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Lamana

REUTILIZAÇÃO DE LINHAS

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Pessoal, a linha que usei na AM ( power pro 65lbs ) em 3 carretilhas, está em estado de zero. Poucas ações, praticamente só com iscas de superfície, sem ter pego enroscos ou outros acidentes. Me preocupa o fato de ficar armazenada por quase 1 ano ( rebobinei no carretel ) depois de ter sido molhada. Penso em usa-lá novamente, pois além da economia, com um pouco de uso ela fica mais macia, pois quando nova, é uma lixa, haja dedo.

O que vcs acham legal:: .

PS- Claro, estarei levando um carretel novo.

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Lamana...eu guardo as minhas sem problemas...Isso, quando chego a trazer linha usada.

Geralmente eu gasto uma carga por semana....então, quando chega ao final da pescaria está na hora mesmo de trocar.

Mas, assim como vc sempre levo um carretel zerado...então, chegando lá vc dá uns trancos nela (se usada)....se estiver boa, melhor ainda..hehe... joia:::

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Lamana,

Uma das coisas que pratico, com relativo sucesso, é inverter o enrolamento da linha de um ano para o outro, passando o que estava no final do carretel para ser "o começo", e com isso, a linha utilizada fica armazenada na base do carretel !

Não sei como isso se aplica às carretilhas, mas nos molinetes, funciona muito bem !

Outro ponto significativo ( que não deve ser perdido de vista ) é que numa pescaria amazônica, o custo das linhas certamente não é significativo dentro dos gastos gerais, e pode fazer a diferença na hora da fotografia do troféu... paia::

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Eu, particularmente, troco a linha depois de 4 pescarias.

Apesar de que a gente só usa uns 40 metros de linha, eu sempre inverto a posição da linha. utilizando a parte que não era usada. Sempre que vou trcar de isca corto alguns centímetros de linha eliminando aquela parte desgastada. Agora,na Amazônia perdí um grande tucna porque a linha arrebentou.

Uma coisa que muitos criticam é o uso de linha multi, acima e 30 ou 40 lbs. Só que em uma pescaria de 15 dias a linha fica detonda. Então é melhor trocar.

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Como eu só fui uma vez para a Amazônia, e isso fas 6 meses, ainda estou com o mesmo carretel de inha dentro da carretilha. E acho que quando eu retornar para as águas Amazônicas irei levar um carretel novo, mas só vou trocar se notar algum fragilização da linha na carretilha.

Tenho duas carretilhas que estão com linhas de 30 libras tem 2 anos e meio. Que utilizo em rios e represas prôximos de Brasilia que até hoje nunca troquei. E tb nunca perdi isca com peixe!

Portanto, eu não troco com tanta frequencia. Mas mantenho um carretel de reserva!

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Grande Moacyr... Falou tudo. Faço também a inversão da linha. Apenas procuro guardar a linha seca e quando um período sem uso coloco-a no sol para eliminar possíveis fungo, o que sim realmente pode comprometer. Fora isso só o que esta realmente puído.

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Num tema de tamanha importância, entendo que comentários simplistas sobre a materia prima que é usada para as nossas linhas, deveria ser refletida antes de serem tornadas públicas, assim sugiro a leitura, no link abaixo, quanto a utilização e aplicação do polietileno, onde numa leitura atenta e aplicada vamos entender bastante, principalmente como nossas linhas vão se comportar e seus cuidados em nossas pescarias.

http://biblioteca.universia.net/irARecu ... &id=604989

um abraço a todos !

A linha de multi é feita de polietileno, o mesmo plástico comum...

Alguém já viu o plástico comum perdendo a validade?

Eu ainda não...

Leva coisa como 500 anos para mais!

Resumindo, pode usar sem medo!

No artigo do link mencionado:

"À temperatura ambiente, PEAD não é solúvel em nenhum solvente conhecido, apesar de muitos solventes, como xileno, por exemplo, causarem um efeito de inchamento. Sob altas temperaturas, PEAD se dissolve em alguns hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos. O PEAD é relativamente resistente ao calor. Processos químicos sob alta temperatura, em meio inerte ou no vácuo, resultam em ruptura e formação de ligações cruzadas nas cadeias poliméricas. Sob elevadas temperaturas, o oxigênio ataca a macromolécula, reduzindo seu peso molecular. Sob baixas temperaturas, pode ocorrer degradação foto-oxidativa (especialmente com luz de l < 400 nm). O PEAD é ligeiramente permeável a compostos orgânicos, tanto em fase líquida como gasosa. A permeabilidade à água e gases inorgânicos é baixa. É menos permeável a gases (CO2, O2, N2) do que o PEBD[1,15]."

