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JCKruel

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  1. Pois é... Quando posto estas matérias, minha intenção é subsidiar eventuais interessados nas pescarias do Rio Negro para que eles façam uma analogia e comparem com as cheias anteriores. Por exemplo: em 2015 (pelos relatos) foi um período sensacional para a pesca dos tucunarés no Rio Negro! Em tese, quanto mais encher maior quantidade de peixes saem das planícies inundáveis e na época seca fiquem nas calhas dos rios. Creio que se tivéssemos mais tempo para estudar as cheias e se conseguíssemos estabelecer uma correlação entre a recorrência das cheias considerando também o regime de inundação para tentar adivinhar a melhor época para irmos ao Rio Negro, até que seria uma boa. Mas há quem diga que isso é impossível... abração Kruel Cheia do Rio Negro em Manaus este ano deve superar a de 2016 01/06/2017 - Clipping O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) emitiu o último alerta de cheia de 2017 que indica que o nível do Rio Negro, em Manaus, deve ficar entre 28,29 e 29,46 metros. A previsão é 2 metros superior em relação à cheia registrada no ano passado. Na medição de quarta-feira (31) foi verificada a cota de 28,96 metros, faltando pouco para alcançar a cota de emergência, que é de 29 metros. Apesar disso, a cheia deste ano não deve superar a de 2012, a maior da história, quando o nível chegou a 29,97 metros. A preocupação deste ano, segundo o superintendente do CPRM, Marco Antônio Oliveira, é que as águas do Rio Negro vão ficar elevadas por um período maior. “O processo de cheia do Rio Negro aqui em Manaus continua evoluindo. O Rio Negro encontra-se represado pelo Rio Solimões. Embora haja uma estabilização na cheia do Solimões, vai depender muito aqui pra Manaus as águas que vão descer pelo Rio Negro. Se chover dentro da média, vai ser uma cheia que vai evoluir de forma mais lenta. No entanto, é preciso alertar a população que o rio já ultrapassou a cota de alerta e esse tempo de permanência das águas altas deve continuar por, pelo menos, mais 20 a 25 dias”, ressaltou o superintendente. A Defesa Civil do município informou que já construiu mais de 2 mil metros de passarelas em sete bairros para o caso de alagamentos. As águas já atingiram a casa do comerciante Francisco Freitas, no bairro Presidente Vargas, zona leste da cidade. “Aí você vive debaixo d’água, nesse aguaceiro, por cima de ponte, carregando garrafão de água para não ter que beber essa água suja. É um sofrimento”, afirmou o morador. Segundo o chefe da divisão de Meteorologia do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Ricardo Dalarosa, choveu menos em maio em relação a abril na capital amazonense e a tendência é de diminuição nas próximas semanas. “A expectativa não é de chuvas com volumes muito elevados porque nós estamos começando a estação seca. Claro que no início da estação seca ainda temos eventos como ontem, que choveu em torno de 50 mm, em um período relativamente curto. Isso faz parte do período de transição. Alguns dias de sol forte, temperaturas elevadas e de repente uma tempestade com volume significativo”, explicou Dalarosa. Emergência – A cheia dos rios no Amazonas levou 32 municípios a decretarem situação de emergência. Mais de 57 mil famílias já foram afetadas e os números podem aumentar, de acordo com o secretário-executivo da Defesa Civil estadual, coronel Fernando Pires Júnior. “Está dentro do que era previsível: hoje temos 32 municípios em situação emergência e estamos esperando mais. Nossos olhares estão voltados para a calha do Rio Negro, especialmente Manaus, e para a calha do Rio Amazonas. A previsão é de que os rios continuem a subir nas calhas, as cotas de alerta já foram ultrapassadas e estamos esperando agora as cotas de emergência e obviamente o efeito nas famílias que vivem nessas calhas”, destacou o coronel. A Defesa Civil do Amazonas informou que os municípios em situação de emergência estão recebendo ajuda humanitária composta de alimentos, medicamentos, kits de higiene e limpeza e hipoclorito de sódio para purificação da água. As famílias também estão sendo retiradas de áreas de risco. (Fonte: Agência Brasil)
