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[Relato] Barco Marruá - Out25
Renato Barreto e 8 outros reagiu a Willian Furlanetto por um tópico
Fala, turma! Venho relatar mais uma pescaria. Dessa vez, foi na região de Barcelos, a bordo do Barco Marruá. Nossa pescaria foi realizada entre os dias 04/10/2025 e 10/10/2025. Depois de dois anos consecutivos enfrentando secas extremas na Amazônia por causa dos efeitos do El Niño, é muito bom chegar e ver o Rio Negro assim, voltando ao seu nível normal. OUTUBRO DE 2025 NOVEMBRO DE 2024 O nível do Rio Negro, em Barcelos, ainda estava um pouco alto. Nosso objetivo era subir o Aracá ou o Demeni, mas ambos os rios estavam cheios de barcos-hotel. Até então, eram os dois que apresentavam as melhores condições. Três dias antes da pescaria, saiu um peixe de 86 cm no Demeni, o que certamente atrairia ainda mais turmas para lá. Em conversa com o pessoal do Marruá, decidimos mudar os planos: subir o Negro em direção a Santa Isabel do Rio Negro e pescar mais acima. Chegando em Barcelos, já era possível avistar algumas praias surgindo ao longo do rio — um sinal animador que elevava nossas expectativas e deixava o pescador ainda mais ansioso. Assim que chegamos, embarcamos no Marruá. Um almoço rápido e, sem perder tempo, já estávamos na água, prontos para viver mais uma aventura amazônica. Logo nas primeiras horas de pesca, já embarquei três peixes na hélice — o que anima qualquer pescador. Na subida, optamos por dormir na boca do Arirarrá e, bem cedo, entrar no rio para pescar. Porém, não foi uma boa escolha: passamos a manhã toda dentro do Arirarrá sem ver um único peixe. Paramos para o almoço, pegamos aquela típica chuva torrencial da Amazônia e decidimos voltar para o rio Negro. Por lá, embarcamos alguns peixes, mas a pescaria continuava difícil — até que um belo exemplar entrou na sarará e levou a garateia com pitão e tudo! A Amazônia nunca é fácil, mas sempre surpreende! Hahaha Continuamos subindo o rio Negro, e a pescaria seguia difícil. Ainda assim, vários peixes na faixa de 50 a 60 cm estavam entrando — e o melhor, quase todos na hélice. O troféu ainda não havia aparecido, mas encontramos um bom cardume que garantiu a diversão. Seguimos a pescaria nesse ritmo: muito peixe de pequeno porte na hélice, garantindo a diversão, mas ainda faltava aparecer o grande. Até que vimos um peixe enorme caçando. Joguei para um lado, o Marcelo lançou para o outro — e lá estava ele, o gigante entrou! Mas, como sempre digo, a Amazônia nunca é fácil. Peixe grande é ainda mais difícil, e dessa vez quem não aguentou foi o snap. Cara, é triste demais ver a expressão de quem perde um troféu! Kkkkkkkk Mas faz parte — a pescaria segue. E o pior é que sempre fazemos nosso tradicional torneio… então perder um peixe desse tamanho é, literalmente, perder um troféu! Nossa pescaria seguiu nesse ritmo. Subimos mais um pouco e encontramos alguns peixes maiores. Meu destaque foi um belo paca de 70 cm. Continuei embarcando muitos peixes na hélice, o que me manteve na liderança do torneio. O pessoal acabou perdendo pelo menos uns cinco peixes grandes, que acreditamos serem os tão afamados 80up. Os quatro maiores peixes da semana mediram 79, 76, 74 e 70 cm. No nosso torneio, só são válidos peixes acima de 50 cm — e esses foram os números da nossa turma, composta por 15 pescadores: 50up = 89 peixes 60up = 26 peixes 70up = 4 peixes Total = 119 peixes embarcados Peguei muitos peixes na hélice, somando ótimos pontos para o torneio, o que me rendeu o troféu de melhor pescador. A isca que marcou minha pescaria foi a High Roller 6.25 Não posso deixar de destacar o barco Marruá: excelente custo-benefício em Barcelos. O atendimento é nota 10; os proprietários estão sempre junto com o grupo, os guias são experientes, o barco é confortável e a comida e as bebidas são de primeira. Com certeza pretendo voltar — e recomendo!9 pontos -
Barcelos 2025. Outubro - Pousada Paca Açu Fishing
Fabrício Biguá e 7 outros reagiu a Adalberto Magrao por um tópico
Bom dia queridos amigos. Como nos anos anteriores, partimos para Barcelos. Dessa vez, novamente fomos de Barco Comandante Natal. Suite dupla, com ar, tv, wc privativo. Café da manhã , almoço e jantar inclusos na passagem( R$ 900,00 ida e volta) Após 24 hrs, paramos em frente a pousada e fizemos o transporte de voadeira para pousada( 5 minutos) Ano Passado a Pousada só tinha 1 apto, ja esse ano tem capacidade total para 5 aptos, sendo duplo, com ar, internet e wc privativo( 10 pessoas) Pousada Paca Açu Fishing, do amigo Izaias Rodrigues. Pescamos 8 dias. Estavamos monitorando o rio desde setembro e pensamos em pegar com menos de 3, 5 metros , mas chegamos com 4 mts e nada mudou nos 10 dias que nos hospedamos. Variava entre 3,9 até 3, 5 e subia novamente. Pescaria foi nas lagoas, pois as condições propiciavam podermos entrar. Sairam bons peixes, meu maior for 75 cm e de meu parceiro 76 cm. Maioria foi tudo na Helice. Ainda notamos agua para dentro do manto uns 3 mts para dentro.. ACREDITO FIELMENTE QUE QUEM FOR FINAL DE NOVEMBRO VAI ACERTAR NA MOSCA. Abaixo fotos, não sei mexer direito com isso, mas vai la.....kkkk Os Videos, que falo Camisa do Gordo, é um presente do meu filho Caçula Henrique que eu apelidei de gordo desde criança.......e até hoje para mim é o Gordo.kkkkkk Agradeço ao meu parceiro @Garrote por mais essa aventura maravilhosa, nos 14 dias que ficamos juntos sendo 8 de pescaria . Bora voltar em 2026 Lugar maravilhoso, sem pressão de pesca. Vimos apenas 1 Barco Hotel durante a semana toda. Izaias é nascido no local, nativo da terra conhece tudo quanto é entrada de lagoa, locais de pesca e um excelente amigo que ja fizemos nessas andanças pelo mundo. Valeu pessoal Grande abraço a todos Segue contato do Izaias caso desejem perguntar algo Izaias Pousada Paca Açu Fishing (92) 9355.96.22 Acomodações.mp4 Camarote.mp4 Visão da Pousada.mp4 60 cm.mp4 65 cm.mp4 75 cm.mp4 75 pego.mp4 Acomodações.mp4 Ataque do Gigante.mp4 Camarote.mp4 Camisa do Gordo 1.mp4 Camisa do Gordo 2.mp4 Camisa do Gordo 3.mp4 Camisa do Gordo 4.mp4 Camisa do gordo 5.mp4 Camisa do Gordo.mp4 Lagoa 1.mp4 Lagoa 2.mp4 lagoa 3.mp4 lagoa 4.mp4 Lagoa 5.mp4 soltando 2.mp4 Soltando 3.mp4 soltando 4.mp4 Soltando 5.mp4 soltando 6.mp4 soltando 7.mp4 Soltando 76.mp4 Soltando.mp48 pontos -
PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)
Edmar Alves e 6 outros reagiu a Guilherme Stival por um tópico
Vamos para mais um relato de pescaria! Dessa vez pescando em SIRN, pela primeira vez. Eu, meu Pai e mais 2 amigos, achamos uma oportunidade de encaixe no Kalua II para pescar no Rio Jurubaxi - SIRN. Coinscidentemente era a turma do amigo aqui do fórum @Francisco Jr que sempre está pescando por lá. Já aproveito para agradecer todo o apoio na liderança deste grupo que deu muito certo, realmente a turma era muito bacana sem qualquer defeito. Uma semana antes da nossa viagem o tempo mudou, Rio Negro estava baixando diariamente, mas como todos já sabem, Amazônia é imprevisível e as condições de pesca podem mudar de um dia pro outro. Ao chegar em SIRN (30/01/2026) verificamos que o Rio Negro já tinha subido bastante. Embarcamos no Kalua II e seguimos para o Rio Jurubaxi que também estava "bufando" de água. Praia? NENHUMA. Água pra dentro do mato e os peixes também. Pescaria extremamente difícil e desafiadora. Na primeira tarde de pesca, para esticar as linhas, ninguém pegou nada relevante..lagoas quietas, sem sinal de peixe. Percebemos que os peixes estavam nas filhoteiras. No primeiro dia completo, nosso amigo Rafa Spinelli pegou seu trófeu de 82cm e a turma deu uma animada, apesar da dificuldade, pelo menos um monstro já tinha dado as caras. No segundo dia de pesca, depois de 4 anos de Amazônia e completando minha 6ª semana de pesca, encontrei o tão desejado 80up. Uma sensação indescritível que só faz a gente se apaixonar mais por essa pescaria. Além disso, fui presenteado com esse peixe, pescando na companhia do Pai que sempre me acompanha em todas as pescarias amazônicas. Com certeza uma benção e a alegria tomou conta. Na nossa cabeça a pescaria já estava feita. Peixe de 82cm e 18lbs. A isca do troféu me lembrou algumas conversas aqui do grupo, de quando um companheiro "rouba" a isca do parceiro quando falta na caixa ou quando as iscas, mesmo parecidas, não estão dando resultado. Os peixes estavam aparecendo apenas nas Twitch Baits (subsuperfície) e percebendo isso, peguei uma isca da tralha de um companheiro que estava em outra canoa, e não é que o troféu entrou nela? 😅 Depois disso eu não devolvi a isca rsrsrs falei que era minha e que na próxima pescaria a gente acertava essa conta 😂. Bay Ruf Bulk 125F da DUO. Ao longo dos dias a pescaria continuou da mesma forma, apesar da chuva ter dado uma trégua e o sol bem quente, o cenário não mudou e os peixes continuaram no mato e sem muita movimentação além das filhoteiras. Na maioria dos dias não tinha nem ação de peixe, realmente tiramos leite de pedra. O amigo Rafa Spinelli estava voando baixo, no segundo dia de pesca ele voltou com mais outro 80up, dessa vez um de 81cm, coisa linda: Os tucunarés-açus foram contados a dedo: 82/82/81/78/77/77/68/67. De resto, apenas borboletas e popocas. Apesar das condições, não posso dizer que não fiz uma boa pescaria...depois de tanto procurar, achei o peixe que eu tanto busquei, e ainda, em condições dificílimas, me deu uma sensação de dever cumprido. A gente aprende muito em pescarias difíceis, temos que testar de tudo, tentar de tudo e lutar contra o desânimo que vai batendo ao longo da semana quando a pescaria não é farta. De qualquer forma, me senti abraçado pela Amazônia mais uma vez e já estou contando os dias para a próxima em Outubro 2026. Abraço a todos do grupo.7 pontos -
Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Edmar Alves e 6 outros reagiu a Matheus Assoni por um tópico
Boa noite pescadores! Aqui vai mais um relato na Represa de Furnas, dessa vez recente, do último final de semana. Furnas é uma das represas que mais tenho prazer em pescar, água transparente, paisagem fora de série e um dos tucunarés azuis mais bonitos do Brasil fazem ela ser cada vez mais especial pra mim. Partimos de SP rumo a Carmo do Rio Claro, com chegada na pousda prevista para as 22:00, e uma parada pra jantar em Muzambinho acabou entardecendo a nossa chegada, mas, graças a Deus chegamos bem e já fomos nos instalar no quarto e começar a arrumação das tralhas. No caminho para a Pousada, vi que haviam postado no Instagram os pescadores nos tablados e que as tilápias estavam encostadas na ceva, e, relembrando o meu início na pescaria, desci ao tablado com uma varinha de 2,70, um pote de bichinho de laranja e já querendo pegar o primeiro da pescaria. kkk Pesquei das 23:00 ás 02:00 e tive bastante ação, 3 piaus três pintas e uma porção de tilapinhas e lambaris, dessa vez a tilapona levou a melhor na beira do tablado, mas na próxima ela se vê comigo. Já descansado e pronto pro primeiro dia atrás dos tucunas, nossa pescaria seria com o Leandro Silva, amigo que a pesca nos deu alguns anos atrás e é sempre um prazer poder pescar com ele, conhecimento ímpar da represa, pescador dos bons e a humildade em pessoa. Nas conversas da semana, sabíamos que seria uma pescaria ralada na busca do big blue, mas com muita ação dos garrotes que estavam espancado as iscas e rendendo boas memórias. Muita chuva durante a semana e uma previsão que assustava no final de semana, lago subindo muito, mas, a vontade de estar na água sempre fala mais alto. Primeiro Dia Café tomado, subimos no barco e bora de carona pro lago. Começamos a pescaria sem vento e já no primeiro ponto começamos a ter ações dos tricks e meu pai já abriu a contagem bem cedinho. No mesmo ponto, tivemos mais duas ações de peixes maiores, mas nenhum dos dois acabou engatando, um na Bonnie 95 e outro em uma hélice pequena. Pela manhã tivemos muita ação e poucos peixes embarcados, mesmo assim, todos do mesmo tamanho do primeiro do dia. Perto do almoço, o Leandro já havia nos sugerido voltar para almoçar na pousada devido a chuva e de pronto aceitamos, no caminho topamos com ela, e ela não estava para brincadeira. Na volta do almoço continuamos com as ações de peixes menores, mas que iam dando um dinamismo muito grande, em todos os pontos que parávamos embarcavamos alguns tucuninhas. Próximo as 16:00 já com uma trégua no vento, o Leandro avistou um chuveirinho a uns 100 metros de onde estávamos pescando, acelerou a velocidade do elétrico e fomos nós atrás dele, próximo ao chuveiro, arremesso bem dado e peixe engatado, o primeiro 50 up em Furnas de 2026. Próximo ao barco o macho que estava com ela veio a acompanhando, era de respeito, se não desse 60, beirava, mas, não deu muita atenção pras iscas que meu pai desceu na cara dele. já que o macho não engatou, continuamos batendo isca procurando os trofúes de Furnas. Antes de encerrarmos o dia, ainda tivemos um ataque de cinema de uma traíra que saiu fora d'água para buscar a Firestick e acabou enchartu Primeiro dia de pesca finalizado com 23 peixes embarcados, sendo 22 na superfície o maior do dia na meia água. Segundo Dia No segundo dia, já tinhamos expectativas melhores, apesar da forte chuva que cairia, o vento daria uma trégua ao longo do dia. Embarcamos logo após o café e o roteiro se manteve muito parecido com o primeiro dia, já no primeiro ponto, alguns "garrotões" deram as caras, mas os peixes maiores ainda estavam tímidos. Por volta das 10:00 e ainda sem chuva, o Leandro novamente viu um chuveirinho, mas dessa vez mais perto de nós, como já tinha no dia anterior acertado um chuveirinho, deixei a missão com meu pai dessa vez. O arremesso dessa vez não saiu como o esperado, a isca caiu antes da filhoteira, mesmo assim eles vieram atrás da isca rebojando, mas sem de fato grudar nas garateias. Depois das 10:00 a chuva veio forte, e parece que os peixes ficaram mais ativos do que antes da chuva. Em um praiado limpo, um único tronco no final do ponto nos fazia pensar ter um casal ninhando ali. Chegando mais perto do tronco que estava à uns 5 metros de profundidade, arremessei a Firestick passando dele, e, quando ela alinhou com o tronco, uma pancada, mais uma vez a fêmea veio na minha isca. Meu pai na sequência arremessou a isca dele no mesmo local, e insistiu no stick pra tentar trazer o macho pra superfície. Ele até subiu, mas não engatou na superfície, no erro do ataque, meu pai passou a mão no jig, que nem precisou tocar no fundo pra briga começar. O primeiro 50up do meu pai da viagem. Depois do casal e da chuva que castigava sem pausa, decidimos voltar a pousada para almoçar, colocar uma roupa seca e descansar algum tempo antes do último turno de pesca. Já no pós almoço, meu pai de barriga cheia e aquecido, decidiu não voltar para descansar em um local que não se molharia e descansaria (quarto kkk), já que na volta da pescaria, pegaríamos 450km de estrada. Voltamos do almoço com chuva, mas com esperança de uma tarde melhor de pesca do que havia sido o dia anterior. Ainda com chuva forte, abrimos a contagem da tarde com mais um trick, que abriria o caminho para alguns maiores na sequência. A chuva parou, a água espelhou, vimos mais um chuveirinho na margem, mas só estavam espantando a isca, e em cada ataque de tremer as pernas, esse ficou na memória daquela água limpa e aquele pexie investindo na isca. O Leandro focou na pescaria no domingo a tarde comigo, com uma T20 arremessando mais no bico do barco e eu focando nos maliceiros e cana bravas que recentemente foram encobertos pela água. Em um dos pontos, o peixe reboja na isca do Leandro e ele viu o peixe e disse ser mais um 50tão, insistimos nós dois, um na X80+1 e outro na Vision +1, e, em alguns arremessos ele deu as caras pra nós, pra abençoar a tarde. Na sequência o vento veio, e sugeri ao Lê que queria bater uma barbeluda em locais mais fundos, ele de pronto aceitou e mudou a estratégia dele, colocou uma firestick e focou os arremessos onde antes, eu estava focado. Em 10 arremessos, uma nave subiu sutilmente e só sugou a isca dele, acho que nem reparou que tinha se fisgado sozinho, preso por um único anzol da garateia, o Lê mandou bem demais no meio dos maliceiros e trouxe ele pro limpo, mais um peixe embarcado e um dos peixes mais bonitos que já vi em Furnas, colorido, cupinzudo e quadrado. Mais alguns arrmessos á frente, o Leandro disse ter levantado um peixe muito grande no mesmo ponto na semana anterior, e, eu continuava focado na X80+1 arremessando pro bico do barco e confiante que engataríamos o último antes do retorno pra casa. Dito e feito, na parada da isca, senti o tranco e a tomada de linha, por preguiça, ainda havia deixado a isca com as garateias originais, mas o local era limpo e folguei um pouco o freio e mais um presente de Furnas pra encerrar mais uma pescaria mágica no lago mais bonito do Brasil. Já no caminho de volta para a pousada, tivemos de parar para fugir da tempestade que estava formada na direção que iríamos, mas, nada que preocupasse. Pescaria finalizada com 2 peixes a menos do que o dia anterior, porém, com 4 peixes maiores na galeria e nas lembranças. Agradecer a Deus pela viagem tranquila e sem nenhuma intercorrência, e um agradecimento mais que especial ao Leandro pela parceria em mais um final de semana. É sempre muto bom pescar com quem sente prazer na pesca, incentivando e motivando o tempo todo esse é e sempre será o resultado de uma pescaria com ele. Já são 8 anos pescando juntos. E pra finalizar agradecer meu pai por mais uma e ter a sorte de poder viver isso juntos. Materiais: Conjuntos Evox 12Lbs + Metanium 101 Ishidai 12Lbs + Metanium 101 Evox 14 Lbs + Metanium 101 SLX 14 Lbs + Metanium 151 Iscas mais usadas Firestick, Bonnie 95, Vision +1, X80 e X80+1. Para quem não conhece o trabalho do Leandro, abaixo deixo o Instagram dele para que possam prestigiar e conhecer, a experiência de pescar com ele é sempre muito boa. @leandrosilvaguia7 pontos -