Justamente o tipo de plástico usado nas linhas de multi, o de alta densidade e ?cristalinidade?; de forma que não é cabido ressalvas quanto a sua data de validade (exceto pela exposição ao UV; que ainda assim, atinge as cadeias laterais que são raras neste tipo de plástico)...

Compreendo que meu comentário tenha sido simplista, mas não achei necessário ir além; pelo o que peço desculpas já que eu incomodei pela simplicidade excessiva...; Mas devo observar que meu comentário não foi irrefletido como possa ter parecido, para provar, convido-o a acessar o link: http://www2.propesca.com.br/forum/viewtopic.php?t=2645

Vale acrescentar que a linha é sujeita ao ultravioleta, mas isso não é esperado de ocorrer em uma linha que não esteja em uso porque ninguém vai deixar a tralha tomando Sol de bobeira... E mesmo que deixasse, este tipo de plástico é pouco sujeito a esta intempérie, o menos sujeito de todos os tipos enumerados no artigo!

Aquele abraço, Artur!

Aquele abraço a todos!

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Outra coisa que li outro dia e lembrei agora.....os Americanos, aqueles que ganham campeonatos de pesca, que são financiados por fabricantes.....ele só colocana nba carretilha a linha suficiente a duas distancias da medida do arremesso que ele faz normalmente e todo o final de dia de pescaria, ele troca toda a linha......mas não é pq a linha pra ele é gratis, com certeza....e nóa aqui ficamos entupindo nosso equipamentos com um monte de linha e até fazendo economias bobas....

Bom é bem comum eu dar um arremesso de mais de 50 metros, portanto sua teoria de colocar APENAS o dobro de linha que se usa em um arremesso está bem furada pois em uma carretilha de perfil baixo, com a bitola de linha que eu e muitos amigos do fórum costumamos usar dificilmente se cabe mais do que 100 metros de linha, portanto tal comentário de que entupimos a carretilha de linha creio que não é pertinente.

Também acredito que para a grande maioria jogar R$ 100,00 Reais em linha fora por dia de pesca seja sim uma grande bobagem e não uma economia boba.

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Lamana,

Uma das coisas que pratico, com relativo sucesso, é inverter o enrolamento da linha de um ano para o outro, passando o que estava no final do carretel para ser "o começo", e com isso, a linha utilizada fica armazenada na base do carretel !

aplauso::

Kid, fiz isso nas carretas... o que era pé, virou cabeça e ficou muito boa, arriscaria falar que ficou melhor ate que a primeira vez. Ainda fizemos uma cama com linha mono...

Agora não sei no caso AM, perder um bocudo la por ter "torado" uma linha deve ser ate normal com linhas novas.

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Pois é Flavio,

Também tenho esse impressão às vezes em que inverto a linha !

Acho que ela de fábrica tem aquela cera que a torna mais "dureba"...

Quanto a partir linha, isso é da pescaria...

Com muita dificuldade, e meio a contragosto, aumentei minha libragem para 50 lb, e nem por isso deixo de tirar meus bocudos... paia::

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Eu já escutei de vários pescadores que o pH da águas do rio Negro agride demais as linhas de multifilamento.

"A água da bacia do rio Negro apresenta um elevado grau de acidez, com pH 3,8 a 4,9"

Eu usei uma carga de Tuff Line 65lbs durante toda uma semana,e praticamente só usei esta carretilha. A linha voltou com a trama frouxa, enxarcando mais, com alguns pontos desfiados e perdeu quase toda sua coloração. Essa linha jamais eu usarei devolta numa pescaria que envolve grandes custos e grandes chances! Passo ela para um molinete para uma carretilha de pesca de fundo, pra jiggar, etc... Mas para arriscar com um açu, jamé!

Quanto ao tempo de duração (sem uso) não sei se tem influencia... desidratação da linha? Resecamento? Sinceramente não sei...