  2. Grande Astra, Não tenho bola de cristal (kkkk) mas compare o que postei domingo e o post de hoje (quinta feira). Chega a ser curioso, mas os fatos vão continuar acontecendo goste o professor ou não... abração Kruel
  3. Pois é... No tópico anterior falávamos desta possibilidade onde demonstrei minha preocupação em relação aos eventuais atingidos. E dizer que há correntes científicas que não acreditam que isso pudesse acontecer... Em qual corrente científica devemos acreditar? Aumento do nível do mar acontece duas vezes mais rápido que o previsto 23/05/2017 - clipping Nos últimos 25 anos, a elevação do nível do mar em todo o planeta cresceu o dobro do previsto, segundo um estudo internacional publicado nesta segunda-feira na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS). O trabalho, do qual participou Marta Marcos, pesquisadora do Instituto Mediterrâneo de Estudos Avançados, comparou as estimativas sobre o aumento do nível do mar com as medições reais divulgadas por satélites e constatou que o aumento quase duplica os valores previstos. Os cientistas analisaram dados históricos de marégrafos, instrumentos utilizados para medir as oscilações costeiras até 1992, data na qual foram produzidos os primeiros satélites capazes de monitorar os níveis do mar. Após selecionar os registros mais longos e de maior qualidade, os cientistas corrigiram as estimativas levando em conta processos não diretamente relacionados com os oceanos, como os movimentos da crosta terrestre ou os as mudanças na forma da Terra (geoide terrestre). Os pesquisadores combinaram todos estes dados e os corrigiram com uma nova metodologia mais coerente com a dinâmica marinha, o que permitiu redefinir a informação disponível. “É importante determinar com precisão a taxa de aumento de nível do mar nas décadas passadas para saber quais foram os processos envolvidos e como cada um deles responde ao aquecimento global”, explicou Marta. “Nossas conclusões demonstram que as regiões costeiras estão mais expostas do que pensávamos e, portanto, o risco é maior”, advertiu a pesquisadora da Universidade das Ilhas Baleares. Segundo o estudo, 1993 foi o ponto de inflexão: até aquele ano, o nível do mar subiu de forma significativamente mais lenta. Mas, a partir de então, o aquecimento global aumentou drasticamente a curva de crescimento do nível do mar em escala planetária, um fato que coincide com os registros das medições dos satélites. Em relação às causas do aumento do nível do mar, os pesquisadores apontam o degelo das geleiras, sobretudo durante o século XX. Nas últimas décadas, as placas de gelo polar teriam contribuído mais para o aumento do nível do mar, segundo o estudo. “Isto significa que a diferença entre os dados prévios a 1993 e as observações precisas dos satélites é maior e, portanto, quase duplicamos a aceleração na elevação do nível do mar em relação aos valores que tinham sido adotados até agora”, concluiu Marta. (Fonte: Terra)
  4. Na "arquibancada" onde estou alojado é muito mais divertido! kkkkk Mas por enquanto vou resistir a tentação e continuar calado... Só uma pimentinha: embora atualmente os indígenas não mais precisem do aval da FUNAI para celebrar acordos, por razões que não vou explicitar (estaria a FUNAI em extinção fruto da CPI em andamento?) vocês sabiam que a FUNAI tem direito a 10% dos acordos firmados entre os operadores do turismo de pesca e os índios? Se cobram (e recebem) eu não sei, mas há previsão legal para isso, inclusive no que se refere ao direito minerário... Creio que quem sabe mais do que eu poderia explicar melhor como funcionam tais acordos já que isto não tem previsão constitucional e nem está previsto no Estatuto do índio... (A não ser que eles deixaram de ser índios o que é provável). Aliás, já existem índios com um português impecável e dicção idem. Se alguém topar esclarecer vai dar um livro! abração Kruel