Aventura na Amazonia Peruana
Edmar Alves e 6 outros reagiu a -Mariano- por um tópico
Já imaginou acampar num rio que você nem sabe o nome, onde nao existe operação de pesca, em um país que nunca visitou, só com um palpite e o Google Earth? Pois é… foi exatamente isso que eu fiz — e não é que deu certo? Tudo começou há alguns anos, quando vi um vídeo de tambaquis gigantes sendo pescados num rio de águas cristalinas nas montanhas peruanas. O vídeo não dizia muito sobre o local, mas fiquei impressionado com a beleza e o tamanho dos peixes. A imagem ficou na cabeça, e ao mesmo tempo fui ficando um pouco chateado com a situacao do medio negro que todos já conhecem: excesso de operacoes e afluentes com dono, pescarias cada vez mais caras e/ou fracas. Por fim, resolvi entrar em contato com o pessoal do vídeo, mas eles simplesmente ignoraram minhas mensagens e ali.... meu amigo... virou questão de honra: agora eu ia pescar lá, só não sabia ainda o como. Com dicas de amigos do Peru e muitas horas no Google Earth (estilo aquele filme Lion!!), identifiquei uma região promissora e decidi arriscar minha semana de pesca amazônica para tirar a dúvida sobre aquele lugar. Se der certo teria um novo destino; se der errado... bom, já tinha me ferrado algumas vezes na amazônia, só seria "mais uma" e ainda teria história para contar (e fazer esse relato rsrsrs). Sobre a organização da viagem, daria até pra escrever um livro. Mas, resumindo: encontrar um parceiro de pesca e um apoio local disposto a acampar quase às cegas foi muito difícil. Foram muitas ligações, porque nenhuma agência de turismo de aventura do Peru topou o desafio. Montei um planejamento provisório, fizemos algumas reuniões virtuais e fomos ajustando o itinerário juntos. Definimos uma data quase no auge da seca e, nos meses seguintes, fui estudando a região e marcando waypoints no celular. O apoio local fez uma viagem de reconhecimento, já que nunca havia pescado ali. Chegando lá, ele pediu autorização às comunidades locais e confirmou: o lugar parecia promissor. O foco seria o tambaqui, mas também tentaríamos os dourados peruanos (Salminus iquitensis), jatuaranas no fly e bait, e, claro, uns jaús na linguiça. Achei que nunca ia acontecer… mas o dia finalmente chegou. 1º e 2º dia Saída bem cedo no sábado do Galeão, com conexão em Lima até o destino final. Saímos dos 3.400 m de Cusco para uma longa jornada: quase 12 horas de carro subindo até os 4.300 m e depois descendo até os 600 m da selva cusquenha — e mais 10 horas de barco por paisagens incríveis até o ponto de pesca. O Peru é realmente muito bonito! Já na região de pesca, fiquei empolgado: à medida que subíamos o rio, vários dos pontos que eu tinha marcado no GPS batiam exatamente com os do vídeo. A pescaria prometia. Chegamos ao ponto do acampamento por volta das 16h do domingo, ainda a tempo de dar uns pinchos. Naquela noite, meu parceiro Santiago engatou um bom peixe na isca viva (acreditamos que era um jaú), mas o bicho não quis dar as caras. 3º dia Acordamos bem cedo com um visual espetacular: selva de Yungas, também chamada de nuboselva ou selva alta — aquela faixa entre 300 e 2.000 metros de altitude no lado leste dos Andes, que vai do norte da Argentina à Venezuela. Segundo alguns biólogos, é a selva mais bonita do mundo (e eu concordo!). Toda madrugada acordávamos no meio das nuvens, mas assim que o sol aparecia, o nevoeiro ia embora e as montanhas se revelavam. Neste dia, seguimos subindo o rio, batendo isca em vários pontos até o segundo acampamento. O resultado do dia foi modesto: apenas alguns dourados peruanos na artificial. Salminus iquitensis, bem parecido com o Salminus Brasiliensis, porem o peso dele nao passa dos 4-5kg 4º dia Conversamos com as autoridades locais, que permitiram a pesca em uma área “exclusiva” do rio, com a condição de não incomodar os moradores nem matar peixes ou animais. Segundo o responsável pelo controle da região, era a primeira vez que ele via alguém usando isca artificial e fly por lá. A ansiedade de bater isca em pontos ainda “virgens” era grande, mas logo veio a decepção: quanto mais subíamos, mais raso e pobre em estrutura o rio se tornava. Foi aí que entendi que rio de montanha tem uma lógica diferente: a estrutura dele muda muito, e muito rápido, comparado aos rios da amazonia. Ainda assim, quando o lugar é preservado, a diferença é gritante. Na Argentina, de cada 10 pontos promissores, 1 ou 2 têm dourados caçando. Aqui, literalmente todos os pontos bons tinham algum morador. Outro destaque: a quantidade absurda de pegadas de animais nas praias. 5º dia Visual lindo, muitos dourados (pequenos)... mas nada dos tambaquis. Até esse momento, tínhamos ZERO ações deles. Decidimos então começar a descer o rio, já que a parte baixa parecia ter mais estrutura. Fomos batendo isca o dia todo, ainda sem sinal dos redondos, e o ânimo da turma já estava caindo quando chegamos ao novo ponto de acampamento no final da tarde. Foi aí que um dos barqueiros comentou que sempre via tambaquis saindo d’água no poço logo à frente, no fim da tarde. E começou o show. Parecia um pesque-pague: os bichos explodindo na superfície, comendo algo que não conseguimos identificar — já estava meio escuro. Mesmo assim, pegamos a canoa no remo, bem devagar, e começamos a bater isca. Não deu 5 minutos e veio a tomada de linha mais violenta que já senti no bait, e olha que já tive a sorte de pegar 80 up, mas aquilo era loucura, parecia que eu tinha engatado um Jacaré de 1 metro. Mostrei a carretilha soltando linha sem parar pro meu parceiro e falei: “Cara, isso não tem lógica”. Tambaqui de pesque-pague tem força? Imagina um criado em rio de cachoeira, numa vara 20 lb... deu trabalho! Final da briga, peixe na mão. Finalmente tudo se alinhou — desde aquele vídeo de 7 anos atrás até chegar ali, naquele lugar remoto, e tirar o troféu. Com ctz no meu top 3 de peixes da vida. 6º e 7º dia Já na parte baixa do rio, mais próxima da cidade, foi festa: variedade e quantidade de peixes, todos no bait. Destaque para uma bela cachara de mais de 10 kg do Santiago, e um tambaqui que eu perdi após quebrar minha vara ao meio e arrancar um passador na primeira arrancada. As fotos falam mais que qualquer comentário. Nos 45 do segundo tempo, já no último poço, o Rodrigo ainda não tinha tirado o dele... e não é que ele salva a pescaria ali mesmo? Com direito a dublê comigo e uma bela yatorana. Fechamos com chave de ouro. Hora de voltar à civilização, tomar uma gelada (depois de alguns dias sem gelo) e encarar o caminho de volta.7 pontos -
Como todo ano, minha turma de reúne pra viajar pra pescar e decidimos voltar a minha amada Tocantins! Dessa vez, 6 dias - sendo 2 dias no Lago do Peixe Angical e 4 dias nas corredeiras do Rio Tocantins. A turma é bem bacana, composta por amigos de longa data então a resenha é garantida! Chegamos em Palmas cedo, com emoção no voo, no embarque e viajamos de carro até São Salvador do Tocantins, esse ano nos hospedamos na Pousada Pesca Tocantins, onde fomos muito bem recebidos pela Thalita e seu marido Silas - um reconhecido guia local também! A Pousada Pesca Tocantins fica às margens do lago angical e combinamos de pescar 2 dias no lago e 4 dias no rio, indo de carro até o local da descida no rio os 4 dias que pescaríamos lá. Logo que chegamos, conhecemos as instalações e já fomos bater uma isca no barranco do lago. E ajudando um amigo no trabalho de uma isca nova, entrou uma trairinha - maaaaaaaaaaaaaaagra, mas já serviu pra sair do zero. rsrsr Não pescava no lago do Peixe há alguns anos, então estávamos ansiosos por pescar por lá, sabendo que o lago estava extremamente seco. 1º Dia Lago: Esse ano fizemos um revezamento de duplas e guias e no 1º dia fui pescar com o Myller Marques e com meu amigo Leandro (iniciante na pesca, nunca tinha pego um tucunaré de 40cm, nem na superfície). As notícias não eram muito animadoras, lago muito seco, quente, transparente...mas pra quem tá acostumado com Paraibuna, tira de letra rsrsrs Insistindo na superfície no meio das galhadas, logo entra um azulzinho, bem magro tbm; Queria muito que meu parceiro pegasse na superfície, mas o 1 dele veio na Brava 90: Ele insistiu na Sara Sara 100 e logo toma uma porrada, bem na margem, nas galhadas....era um casal! Depois de eu cobrir, saiu o primeiro casal! ~40-45cm. A manhã estava animada, várias porradas na superfície, muita ação de amarelo - que tinha visto muito pouco por lá. O próprio Myller disse nunca ter visto tanto amarelo. Peixes entre 45 e 52cm....vimos um cardumão de peixes de média de 50, mas no meio das galhadas foi difícil cobrir.... Ao fim da manhã, o Myller nos levou num ponto onde disse ter visto peixe grande.... Que teríamos a chance....casal avistado, meu parceiro sofreu um pouco, mas conseguiu! Primeiro 60tão da vida do Leandro! Feliz demais pelo parceiro!!!! Resenha de almoço e tarde um peixe no Pop queen que merece lembranças, mas sem registros. 2º dia no lago com guia Kesley: peixe ainda mais manhoso, poucas ações e só peixes pequenos... Peixe sumiu....nada desanimador, pois no dia seguinte iríamos pro Rio Tocantins, meu lugar preferido pra pescar!!! 3º dia no rio Tocantins: Guia Kesley e Leandro! Seco, seco, parecia animador, mas o peixe estava muito manhoso tbm, batia, errava... Obs: aumentou muito o número de ranchos, pescadores na região....muito pressão de pesca e um jetski atrapalhou demais a pescaria. Muito mesmo! Mesmo assim, meu parceiro pegou uma belíssima bicuda na vulcan 100! O Le tremia enquanto brigava com ela, a porrada foi forte! Depois do almoço, no Jig pindocando, peguei uma corvina e uma Cachorrinha.... Que saudade estava delas!!! Mas queria a 80up!!! 4º dia no rio Tocantins, sábado com o guia Silas e parceiro Diogo. Logo cedo, o Diogo já engatou uma pequena apapá, estavam sumidas esse ano. Tem relatos de Apapás de 92cm por lá! Ainda cedo, no meio da pedras, uma porrada na superfície, uma briga surreal e veio meu primeiro troféu: BICUDA!!! Isso aqui na superfície e corredeira é top demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais!!!! Méritos pro Guia Silas que fugiu do boto e batemos no ponto onde eles não estavam. Era sábado e o rio tava cheio de gente, banhando, jetski, barco pra lá e pra cá pras prainhas....obs> Tocantins fica lindo na seca, com essas prainhas de água doce. 5º dia: Guia Silas e parceiro Val Meu amigo Val, que começou a pesca ano passado, já é quase experiente: arremessando muito e trablahando só Hélice e poppers. Batemos uns tucunarézinhos também: Esse dia, perdi o troféu....Cachorra gigante rebojou e pegou minha isca, mas faltou atenção e o peixe foi pra trás da pedra, e perdi. Impressionante como o maior escapa! Val teve ações de peixes bons no spinnerbait tbm! 6º e último dia: com guia Myller e Akira. Um dia antes, tinha mandado já mensagem pro Myller dizendo que pegaríamos o maior peixe com ele, ele já tinha ganhado o maior tucunaré com o 60tão do leandro no 1º dia. Saímos motivados, o Akira pesca muito tbm, já disse ao Myller onde tinha perdido a Cachorra do dia anterior e logo cedo, no mesmo ponto, explode na Minotauro UMA GIGANTE! Peixe muito forte, varinha de 20lbs bebendo água, carretilha cantando!!! Boto chegando, o guia age rápido, o coração tava explodindo, não era nem 8h da manhã! Que benção poder encontrar um animal desses! Não só pelo tamanho, mas pela forma, na superfície, batalhada, na manhã do último dia!!!! Deus é bom demais!!!!! 81cm e peixe da viagem!!!! Myller é fera!!!! Silas e Kezin também mandaram bem demais!!! Algumas fotos de peixes dos amigos: Saiu muito tucunaré acima de 50cm e muita bicuda, cachorra e até apapá acima de 70cm também! Pescaria achei difícil em comparação aos outros anos, porém com peixes maiores. menor quantidade e maior qualidade. Com insistência, saía! Com um grupo de amigos bacanas, parceiros, tudo fica mais fácil! Materiais utilizados: Lago do Peixe: - Varas de 14 a 17lbs com linhas de 8 fios de 40lbs (Majorcraft Speedstyle, Redai Black Mamba) - Bonnie 95, 107, Red Pepper, Sara Sara, Tygan 90, X80 Magnum, Jig 15g Rio Tocantins: - Varas de 17 a 25lbs com linhas de 8 fios de 50lbs (Zodias 6´6, Black Mamba 6´0) - Iscas: Poppers e Hélices grandes Já marquei minha volta pro Rio Tocantins em 2026 e novos amigos serão bem vindos! Gostaria de destacar o atendimento e o acolhimento da Thalita da Pousada Pesca Tocantins! Foi sensacional, petiscos todos dias, refeições frescas e qualidade, churrasco top! IG da Pousada: https://www.instagram.com/pousadapescatocantins/ IG do Myller: https://www.instagram.com/myller.marques/ IG do Kezin: https://www.instagram.com/kesleyreis1/ IG do Silas: https://www.instagram.com/silasmirandaribeiro/ Quem quiser, pode me adicionar que trocamos ideias https://www.instagram.com/rafatako/ Agradeço a Deus e principalmente a minha família, que me apoia e me aguenta nesse vício de pescar!6 pontos
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Serra da Mesa - Maio 2025 - POUSADA SERRA NEGRA
Silvio Mattar e 5 outros reagiu a Adalberto Magrao por um tópico
Eu ja tinha ido para Serra da Mesa em 6 oportunidades mas desde 2014 que não iria para la. Meu Amigo Silvio Garrote me convidou para ir, então fizemos todo planejamento de datas. Dentre outras pousadas la por nós conhecidas, decidimos escolher a Pousada Serra Negra a qual não conhecemos mas por tratar-se de ficar próxima aos pontos de pesca. Embarcamos em Guarulhos, voo Latam , com 1 hora e meia de voo. Em Brasilia alugamos um Carro na Unidas e partimos. São 350km até a pousada, sentido Padre Bernardo, sendo 31 km de Estrada de terra, após passar por Niquelandia. As estradas estão muito boas e a estrada de terra dá para andar bem tambem. A Pousada é Bem confortavel. Quartos bons, chuveiro quente, ar condicionado e TV. Um café da Manhã reforçado, almoço e jantar tipicos de Fazenda( Otimos). O Legal ainda que estão construindo uma parte nova para acomodar mais de 20 pescadores. Ficamos na parte velha. O Lago esta bem cheio, com 80% de capacidade. É um mundão de agua. Para chegar nos pontos de pesca navegamos entre 15 e 30 minutos não mais que isso. Pescamos 5 dias, e a pescaria foi bem dura. Os bichos não queriam superficie, estavam pedindo mais meia agua, mesmo assim estava dificil de engatar um trofeu, mas sempre insistindo. Não gostamos de deixar o Guia pescar mas devido as dificuldades deixamos ele dar uns pinchos..kkkkk e ele só foi no Jig e bem pesado no fundo. Guia Celino, gente boa demais, nascido na região e ja é guia mais de 20 anos. Sairam durante a semana 2 azulões de 60 UP e alguns entre 40 e 50, e bastantes trick de 20 a 30. Muita estrutura submersa fazia com que tinha muitos enroscos. Num desses engatou um e o Guia mergulhou para tirar..kkkkkkkkk foi uma gozação danada. Um ataque que tivemos foi num finalzinho de tarde, pedimos para o Guia arremessar tambem, para variar ele colocou o Jig, aquele tipo Xuxinha, então deu uma paulada e tomou linha, a briga começou e o bicho fugiu mas deixou de presente o Jig todo aberto......minha Nossa... Mas Graças a Deus correu tudo bem, como falei a Pousada é muito Hospitaleira, proximo aos pontos, inclusive voltava para almoçar todo dia e depois pescava de tarde. O Junior proprietario é muito gente boa e prestativo, barcos sempre impecaveis e prontos para a pescaria Contatos: https://www.pousadaserranegrago.com.br/ Junior (62-9817.42.23) Guia Celino (62) 9613.20.35 Abrsç a todos amigos do Forum Outubro estaremos em Barcelos na Pousada Paca Açu VID-20250527-WA0006.mp4 20250529_150629.mp4 VID-20250529-WA0066.mp4 20250528_095632.mp4 VID-20250526-WA0055.mp46 pontos -
Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Felipe Csilva e 4 outros reagiu a MarcioPaulo por um tópico
Acompanhando aqui esse tema, de operações exclusivas, eu acho super valido alguém que investe pesado, monta toda uma estrutura top das top, com direito a hidro no meio da floresta, não tenho nada contra, até pq esse pessoal tem um publico alvo, que tem condições e não estão preocupados com valores, nessas operações realmente os pacote de pesca serão mais caros, até ai tudo bem... mas o que não concordo é que esse pessoal tenha exclusividade e nenhuma outra operação mais básica ou barco autônomo, possa pescar nesses locais, já que em tese todos temos o direito de ir e vir.5 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Fabrício Biguá e 4 outros reagiu a Alexandre Gomes de Almeida por um tópico
Bom dia Senhores! Vou relatar minha experiência ocorrida a menos de uma semana na região de Barcelos. Foram utilizadas algumas iscas que estão na boca do povo, quanto ao tipo e modelo! Estávamos em 8 pescadores, sendo que meu irmão investiu neste ano em uma Konoflat 160 ( 48 g) e um outro amigo em uma konoflat 190 ( 84 g), tendo em vista terem escutado relatos de ótimo aproveitamento delas lá no rio Preto. Eu, acabei levando 5 iscas do tipo Glide Bait, sendo que 3 delas eu tinha comprado na Bass Pro já há uns 2 anos atrás e 2 novas adquiridas para esta temporada, todas com pesos variando entre 50 g e 58 g, com uma aposta especial (pura fé) na NESSIE 9" da Berkley ! Esta isca é um tipo de soft robusto articulado (bem diferente do material softs que temos aqui no Brasil), muito bem construída, realista e que nada demais !!! Embora pareça grande, 21 cm contando o rabo, na mão ela tem um tamanho muito bem ajustado para os tucunarés já a partir dos azuis. Reforcei as garateias e splits com a certeza que iria sair um 80tão em algumas delas!! Nenhum de nós que iríamos testar estas grandes iscas. investimos em varas para big baits, que diga-se, são caríssimas! Como era nossa primeira experiência com este tipo de isca, não justificaria investir em um equipamento tão especifico! Como exemplo, eu utilizei uma vara de 6´3 de 20 lbs que usava nos dourados e uma outra 5´8 de 25 lbs, ambas já aposentas e que estavam encostada em casa! Minha lógica era que se estourasse no arremesso em função do peso, não iria doer tanto, pois elas não pertenciam aos meu set de titulares kkkk ! DA UTILIZAÇÃO NA PRÁTICA DAS GLIDE BAITS/BIG BAITS - Feedback do meu amigo que utilizou a KonoFlat 190 - Isca extremamente pesada para se arremessar e trabalhar. Utilizou uma vara de 30 lb ! Acho que mesmo com uma vara mais potente, longos arremessos sempre ficarão comprometido ! O pescador precisa ter disposição para trabalhar esta isca. Ela é grande e volumosa, que mesmo no simples recolhimento ( faz um s bem longo) cansa bastante devido ao peso do arrasto. Trabalhar com toques de ponta de vara então, acho que deve ser doído ! O parceiro do pescador que testou esta isca, brincava que quanto o monstrengo caia na agua, todos os peixes saiam do lago assustados, pois a onda do impacto causava um tsunami KKKK Foi motivo de muitas risadas no deck do barco hotel ! Por outro lado, deve sim pegar bons peixes, pois ela nada bem e tem um formato realista ! De todo modo, pelos relatos deste meu amigo, não é uma isca que eu investiria tão somente pelo tamanho exagerado.... OBS - Não saiu peixe nela. - Kono flat 160 - Entre a 160 e a 190, a menor é infinitamente mais utilizável! Roubei do meu irmão em alguns momentos para ver como era. Com certeza não é uma isca que agradará a todos os pescadores devido ao peso! Meu irmão utilizou muito pouco no decorrer da semana por ser uma isca que cansa demais, principalmente se quiser trabalhar com toques de ponta de vara ( muito atrativo - zara na sub superfície de forma errática ). Achei uma boa isca para ser utilizada mais para aqueles longos arremesso no meio do lago. Consigo pesca quase que o dia todo com uma hélice, mas com a Kono 160, depois de uns 30 min já pedi arrego kkkk! Nos momentos que pesquei com ela, utilizei uma vara 5`8 de 25 lbs e foi de boa, conseguindo depois de algum tempo de adaptação, longos arremessos ! Não pegamos nada com ela, mas também não insistimos o necessário principalmente pelas condições de pesca ! Compraria esta isca, mas por enquanto vou continuar "roubando" da caixa do meu irmão! - Glide Baits - Embora sejam iscas (as minhas pelos menos) com 50 e poucas g e entre 17 e 21 cm, são mais fáceis de trabalhar inclusive que a Kono de 160 ! Deslizam com mais facilidade e cansam menos! Por serem articuladas, uma simples manivelada ou um sutil toque de ponta de vara, ja é o suficiente para dar vida as danadas. Utilizei no primeiro dia uma vara de 6`3 de 20 lb sem problemas, trabalhando mais na manivela. A partir do segundo dia, troquei por uma vara 5`8 de 25 lbs e trabalhei mais com toques de ponta de vara variando a velocidade de recolhimento. Gostei mais desta segunda opção. Com cuidado e depois de um certo tempo, consegui longos arremesso e com precisão mas sempre com cuidado para não estourar a vara ! Infelizmente não peguei peixe com elas, mas tive alguns bons ataques na NESSIE 9", mas por azar acabaram escapando! Assim como com a KONO 160, não insisti tanto também pelas condições de pesca, mas deu para ver que em determinadas situações, ou seja, em um repiquete bravo ou com peixes bem ativos, este tipo de isca pode salvar a pescaria (repiquete) ou proporcionar ataques memoráveis de peixe grande no visual , pois geralmente estas iscas são slow sinking que nadam a um ou dois palmos da superfície! Por fim, entendo que este tipo de isca, que atualmente são tratadas até como uma modalidade de pesca, pode ser mais uma opção dentre as inúmeras que temos disponíveis, porém não substitui as isca já consagradas e "normais" que temos no mercado. Acho até legal ter uma ou duas boas iscas deste tipo na caixa, pois pegam peixes e dependendo da situação poderão ser bem interessantes! CONCLUSÃO Todas as iscas ( Bigbaits/glidebaits) citadas tem suas vantagens e desvantagens mas todas pegam peixes com toda certeza! Vai muito da insistência, situação de pesca e principalmente da fé de cada pescador kkkk Como dito por alguns amigos do forum, isca boa é a que vai para água e geralmente é a que mais temos fé pelos resultados próprios passados. Inicio minhas pescarias com cinco conjuntos montados, sendo que quatro deles sempre estarão com minhas iscas de fé ( hélice RR ou Rocket, T20, Bonnie 107 e Vaprax) e o quinto conjunto com iscas novas em teste e ou iscas para cobrir rebojos, que neste ano foram as glides! Ai durante a pescaria, vou efetuado as trocas conforme a situação encontrada! Na semana passada, fiz uma boa pescaria com peixes bem manhosos mas com boas ações durante todos os dias. Mais uma vez minhas iscas de Fé fizeram a minha alegria. Meus 3 maiores tucunas saíram na T20, Bonnie 107 e Vaprax. Na hélice, principalmente na Rocket peguei alguns bons pacas e perdi um gigante que somente o ataque que ficou gravado na memória, minimizou aquela sensação de frustração da perda! Finalizando, cabe a cada um de nós filtrar o que é somente marketing das grande marcas e o que realmente pode ser efetivo para sua pescaria levando-se sempre em conta o estilo e preferências de cada pescador! Meu irmão por exemplo, definitivamente não se adaptou a iscas pesadas ou que tenham mais de 13 cm. No caso dele, depois da Konoflat, acho que será muito difícil ele comprar qualquer outra isca que seja pesada, mesmo que seja um plug de sucesso comprovado. Para outros pescadores, o fator peso e ou tamanho nunca foi ou será um empecilho, fazendo todo o sentido esta última tendência de iscas enormes!! Particularmente, não sou muito de agir por impulso na aquisição de materiais, mas sempre acabo adquirindo momentos antes da minha pescaria uma ou outra isca que na minha imaginação salvará aquele dia que nada está pegando kkkkk Estas aquisições não são pautadas em nada por modismo ou lançamentos do ano por ex. Em 2023 comprei uma única isca já lá em Manaus na loja Sucuri. Uma Bomber long 16A, antiga pra cassete, tida como pegadeira, que por um acaso nunca havia entrado no meu radar. Dois ou três dias depois esta isca me rendeu um belo 76 cm lá na boca do rio Cuiuni !! Agora estou na fase de tentar diminuir a quantidade excessiva de iscas que levo para amazônia.... Coloquei como meta, me desfazer de algumas (varias) iscas compradas no impulso na minha primeira vez com os açus em 2014 e que nunca foram para água. Também estou me condicionando que para cada nova isca adquirida, uma velha terá que sair do estojo! Vamos ver se consigo kkkkkk Vi uma ideia bem legal que segue a linha daquelas caixas que o pessoal coloca as rolhas de vinho..... em vez de colocar rolhas, os pescadores colocam as iscas aposentadas !! Um grande abraço a todos!!5 pontos -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Kid M e 4 outros reagiu a Marcel Werner por um tópico
A gente teoriza demais e pesca de menos. Já fiz pescarias em que o anzol não era a melhor opção, e eu uso mesmo assim (tenho um vídeo que mostra isso muito bem). Mas, sempre recomendo que tenham alguma isca com garatéia para esta situação, especificamente. Nas hélices grandes, garatéias sempre! Eu usei bastante anzol nelas e não recomendo, ainda uso algumas com anzol apenas para aprendizado. Fora isso, eu abri mão dos tricks (nem sempre consigo) e aproveito muito mais os peixes grandes - exceto quando estão batendo para espantar, daí eu uso Jig ao invés de garatéias. Contrariamente a quase todos com quem conversei, eu perco quase todos os peixes de boca óssea usando anzol. Talvez porque eu uso mais varas moderadas do que rápidas, já que saio para pescar peixes de boca mole. Vou atrás do tucunaré e entra Aruanã, vou perder; estou atrás dos robalos e bate tarpon, impossível fisgar. Mas não é fácil com garatéia também, então uso aquilo com que me sinto mais feliz. Falando em robalo, acho que é um dos melhores tira-teimas que temos para esse tipo de teste, então vou deixar apenas um vídeo aqui e há outros na playlist “pescaria” no meu canal, inclusive tem um ou outro usando garatéias e tem uns poucos em que o anzol perde bastante Peixe, o que é perfeitamente natural e esperado que aconteça algumas vezes, inclusive conforme a sorte de cada um. Por último, e talvez o mais importante: não é que o anzol seja melhor para o Peixe por fazer menos furos, pois isso é irrelevante; também não é importante o fato de o furo ser maior ou de, raramente, pegar nos arcos branquiais e base da língua, pois garatéias chegam lá com quase a mesma frequência; é sim o fato de que é quase impossível acertar um olho (esse não recupera, e não é tão raro assim que a garatéia pegue nele, especialmente com iscas maiores que a boca) e que o tempo de manuseio é, quase sempre, bem menor que usando garatéias. Como muito bem pontuado, o tempo de manuseio e a forma como é feito são os fatores mais importantes (com exceção de enganar o boto). Para quem leu o texto inteiro: essas minhas “estatísticas” (se é que podemos chamar assim) são baseadas em, no mínimo, centenas de capturas, quando não milhares. Já vi, muitas vezes, argumentarem que passaram “1 hora inteira de pesca” tentando anzol e não funcionou, ou que “bateram 3 peixes seguidos e perdi todos”. Eu, quase sempre, preciso de muitas ações, capturas e diferentes situações para tirar uma conclusão. No meu canal, tem um vídeo de um dia em que não entrava Peixe no anzol de jeito nenhum, eu troco para garatéia e pego. É a vida. Voltei lá mais alguns dias e, em todos, pesquei 100% com anzol e pegava tudo. Não desistam de nada tão facilmente. Forte abraço!5 pontos -
Minhas carretilhas estão obsoletas? Ajuda
Carlos Sommer e 4 outros reagiu a Astra-Taranis por um tópico
1- funciona? 2- arremessa? 3- recolhe? 4- nao tem nada quebrado? carretilha obsoleta?? para com isso.. ta com vontade de gastar assume e gasta ehehhehe nao tem disso de obsoleto nao fio... povo la pesca de linha de mao ate hj e pega mais que essas frufruzeiras ai... se funciona, é pau na maquina. agora se vc qr corzinha, 3 microgramas a menos, nao pode ter risquinho, ai eh outro papo.... eu desmontaria, limepza geral, lubrificacao correta, linha nova e pau na bicha! importa eh recolher ... o resto eh coisa pra qm qr medir o pipi do amigo...5 pontos -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Marcel Werner e 4 outros reagiu a Tiago Furlan por um tópico
Pessoal, As garateias são mais eficientes na fisgada do que as in-line pelo que a galera que já usou diz e enrosca menos na pauleira. Agora falando em segurança do Peixe, se analisar somente a fisgada porque fura menos o peixe, temos que considerar que iscas pequenas acabam sendo mais fácil de fisgar guelra do peixe, ou língua e até mesmo de engolir. Ai se está com in-line acaba facilitando isso. No entanto o grande problema que percebo vendo vídeos da galera é em relação ao peixe fora d'água por muito tempo. Não adianta usar in-line para evitar mais furadas no peixe, e mantê-lo fora da d'água para dezenas de fotos, e ainda ir molhando o peixe achando que isso resolve, até ajuda mas o peixe precisa respirar dentro da água. Ai solta o peixe mesmo que na margem muito cansado e sendo presa fácil. Eu uso garateia, sou a moda antiga e respeito quem discorda, mas sou contra a imposição do in-line. Eu levo somente 20 iscas pra Amazônia, e uso garateia reforçada, solto o peixe o mais rápido possível e não estou preocupado se a isca está pesada. Pesco de Hélice 7.25 somente 90% do dia. Em fim, se gosta do in-line usa, se gosta de garateia usa, mas pelo amor de Deus solte rápido os peixes, o estrago deles fora d'água é muito mais danoso do que uma furada a mais. Abraço Galera5 pontos -
Tucunarés amarelos do Pardo, quintal de casa . Hoje a tarde 3/6
Joao Manoel Leonello Lucas e 4 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
SaÍ hj do trampo fim da manhã e resolvi dar uns pincho atrás dos carazão ( tucunarés) em vez de ir atrás dos peixes de ceva. Coisa que faço 2x na semana. Peguei meu primo em casa e fomos, 30 minutos até o rancho , barco na água, só peguei uns 20 lambari do meu estoque do rancho pra garantir, rio pardo é rio pardo né , ainda mais água hj depois da chuva de manhã estava 20 graus !!! Nem liguei o popa, ja sai pinchando na praia do condominio, hj está repleta de algas ( rabo de galo) Ja de cara 2 trofeus. Um 46cm ( record do ano) e outro 44, e mais uns 7 a 8 bonitos além dos tricks. Continuamos o pincho , sempre usando a mesma isca, aqui dificilmente sobem na Superfície, ainda mais nessa temperatura de agua. Porém com as algas eles não estão no fundo tb, o que fica ideal usar subsuperficies como Brava e Rei do rio no meio das algas. Continuanos pela represa indo em lugares que sabia que estariam , 2x na semana num trecho de 12km de rio onde pesco desde os 8 anos dá pra ir no garantido apesar que cada ano descubro técnicas novas e locais tb. Fim do dia , tivemos que apelar pros 20 lambaris, pois voltamos aos mesmos pontos do comeco da tarde ve se acertava alguma jaca, ja que pinchar onde ja foi pinchado esquece 17h começou a esfriar, hora de cascar fora. Com um belo por de sol Totalizando 40 tucunas pegos( 28 pincho x 12 lamba) , sendo 20 up 40cm , das 14h as 17h. 21 x 19 pra mim . Fazemos um ranking aki anual, esse ano está 123 x 111 pra ele , nos Carazão. Ta aí um relatinho das minhas pescarias semanais, mas não é sempre assim igual hj. Agora é esperar uns 3 dias e voltar pra ver se eles continuam ativos e atrapalhar quem for pescar eles p fds ou partir pros piaus denovo, lkkkkkkkkk Materias utilizados: Varas Lumis Spiror 12 lbs 5.8, Viper 5.6 12lb carretilha Kazan, Brisa lite e Venza Linha W8 manster 20lb Leader mono 0.45mm Isca Lori Magnetic 75 e Rei do Rio 80. Pra pesca com lambari: Molinetes Saint Truly 500 Vara Evolution micro 1.55 12lb e Sumax Sensitive 6lb 2.10m , linha tucuna 4x multi 0.14mm anzol wide gap 1/0 Uns videos VID-20250603-WA0079.mp4 VID-20250603-WA0074.mp4 20250603_142455.mp4 20250603_142455.mp4 VID-20250603-WA0075.mp4 20250603_142519.mp4 20250603_142455.mp4 20250603_142455.mp4 20250603_142519.mp45 pontos -
Pescaria em Barcelos! Outubro 2025.