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Estou transcrevendo, so a titulo de um pouco mais de conhecimento, este texto de autoria do meu amigo Cr@vo.

Como foi escrito este texto não têm muita coisa com ou até mesmo nada com a pesca de praia mas certamente dará subsídios àqueles que desejarem alguma informação sobre esse moderno tipo de linha que já está fazendo parte do "arsenal" de um grande número de pescadores com iscas artificiais e agora até mesmo muitos de praia.

Tirei esse título de uma pergunta postada no fórum Eco Pesca e intentando respondê-la comecei a pesquisar e a relembrar minha história com ele, desde que há dez anos quando recebi de um amigo, metade de um carretel da Spiderwire, para que enchesse minha carretilha antes de uma pescaria em Cananéia.

Na ocasião quando corricava Anchovas na primeira passada por uma curva do costão a linha passou por uma craca e cortou-se em fiapos, voltei ao monofilamento.

Depois, noutra pescaria arremessando iscas de superfície, por algumas vezes a linha "trancava" no carretel e a isca voltava assustadoramente sobre mim.

Era ruim ou eu que não sabia usá-lo, não pensei nisso até o ano retrasado quando resolvi tirar a coisa a limpo.

Com a descoberta do náilon em 1935 os pescadores acreditaram que nada poderia ocorrer de melhor, no entanto, quarenta e oito anos depois a descoberta do recobrimento do náilon com Fluorocarbono e até mesmo a criação de monofilamentos deste material, trouxeram ou abriram ao pescador novas possibilidades na pesca, agora aumentadas com a utilização dos multifilamentos.

Na verdade linhas trançadas para a pesca nem são novidades, pois nos idos de 1800 linhas para a pesca de fly já eram obtidas da torção de crinas de cavalos.

A sacada se existe é o material empregado, primeiramente o Dacron, feito a base de algodão e muito usado na pesca oceânica durante as últimas décadas.

Imagem Postada

Os primeiros multifilamentos como os conhecemos hoje, introduzidos no mercado em meados dos anos 90 para a pesca de arremesso eram a base de kevlar e tinham um alto teor de abrasão tanto ao equipamento quanto para eles mesmos, necessitando que varas, carretilhas e moline-tes fossem especialmente fabricados para o seu uso o que na ocasião dificultou a sua disseminação, foi à época das carretilhas que enrolavam em "X", dos passadores em ligas especiais e até mesmo tesouras.

Embora ainda existam multifilamentos fabricados a base de Kevlar, hoje já não tão abrasivos, a grande maioria dos "Multi" de boa qualidade são normalmente torcidos à base de filamentos de Polietileno Gel Spun, denominado comercialmente de "Spectra" (marca registrada da Hoeneywell), muito finos e com elasticidade próxima do zero, anteriormente destinados apenas à fabricação de roupas especiais e até mesmo coletes à prova de balas, visto sua resistência muito superior a multifilamentos de aço, apesar de serem muito mais leves que este.

http://www.guiapescadepraia.com.br/images/linhas03.gif

Suas grandes características a par de não serem nada abrasivos são a forma arredondada e as tramas muito mais justas, que permitem diâmetros cada vez menores em relação à libragem proporcionada, principalmente se comparados aos monofilamentos de náilon, normalmente quatro vezes mais grossos. Também aceitam melhor os nós e não conservam nenhuma "memória", facilitando o enrolamento e os conseqüentes arremessos.

Outra grande e importante característica é que por terem como já dito, tramas mais justas e serem cada vez mais finos eles absorvem menos água e produzem menos arrasto quando tracionados e apesar de muito mais caros que os monofilamentos de náilon, duram quando bem cuidados até dez vezes mais que eles, bastando tratá-los com silicone, em spray para facilitar o trabalho.

Como disse, ano retrasado depois de entender tudo isso e apesar dos esforços continuar arremessando de dez a vinte metros menos que o Tuba, (lançando com mono e ele com multi) na pesca das Anchovas, aderi.

Agora só perco por 7,8m. Hahahaha!!!.

Passei a usar multifilamento em pescarias que dependem de um bom arremesso e de boa resistência à tração com pouca elasticidade.