  5. Caro Cristiano, Se voce me permitir, e já com as minhas desculpas, gostaria de esclarecer a parte que dizes: "O primeiro é o local do vídeo que postei, que fica no rio Iriri, aquele mesmo rio onde à anos atrás, o Gugu montou uma pousada, que pouco tempo depois foi queimada pelos índios." Já pesquei no Iriri há muito tempo atrás e conheço bem a região porque seguidas vezes fiz minhas pescarias no Xingu. Em relação ao Iriri é impensável qualquer operação de turismo de pesca atualmente, haja vista que toda a região (ele no meio) foi transformada numa Reserva Ecológica. (Forma mais restrita prevista no SNUC) Atualmente até pesquisadores tem a entrada restrita...Entretanto, se tiveres razão cabe uma denuncia ao ICmBio e isso dará cadeia com certeza! Em relação a pousada que foi do Gugu ela continua por lá, só que atualmente é um posto de fiscalização do IBAMA/ICmBIO. Sei porque ajudei o Gugu na ocasião, pois ele tinha pacotes vendidos para estrangeiros e a prorrogação temporária por ele solicitada foi aceita em troca das instalações e mobiliário. A pousada que os índios queimaram na região foi bem acima - Pousada Trairão - mas não queimaram apenas, roubaram barcos, motores etc... e que eu saiba, até agora a FUNAI não indenizou ninguém por esta violência. abração Kruel
  6. Caro Astra, Quando posto algo em relação às mudanças climáticas (e já são vários) a única intenção é mante-los informados sobre as discussões e posicionamentos dos diferentes países. Num cenário de aquecimento entre 3 a 5ºC (entre 50 a cem anos) que poderá até não ocorrer, no Brasil teríamos consequências menores com uma provável elevação do nível do mar que tornaria as capitais litorâneas menores do que são atualmente...Teríamos também alguns problemas em relação a segurança alimentar pois algumas culturas básicas estariam ameaçadas (arroz, feijão, trigo, milho etc...) sendo provável o cultivo do café (por exemplo) somente no Rio Grande do Sul! Por isso foi criado um centro de pesquisa da EMBRAPA em Campinas-SP que está desenvolvendo um trabalho excelente de adaptação de variedades mais tolerantes ao calor. Por outro lado há correntes de pensamento científico, que demonstram uma queda da temperatura da corrente do atlântico que em 100 anos diminuiu 0,5ºC. Sim, passou de 26º para 25,5ºC e dizem alguns cientistas que quando (e se) chegar a 25ºC, a terra entrará num período glacial de 10.000 anos. Isso já aconteceu antes e dizem que são ciclos naturais e que apenas estamos antecipando este futuro provável através do aquecimento... Neste tópico apenas tentei mostrar a possibilidade de uma eventual elevação do nível do mar em países (ilhas) e no caso, se eu estivesse morando por lá teria razões para me preocupar, pois se isso ocorrer onde eles irão morar? Por isso acredito ser justas as preocupações dos que estão mais fragilizados. abração kruel
  7. Para reflexão de vocês e para que dá razão para o Trump... Parece que chegamos a um tempo terrível em que o equilíbrio da pobreza é a própria morte! abs Kruel Fórum climático diz que limitar temperatura é questão de “sobrevivência” O Fórum de Vulnerabilidade Climática (CVF), grupo que reúne 50 nações especialmente vulneráveis ao aquecimento global, advertiu nesta quarta-feira em Bonn que limitar este fenômeno a um máximo de 1,5 graus centígrados é para eles uma “questão de sobrevivência”. “Para os países membros do Fórum de Vulnerabilidade Climática, cumprir com a meta de 1,5 graus é simplesmente uma questão de sobrevivência”, declarou Debasu Bayleyegn Eyasu, diretor-geral da Direção de Coordenação de Mudança Climática do Ministério de Meio Ambiente da Etiópia, país que preside atualmente o CVF. Eyasu acrescentou que já está ocorrendo um “significativo impacto climático” com “o atual nível de aquecimento”, em uma coletiva de imprensa transmitida através da internet e realizada em Bonn, onde acontece uma reunião dos países assinantes do Acordo de Paris para preparar a próxima Conferência do Clima, que está marcada para novembro nesta cidade alemã. Um aquecimento adicional “não fará mais do que aumentar os riscos de impactos