Renato Barreto e 3 outros reagiu a Eduardo Sone por um tópico
Bom dia, pessoal! Semana passada, eu e meu amigo @Fábio Silva fizemos uma excelente pescaria em Barcelos e venho aqui relatar para vocês. Por ter sido a primeira vez do Fábio em Barcelos, fiquei na incumbência de escolher a operação. Como a meta era peixe na linha (e não corrida pelo recorde), procurei opções para pescar no Rio Negro em vez de afluentes. Depois de muito pesquisar e conversar com amigos, optei pela indicação do meu amigo @Adalberto Magrao: Operação Paca-Açu, do piloteiro Isaías. Pescamos na região abaixo de Barcelos (próxima a comunidade D. Pedro II), onde fica a base da pousada. Chegamos sexta-feira pela manhã no aeroporto de Barcelos e o Isaias estava lá nos aguardando. Partimos para a pousada, onde já havia um almoço top no aguardando! Bom demais! E 14hs já estávamos com o grande guia Zaqueu, mais conhecido por Japão, partindo para a pescaria! Sabíamos das condições do rio e imaginávamos uma pescaria dificil. Muita água ainda. Porém nesse dia percebemos que o peixe estava bem ativo e fora do igapó! E assim foi ao longo da semana! Nossos peixes foram (numa conta de cabeça rsrsrs) 70% hélice, 20% jig e 10% o resto (Obs. Sara sara 120 deu coro na T20) Não pegamos peixe acima de 70, mas na casa de 60 foi todo dia e em boa quantidade! Cardumes de paquinhas no jig, vários dubles e lindos açus! Resumidamente foi isso! Seguem abaixo algumas fotos! Como tiramos fotos no celular de cada um, ainda tem as fotos do Fábio no celular dele. Agradeço demais ao @Adalberto Magrao, que foi certeiro na indicação da operação! E agradeço principalmente ao Isaias, Zaqueu, Zau, Fran e filha, que não mediram esforços a oferecer o melhor para nosso conforto! Foi uma estada excelente do inicio a fim! Valeu!! E aos que procuram uma opção diferente dos habituais barco-hoteis com custo acessível, procurem o Isaias! Quartos/suítes simples (mas com ar-condicionado novos), comida boa e roupa lavada e cheirosa todos os dias!! Forte abraço!4 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Pedro Alves e 3 outros reagiu a Fabrício Biguá por um tópico
Hehee....vou contar um "causo" aqui q não tem a ver com iscas grandes e sim com o comentário do Kid... Eu sou fã de Firestick para pescaria de tucunarés azuis...e certa feita na Serra da Mesa, estavam eu e o @Marquinhos numa canoa, e o @Márcio Biguá e o @Icaro Biguá numa outra canoa. Ocorre q o féla do Márcio arrebentou de pegar peixe numa ZigZara e nós, nada. Encontrávamos a canoa deles no lago e os caras diziam q pegaram 2 peixes 60Up, 3 de 50Up, 10 de 45Up...e aquilo foi deixando a gente puto. Não pegamos nada. Encontrávamos de novo e era só UP pra lá, Up pra cá....e nós, NADA. Na hora do almoço o Márcio deu uma cochilada e nós assaltamos a caixa de isca dele e roubamos todas as zigzaras....rsrssr 🤣 Revertemos o placar e até hoje foi uma das melhores pescarias q fizemos...kkkkkkkkkkkk Bom demais... Peixe!?!??! não nos lembramos de nenhum, mas do furto?!?! aaaahhh...esse é mais comentado q o do Louvre....rsrss4 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Fabrício Biguá e 3 outros reagiu a Gabriel Bragatto por um tópico
Edmar, Pra você ver como isso é pessoal, pois prefiro trabalhar iscas de superfície do que meia água e fundo. Adoro trabalhar zaras/sticks e não acho nenhum pouco desgastante. A hélice desgasta o pescador, mas ainda assim acho que é mais costume do que força, sem contar que é muito mais prazeroso. Quanto a meia-água e fundo, eu ODEIO. Odeio porque enrosca em tudo e odeio porque eu não consigo trazer a isca só enrolando. Eu fico dando toques de ponta de vara e "pra mim" isso cansa mil vezes mais (devido o maior contato da isca com a água) do que uma isca de superfície. Eu fico dando toques de ponta de vara porque na minha mente só enrolar não é tão eficiente. Já tentei só recolher a isca, mas a ansiedade não respeita a minha mente e pra não me cansar mais acabo desistindo. Se tiver que trabalhar uma isca de meia água pequena (até 08 cm) eu trabalho sem problemas, mas as 110, 120... eu nem tento mais. Podem dizer que eu sou um pescador limitado, ruim, que não sei me adaptar... mas eu não ligo e não largo a superfície. Eu quero pescar com tranquilidade e do jeitinho que me agrada. Afinal, meu resultado de capturas no final do dia será o mesmo. NADA!!!! Como o Vitor falou, ele tem a cor preferida dele e eu as minhas manias de louco preferidas. Abraço. G. Bragatto.4 pontos -
Pescaria em Barcelos! Outubro 2025.
Edmar Alves e 3 outros reagiu a Vagner por um tópico
top Gurizada , grato por compartilhar com este relato Mais dificil que os 80up hoje em dias sao a galera fazer relato da pescaria kkkk4 pontos -
Pescaria Lago de Furnas Março 2025.
Fabrício Biguá e 3 outros reagiu a Matheus Assoni por um tópico
Boa noite, pescadores! Aqui vai mais um relato de pescaria e essa foi mais que especial: a pescaria de aniversário do meu irmão. O local escolhido foi, mais uma vez, o belíssimo Lago de Furnas. Embarcamos de SP para Muzambinho no dia 09 de março, um domingo à noite. Já no dia 10 de março, por volta das 6h da manhã, rumamos para a Pousada Jatobá, em Carmo do Rio Claro, onde ficamos hospedados por 4 dias. Dessa vez, nosso guia foi o grande amigo Aloísio, que mais uma vez não mediu esforços nem combustível para irmos atrás dos azulões de Furnas! Sabíamos que nossa pescaria não seria fácil, já que a previsão indicava 4 dias de extremo calor e o guia já tinha nos avisado que o comportamento do peixe estava estranho. Mesmo assim, estávamos confiantes e ansiosos para esticar a linha. Primeiro dia Nossa primeira manhã de pesca foi bem difícil... poucas ações, e as que tivemos eram de peixes pequenos. Insistimos até depois das 12h e, em seguida, fomos almoçar. Na parte da tarde, voltamos por volta das 14h30. O calor era absurdo e os peixes continuavam manhosos. Quando tínhamos ação dos maiores, eles batiam uma vez e não voltavam. Quase às 18h, no último ponto, em um tronco no meio do lago, um azulão explodiu na T20 e errou o bote na isca do meu irmão. Logo em seguida, joguei o jig no mesmo lugar e não deu outra... uma porrada seca e o primeiro e maior peixe do dia/viagem embarcado: um BAITA azulão! Colocamos no viveiro e continuamos batendo isca em volta do tronco. Quando tiramos o peixe da água, vimos que a fêmea o acompanhou até a ponta do barco. Mais alguns arremessos de jig e... conseguimos capturar a fêmea também! Um baita dublê aos 45 do segundo tempo no primeiro dia. Segundo dia A parte da manhã continuou difícil. Decidimos parar para almoçar mais cedo, perto de uma “ilha” cheia de maliceiros afundados, onde no dia anterior havíamos perdido um peixe bom. Aproveitamos para dar uma refrescada no lago e tomar uma breja. Após o rango, partiu segundo tempo! Fomos batendo isca em direção à ilha de maliceiro afundado, mas um pouco afastados da margem por causa do calor. De repente, o primeiro tucunaré de respeito do dia explodiu na T20 prateada do meu irmão! Continuamos na ilha e pouco depois foi a minha vez: porrada na Bonnie 95 e mais um tucuna bonito embarcado. O restante da tarde rendeu inúmeros trickzinhos e algumas ações de peixes maiores, mas sempre batendo uma vez e não voltando. Encerramos o segundo dia com um pôr do sol lindo... rsrs WhatsApp Video 2025-08-25 at 02.23.48.mp4 Terceiro dia e aniversário do meu irmão Decidimos subir a represa. Como nos outros dias, o sol já queimava forte às 8h da manhã e a água estava bem quente. Pegamos diversos trickzinhos e tiramos poucas fotos. Como pescaria pra nós é muito mais que peixe, paramos cedo para almoçar e tinhamos decidido fazer fazer um churrasco. O nosso grande amigo Aloísio fez e ficou absurdo de bom e no ponto! E o lugar? Uma paisagem fera para "comemorarmos" o dia do meu irmão. Depois do churrasco e das brejas/campari... kkkkk... voltamos pra pescaria da tarde. No primeiro ponto, o guia avistou um chuveirinho de longe. Chegamos perto, meu irmão jogou a T20 prateada e não deu outra: porrada certeira! O macho atacou forte, mas errou a isca; a fêmea veio logo atrás e não perdoou. kkkk O menino estava com sorte...Mais adiante, em um montado de maliceiros afundados, outro ataque na T20 e mais um tucuna bonito para foto. Depois dessas duas ações, o sol castigou ainda mais e só restaram os peixes pequenos. Pra garantir a diversão, apelamos para uma meia-água pequena e pegamos vários trickzinhos. Assim se encerrava nosso penúltimo dia nesse lago maravilhoso. Quarto e último dia O sol estava ainda mais forte! Pela manhã tivemos algumas ações de trickzinhos ajeitados, mas sem fotos. Como era o último dia, decidimos almoçar em um restaurante flutuante top na beira do lago, onde comemos uma baita traíra espalmada. Agradacer ao nosso amigo/Guia Aloisio que nos proporcionou a melhor estrutura possível nesses 4 dias de pesca! Um dos melhores guias com quem já pescamos, um cara impar e fora da curva! E assim se encerrava uma das pescadas mais dificeís que ja enfrentamos no Lago de Furnas, independente de peixe é sempre muito bom estar com quem se gosta fazendo o que se gosta! "Pescaria não é só peixe" Até a próxima!!4 pontos -
Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Pedro Dominguete e 3 outros reagiu a Kid M por um tópico
4 pontos -
6 Piraíbas em um dia! (Com direito a dublê) - Araguaia 2025
Fabrício Biguá e 3 outros reagiu a Adriel De Sousa Silva por um tópico
Como meu primeiro post no grupo acho que está tudo okay né?? kkkkkkkk... Brincadeiras à parte, quero relatar minha primeira vez que fui pescar no Araguaia. Primeiro dia que cheguei, fomos pescar subindo o rio (Saindo de Luiz Alves), como eu já estava esperando, não teve nenhuma ação, o máximo que eu consegui fazer foi pescar candiru hahahaha.. No nosso segundo dia, a coisa já foi completamente diferente, inclusive deixar uma indicação do piloteiro Coroa, do grupo Só Piraíbas, (Instagram do Coroa) que é extremamente profissional e atencioso, gente boa demais. Chegamos as 6 da manhã no ponto, em frente ao Fio Velasco. E em poucos minutos pegamos o primeiro: Resumindo essa nossa pescaria, foram 6 peixes antes do almoço! Passamos o resto do dia inteiro no mesmo lugar, totalizando 12 horas parado com o barco, resiliência e vontade de pegar peixe hahahaha. 40 minutos depois pegamos o segundo.... e o terceiro na mesma hora. A partir dali eu já estava sossegado, foram 4 dias no Araguaia, e eu fui sem expectativa de pegar nada, nunca pesquei antes no Araguaia, a pescaria é bem diferente do que eu sou acostumado de pescar na Serra da Mesa, o lugar é lindo e cheio de vida animal, achei top demais.... inclusive mandar um abração pro meu pai Marquinhos Biguá, na proxima vez eu te levo 😄 Fotos da pescaria e dos peixes:4 pontos -
Quem se lembra dessa imagem ?
Guilherme Stival e 3 outros reagiu a Kid M por um tópico
Durante bastante tempo foi a imagem do Fórum Turma do Biguá, próximo do tempo em que esse espaço foi criado. Acredito que a foto foi tirada pelo Fabrício (ou o Xandego), numa pescaria amazônica., possivelmente no rio Negro. Esse peixe foi pego pelo menino que o segura, com uma "isquinha" que, salvo engano, era um "jig" feito pelos ribeirinhos. Na verdade, não era mais que um pedaço de mono (uns 60 mm) que era lançado com as mãos e recolhido "no braço"... Contrariamente ao que se possa pensar, o menino estava pescando para alimentação da casa onde morava. Quem se lembra dessa imagem dentro do contexto do nosso Fórum ? Muitas saudades de ver essa retratação...4 pontos -
Salve Galera , não posto nada a muito tempo aqui no fórum , mas é evidente que esse continua sendo umas das minhas paixões !! Fabrício , Kid e outros peço a permissão para fazer novamente !!! Espero que aceitem !!!!!! Um abraço do Chedid !!!! Tenho recebido muitos comentários a respeito da fraqueza das maquinas atuais. Isso se deve ao fato de serem produzidas na China e Coréia , aonde existe a OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA , matéria ja ensinada nos cursos de engenharia . Então vim aqui dar o meu palpite. Maquinas customizadas de maneira adequada , aumentam em muito a vida útil delas , além de deixar claro que existem maquinas mais fortes , e adequadas para cada tipo de pescaria !!! Se pudeem gostaria de saber a opinião do povo , aqui , alías será um prazer rever o povo !!!!!!!3 pontos
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Péssima qualidade dos produtos(atuais) shimano
TiagoAsa e 2 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
Se esse tópico tivesse uns 10 anos atrás já tinha umas 6 páginas em 1h do post. Kkkkkkkk3 pontos -
Indicações opções de viagens com melhor custo benefício para amazônia?