Mas nem tudo é alegria. A par dessas qualidades importantes ele ainda necessita de alguns conhecimentos a mais por parte do pescador, principalmente no tocante a nós. A utilização de um líder de monofilamento é também necessária, seja pela resistência à abrasão, seja pela melhor dissimulação deste na água, como tudo na vida o multi tem prós e contras!

Cuidados:

O maior e grande cuidado do pescador é que por ter elasticidade bem próxima do zero, ferradas muito bruscas poderão quebrar as varas, principalmente àquelas ditas rápidas ou com "ação de ponta".

Uma pequena ferrada seguida de um giro da manivela resolverá a situação.

Por serem muito mais finos que os "mono", qualquer carretilha ou molinete é capaz de receber uma grande e desnecessária quantidade de "multi" pois normalmente e salvo melhor juízo, ninguém usa mais que sessenta a setenta metros de linha numa pescaria com iscas artificiais e sendo assim o carretel poderá ser completado como monofilamento à guisa de Backing, como no fly.

Eu particularmente conforme o equipamento a que se destinam, divido o carretel de 300jardas ou 270metros, em três ou quatro partes iguais e o de 150 jardas em duas. Sem ter um medidor, como faço isso?

Primeiramente pego uma panela e meço o seu perímetro ou circunferência com uma fita ou o calculo, depois de medir o seu diâmetro e conseqüentemente descobrir o raio, no caso da panela da foto, 10 cm.

A estas alturas vocês já devem estar me considerando um louco, mas para mim a pescaria é cheia dessas lucubrações que muitas vezes como neste caso, facilitam a nossa vida, vejamos:

Circunferência da panela:

Medida com a fita = 63 centímetros.

Calculada pela fórmula 2Pi R = 2x3, 1416 x 10 = 62,832 centímetros.

Sabendo disso, se quero dividir o carretel em quatro e que cada parte deverá ter 67,5metros, bastará enrolar a linha na panela por 107 voltas e eu terei a carga para minha carretilha ou molinete. Se quiser dividir por três, enrolar 145 voltas e terá os 90 metros.

Mas com tão pouca linha o carretel ficará vazio (ou pouco cheio dependendo do ponto de vista), dificultando os arremessos. Se está vazio precisamos enchê-lo e como faremos isso:

Primeiramente enrolamos o multi bem apertado e quando terminar o unimos com um nó Albright ou outro de confiança do pescador à uma linha mono 0.30 a 0.35mm, que deverá preencher o carretel (bem apertado) até 2mm de sua borda. Tcham, Tcham, Tcham!

Agora é só inverter a linha passando o mono para baixo e você estará pescando com multifilamento e garanto que até se esquecerá do backing feito com monofilamento e se um dia lembrar, poderá até pensar em sem mexer no mono, inverter o multi passando a parte mais gasta para baixo e a quase nova para cima.

Nó Albright

Acabamento:

Observações:

Para a pesca de praia as maiores considerações seriam quanto à escolha de uma boa marca em relação ao custo-benefício e uma resistência em torno de 15Lb, não pela sua resistência mas pelo seu diâmetro, que quanto mais fino, mais difícil de controlar.

Acredito que economicamente poderemos pescar com um mínimo de meio carretel de multi 300Jd (135m) complementados com um backing de monofilamento 028/030mm.

Ou melhor ainda usar 150/180m do muti para o molinete barra pesada deixando 120/90m para a média distância, sempre complementados pela quantidade de monofilamento necessária ao preenchimento do carretel.

Não vou entrar aqui em considerações sobre marcas, pois todas devem ter as suas qualidades e deficiências.

Na verdade acho que só quis demonstrar que o "Multi" não é tão feio quanto pintam, quem usar verá!

Autor: Cr@vo

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Grade Moacyr, você é o cara, sabe muito... o material usado em linha de multi como você disse, é sim utilizado em coletes aprova de balas, Fibras aramidas que são mais conhecidas pelo nome de Kevlar, marca registrada da empresa Dupont, que se atepõem as placas de cerâmica. Se alguém estiver a fim de saber sobre alguns dos tipos de fibras inclusive utilizados na pesca (tecnologia a serviço do pescador heheheh...) pode dar uma olhada neste site http://www.barracudatec.com.br/produtos ... ramida.htm

Espero ter ajudado

Abraço a todos

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Eu sou totalmente a favor da reutilização. Acho um desperdício jogar uma linha toda fora porque ela foi usada numa pescaria. Acho bacana esse lance de inverter a linha. Fiz isso numa linha Rapala multi 20lbs que eu tenho numa carretinha Daiwa antiga e ela tá lá até hoje! Aumenta a durabilidade e economiza-se uma bela grana! E melhor, não compromete a pescaria!