graves, generalizados e irreversíveis”, afirmou. A presidência etíope sublinhou, não obstante, que apesar dos graves riscos que enfrentam, os países membros do CVF, que representam mais de 1 bilhão de pessoas nos cinco continentes, veem, além disso, em uma “ambiciosa ação climática” a “oportunidade para prosperar”. “Temos um enorme déficit em ação climática”, advertiu Emmanuel M. De Guzman, da Comissão de Mudança Climática do Escritório da Presidência das Filipinas, país que precedeu a Etiópia à frente do CVF. Segundo De Guzman, enquanto existe a possibilidade de frear a mudança climática é preciso aproveitá-la, pois “o fracasso não é uma opção”, o que exige ao mesmo tempo, apontou, “ações imediatas e drásticas”. “Os 1,5 graus são nosso limite de oportunidade e esperança”, acrescentou. Segundo Eyasu, “a ação climática pode reduzir riscos, limpar o ambiente, gerar novos trabalhos verdes, limitar a instabilidade econômica e potencializar o uso sustentável de recursos nacionais”. A falta de uma ambiciosa ação climática, disse, “prejudicará muito seriamente” a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a chamada universal à adoção de medidas para pôr fim à pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas gozem de paz e prosperidade. (Fonte: Terra)
  8. Pois é... Por vezes, muitos (até eu) se referem ao que fazemos (ou deixamos de fazer) e as consequências para as gerações futuras. Agora aparecem descartes das gerações passadas que estão afetando as gerações futuras (nós). Chega a ser engraçado (se não fosse trágico) como a insensatez humana trata o futuro como se não tivéssemos a menor responsabilidade do que vai acontecer. Parece que desde muito vivemos um período em que somos apenas capazes de cuidar do próprio umbigo! abs Kruel Peixes do Mar Báltico apresentam tumores devido a vestígio nazista Cientistas alemães constataram uma incidência de 25% de tumores entre um tipo de linguado encontrado numa área do Mar Báltico, próximo à cidade alemã de Kiel. Em outras áreas desse mar, essa percentagem é de cerca de 5%. A hipótese é que as proliferações cancerosas possam estar relacionadas ao volume estimado em 1,6 milhão de toneladas de armamentos dos nazistas, afundados nos mares Báltico e do Norte ao fim da Segunda Guerra Mundial. Até recentemente, a espécie Limanda limanda era ignorada na pesca comercial, porém a escassez de espécies comestíveis tradicionais como o bacalhau e o hadoque tem feito crescer sua popularidade para o consumo humano. “Não aconselharia ninguém a nadar no Mar Báltico” – Ao apresentar seus achados numa conferência em Rostock, na segunda-feira (15), os cientistas do Instituto Thünen de Ecologia Pesqueira enfatizaram tratar-se de dados preliminares. Mas advertiram que, à medida que as munições continuam a enferrujar e vazar, o impacto ambiental da descarga em massa de armas nazistas sobre as águas costeiras rasas pode ser muito mais grave do que se estimava. Em comunicado à DW, o vice-diretor do Instituto Thünen, Thomas Lang, declarou que no momento a incidência elevada de tumores deve “ser vista como local” para o Limanda limanda. Num estudo anterior com bacalhaus não se encontrou qualquer indicação de um incremento, afirmou. No entanto, outras fontes advertem contra os riscos para a saúde humana nas águas da região. “Eu não aconselharia ninguém a ir nadar no Mar Báltico”, diz Diana S. Pyrikova, diretora executiva da organização Diálogo Internacional sobre Munições Submarinas (Idum, na sigla em inglês). O grupo sediado em Haia, Holanda, estuda o descarte global de armas há mais de uma década. Ameaça cancerígena – Pyrikova aponta que certas substâncias que vazam das antigas munições no fundo dos oceanos, como TNT e componentes de armamentos químicos, têm sido relacionadas ao câncer. Ela se preocupa que, ao consumir regularmente os peixes afetados, os humanos possam estar acumulando cancerígenos. Segundo a agência de notícias DPA, outra equipe de pesquisadores da Universidade de Kiel registrou altos níveis de TNT entre os mexilhões que crescem em torno das munições