Edmar Alves e 2 outros reagiu a Renato Meneghetti por um tópico
Amigo, como já dito aqui, Rio JUMA, cai fora, esquece, jogar dinheiro fora, Rio Juma acabou a mais de 10 anos. Não pega mais nada há muito tempo Hoje, no máximo pega 1 peixe cansado por dia, com jig ou shad, Por favor, não dá pra ir pra Amazônia e ficar jogando um pedaço de ferro ou de borracha no fundo do rio, sofrível heim, melhor ir em qualquer pesqueiro Se ficar hospedado na foz do Juma, nas redondezas do Tracajá / Maçarico, verá uma pousada a cada 50 metros a beira do Mamori, tem congestionamento das voadeiras. Se subir o Juma, redondezas do Canarana, Cutrapa, terá um pouco mais de tranquilidade, porem, mesma coisa, pescaria será muito pobre. Todos rios próximos de Manaus são e estão fracassados em pescaria Sugiro escolher outro local, mais afastado, mais caro sim, mas as chances são maiores Poderia escrever aqui um livro sobre essa região3 pontos -
Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a LucaoCR por um tópico
Tomando a liberdade aqui de reviver esse tópico. Tenho costume de pesquisar diversos assuntos no fórum, desde dicas, equipamentos, destinos e também tópicos como esse. Achei interessante demais ler sobre a situação de SIRN, diversos posts aqui do fórum nos permitem entender e traçar a linha do tempo da pesca esportiva por lá, desde os idos de 2004, quando incursões por lá dependiam de expedições como aquela que o @Fabrício Biguá fez e que rendeu - na minha opinião - o melhor post desse fórum, onde dependia-se de contratar um baco regional, capitão, guia, mantimentos, combustível, além de negociar diretamente com as comunidades para ter liberação de subir os afluentes, passando pela época onde alguns operadores montaram operações por lá, dividindo entre si os afluentes que tinham a entrada permitida, até chegar no rodízio que causou tanta discórdia e rendeu esse tópico aqui criado pelo grande @Kid M. Fato é que um pouco depois disso ordenou-se de maneira mais rígida a pesca esportiva por lá, chegando ao cenário de hoje: Rio Preto - Super Açú Ayuanã - Angatu Uneuixi - Zaltana Jurubaxi - Kalua Alto Jurubaxi - River Plate Além disso, consta em pesquisas que fiz que a River Plate chegou a conseguir autorização para o Alto Uneuixi, mas não chegou até hoje a operar por lá (não sei se eles ainda detém essa autorização). Claro que com isso aconteceu algo que muitos previam: limitando à poucas operações, cada uma com seus rios/trechos exclusivos, os preços pra pescar por lá saíram de 8-10k para algo que gira hoje em torno de 22-35k. Claro que o preço foi afetado também pela inflação e pelo dólar. Uma outra preocupação era que quando os preços subissem, só os gringos acabariam pescando por lá, mas o que se vê hoje é uma grande mescla entre gringos e brasileiros em algumas operações. Temos, claro, casos como o River Plate, que pouco investe em atrair brasileiros e vive praticamente só dos gringos, mas em outras operações o cenário já é diferente. Uma turma de 4 amigos pescou agora em novembro no Kalua dividindo a semana com alguns americanos. A conclusão é que o ordenamento e posterior encarecimento não impediu que nós brasileiros continuássemos a pescar por lá. Pelo que puder ler em diversos tópicos aqui no fórum, muito reclamava-se de SIRN acerca de semanas incrivelmente improdutivas mesmo com bom nível de água, repiquetes enormes e inesperados, boas pescarias com nível de água lá no alto ou até em meio a repiquetes, além de semanas onde Jurubaxi estava com água lá no alto e o Uneuixi estava seco. Acredito que os mais experientes devem hoje conseguir, com mais informações e mais semanas pescadas por lá, fechar um diagnóstico melhor sobre a pesca em SIRN e seus 4 afluentes próximos à cidade que tem a pesca liberada. Li bastante em outros tópicos que de fato é uma região onde o peixe da sua vida pode sair em qualquer arremesso, seja numa semana de melhor produtividade com o rio seco e sem repiquete, seja com um repiquete ou até numa semana onde não tá pegando nada e a água tá la no alto e que semanas altamente produtivas são realmente raras por lá. Minha primeira semana na Amazônia foi no Zaltana, na última semana de março, nem subimos o Uneuixi, pescamos só no Negro e 5 amigos tiraram peixes acima de 20lbs e 80up, mas nossa turma - com 16 integrantes - não pegou mais do que 200 tucunarés no somatório da semana toda. Acima da cidade de SIRN e chegando até São Gabriel da Cachoeira o modelo de exclusividade vai sendo replicado. Zaltana colocou o flutuante novo lá pra cima, Curicuriari foi aberto há pouco tempo, assim como o Darahá. Tem ainda aquela extrema exclusividade do operador do Marié, que essa sim parece espantar qualquer brasileiro. Acho que no fim, de SIRN pra cima, encontraram uma maneira de minimamente organizar as coisas. Me preocupa mesmo é o futuro de Barcelos. Tentar replicar um modelo de exclusividade nos moldes de SIRN em Barcelos acarretaria em prejuízo para diversas operações e com provável impacto para as operações de custo mais baixo pois a corda costuma sempre estourar pro lado do mais "fraco". Para finalizar, fico contente em saber que a aposentadoria do @Kid M - aventada por ele no post inicial desse tópico - até hoje não chegou.3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a Pedro Alves por um tópico
Eu sinceramente acho que é "lambada gourmet". Fora o fato de ter que levar um conjunto específico para essas iscas (afinal já levamos um para hélice normalmente. Mas cada um pesca da forma que achar melhor.3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Beto Caranha e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Grande Betão, também conhecido como Caranha ! Essas nossas pescarias sempre deixam boas lembranças ! Não me recordo desse "furto", mas que tenha lhe favorecido... Essa época foi um tempo em que as "sub walk" ainda estavam chegando... (as da Rapala eram imbatíveis) Voltando ao "tema" das "Big Bates", me considero um "conservador", pois prefiro - sempre - material mais leve. Abro muitas vezes de ir com "artilharia pesada" para um troféu , em troca de bons peixes pegos no material médio. Entendo que vai de cada um (nem preciso falar nos fominhas das hélices), mas o que importa é a satisfação de estar pescando. Peixe sempre será algo secundário num grupo de pesca - mesmo que tentem mudar esse conceito para as capturas... O melhor do dia é - muitas vezes - a resenha da chegada, onde as brincadeiras & relatos fazem bem ao coração...3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a Beto Caranha por um tópico
Grande amigo Fabricio me citou, nossa deu uma saudade de nossas pescarias... hahhaha bons tempos! Já chego dizendo que já "roubei" uma Rapala Subwalk do @Kid M! rsrsrs Na verdade a isca estava na gaveta lateral da voadeira e eu havia acabado de perder minha única subwalk... Fiquei feliz demais qd achei aquela isca ali "boiando"... Só avisei do roubo no fim da pescaria! rsrs Esse assunto "Big Bait" ainda ta meio "verde" pra mim... diria que não consigo chegar a uma conclusão ainda! Sou do time dos conservadores assim como meu amigo @Fabrício Biguá. Uma Rip Roller Helloween em todos os cantos do mundo... Uma Bonnie 128 em Sirn ou uma T20/Sara Sara em Barcelos... Bom, mas falando das Big Bait, elas pegam peixes realmente! Tem aparecido peixes grandes nelas e isso é inquestionável! Agora, se vale a pena a dificuldade de usa-las é outra questão... Shad tb pega... tipo vc ver o Maicon Bianchi e o Eduardo Pura Pesca pescando bons peixes numas montagens de shad... Eu já tentei e achei pouco pratico... tipo: não combinou comigo! Big bait eu nunca testei mas penso ser pouco pratica tb... Talvez va precisar de uma vara mais parruda, acrescentar mais um conjunto só pra isso... Em relação a marketing, é inegável também que as iscas da marca Duo recebem um marketing agressivo... Com muitos influencers e isso esteja fazendo aparecer mais.... Vejo também que essas bigbaits estão sendo utilizadas em Locais de pesca mais preservados e talvez por isso tb esteja impactando nos resultados... São iscas mais caras e justamente pescadores que vão para destinos mais caros é que as usam... Será que uma bigbait brilharia sendo usada na região da Ramada ali do lado de Barcelos? Eu acho que só o tempo irá dizer... Vaprax chegou a ser uma febre há alguns anos atras... uma bela isca! tenho umas 3... as chamo de "T20 de rico"... mas hoje em dia já normalizou a "falação" delas... Por fim, queria dizer que a leitura do rio... onde o peixe ta comendo... onde botar a isca... ou ter um guia bem experiente que te leve nos melhores pontos e te indique o local certo para vc insistir... talvez seja mais importante que o modelo de isca...3 pontos -
Araguaia - Outubro 2025
Cristiano Rochinha e 2 outros reagiu a Joao Caio por um tópico
Última ida pro Araguaia do ano, foi espetacular! Vou deixar os videos no final. Era segunda 13 de outubro e não tinha nada programado pra ir pescar. Mas nesse dia surgiu uma vaga com o guia que queríamos pescar para o final de semana (Guia Tenir, da família batista de Aruanã) . Como sou de goiânia e estava em uma semana mais tranquila, o araguaia fica a poucas horas de carro, ja marcamos a pescaria! No mesmo dia ja comecei a arrumar tralha e preparando o barco pra levar (pescador quase não é ansioso pra ir pescar 😂😂), as carretilhas e equipamentos ja estavam quase prontos (8 idas araguaia nesse temporada). Porém sabem como é, né? Sempre falta aquele anzol, aquela chumbada que está faltando no estojo mesmo tendo várias 😂 E sempre aquela dúvida de qual equipamento levar. Como íamos apenas eu e meu irmão, e cada um já tem suas tralhas pra pesca pesada, ja fui separando minhas carretilhas preferidas já pensando nos peixes que poderia pegar. E no dia 16/10 na quinta pegamos a estrada com destino ao nosso maravilhoso rio Araguaia. Saímos as 19:30 de goiânia (o plano era sair 17:30h kkk). Paramos para fazer aquele lanche reforçado em Itauçu a cerca de 76km de Goiânia onde há várias lanchonetes ótimas e seguimos viagem. Chegamos na cidade de Aruanã as 01:20, na madrugada do dia 17/10, já na sexta. Geralmente quando vamos para Aruanã ficamos sempre no Hotel sesi Aruanã que é ótimo, mas como marcamos de última hora ja estava lotado para essa data. Acabamos ficando na pousada SOS piraiba. Não conhecia a pousada. Mas ao chegar já fomos muito bem recepcionados pelo Edson as 01:20 da manhã. Colocamos o barco para dentro da pousada e fomos dormir o mais rápido possível para pescar na manhã seguinte. Levantamos as 06:30 do dia 17, o guia Tenir ja estava no esperando. Ja fomos para o café da manhã, muito bem servido e caprichado na pousada. Destaque também para os quartos, bem arrumados, limpos e bem organizados e valor muito bom. Como levamos nosso próprio barco e já tínhamos guia, não usamos esse serviço da pousada. As 07:10 já estávamos no rio, o nosso guia Tenir decidiu por descer o rio, e fomos atrás dos pontos. Primeiro paramos principalmente nos finais de praias, nas quedas d'aguas pra pegarmos iscas (douradas, corvinas, mandubés). Passamos por cerca de 2 pontos e nada de ação, no 3º ponto já pegamos 2 corvinas e depois os peixes sumiram (provavelmente um boto por perto). Lá pelas 11:00 paramos no primeiro ponto de piraíba nem no meio do canal do rio, e não tivemos nenhuma ação. Fizemos um almoço no rápido no barco enquanto esperávamos em outro ponto e nada de ação. Durante a tarde também muito parado. Foi um dia quase inteiro sem ações (exceto dos mald$@&/ botos rsrs), com poucos peixes menores capturados, inclusive em pontos onde o Guia disse ter pego muitos peixes durante a semana. Detalhe que o rio tinha pegado (subido o nível) durante essa semana e os pontos acabaram por mudar. Chegamos de volta em Aruanã quase anoitecendo, rodamos cerca de 120km nesse dia no rio, que foi bem tranquilo em tempo de navegação por estarmos com motor 250hp. Durante a noite conversando com o Tenir, decidimos pegar o carro na manhã do dia seguinte e ir para Itacaiu, uma cidade cerca de 50km de aruanã (rio acima). Chegamos em Itacaiu as 08:00 e ja fomos para o porto. Nosso objetivo era só peixe grande, mas levamos apenas lambari de isca, com intuito de usarmos iscas naturais do próprio rio. Subimos o rio paramos no primeiro ponto já as 08:20 atrás das iscas. Em 2 minutos pegamos 2 douradas/apapas, uma menor e uma grande de mais ou menos 50cm. Ja com as douradas pra usar da isca, fomos pro primeiro ponto dos peixes grandes. Nesse dia a estratégia era parar mais nas beiradas para achar as pirararas. Paramos em um poço cerca de 15cm acima de itacaiu, dava cerca de 7 a 8m de profundidade e tinha uma uma leve curva onde formava bastante correnteza e rebojo. Cortamos a dourada grande no meio e iscamos, inclusive fiz video das iscas as 09:50. Era um ponto que se o peixe puxasse linha iria acabar no meio da estrutura, então a fricção estava muito forte. As 09:56, só 6 minutos esperando. Vi a vara se curvando devagar, e de repente começou aquela tomada de linha de fazer a carretilha gritar (música para os ouvidos), muita emoção nesse momento pois o peixe entrou no meu equipamento. Como a fricção estava bem travada e vara 200lbs, foi um verdadeiro cabo de guerra. Mesmo assim o peixe tomou bastante linha, percebi na hora que se tratava de um peixe enorme, e senti que ele havia passado em uma estrutura. Nesse momento a experiência do guia fez toda a diferença, ele fez algumas manobras com o barco e conseguimos livrar a linha da estrutura, após isso ele ja levou o barco para uma praia que estava do nosso lado. Nessa hora já tava respirando pesado de tanto fazer força 😂😂. Foi quando puxando bem, o peixe subiu mais na superfície la ainda no meio do rio e eu vi que se tratava de uma grande piraíba, a emoção nessa hora é inexplicável. Em 9 minutos de um verdadeiro cabo de guerra consegui trazer o peixe ate a praia e dominar ele. Foi uma briga rápida, mas também um cabo de guerra com vara 200lbs e fricção quase travada! O Guia pegou o peixe, e deixou ele bem na rasura. Uma enorme piraiba bem na nossa frente! Mesmo não sendo minha primeira, a emoção de fisgar e tirar um peixe desses é inexplicável! Fizemos a medição e bati meu recorde de piraiba, ela deu 1.74m. Batemos algumas fotos, fizemos alguns vídeos. E fomos pra soltura! A rainha do araguaia saiu nadando lentamente e subindo contra a correnteza do rio. A emoção era tanta que ate esquecemos do calor de 40°, entramos na agua e aproveitamos o momento. Soltura: Seguimos subindo o rio, pegamos mais iscas mas não tivemos mais ações de peixes grandes. Pouco antes do almoço, outro guia conhecido parou perto de nós, e falou que já haviam pegado 16 cacharas só na parte da manhã e nos passou o ponto, mas decidimos continuar atrás dos gigantes. Na hora do almoço esticamos as linhas, usando corvinas e branquinhas de isca no meio do canal com chumbadas bem pequenas e o guia foi preparar um ceviche de corvina que acabávamos de pegar com molho shoyo enquanto eu ia no churrasco. Acabei de acender a churrasqueira, e quando percebemos a carretilha do meu irmão ja estava gritando!! Rsrs Primeira puxada bem forte, uma boa briga, e quem veio? Mais uma piraiba, dessa vez uma "filhote" com seus 1.10 a 1.20m aproximadamente, tiramos algumas fotos e ja soltamos ela pra terminar o almoço. Passado um tempo, ja começamos a descer o rio. Nesse dia subimos 80km, e ja fomos descendo pra parar em mais pontos. Foram 2 ações de pirarara que perdemos na fisgada. Ja era mais de 18h do sábado e decidimos como último ponto o local onde pegamos e piraiba e ja fui exagerando na isca, com metade de uma dourada e um pedaço de outra (1 kg de isca kkk). Soltei minha isca exatamente no mesmo ponto e altura de onde tinha pego a piraiba. Se passaram 5 minutos e quando vi a carretilha estava fritando com a tomada de linha, fui la é na dei aquela fisgada pra conferir. Tentei forçar pra diminuir a tomada de linha do peixe, parou por um tempo e depois continuou a tomar linha. Esse peixe tinha uma força enorme, com a carretilha quase travada e vara 200lbs e comigo fazendo força pra não ser puxada pra fora do barco, ele chegou as estruturas. Ficamos 10 minutos tentando tira-lo, inclusive com o drone (chumbo com ganchos que o guia joga pra pegar a linha do outro lado da estrutura), mas infelizmente dessa vez foi a vez do peixe, fomos vencidos! Ja era quase noite e o GPS do sonar ajudou a voltamos, ja que nessa época passamos por locais com até 50cm de profundidade. Esse foi um nada breve resumo detalhado desses dois dias abençoados de pesca! Essa época é a época que o rio está mais baixo, então é indicado sempre andar com um guia de confiança, pois passamos em lugares de 40,50cm de profundidade apenas, e ainda tem pedreiras próximas a Aruanã e Itacaiu. Sobre equipamento, faz toda a diferença em uma pescaria e momento desses. Carretilhas e varas fortes ajudam muito a dominar o peixe, e no conforto na pescaria, principalmente quando se tem que recolher 300 a 400m de linha em vários pontos. O barco ajuda demais no conforto também, estávamos em uma Calaça Riviera 670 com motor Mercury 250HP, o que facilita muito o deslocamento em grandes distâncias, e mordomias que a alguns anos eu nem imaginava, como geladeira/frezzer para as bebidas e internet starlink. Pode levar muito bebida, aquele sol de 40° castiga a gente hehe!! Equipamentos utilizados Carretilhas Shimano Talica 50 Shimano Tiagra 30W (a maior saiu nela) Shimano Talica 50 Varas Shimano Terez 200lbs Intergreen Hematita 150lbs Carretilhas com cama de linha multifilamento power pro 150lbs e linha mono max force 0.92mm. O Guia Tenir, indico totalmente. Pessoa muito responsável, conhece demais o rio!!3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
VitorMorais e 2 outros reagiu a Alexandre Gomes de Almeida por um tópico