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Amigos...

Como eu faço:

Encho a carretilha com multifilamento zero bala...normalmente depois de algumas pescarias aquele pedaço de 20 ou 30 metros iniciais está gasto e sem cor...corto fora e continuo pescando mesmo com o carretel um pouco mais vazio.Depois de mais algumas pescarias, mais 20 ou 30 metros estão gastos, nesta etapa eu tiro toda a linha enrrolando em um molinete, faço uma cama de monofilamento na carreta com mais ou menos 20 metros e inverto o enrrolamento da linha e continuo no mesmo processo...desta forma tenho certeza que usei a linha até o fim.

Agora se vou investir para ir pescar na Amazônia ou Esteros na Argentina, não penso duas vezes...Tudo novo, 100%.

Agora mudando um pouco de assunto e pegando carona no post Adhemar...

Há uns 2 anos atrás, comprei um carretel de multi da Spyderwire com Teflon, gostei muito da linha por ser macia e de baixissímo atrito.Não acho mais esta linha para comprar e ví no post do Adhemar a utilização de silicone spray para tratamento e pergunto:

Vocês usam isto, funciona e diminui o atrito e a absorção de água?

Abraços

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Há uns 2 anos atrás, comprei um carretel de multi da Spyderwire com Teflon, gostei muito da linha por ser macia e de baixissímo atrito.Não acho mais esta linha para comprar e ví no post do Adhemar a utilização de silicone spray para tratamento e pergunto:

Vocês usam isto, funciona e diminui o atrito e a absorção de água?

No meu caso, com o uso dessa linha revestida por teflon, eu acho que diminuiu sim a absorção de água (que eu não considerei muito importante), deixou a linha meio-dura o que pode reduzir a distância de arremesso (já que uma razão para o aumento da distancia de arremesso da linha de multi é sua grande maciêz); e reduziu o atrito (isso sim muito importante)... Mas o revestimento não foi longe, ele se desgasta e logo deixa a linha desprotegida nos exatos lugares de maior atrito (observação minha), o quê é agravado pelo uso do silicone que parece afetar este revestimento de teflon (se inmiscuindo no teflon e o amolecendo? será que isso não ocorre com silicone alimentício?).

De qualquer forma, achei que é mais vantajoso usar uma linha sem revestimento e passar um silicone...; que usar esta linha revestida e ficar sem saber se usa ou não o silicone!

Opinião minha que o silicone é mais efetivo em reduzir o atrito do que este revestimento, que logo se desgastou...; e que a linha ficou curiosamente melhor após alguma dissolução do revestimento de teflon justamente pela recuperação de parte da maciêz perdida com este revestimento...

Aquele abraço, Schmi (é assim que você chama??? rindo3:: Desculpa a tirada, mas num güentei... vergonha:: )!

Aquele abraço a todos!

PS: Eu uso o silicone sempre; o difícil é saber a quantidade a ser usada já que o excesso irá sair na água e deve dar "cheiro ruim" na água, que poderia espantar os peixes...

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Amigos...

Como eu faço:

Encho a carretilha com multifilamento zero bala...normalmente depois de algumas pescarias aquele pedaço de 20 ou 30 metros iniciais está gasto e sem cor...corto fora e continuo pescando mesmo com o carretel um pouco mais vazio.Depois de mais algumas pescarias, mais 20 ou 30 metros estão gastos, nesta etapa eu tiro toda a linha enrrolando em um molinete, faço uma cama de monofilamento na carreta com mais ou menos 20 metros e inverto o enrrolamento da linha e continuo no mesmo processo...desta forma tenho certeza que usei a linha até o fim.

Agora se vou investir para ir pescar na Amazônia ou Esteros na Argentina, não penso duas vezes...Tudo novo, 100%.

Agora mudando um pouco de assunto e pegando carona no post Adhemar...