enferrujadas. Apesar das apreensões, o secretário do Ambiente do estado de Schleswig-Holstein insiste que os armamentos afundados não devem ser vistos como causa única dos tumores. Na conferência em Rostock, os cientistas explicaram que suas suspeitas de que a exposição ao explosivo TNT possa estar causando os tumores se baseia em experimentos realizados em laboratório. Certos peixes podem ser mais suscetíveis a acumular as substâncias tóxicas, dependendo da profundidade em que vivam e quanto tempo mantenham a água do mar dentro do corpo. Não mais de 30 anos para agir – As armas da Alemanha nazista foram afundadas no mar por ordem das Forças Aliadas, após sua vitória sobre as tropas de Adolf Hitler em 1945. A maioria foi parar em áreas profundas do Báltico, perto das bacias de Bornholm e Gotlândia, porém parte foi também lançada em águas mais rasas. Os Estados Unidos, Reino Unido e França igualmente jogaram grandes quantidades de armamentos em suas costas. Embora a maior parte da munição alemã descartada fosse convencional – explosivos ou armas de fogo – cerca de 40 mil toneladas continham substâncias de combate químico, como gás de mostarda, arsênico e fosgênio (gás lacrimogêneo e sufocante que ganhou terrível fama durante a Primeira Guerra Mundial). Relatos históricos descrevem como barcos foram abarrotados de armamentos e em seguida naufragados, visando facilitar a localização futura, se necessário. Embora alguns cientistas afirmem que muitas das minas, bombas e granadas continuem seladas, outros alertam que a corrosão permitiria que elas se espalhem mais no fundo do mar, dispersando seu conteúdo. “Muitos governos e Forças Armadas acham que é mais econômico deixá-las lá, e que a água salgada impedirá as substâncias químicas de se dissolverem, mas isso não é verdade”; enfatiza Pyrikova, do Idum. Segundo a ONG, só restam de 25 a 30 anos para remover as munições, antes de estarem tão corroídas que não possam mais ser localizadas. E o pior é que seu conteúdo tóxico permaneceria na água e no sedimento no fundo do mar. Governos fazem vista grossa – Novas tecnologias poderiam reduzir os efeitos nocivos das munições abandonadas, sem o enorme esforço de removê-las. “Esteiras de alta tecnologia podem ser instaladas no fundo do mar. Com o passar do tempo, elas dissolveriam os invólucros, absorveriam as substâncias químicas e lentamente ajudariam na recuperação do ambiente marinho”, propõe Pyrikova. Entretanto mesmo isso exige um investimento substancial de governos que, até o momento, têm preferido fazer vista grossa ao problema, acusa. Atualmente não há nenhum acordo proibindo a eliminação de armas nos oceanos, e segundo certos relatórios, algumas forças militares ainda adotam essa prática. O Idum está se esforçando para organizar uma conferência das Nações Unidas abordando o assunto. Segundo Pyrikova, contudo, a maioria dos políticos e diplomatas ainda se mostra surpresa diante da extensão do problema e de seu impacto ambiental. (Fonte: G1)
  9. Jansen, Parabéns. Ficou linda e partindo de um custom como voce, não deve ter nenhum defeito. Manda uma mensagem com o preço dela e de uma de 25 lbs. abração Kruel
  10. Fora o carinho com que somos tratados...Atendimento nota 1000! Família Marbele é top, é tech, é tudo (rs) Kruel
  11. Companheiros, Fui várias vezes na UHE São Salvador e posso dizer o seguinte: a) Prefiro ela ao lago do peixe. b) Já foi muito boa e a gente pegava bastante tucunas médios. Raramente engata algum maior, mas pegava também. Está ocorrendo o que ocorreu em todos os reservatórios...Na medida que ficam mais velhos diminui o estoque pesqueiro, também em função da queda da oferta de forrageiros. c) A predação também já chegou por lá e é comum ver algumas redes perto das ilhas. Dizem que os mergulhadores também dão suas batidas por lá. d) É um reservatório pequeno comparado com os outros do Tocantins, mas existem lugares muito bonitos e agradáveis. e) Para conhecer até que vale a pena, mas Canabrava oferece a mesma coisa e fica bem mais perto. f) Do jeito que a coisa vai, para divertir um pouco até Corumbá III serve (pequena variação na coluna d´água). E vamos nos falando! abs Kruel