Opa João !! Estou também nesta mesma pegada em minhas pescarias!! Pesco uma vez por ano o tucunaré açu, e sendo assim, tenho que aproveitar ao máximo esta jornada, independentemente de qual região lá de cima estarei pescado! Como escrevi anteriormente, não abro mão das minhas iscas convencionais de FÉ, pegadeiras dos pequenos e dos grandes também, mas também gosto de fazer alguns testes com iscas novas! De todo modo, meu foco esta relacionado mais com os números de ações de peixes que tenho em um dia de pesca do que no tamanho dos danados ! O troféu ou o 80tão será mera consequência do meu esforço de bater isca durante um dia inteiro ou a semana inteira de pesca. Penso que uma hora ou outra o bichão irá entrar..... Se não entrar, esta tudo bem também !!!! Se ao final de um dia inteiro de pesca, tiver capturado um bom volume de tucunarés tidos como pequenos, já estarei extremamente satisfeito e feliz. Analisando de forma macro, ou seja, uma semana inteira de pesca, acho que sairei muito mais satisfeito em ter estes 6 dias recheados de capturas de peixes pequenos do que ter apenas uma ou outra captura dos grandes , mesmo que seja os 80tões! Minha pescaria na semana passada foi assim........ Extremamente prazerosa!! Média de 32 peixes embarcados por dia (dupla) entre paquinhas e borboletas (um deles de 59 cm) distribuídos nas quase 12 horas que ficávamos na voadeira pescando! Perdi na semana ao menos uns 4 monstros em ataques de superfície daqueles de cinema, gerando inevitavelmente aquela decepção momentânea, mas que logo depois e analisando o filme gravado em minha memória, transformava-se a sensação de "vamos que vai sair um grande".... Aquela gasolina que todos aqui conhecem! No meu caso, tenho certeza que todo este animo, esta gasolina e a sensação de que estava tudo bem em perder aquele ou aqueles gigantes, vieram das capturas dos peixes pequenos, da quantidade de ações que tínhamos durante todo o dia, que geravam aquele gás para continuar pescado naquele calor e cansaço que inevitavelmente nos acomete !! Não que eu tenha tido aquele tipo de pescaria dos sonhos, de ataque de tudo quanto é lado, muito pelo contrário, foi uma pescaria muito complicada, mas que com muito esforço, conseguíamos sacar uma certa quantidade de peixes (a maioria pequenos) de forma espalhada durante o dia todo ! Isto preenchia o nosso tempo e não víamos a hora passar! Exatamente o que eu procuro.....o resto será o bônus de uma semana mais que perfeita !!! Esta narrativa foi exatamente o que aconteceu no meu ultimo dia de pescaria! Embora já tivesse pego umas 3 lepas de 70 alto nos dias anteriores, escapou o peixe da minha semana exatamente no 6º e ultimo dias, por volta das 12:00. As perdas anteriores eram prováveis 80tões, mas este ultimo era com certeza um 80 alto!!!! ..... Perdi até o apetite para o almoço KKKK..... Massss - não mais que 30 minutos depois, fui presenteado com um gigante da foto abaixo !!! Aquela gasolina, a paciência, a persistência e a leveza de espírito proporcionada pelos peixes pequenos, foram ao meu ver a alma do negócio! Talvez se eu estivesse tentando só os monstros com aquelas iscas gigantes, não teria tido força e animo para pescar na mesma intensidade durante todos os dias, tendo em vista que para todo o nosso o grupo, os bitelos estavam se escondendo!! E onde fica as grandes iscas nesta história? Quase sempre que eu pegava um peixe mesmo que pequeno, e já com o tanque de gasolina cheio novamente, acabava investindo um pouco do meu tempo nas iscas que eu havia levado para testes. Assim, sem aquela pressão de capturar ao menos um peixe ( qualquer um que seja), conseguia analisar, dentre as iscas grandes (glide baits) que levei, o que fazia ou não sentido para mim, a forma de trabalho de cada uma delas e quais irão retornar para a Amazônia na próxima temporada! Tenho certeza que um dia pegarei um monstro em alguma destas bigs baits..... Não foi desta vez, mas pela qualidade das mesmas, são ótimas opções que temos disponíveis no mercados, que diga-se, não substituem em nada as nossas já conhecidas iscas velhas de guerra como as T20, bonnie, rover, vaprax, sara sara, curiscos, biruta, destroyers, hélices, etc........... Finalizando, há uma série de variáveis em uma pescaria, principalmente na amazonia, que poderão impactar na utilização ou não de novas técnicas e iscas. Para meu estilo, mesmo em uma semana relativamente boa, não foi possível insistir da forma que gostaria e havia planejado, sob pena comprometer a efetividade da minha única semana de pesca que tenho alvará devidamente concedido pela minha esposa !!!!!!! um grande abraço3 pontos -
Vara para Stick/Zaras na Amazônia - 2025 ! Minha experiência
VitorMorais e 2 outros reagiu a Fabrício Biguá por um tópico
Excelente tópico... A turma disse tudo...Querem varas "finesse" para trabalhar com brutalidade...não vai dar certo. Varas muito rápidas que não aceitam muito "carregamento" no arremesso ou iscas acima do peso indicado. E transporte e manuseio inadequados. Quebrei apenas 3 varas em todos estes anos pescando; uma forçando o macaco (como disse o Kid); outra q a linha deu o laço na ponteira e barco em movimento me fez vacilar e quebrar a ponta; e uma lançando arremessando uma Bonnie 85 (era uma vara de 70g, super leve e quebradiça e eu carreguei demais no arremesso). Eu tenho muitas varas...sejam elas de linha ou custom. Acredito q seja o item de pesca mais pessoal de todos. E, por incrível que pareça, é difícil ter alguma q não seja a "preferida"... Se cuidar bem e não perder a paciência, no mercado temos boa varas q vão de 300,00 a 5k, que atendem muito bem.3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Joao Paulo ML e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Fala Vitor, blz ? Pois é rapaz, tenho acompanhado essa sucessão de iscas cada vez maiores e não me convenci dessa eficácia esperada. Não tenho qualquer dúvida que ajuda selecionar os predadores, mas chegam a ser exaustivas de serem trabalhadas. Num passado nem tão remoto assim, admirávamos a excelência de atração das colheres, das iscas de meia água, jigs e algumas de superfície. Hoje chega a ser difícil acompanhar o ritmo desses lançamentos, cada vez mais pesados e grandes, impondo mudança de conjuntos. Dificilmente se irá encontrar alguém pescando sem que tenha 3 conjuntos para escolher (não acho isso errado), até por conta das suas escolhas. Refiro-me contudo ao tempo em que uma "boa vara" era quase que suficiente para se encarar alguns dias de pesca com ótimos resultados. Isso, como já foi dito anteriormente, é algo de cada pescador ! Quanto mais "minucioso" no conjunto a ser usado, maior será sua quantidade de tralhas Lembro-me (aí já faz tempo) de que o encontro com pescadores americanos na AM, surpreendíamo-nos com as "enormes iscas de hélice" usadas. Passou o tempo e também nós brasileiros desenvolvemos esse procedimento de pesca que praticamente "engessa o pescador" nessa opção. Acredito que as opções (cada vez maiores) farão com que essas seleções do que ter e usar (não é a mesma coisa) acabarão por acontecer.3 pontos -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Kid M e 2 outros reagiu a VitorMorais por um tópico
Minha contribuição aqui! Usei pela primeira vez o inline na Amazonia. Usei em algumas iscas para comparar, como a t20, duo pencil 110, pop queen 105, bonnie 128. O nado fica melhor, fato. a isca "afunda" menos, ou seja, mais facil de balancear a isca, sem ter que por uma garateia mais "fraca". Sim, eu uso decoy nas bonnie.. mas sei la, achei o anzol melhor. Pode ser placebo.. Usei as iscas com inline onde tinha mto molongó, galhada. Enrosca mtoooo menos. sabemos que nesses lugares, o peixe corre e é mto difícil de tirar, molongó enrosca mto fácil. se for garateia decoy ainda, vixxxxx... então, nesse lugares, usei inline. Meu troféu dessa temporada foi um 81cm. Peguei na pop queen com inline. a segurança que dá para trabalhar o peixe depois que fisga é mto maior.! vc sabe que no anzol, se ficou, dificilmente vai sair. Qdo ele saltou então, aí que abri o freio e deixei o bicho correr a vontade... Não acho que seja modismo, ao contrário das "big baits" (kaka olha a polêmica).3 pontos -
Lago de Serra da Mesa - Agosto/2025.
Renato Barreto e 2 outros reagiu a Matheus Assoni por um tópico
Fala turma, boa noite. Espero que todos estejam bem e pescando mais ainda. kk Começar esse relato que estava pra postar, a algum tempo na verdade, onde no final de Agosto, embarquei com meu pai para conhecermos e pescarmos 3 dias no famoso Lago de Serra da Mesa. Dia 26 de Agosto ás 06:00 da manhã, rumamos do Ipiranga ao Aeroporto de Congonhas. Nosso vôo estava programado para sair de SP ás 08:40, pontualmente cumprido e logo estavámos á caminho da nossa querida capital federal. Por volta das 10:30, o avião acabava de pousar e, a ansiedade de conhecer um novo lago e pescar em uma região diferente, tomaram conta das conversas e pensamentos. Já com a bagagem retirada, fomos a locadora retirar o carro que já tinha sido reservado alguns dias antes, demos uma rápida passada no ParkShopping para almoçarmos e enfim, começarmos o percurso de 322 Kms, até o Rancho C4 em Niquelândia/GO. Com algumas paradas rápidas, primeiro do almoço e de algumas outras para ir ao banheiro e tomar um café na estrada, chegamos no Rancho C4 por volta das 17:00 e já fomos recepcionados pelo Douglas e pela Debora, para início dos nossos 3 dias de pescaria. Não me lembro ao certo a capacidade de pessoas que o rancho comporta, mas creio que aproximadamente 10 à 12 pescadores. Acomodações muito boas, conversa agradável e refeições sempre muito caprichadas. Com a expectativa lá em cima e já jantado, fui ajeitar as tralhas para no dia seguinte começarmos a saga atrás do troféu azul de Serra da Mesa. Conversando com o Douglas já na chegada, sabíamos que o peixe estava começando a formar casal na maioria das vezes e vez ou outra poderíamos topar com algum casal defendendo ninho ou até os filhotes, mas que estava muito seletivo, e tinha que ralar pra conseguir encontrar o peixe e também fazer ele comer. Primeiro dia de pesca; As 06:30 já desperto, tomo banho, já coloco a camisa da sorte (pra quem joga truco entende, a primeira é caminhão kkk) e fico aguardando o parceiro para tomar café, ajeitarmos o barco e partirmos. Ritual encerrado, partiu água. Com as recentes pescarias, Douglas decide pescarmos na região do Rio Bagagem, um rio que tem a água um pouco mais turva que a dos outros dois que compõem Serra da Mesa, mas que abriga alguns troféus. Início da pescaria sem nenhuma ação e com as indicações do Douglas, ele me recomenda pescar de duas formas, batendo hélice e riscando um jig de 10 gramas mais na superfície da água. E começamos a levantar alguns peixes na hélice, o peixe subia para espantar a hélice e não dava mais as caras, cobríamos com todas as iscas e nada do peixe voltar. As 10:00 tivemos a primeira ação de peixe que comeu, riscando o jig na superfície do lado da estruturas em um braço bem estreito, um neon azul veio do fundo e sugou o jig, infelizmente na briga com o peixe, ele levou a melhor e passando na estrutura cortou o leader de 50lbs. Antes do almoço, para não sair dedão, em um praiado encontramos um único peixe parado e meu pai abriu a contagem pra nós no primeiro dia. Logo na sequência desse peixe, e com um sol escaldante na cabeça, decidimos parar para almoçar e renovar as energias na sombra de uma árvore, para depois de descansados, voltarmos a ativa. Na volta do almoço e com a esperança renovada, saímos atraás deles. Logo nos primeiros arremessos meu pai pescando pro meio, engata mais um azul para crer que a tarde seria melhor. A tarde de pescaria não se resumiu a muito mais que isso, tive uma ação na hélice, que o peixe escapa no pulo, peixe de 35-40cm. No final da tarde, o Douglas segue para um local mais fundo para pescar com jigs e jig heads, e aí sim, consegui embarcar meus primeiros peixes do lago, um amarelo, um pequeno e um jacundá, todos no jig head com camarão de 7cm, mas não vieram pra foto, esses ficaram só nos vídeos da câmera, deixo o link do vídeo ao final do relato. Encerramos o primeiro dia de pescaria, um dia fraco de peixe, mas, com a alegria de conhecer uma nova represa e por ter mais uma vez a parceria do meu pai nessas empreitadas e saber que tínhamos mais dois dias completos de pescaria. Segundo Dia; No segundo dia de pesca, o Douglas decide pescarmos na região do Tocantinzinho, tendo em vista que nosso primeiro dia de pesca não havíamos tido boas ações e nem visto peixes melhores. Já nos primeiros pontos do segundo dia, riscando o jig próximo a estrutura novamente o peixe sobe no jig, mas, não entra, dei um segundo arremesso e deixei o jig tocar o fundo, foi o tempo de travar a carretilha e a femêa engatar, o macho veio seguindo ela, peixe de no máximo 50 cm, mas, não quis saber de pegar na isca do parceiro. Focamos a pescaria no segundo dia riscando o jig, pois, parecia que o peixe estava mais propenso a atacar, mas, pinchando uma sará-sará, o Douglas leva uma pancada sinistra, do peixe voar inteiro fora da água, errar a isca e a 1 metro do barco ele voltar e subir todo fora da água denovo pra pegar a isca, memoráveis imagens que gravamos na cabeça. Era o primeiro peixe bom que tínhamos conseguido embarcar, não chegamos a medir, mas algo em torno de 54/55 cm, um baita peixe, na superfície em um dia complicado de pesca, se torna um baita troféu. Peixe solto, e o Douglas sugere irmos caçar alguns peixes no visual, devido á transparência da água na região que estávamos e o sol quente das 11:30 que castigava. Na primeira parada, o Douglas encontra um casal no pé da estrutura, e, um macho tentando "tomar" a fêmea ou o ninho, briga de peixes em baixo do nosso nariz e com a certeza de peixe grande. Passo a mão no jig, e no primeiro arremesso, a femêa cisma de juntar no jig mais ligeira que o seu cônjuge, mas na briga, e com o vento nos jogando pra longe, vimos que o macho não acompanhou e ficou defendendo o local do outro que o perturbava. Fêmea embarcada, colocada no viveiro do barco e partimos atrás do seu marido, meu pai tomou a dianteira, mas, o peixe não aceitava o jig como a fêmea havia aceitado, passei a mão no estojo, saquei uma isca sinking da caixa e foi o tempo da isca afundar na cara dele e ele sair tomando linha no meio da estrutura. Douglas manobrou o barco rápido, conseguimos acompanhar o peixe, e na briga, conseguimos embarcar o peixe. O PEIXE, o meu trófeu de Tucunaré Azul, o peixe que nos faz rodar milhares de quilômetros, estava ali, dentro do passaguá, e pronto pra eternizar em algumas fotos o respeito e admiração que temos por ele. Adrenalina ainda lá em cima, afinal, tinha acabado de quebrar meu recorde, comemorei com meu velho, e partimos atrás do peixe que cismava em tomar o recinto do meu troféu. Quando chegamos no lugar, inacreditavelmente, o peixe estava exatamente no mesmo lugar onde tínhamos acabado de pegar o casal, meu pai ficou com a missão de pegar o peixe, mas, ele não estava querendo saber de isca, só assoprava o jig quando passava perto e refugou a isca sinking e na sequência afundou. Um pouco mais à frente e antes do almoço, no mesmo raseiro onde pegamos o casal, vimos 3 peixes médios passeando, meu pai com o jig mandou na cara deles, e eles brigaram entre si, pra ver quem conseguia pegar primeiro, e, como sempre o menor dos 3 veio pra finalizar nosso primeiro turno do segundo dia de pescaria. Como a pescaria tinha melhorado próximo ao horário do almoço, decidimos esticar a pescaria e pararmos para almoçar um pouco mais tarde e sem pressa. Decidimos fazer a mesma pescaria do dia anterior no final da tarde, locais mais fundos e pescando colado no fundo, tivemos mais ações, os peixes estavam ativos no fundo, pegamos mais alguns peixes antes de decidirmos encerrar o dia que nos rendeu o troféu da viagem. Terceiro dia; Último dia de pescaria, decidimos voltar a pescar na região onde pescamos no dia anterior, para tentarmos a sorte novamente. Mas, com um vento mais forte, e com a água mais fria, o peixe não queria aparecer de jeito nenhum, na parte da manhã, vimos um casal defendendo seus filhotes, por duas vezes seguidas, consegui fisgar a fêmea e nas duas vezes escapou. Sem nenhuma ação de peixe na parte da manhã. Pós almoço, e com a expectativa bem baixa, decido testar algumas iscas que costumamos usar aqui nas represas do Sudeste, e que não tinham muito a confiança do nosso guia, mas, como já passavam das 15:00 e não havíamos tido nenhuma ação, achei válido o teste. Com no máximo 10 arremesses para o meio com uma isca barbeluda que desce entre 3 e 4 metros, tive a minha despedida com chave de ouro de Serra da Mesa. Trancada forte e tomada de linha honesta, estava engatado com mais um belo peixe. Peixe embarcado, 57cm, colorido e briguento. Esse último dia de pescaria, foi um dos mais desafiadores que já enfrentei. Teste de resiliência total, mudanças de estratégia durante o dia inteiro e foi isso que nos fez conseguir achar os peixes das 15:00 em diante. Último ponto da pescaria, pescamos uma ilha submersa, meu pai pescando nos locais mais rasos na superfície, e eu continuei mandando a barbeluda pro meio. No lugar mais raso da ilha, meu pai tomou algumas porradas na superfície, mas sem peixe fisgado. No primeiro arremesso que fez com um spinner que pegamos com o Douglas, os peixes do cardume começaram a aparecer, destaque pro maiorizinho fisgado. Na sequência dos peixes fisgados pelo meu pai, na barbeluda, tomo outra pancada e outra tomada de linha sinistra. Achei que tivesse tirado a sorte grande, mas em alguns minutos, vimos o pneu subindo e a euforia do último peixe deu ar para as risadas e brincadeiras. Baita Piranha! A temida hora de cortar o snap, havia chegado. E mesmo que a pescaria tenha sido um desafio, conseguimos aproveitar, viver momentos únicos e brigar os valentes tucunarés do centro-oeste. E de recorde batido. Era hora de voltar pro rancho, aproveitar a noite de encerramente com um churrasco, arrumar as malas, ajeitar a tralha e descansar para o retorno á Brasília no dia seguinte logo as 07:00. Chegando em Brasilia, a logística foi basicamente a mesma da ida, da locadora ao aeroporto, vôo e pouso tranquilo em Congonhas (UFFA). Como diz um amigo aqui do Fórum, Deus não conta os dias que passamos pescando, e se pescarmos com quem amamos, Deus até nos dá alguns dias a mais. Para quem preferir ver o vídeo da nossa pescada, segue o link do Youtube. https://www.youtube.com/watch?v=0goYZKCI-Ck&t=45s Materiais Uitlizados Varas: Viking 14 Lbs, SLX 14 Lbs, Basspara 16 Lbs, Benkei 20 Libras Carretilhas: Metanium 101 e 151 Linha: Berkley 4x 40 Lbs Iscas: Jig 10 Gr, Jig Head 7 e 9Gr com camarão de 7 cm, Sará Sará 100, Vision +1, Máquina +1, Ryuki 95S, Fangbait 100DR, Spinner.3 pontos -
Melhorias nos "transfers" amazônicos...
