo com Pad inclusive!! Já vi cada barco dele que fiquei babando. 

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Em 28/10/2015 at 11:53, Vitassir Edgar disse:

Estou com o Diego. Em alumínio, nada supera a Marajó. Não fosse o preço (absurdo).... Não pensaria duas vezes.

Assino embaixo. Segunda desta semana estive em Manaus para retirar um Mercury 40 zero para instalar num velho casco Marajó 17 que redesenhei (eliminei viveiro e bancos transversais) e reformei. O revendedor do motor (Náutica Titan) fabrica barcos de alumínio soldados espetaculares, e posso dizer que entendo um pouco desse assunto, já que tenho 4 lanchas maiores e navego na Amazônia desde 1.996, na maioria das vezes a trabalho. Ao saber que o quarentinha seria instalado numa Marajó, o Adiel, dono da náutica, limitou-se a dizer: "é um belo casco". Não falou pra me agradar, somos amigos de pescaria há pelo menos 8 anos.

Tem mais: o único defeito das Marajós antigas é o de serem montadas com rebites, que inevitavelmente se soltam no uso constante em águas turbulentas, como é o caso da maioria dos grandes rios da Amazônia (Negro, Solimões, Madeira e Amazonas). Porém, esse modelo arcaico de construção prevalece até hoje em praticamente todos os estaleiros do sudeste e do sul, estão ainda na era do Titanic. Em relação ao comentário do pessoal da Calaça, é certo que podem fazer cascos sem solda NO FUNDO, mas é bom que se diga que isso é possível para barcos com boca de até 1,40 metros, já que a largura máxima da chapa naval 5052 (ao menos no Amazonas) é de 1,50 metros. Mesmo que façam desse modo, rebites também se soltam em qualquer lugar que estejam, não só no fundo.

Fechando o assunto, acrescento que vou usar a Marajó para vadiar perto de casa (moro às margens do Branco, em Roraima), e pretendo fazer moldes dela para construir uma nova 17 idêntica, toda soldada, sem rebites. Possuo equipamentos e know-how para isso. Aí em matéria de barcos pequenos, dou por encerrada a questão.

Perdoem os que pensam em contrário.

Abraços do Gilbertinho, pescador de lobó graúdo da Amazônia.       

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Boa tarde turma,

 

@Maninho você montou o Jack ? Obteve os resultados que buscou ?

 

Aproveitando o tópico, estou muito interessado em montar um jack plate em meu barco visando melhorar o desempenho em velocidade. Porem a duvida e muito grande se o resultado será positivo !

Navegando com duas pessoas no barco em condições de 0 vento e marola consigo alcaçar 40 milhas com 5600 rpm a posição do trim chega a ser levantada ate a metade depois disso cavalga!

 

O Everson da mais performance olhou o barco por fotos e me indicou montar um jack de 6" que teremos resultado positivos.

Gostaria de ouvir um pouco mais de opinião a respeito e ao mais experientes o quanto eu ganharia em velocidade final !?

 

Abraço  

 

 

 

2.JPG

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Pessoal,

Fugimos um pouquinho do tema central do tópico, invadindo alguns modelos de barcos. Li abordagens equivocadas sobre a Marajó, ainda nos dias de hoje reconhecida como um dos melhores cascos de alumínio já fabricados. Há que não os aprecie, mas constituem exceção. Basta ver um pequeno detalhe que escapa à grande maioria dos pseudo-entendidos: observe as nervuras longitudinais dos bordos da Marajó. Note que seu desenho foi concebido para funcionarem como uma espécie de flap longitudinal, que em velocidade faz com que ela seja forçada sempre para a superfície (ou para cima, como queiram) do mesmo modo que os flaps aeronáuticos. Quem já colocou a palma de um remo sobre a água com o barco em velocidade, sabe que ele sempre será forçado para cima. No caso peculiar da Marajó, esse recurso ou adereço faz com que seu calado seja naturalmente reduzido, ganhando em velocidade e desempenho. Não é o único diferencial, mas cito-o apenas como exemplo.

Voltando à questão do Jack Plate, ao final deste texto segue um link para quem quiser mais informações técnicas. Por tudo o que li, vale a pena. Em algumas situações observei que os ditos elevadores (ou macacos) são fixados em suportes especiais, distantes entre 30 e 40 cm do espelho de popa, e não nele, propriamente dito. Segundo o que apurei (e deduzi), esse afastamento permite que o motor trabalhe fora da zona de cavitação, otimizando o desempenho geral da embarcação. Neste momento, tenho um conhecido que está em Las Vegas e deve trazer algumas unidades para instalar em barcos destinados à navegação em águas rasas. Tenho outro conhecido que tem um Jack num casco de alumínio 5 metros e a coisa anda pra besteira. Finalmente o link a que me referi é: http://www.nitroimports.com.br/materia.html

 

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12 horas atrás, Gilbertinho disse:

Pessoal,

Fugimos um pouquinho do tema central do tópico, invadindo alguns modelos de barcos. Li abordagens equivocadas sobre a Marajó, ainda nos dias de hoje reconhecida como um dos melhores cascos de alumínio já fabricados. Há que não os aprecie, mas constituem exceção. Basta ver um pequeno detalhe que escapa à grande maioria dos pseudo-entendidos: observe as nervuras longitudinais dos bordos da Marajó. Note que seu desenho foi concebido para funcionarem como uma espécie de flap longitudinal, que em velocidade faz com que ela seja forçada sempre para a superfície (ou para cima, como queiram) do mesmo modo que os flaps aeronáuticos. Quem já colocou a palma de um remo sobre a água com o barco em velocidade, sabe que ele sempre será forçado para cima. No caso peculiar da Marajó, esse recurso ou adereço faz com que seu calado seja naturalmente reduzido, ganhando em velocidade e desempenho. Não é o único diferencial, mas cito-o apenas como exemplo.

Voltando à questão do Jack Plate, ao final deste texto segue um link para quem quiser mais informações técnicas. Por tudo o que li, vale a pena. Em algumas situações observei que os ditos elevadores (ou macacos) são fixados em suportes especiais, distantes entre 30 e 40 cm do espelho de popa, e não nele, propriamente dito. Segundo o que apurei (e deduzi), esse afastamento permite que o motor trabalhe fora da zona de cavitação, otimizando o desempenho geral da embarcação. Neste momento, tenho um conhecido que está em Las Vegas e deve trazer algumas unidades para instalar em barcos destinados à navegação em águas rasas. Tenho outro conhecido que tem um Jack num casco de alumínio 5 metros e a coisa anda pra besteira. Finalmente o link a que me referi é: http://www.nitroimports.com.br/materia.html

 

De quantas polegadas é o jack do barco de 5 m ? 

 

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@Fabrício Biguá   demorou mas consegui as medidas, após nivelar o baco e o motor cheguei a tais medidas:

Casco ao chão 45 cm

Eixo ao chão 29 cm

Diante disso a medida do PAD 16 cm, correto ?

Consigo algum ganho em velocidade?

Caso tiver ganho e for montar qual seria a medida do Jack ?

Desde já valeu !

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