  12. Caríssimos Kid e Rochinha, Pois é Kid...Este tipo de informação possibilita socializar outras informações práticas, também relevantes como poderás verificar na resposta ao Rochinha. Ele pergunta se existem trabalhos em relação as espécies de couro e a resposta é sim! Existem vários trabalhos de monitoramento da ictiofauna em barramentos das UHEs, mas eles são entregues aos entes responsáveis pelo licenciamento ambiental (federal ou estadual conforme o caso) e lá ficam a disposição de eventuais interessados ou mofando em algum armário. Tais trabalhos são fruto das condicionantes do licenciamento ambiental e existem informações valiosas a nossa disposição. Mas quem tem tempo para olhar tudo isso? Existem informações sobre os pintados e cacharas (reservatórios da bacia do Prata) que ficam lá no fundo (60/80 metros) empilhados tipo lenha (rs). Saem mais a noite para caçar e eventuais capturas de dia são muito raras. Quem sai à noite com vento e vai para o canal tentar um pintado? Em compensação a proliferação de barbados e mandis foi enorme a ponto dos afluentes estarem bem povoados destas duas espécies. Sobre os peixes em geral, só por curiosidade, na época da revoada das formigas de asas (aleluias, tanajuras, cupins) os peixes saem dos afluentes e vão se alimentar delas no reservatório! Por falar em reservatórios há que se ressaltar que não existe nenhum igual ao outro, apenas semelhanças, dentre as quais a estabilização que ocorre em torno dos 20 anos de existência para todos. A variável principal é a existência ou não de tributários e a possibilidade de ocorrer a piracema...Considere-se ainda a deplessão (variação da coluna dágua) que, dependendo do reservatório, pode prejudicar ou até impedir uma das reproduções do tucuna durante o ano. Também é comum é que no início da operação existem condições de alimentação farta para todos inclusive para os predadores, especialmente de lambaris que depois somem e dão lugar a peixes forrageiros diferentes tipo "pula pula", azulinho e alevinos de tilápias que passam a fazer parte da alimentação dos predadores. Para as traíras o ambiente lêntico é ideal e sua reprodução é assegurada em qualquer reservatório. Quanto aos Jaús, eles precisam das fortes corredeiras para a reprodução e a tendência é que eles não sobrevivam para sempre nos reservatórios. Aqui em Serra da Mesa (ALTO TOCANTINS) existiam muitos jaús que acabaram aparecendo (uns poucos) na seca, extamente nas cabeceiras em que apareceram as corredeiras. De qualquer forma não podemos nos enganar pois o futuro é que sobrevivam os tucunarés e trairás em função do ambiente que se formou. Algumas espécies nativas ainda aparecem em função do repovoamento incipiente que os operadores fazem para cumprir condicionantes. E vamos nos falando! abs Kruel
  13. Catálogo on-line reunirá dados sobre peixes da ordem Characiformes: janeiro de 2017 Karina Toledo causadas por atividades agropecuárias ou construção de usinas hidrelétricas na região das nascentes de vários tributários da bacia amazônica –, pesquisadores do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP) têm se dedicado a coletar e atualizar informações sobre uma das ordens mais vastas e diversificadas de peixes de água doce existentes: a dos Characiformes.habitat – Preocupados com a possibilidade de espécies endêmicas de animais aquáticos desaparecerem antes mesmo de serem conhecidas pela ciência – em decorrência de alterações no Agência FAPESP | Nesse grande grupo estão incluídas espécies com escamas bem diferenciadas e uma grande diversidade de formas – desde pequenos lambaris e piabinhas, com menos de 5 centímetros de comprimento, até os tambaquis da Amazônia, que chegam a mais de 1 metro de comprimento e 60 quilos. e coordenação do professor Naércio Aquino Menezes, consiste na publicação de um catálogo on-line – previsto para ser lançado nos próximos meses. A consulta ao material será gratuita.apoio da FAPESPUm dos objetivos do projeto, realizado desde 2011 com No