Há uns 2 anos atrás, comprei um carretel de multi da Spyderwire com Teflon, gostei muito da linha por ser macia e de baixissímo atrito.Não acho mais esta linha para comprar e ví no post do Adhemar a utilização de silicone spray para tratamento e pergunto:

Vocês usam isto, funciona e diminui o atrito e a absorção de água?

Abraços

Amigo, esse é outro tema polêmico- usar ou não usar silicone na linha de multi .

Eu particularmente acho que não.

Uma vez me recomendaram reparador de pontas de cabelo (aquele que todas mulheres usam, rsrs).

Caí na besteira de usar ( na linha smile:: ), foi uma "cabeleira" atrás da outra, perdi muito poder de arremesso, além de perder a sensibilidade do freio "dedão".

O grande defeito da multi em relação às mono é que elas tendem a grudar entre sí, principalmente quando estão secas, e ná hora do arremesso a linha não sai na altura do devanador da carretilha, ela faz uma pequena alça ( 1/4 de volta ou coisa assim ). Pode observar.

É dificil explicar, mas é só observar, quando vc faz uma cabeleira com multi. Qd vc vai desenrolar a multi está enrolada no sentido contrário.

O que eu percebi foi que o silicone agrava isso. Quando está bem melecado funciona até, mas depois de alguns arremessos, no sol, e junto com o material orgânico que fica em suspensão na água, aquilo vira uma gosma grudenta.

O melhor é vc seguir o conselho do Nelson Nakamura e andar com um potinho cheio de água, toda vez que vc ficar sem usar a carretilha na pescaria e a linha secar ( geralmente na mudança de pontos de pesca ), vc dá uma molhada na linha. O Nakamura recomenda aqules frasquinhos de Catchup.

Note que é uma opnião própria.

É bom consultar que usa o silicone pra saber os prós e contras tb!

Grande abraço

Beto

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Já ouvi uma história de lavar a linha após a pescaria (água + sabão neutro), enxaguar, secar e guardar... Alguém já fez isso? Não tira aquela cera que as multi tem?

Isso tem fundamento na hipótese da linha "apodrecer", "apanhar cheiro ruim",...

Como dito antes, essa linha não apodrece, e eu nunca percebi nenhum cheiro ruim; exceto se a linha vier com lodo.

Acho desnecessário lavar se a linha não tiver sujeira visível ou sal (o sal, além de ser corrosivo, pode solidificar formando cristais com bordas cortantes à linha... areia pode ter efeito parecido).

Sobre a cera, ela não é solúvel em sabão neutro e água; de forma que só mesmo esfregando que poderia removê-la.

Ao menos, é essa minha opinião...

Aquele abraço a todos!

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Sobre a cera, ela não é solúvel em sabão neutro e água; de forma que só mesmo esfregando que poderia removê-la.

Lembrando também que existem "ceras e ceras". A Linha Scorpion da Sumax, por exemplo, eu usei e achei que a cera saiu extremamente rápido, inclusive deixando bastante resíduos no distribuidor de linha da carreta. Me certifiquei de que não estava agarrando a linha em nenhum lugar, concluí que essa era uma característica daquela linha mesmo.

...mas, de qualquer forma, não achei ruim o fato de a cera sair rápido pois a maciez da linha aumentou bastante depois disso, a linha era uma 0,45mm e com a cera estava muito espessa pro meu gosto.

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...mas, de qualquer forma, não achei ruim o fato de a cera sair rápido pois a maciez da linha aumentou bastante depois disso, a linha era uma 0,45mm e com a cera estava muito espessa pro meu gosto.

Eu também prefiro a linha sem cera ou revestimento algum!

Arremessa muito mais!!!

Na linha, só mesmo o silicone e nada mais...

Engraçado pensar que a linha tenha de ser "amaciada" igual motor de carro... lingua::

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...mas, de qualquer forma, não achei ruim o fato de a cera sair rápido pois a maciez da linha aumentou bastante depois disso, a linha era uma 0,45mm e com a cera estava muito espessa pro meu gosto.

Eu também prefiro a linha sem cera ou revestimento algum!

Arremessa muito mais!!!

Na linha, só mesmo o silicone e nada mais...

Engraçado pensar que a linha tenha de ser "amaciada" igual motor de carro... lingua::

Caro Moacyr, estou cada vez mais convicto que não só a linha, mas tb a carretilha sofre um "processo de amaciamento". Alguém já notou isto legal:: .

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