catálogo, estarão listadas mais de 2,3 mil espécies de peixes já descritas, com informações precisas sobre sua distribuição geográfica na América do Sul, América Central, África e região sul dos Estados Unidos. As diferentes espécies foram agrupadas em famílias, de acordo com características que possuem em comum. São reconhecidas atualmente 14 famílias: Parodontidae (canivetes), Curimatidae (saguirus, branquinhas), Prochilodontidae (curimbatás), Anostomidae (piaus, piaparas, aracus), Crenuchidae (mocinhas), Hemiodontidae (cruzeiro-do-sul), Gasteropelecidae (peixes-borboleta), Characidae (lambaris, piabas, pacus, piranhas, tambaquis, dourados, matrinchãs), Acestrorhynchidae (ovevas, peixes-cachorro), Cynodontidae (cachorra), Erythrinidae (traíras), Lebiasinidae (zepelins, copeinas) e Ctenoluccidae (bicudas). “Concentramos o trabalho de campo principalmente nas cabeceiras de rios estrategicamente situados, como Tocantins, Paraguai, São Francisco, Xingu e Tapajós. Eles alimentam a grande bacia amazônica e são alvos para a construção de novas hidrelétricas. Nessa parte alta dos rios, há sempre um número elevado de espécies e até de gêneros novos. A parte baixa das grandes bacias já foi mais explorada”, contou Menezes. . No caso de Belo Monte, nem sequer sabemos ao certo quantas espécies foram afetadas. Não havia um levantamento prévio”, comentou.habitatSegundo o pesquisador, muitas dessas espécies que habitam a cabeceira dos rios são endêmicas, ou seja, não conseguem sobreviver em outro tipo de ambiente. “Elas tendem a desaparecer com a construção de usinas hidrelétricas, pois as barragens normalmente são feitas a montante e alteram completamente as características desse Além disso, segundo o pesquisador, as barragens podem ter um efeito deletério às espécies migradoras, que sobem rio acima para desovar em áreas próximas às cabeceiras dos rios. Para Menezes, o conhecimento gerado no âmbito do Projeto Temático apoiado pela FAPESP poderá ser útil para orientar o planejamento de futuras obras de infraestrutura. Disse o pesquisador.Não somos contra o desenvolvimento ou a construção de barragens. Mas defendemos que isso seja feito seguindo a orientação de especialistas e buscando alternativas menos prejudiciais ao ambiente”“ Trabalho de campo O grupo coordenado por Menezes realizou seis expedições nos últimos cinco anos, durante as quais foram coletados quase 10 mil exemplares de peixes de 280 espécies. Foram descritas cerca de 50 espécies novas, além de dois novos gêneros. O material se somou ao acervo do Museu de Zoologia e de outras instituições participantes do projeto SACI (Inventário de Characiformes da América do Sul, na sigla em inglês): Instituto de Biociências da USP; Universidade Estadual Paulista (Unesp) em São José do Rio Preto; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Laboratório de Ictiologia de Ribeirão Preto, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP); Museu Nacional (Rio de Janeiro); United States National Museum (Smithsonian Institution, Estados Unidos); e Academy of Natural Sciences of Philadelphia (Estados Unidos). Na avaliação de Menezes, a degradação dos ecossistemas aquáticos na América do Sul é severa e essas espécies de peixe estão entre as mais ameaçadas: ".Biólogos ligados à área de conservação e manejo da pesca dependem de trabalhos taxonômicos acurados e registros atualizados de exemplares depositados em coleções para determinação de áreas prioritárias para proteção bem fundamentada e elaboração de planos de manejo“
  14. Grande Rodrigo, Concordo com todas as tuas alegações. Mas, cada caso é um caso! Veja aqui em Goiânia. Havia um clube de tiro com 36 sócios (fui sócio muito tempo) e lá atrás tirei o meu CR (que usei raramente). No mês de novembro/dezembro p.p. criaram um novo clube voltado para caça do javali e, segundo informações, somente nestes 2 meses eles conseguiram mais de 600 sócios... Haja vontade de caçar (rs) e haja demanda reprimida. Creia, tem alguns que estão importando cachorros!!! abs kruel

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