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Há algum tempo chegou-me a informação de que os já excelentes Caravans iriam ganhar um "irmão mais parrudo" para ampliar o escopo de transporte de pessoas, ainda que a nova aeronave tenha sido desenvolvida para o transporte de carga em acessos regionais (entenda como empresas de logística - Federal, UPS, DHL, etc...). O nome desse bimotor da Cessna é Sky Courier, já em plena operação nos Estados Unidos (carteira de encomendas é enorme...). A ampliação de capacidade de transporte de clientes também se tornou uma possibilidade de atendimento de uso fretado. Não é por acaso que as principais operações de pesca amazônica (Super Açu, Zaltana, Angatu, etc) já estão prestes a oferecer aos seus clientes essa opção de embarque de grupos maiores (quase o dobro da capacidade do Caravan). Agora será apenas uma questão de "ajustes finos" para que essa alternativa possibilite uma melhor forma de "ir e voltar" de um sonho esperado. Não demora a serem criadas novas versões, dentre elas as de hidroaviões que permitirão usar as águas dos rios como pistas de desembarque e embarque - chega de desconforto para chegar no ponto de pesca... 0818cc8a-fcdc-487d-ac6b-37a0388b89cc.MP43 pontos -
Rio Arirarrá e Rio Negro - Amazon Xplor - Setembro/2025
Guilherme Liotti e 2 outros reagiu a Fernando_Oliveira por um tópico
Desde nossa última viagem em 2023, ao Rio Arirarrá na Pousada Amazon Xplor, já começamos a programar um retorno para o final de setembro de 2025. Da última vez, tivemos belas capturas nesta época, mesmo com as condições de seca e temperaturas excessivas, tanto no ar como na água. É claro que na Amazônia nunca é fácil de se acertar as condições ideais, especialmente quando as reservas são feitas com 18-24 meses de antecedência e o resultado desta vez foi uma pescaria muito difícil, com os rios Arirarrá e Negro fora da caixa e peixes no mato. Notar que o "píer" flutuante da pousada estava quase dois metros acima da cota da nossa viagem anterior. Temos por costume ser bastante sinceros ao narrar a qualidade da operação, conforme o nosso ponto de vista, e um fato que foi bastante criticado em nossa última viagem agora foi resolvido. O nosso grupo, juntamente com outros hóspedes/pescadores, foi dividido em duas aeronaves no trajeto Manaus - Barcelos, chegando praticamente ao mesmo tempo e sem a necessidade esperar horas em Barcelos pelo segundo avião. Melhor ainda, a operação Xplor agora conta com uma Marina com Ar condicionado, bar, petiscos e acesso direto para embarque nas lanchas rápidas que fazem o transporte de turistas e bagagens para a pousada. Em relação ao serviço da pousada, continua muito bom e referência de excelência no mundo da pesca esportiva brasileira. Após nossa chegada na pousada no domingo, e almoço, começamos a conferir nossos vinhos (90 garrafas, pois ninguém é de ferro) e preparar as tralhas de pesca. Fomos apresentados aos nossos piloteiros (Jailson, Jojo, Frank, Valdeci, Francinildo, Maciel e Saba) e traçamos nossas estratégias iniciais de pesca, escolhendo equipamentos, destinos, iscas e opções de peixes (tucunarés ou couro). Claro que as primeiras opções sempre são pescar tucunarés com iscas de superfície, mas as notícias não eram muito animadoras e tivemos que nos adaptar. Notar que a diferença técnica entre os nossos piloteiros era gritante, visto que dois titulares se ausentaram por doença e foram substituídos por reservas. Este fato foi relatado ao Eribert (proprietário), que providenciou a substituição de um dos profissionais. Note que o Eribert é presença constante na pousada, fazendo de tudo para que seus hóspedes se sintam em casa e tenham uma semana de muito sucesso na pescaria. Pescamos Arirarrá acima, desde a pousada até o Curraú e a Lagoa do Pato (74 km da pousada) e no outro sentido até pontos mais distantes do Rio Negro, na direção de Santa Isabel ou de Barcelos, perfazendo uma área de pesca com mais de 100 km de diâmetro, que só é viável pela utilização dos Bass Boats com motores de 115 hp's. A segurança na navegação rápida nos trecho mais estreitos rio acima faz com que este deslocamento tenha que ser previamente marcado e autorizado pelo Eribert. O jeito de obter sucesso nesta pescaria era arremessar longe e com precisão....centenas de vezes por dia. A cada novo ponto de pesca tentávamos atrair o peixe para fora do mato com iscas de hélices e T20's (principalmente) alternando com jigs e baby-faces, sendo que estas últimas foram as mais produtivas da semana. O arremesso no meio do mato tem como reflexo a ocorrência de diversos enroscos e a recuperação das iscas deve ser sempre feita com muito cuidado, seja pelo risco da isca voltar com violência "fisgando o pescador" ou pela presença de muitas abelhas e vespas no meio da mata, que podem não gostar da nossa presença, como comprovado pelo pescador Alberto que recebeu várias ferroadas. A pesca de couro era praticada, principalmente, a partir do meio da tarde utilizando-se pequenas piranhas e piaus, pescados nas imediações do Xplor, como iscas. Vale também lembrar os belos churrascos nas praias do Rio Negro e o churrasco de despedida na última noite na sede da pousada. Nosso retorno para Manaus iniciou bem, com o trecho em barco expresso entre a pousada e Barcelos sendo percorrido em pouco mais de uma hora, mas no trecho aéreo entre Barcelos e Manaus tivemos um grave incidente com um dos aviões Bandeirantes da DuGomes Air, quando por uma absurda falha de procedimentos, a porta traseira (tipo porta escada) abriu durante o voo com um grande estrondo e susto para todos. Durante cerca de intermináveis 15 minutos o piloto, ajudado pelos nossos colegas Rogério e Raimundo, conseguiram içar a porta de volta para a posição e travar. Passado o susto, estamos todos bem e de volta às nossas famílias já programando as novas pescarias. Agradeço à ótima equipe da pousada, aos colegas por mais um semana sensacional e também aos demais grupos que compartilharam estes dias conosco na pousada Amazon Xplor.3 pontos -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Guilherme Liotti e 2 outros reagiu a Edmar Alves por um tópico
Vixxi Sr. Kid...melhro a gente até nos anzol inline mesmo que entrar nas polêmicas iscas de hélice...rsrs... Inevitavel não comentar um video que vi outro dia, de um entitulado "legitimo" pescador de hélices" teve a coragem de fazer um video ensinando como conferir se um pescador é ou não pescador de hélice, e o argumento principal foi que se o pescador não tivesse com a calça molhada e para conferir o lado que está molhado ainda rs, se é destro ou canhoco, porque se a calaça não estivesse molhada com os teoricos respingos de agua do lado certo então ele não é pescador de hélice ou está mentindo.... tem base não...ve la se vou pescar e ficar reparando de fulando está mentindo ou não, ainda mais pescador né...e se o cara pesca de que jeito for.... ou se pega peixe ou não... ce ta doido! ...3 pontos -
Dourados monstros do Rio Pardo ( estreito)
Arcer e 2 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
Mais uma vez, voltei no Pardo. Agora em 4 pessoas. Pescaria difícil, 13 dourados em 3 dias pesca , dessa vez não queriam tuvira, só piau e estavam manhosos. Mas o Pardo continua provando que existem brutos em suas águas. Inclusive uma nave de 12kg e outros entre 6 a 8kg. Muitos peixes perdidos. Mais fotos e videos. Face Doutores da Pesca. 83 pontos -
Aproxima-se a temporada de pesca e o nível do Negro...
Joao Paulo ML e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Depois de dois anos de seca prolongada na região amazônica, aproxima-se a época de começo das operações na bacia do rio Negro, e as expectativas são de muita água na caixa do rio. Temos um agravante complementar que é um volume de chuva ainda maior que o tradicional para essa época do ano. Claro que ainda temos muito algum tempo pela frente, porém na bacia do rio Madeira, que esvazia antes da do Negro, as inundações ainda são as principais manchetes divulgadas dentro de um cenário de muita destruição do sustento dos ribeirinhos. Certamente que a partir de outubro, se não houver algum contratempo, já haverá um cenário mais interessante para os operadores e pescadores que estejam nos afluentes do rio Negro. Como já tive a experiência de ir pescar nos dois cenários (cheia e seca), acredito que sempre é possível ajustar algo "menos ruim" por conta do deslocamento dos barco hoteis, na busca de melhores volumes de água para a pescaria desejada. É sempre difícil, chegar na "janela em que os peixes estão vorazes", pois com a antecedência requerida para as reservas realizadas com um ano de antecedência, é sempre uma grande ansiedade a ser superada até a data da viagem chegar. Espero que os diversos participantes do FTB que se programam para as viagens amazônicas atrás dos grandes troféus, encontrem a satisfação desejadas, que se não for na fartura e/ou qualidade das espécimes encontradas, que seja no convívio dessa região mística de muito encantamento e beleza.3 pontos -
Bate Volta, Pardão Jaborandi ( 5/7)
Renato Barreto e 2 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
Sabendo que começaram a sair os amareloes ( dourados, não carazão) no Pardão resolvi fazer um bate volta pescaria de 2 dias com meu primo. Nada de luxo, pousada, comida gormet, , fiquei no Rancho do guia que pesco lá mesmo Heron Kamada , negocio era linha na água. Unico contra era frente fria chegando a 7 graus a temperatura. Vazamos daqui 6h da matina 250km até lá, neblinão na rodovia, mas 9h e 30min ja estava no corgo. Kkkk . Já descarregamos as linhas na água. Pescamos sem parar, apenas 1horinha pra almoçar Pescaria top, Nem 2 dias de pesca , naquele frio de lascar e 13 Dourados pegos e alguns Juru entrões. Pardão provando que tem muito dourado ainda mesmo na friaca. Material Utiizado: Vara Althezza 7' 30lb, Contender Bg e Impacto 6.6 30lb , Titan Bg. . Isca: Tuvira. Alguns videos: na pagina da Turma: https://www.facebook.com/share/r/1XzfpPFxaZ/ VID-20250706-WA0012.mp4 VID-20250706-WA0012.mp43 pontos -
Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Joao Paulo ML e 2 outros reagiu a Alexandre Gomes de Almeida por um tópico
Boassss, No caso deste tópico acho que estamos diante de dois pontos de vista distintos: VALOR E PREÇO! Não dá para discutir que em relação ao PREÇO, estamos diante de uma montante considerável de dinheiro, acima do que muitos de nós estaríamos dispostos a pagar para uma pescaria. Mas se olharmos pelo lado do VALOR, necessariamente teremos que concordar da necessidade de se embutir no PREÇO, toda a estrutura oferecida pela operação, seus investimentos, acordos lícitos realizados, conforto proporcionado, exclusividade, etc... Talvez por este olhar e para alguns pescadores, o VALOR x PREÇO cobrado faça todo o sentido!!! Temos que atentar também que os donos das operações são empresários, tomam riscos para colocar em prática o negócio, e buscam como em qualquer empresa, auferir lucro. Nesta mesma linha de entendimento podemos dar como exemplo os Resorts do nosso nordeste..... Temos bons resorts, com cerveja gelada e comida maravilhosa que custam metade de outros hotéis que possuem também a mesma cerveja gelada e comida maravilhosa, porém com alguns diferenciais que impactam ou podem impactar e muito em nossas escolhas. Particularmente sou um pescador mais focado em Barcelos ( custo x beneficio) , região esta que vou a 10 anos seguidos. Escolho a operação pelo VALOR/PREÇO X CUSTO BENEFICIO, mas não abro mão de alguns atributos que pelo menos para mim, nada tem a ver com luxo, principalmente com relação a estrutura que a operação oferece, tais como: piloteiros, alimentação, conforto , segurança e local de pesca ...... Tudo isso tem que ser compatível com o investimento realizado e logicamente com o que estou disposto a gastar! Amazonia é um lugar inóspito e procuro sempre dirimir os risco que consigo controlar e os que não consigo também kkkkk Além de tudo isso, tem também as circunstancias e momento que nos levam a fechar um determinado pacote de pesca... Se eu for com meu pai de 85 anos (forte e saudável graças a Deus), o intuído continuará sendo necessariamente a pescaria, porém com um nível de conforto e segurança ainda um pouco mais afinado para realidade dele!! O pouco mais de luxo talvez seja uma necessidade para que ele possa usufruir com plenitude da pescaria !! Lembrando que o critério LUXO é relativo !! Quantos as Bass, venho pescando com este tipo de embarcação nos meus últimos 6 anos na região de Barcelos ( uma vez em SIRN que acabei não entrando do Rio Preto devido ao repiquete). Sempre optei por pescar de Bass tracker mesmo tendo a opção de voadeira convencional. O plus a mais no PREÇO, compensava em função do VALOR que proporcionava, ou seja, muito, mais muito mais conforto em comparação com uma voadeira convencional !! Mesmo com relação a uma eventual dificuldade de entrar em lagos centrais (o que não ocorreu), a operação ainda disponibilizava as voadeiras para uma eventualidade ( VALOR )!! Podem até achar que é um luxo, mas quem já pescou com este tipo de embarcação sabe que principalmente em 6 dias inteiros de pesca a danada faz uma put@ diferença quanto ao conforto, inclusive termico, além dos deslocamentos no final de uma semana. OBS: Tirando esta única semana por ano em Barcelos (alvará concedido pela esposa), minhas outras pescarias são totalmente raiz, com um bote de alumínio, um motor de 15 hp Evinrude com 20 anos, único dono e com pouquíssimas horas de uso, acompanhado por uma churrasqueirinha que eu mesmo fiz e um cooler com cerveja gelada !!! Enfim, não existe certo ou errado ou ainda barato e caro!! Tudo irá depender do perfil de cada um, mesmo porque no pega da pescaria seja no luxo ou raiz, o que vale é a isca na agua e muito suor para conseguir pegar os Tucunas!!!! De qualquer forma, tem gente que ira escolher pescar uma vez a cada dois ou três anos para ir em uma estrutura como esta do tópico e outras irão preferir pescar duas semanas na temporada pelo preço de uma de R$ 25.000,00 !! Eu prefiro 2 semanas com o preço de uma !!! E VC ? Está tudo certo para todo mundo !!!! abraço a todos3 pontos -
Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Fernando_Oliveira e 2 outros reagiu a Astra-Taranis por um tópico
o nome em ingles vcs podem colocar... em portugues culto é : Colunista do GNews .. em portugues prosaico é PARPITEIRO ... (e nem vem falar de globolixo, bolsonarismo, q eu quero distancia desses caras) ... mas vai ser parpiteiro q nem aqueles caras do globonews.... ce loooco o cara opina de bioquimica, bioenergia, ate missil balistico e culinaria do norte da suica. .... na mesma frase... o cara ta falando das favelas do RJ engole saliva e comeca uma discussao sobre os niveis de filtragem classificadas pelo INMETRO dos filtros de agua nao ionizadas... minha esposa adora ver gnews, eu fico cornetando tudo e todos la UAehuaheuAHe aquele feioso e o especialista em taticas e estrategias de guerrilha do setor ultra secreto russo q so ele sabe sao infernais ehehhe enfim desabafei... eu babei no flutuante, ce loco, qria um .... pra q? nao sei, nem pesco mais, mas eu quero! e aceito amigos q podem ter tb... nem ligo se sao bolsonaristas, petistas ou conhecedores de rolas de sex shop.3 pontos -
Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Arcer e 2 outros reagiu a Fabrício Biguá por um tópico
Q show de estrutura... E li os vários comentários do tópico...rsrs....Acho q podemos criar tb um nome em inglês para quem tem opinião pra tudo. Fico até imaginando o cara num sexshop vendo aquele monte de rôla de borracha, tudo q é tamanho, formato, dando opinião e tentando imaginar pra que serve aquele tanto de negócio...kkkkkkkk. Deixem o povo ser feliz, moçada. Em tempo: não sou usuário...kkkkk Mas tb não quero desvirtuar o tópico....Quanto ao flutuante, fantástico...Acho q ainda estamos evoluindo como pescadores esportivos. Na verdade, antes tinha peixe. E digo q há 50 anos atrás, talvez um pouco mais, ouvíamos histórias de pequenos córregos pelo interior do País onde era possível capturar enormes surubins, dourados e por aí vai...ou seja, bastava jogar uma linha água para se divertir muito. Os tempos mudaram, os peixes sumiram, e hoje temos q arrumar locais exclusivos para capturar bons troféus, e as empresas tem q arrumar outras formas de prender o pescador e de agregar valor ao negócio delas. Todos os dias saem de casa um bobo e um esperto e, quando eles se encontra, dá negócio. Infelizmente não tenho dinheiro para ser bobo neste caso do flutuante...rsrsrs...pois iria fácil curtir uma semana de pesca a bordo dele...3 pontos -
Capa de chuva que realmente funcione
Renato Barreto e 2 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
Pescar no frio já é ruim, no frio e com chuva melhor ficar no rancho , fogão a lenha um feijaozao gordo, moda de viola, pito e cana, kkkkkkkkkkk3 pontos -
Boat Brasil, antiga Pety Brazil
William Issami Miyada e 2 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
Eu tenho os dois na verdade um é um Super original 18hp e outro é um Yamaha 15 quadrado com adesivo do Mariner. Testei 2 no mesmo barco com mesmo peso diferença foi de 3km/h se não e engano 37 x 34. Esses Yamahas quadrados como suzuki andam bem. Agora correto é ver como motor está, funcionamento, se não ta roncando rolamentos etc, motor mesmo zerado mto tempo parado não é bom. Se tiver filé ai sim, vende o Super e compra um 30 pra pescaria mais longe, um 30 nesses Squalus 600 da decada de 90 acompanha os 40hp nos barcos de hj.3 pontos -
Pessoal, eu e meu amigo Andrei encaramos uma pescaria no Rio Paranaíba em uma semana bem complicada. A pousada escolhida foi a Tucuna Azul, em Santa Vitória - MG, uma pousada nova, inaugurada em outubro de 2024. A estrutura é excelente: fica na beira da represa, com banheiros limpos, quartos impecáveis e uma área comum muito agradável — incluindo uma piscina ótima para relaxar depois da pescaria. Nosso plano inicial era o seguinte: • Primeiro dia: pesca de barco. • Segundo e terceiro dias: o barco rebocaria nossos caiaques até um ponto de pesca mais afastado. • Restante dos dias: pesca de caiaque por conta própria. Mas o plano não rolou e nem molhamos os caiaques. Eu estava com apenas 8 dias de cirurgia após romper o ligamento do tornozelo e quebrar a fíbula. Na real, nem deveria ter viajado, já que não podia pisar no chão com o pé daquele jeito… Mas quem conhece um viciado em pesca sabe como somos teimosos! Então, acabamos indo todos os dias de barco. A semana foi difícil: represa cheia e pressão atmosférica baixa (entre 1006 e 1012). Não sei o quanto isso influenciou, mas os ataques foram bem complicados de provocar, seja na superfície, meia água ou fundo. Tentamos de tudo, mas as ações só aconteciam mais frequentemente no início e fim do dia. Mesmo assim, conseguimos tirar 8 a 10 peixes por dia, mas o foco era encontrar os grandes. Foi quando resolvi insistir em iscas barulhentas para provocar os ataques de alguma forma. Depois de muita tentativa, achei as iscas certas. Comecei a trabalhar a Jet 90 da Lucky em áreas abertas e próximas de troncos. Tive ações de grandes peixes, mas a maioria errava o bote. O único que acertou escapou após uns cinco segundos fisgado. Cansado de puxar hélice, troquei para um popper, a Pop Queen 80 com anzol inline, pescando dentro do maliceiro. Essa foi a grande virada da pescaria, porque foi com ela que levantamos os maiores peixes. Em uma das popadas, um estouro forte correu pra baixo do maliceiro logo após ser fisgado. Eu estava usando uma vara 17lb, linha 30lb e leader 0,52mm. Foi na força que consegui arrancar o azul do fundo e embarcar o troféu da pescaria. Não cheguei a medir o peixe porque, ao colocá-lo no alicate de contenção para oxigenação (queria tirar mais fotos e medir), ele se debateu, escapou do alicate e foi embora. Pelo menos consegui tirar algumas fotos antes disso! O dono da pousada, que estava nos guiando, estimou o tamanho em 58 cm. Pegamos outros peixes menores depois, e alguns grandes chegaram a dar bons rebojos e ataques no popper, mas acabaram escapando — talvez por conta do anzol inline. No geral, foi uma semana divertida e desafiadora, especialmente porque eu não podia pescar em pé no barco por causa da cirurgia. A placa no tornozelo ainda não permite que eu coloque carga no pé. Mesmo assim, quebrei meu recorde pessoal que era de 56 cm e voltei feliz da vida. Ah, quem quiser conferir os vídeos da pescaria, estão lá no meu Instagram: @raul_kim_lee. Em breve volto ao Paranaíba, mas dessa vez com o caiaque!3 pontos
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O RIO PIRACICABA ESTÁ VIVO!!!
Francisco Jr e 2 outros reagiu a Cristiano Rochinha por um tópico
Pessoal,já é do conhecimento de todos ou da grande maioria,que o rio Piracicaba sofreu uma tragédia ambiental terrível em 2024. Pra variar,um derramamento de rejeitos de uma usina de cana que acabou causando a mortandade de milhares de peixes. Até a data desse acontecimento,o Piracicaba,mesmo sofrendo os problemas que todo rio que atravessa uma região densamente povoada,ainda apresentava muita piscosidade de peixes. Nas pescarias de barranco,era comum se fazer ótimas pescarias de curimbas,piaussus e mandis, e embarcado,sempre foi um rio muito piscoso de dourados.Mas aí veio a tragédia e as coisas mudaram. Porém,como esse ano tivemos uma boa cheia nos rios da região,peixes que estavam "escondidos na represa" acabaram subindo o rio,que começou a mostrar sinais de recuperação bastante rápido. Em conversa com um guia da região,o Gian,o mesmo me disse que na abertura da pesca desse ano,encontraram boa quantidade de dourados e de bom tamanho. Animado,resolvi convidar um amigo e dar um pulo no local pra conferir,fazendo um esquema de bate e volta,já que Piracicaba está à cerca de 140km da casa dos meus pais em Atibaia. E então,nesse dia 31/03/25,fomos conferir. Aproveitamos e passamos na casa de iscas do Eder Iscas Vivas,em Americana,pra comprarmos umas tuviras,já que fica no caminho entre SP a Piracicaba,bem próximo as margens da rodovia Anhanguera.Inclusive,pra quem interessar,segue o contato dele: 019-994554691. Acabamos então nos atrasando um pouco pro início da pescaria,chegando no rancho do Gian já por volta das 7:30h..Rancho esse por sinal muito top,com ótima estrutura pra quem quer se hospedar na beira do rio pra tomar aquela breja no fim de tarde. Começamos a pescaria já cerca de 8h,usando a estratégia de poitar acima de pequenas corredeiras e remansos,locais com fundo de pedra,onde os dourados costumam caçar.Então pescamos tanto com as tuviras e no bait,com iscas de meia água,com destaque para Inna 70 e a Lunática,da Strey,isca essa que eu não conhecia.Estranho que nas iscas que os dourados normalmente mais gostam,não tivemos ação,como as Rapalas e Papa Black. Mas o que quero frisar mesmo aqui é sobre essa evolução incrível do Piracicaba...O quanto a Natureza tem o poder de se recuperar,até muito mais rápido do qualquer um de nós possa imaginar.E acho que isso temos que divulgar. Não só mostrar tragédias e coisas ruins...Existem famílias que dependem do Piracicaba para sobreviver.E acho que divulgando a recuperação do rio que está em andamento,talvez isso possa ajudar tanto essas pessoas,como a nós mesmos que somos apaixonados pela pesca esportiva.Quem sabe com uma grande divulgação,algum tipo de melhoria possa ser feita,seja ela por autoridades ou pelos próprios moradores das margens do rio. E voltando à pescaria em si,acredite se quiserem,mas foi um SUCESSO TOTAL....Verdade!!!Acredito que uma das minhas pescarias de dourados com a maior quantidade de ação que já tive,e olha que pesquei dourados em inúmeros locais pelo Brasil e Argentina.Me lembro de ter tido tantas ações assim só mesmo nos aureos tempos do rio Grande,em Colombia,onde pesco desde minha infância. Claro que a maioria dos ataques são de peixes menores,mas em se tratando de dourados,dentro de uma área urbana e principalmente quando se está pescando com iscas artificiais...Rapaizzzzzz....Que pescaria top!!! Foram seguramente mais de 20 ações no dia,com cerca de 15 peixes embarcados,alguns com ótimo tamanho pra pescaria de bait...E o troféu,que veio já no final do dia pra fechar com chave de ouro: uma nave de 83cm pega pelo parceiro Scarelli...Top demaissssss!!! Seguem as fotos: Pode parecer mentira,mas sim,essa pescaria foi feita dentro da cidade de Piracicaba!!! É isso aí meus amigos...Vamos torcer pra que esse bravo rio continue se recuperando fortemente,para que assim muitas pessoas,inclusive nós,possamos ainda desfrutar de ótimos momentos em suas águas! Aproveito também e deixo o contato do guia Gian,muito conhecedor do rio e de suas técnicas de pescarias.Recomendo demais! Gian:019-995501374 Abços e fiquem com Deus!3 pontos -
POUSADA TELES PIRES: abril/2025 - Meu primeiro Tucunaré Mirianae!
Alexandre.Freitas e 2 outros reagiu a Rafael Takahiro por um tópico
Uma das minhas resoluções pra 2025 é pescar peixes novos e conhecer lugares. E o Sul da Amazonia, Teles Pires e afluentes estavam na minha lista de sonhos há muito tempo. Como sei que aqui têm pessoas que vão gostar de ler esse relato, vou postar aqui, ainda quentinho, voltei de lá ontem! O local escolhido foi a Pousada Teles Pires, da Luana Karine, Leandro e Duane, perto da cidade de Colíder - MT. Viemos por Sinop, descemos do avião, pegamos um carro no próprio aeroporto e em 3 horas estávamos na balsa, onde o guia Leomar nos buscou de barco, pois o acesso terrestre a pousada estava alagada, comum nesses primeiros meses do ano. Uma estradinha de terra, mas percurso beeeem tranquilo! Falando com conhecidos que estavam ou estiveram por lá semanas antes, sabia que o rio estava bem cheio, e a pesca com artificiais bem complicada, mas estavam saindo as bicudas, Cachorras, e o meu alvo: o Cichla Mirianae, o Tucunaré Mirianae, o amarelão de lá! Chegamos e já fomos recepcionados pela Tati e Preto, muuuuuuuuuuuuuuito prestativos, gente boa, atenciosos. Já nos esperava um bolo fresco, café e logo depois veio uma porção de peixe. Detalhe: saímos de SP às 09h30 (Voo de Guarulhos) e chegamos em Sinop às 11h (fuso horário de 1h atrasada) e chegamos na Pousada por volta das 15h - parando pra almoçar em Colíder. Chuva, cheia, água muito turva nas margens, nos acomodamos e fomos bater uma isca artificial na frente da pousada, só pra esticar as linhas e aliviar a ansiedade. Primeiro arremesso do parceiro e uma enorme bicuda bate na hélice dele....mas não ficou pra aparecer pra foto....bati um popper, algumas ações, mas nada ficou pra sair na foto... Mais a noite: pegamos a primeira cachorra! 1º dia de pesca: descemos o rio, a pesca de bait é margeando o rio, em ambos oa lados, lados de Itaúba estava mais sujo, não tivemos ação....margem da Pousada, aágua mais limpa, mais ação! Na popper, um estouro e uma bela bicuda...mas tbm escapa. Meu amigo insistindo na Hélice e Bonnie, já estava batendo pro meio do rio e na margem e estava devarag, quando desceu pra meia água, já engatou uma Piranha e logo depois ele engata uma bela bicuda na Yozuri 3d: sua primeira bicuda da vida! Vendo as ações na meia água, coloquei a Inna 90 Verde Limão e logo nos primeiros arremessos, meu primeiro peixe do TP: Bicuda de 66cm Os pontos de tucunaré mirianae são bem pequenos - nessa época de cheia - e tem poucos....são geralmente acessos da terra na água, sem o mato no meio, que estava se assemelhando ao repiquete, com muito mato em cima da margem do rio. Então, quando passávamos, eu aproveitava pra bater um superfície pra tentar achar eles.... Tive algumas ações nos primeiros pontos de tucunaré e logo no segundo: entra um belo exemplar na superfície! Aí já estava realizado, mesmo pequeno peixe, mas queria muito pescar ele e ainda tive o prazer de ser na superfície. Os peixes estavam bem manhosos, errando a isca mesmo com trabalhos mais lentos. A tarde, ainda saiu mais um Mirianae indo pra parte de cima do rio: Depois foi chuva a noite toda, raios, trovôes....rsrs 2 dia: Acordamos sabendo que tomariamos chuva e que seria difícil, mas estar na água pescando, é melhor que na terra trabalhando! Ainda de manhã meu parceiro perdeu uma Bicuda gigante na Bonnie 107, saltou muito e escapou. No mesmo lugar, engatei uma bela Cachorra facão! Depois desse peixe, ventou muito e caiu o mundo....ficamos 1 horas escondidos da chuva e vento na margem, neblina dominou.... Quando parou a chuva e o vento, fomos pra parte de cima do rio e peguei um beeeeeeeeeeeeelo Mirianae. Já um exemplar de respeito! Foi logo após a chuva, ensopado! A noite, na frente da pousada, com a ajuda do Preto e tati, fizemos um duble: Sai sempre belas corvinas aqui, mas não conseguimos pegar.... 3 dia: era o dia de tentar acertar os troféus! Sempre falo que 3º dia é sempre o melhor pra mim: não estou cansado, já sabendo um pouco da leitura e comportamento do peixe, iscas, trabalhos, locais....enfim....tudo teoria e achômetro. Fomos pra cima do rio, perto da barragem, onde a água estava mais limpa, mas mais chuva e água barrenta continuavam prevalecendo nessa pescada.... No começo, pancada na Bonnie stickando, coisa linda de se ver Já um belo 50tão! Segundo ponto, no pneu: Batendo a isca de superfície, vimos que tinham Tucunarés no local, aí foi só localizar e bater a x80 ou Jig em cima: Pancada e entrou esse beeeeeeeeeeeeeelo Mirianae, bruto, com galão na cabeça! Ainda no mesmo ponto: Saiu o troféu!!!! Uma bela fêmea....não conseguimos capturar o macho, que estava estourando no mato, impossível de acessar! Pinturas de peixe!!! A tarde só ações nas iscas de meia água e superfície, mas nada muito importante,...matrinxã que escapou, piranha, cachorra pequena, etc. Fechamos com esse belo Por do Sol do Teles Pires. Agradeci a Deus, minha família que faz de tudo pra eu poder pescar, meu trabalho que me permite estar aqui sem tirar férias e ao meu parceiro e amigo de décadas Valmir, o "Valmasso". Resumo do review da Pousada: excelente atendimento da Luana, tira todas as dúvidas, dá dicas, na Pousada, o gerente Preto e a sua esposa Tati são sensacionais, melhor atendimento que já tive em operações de pesca. Voo barato de SP, logística bem tranquila! Volto no período de seca pra pegar os trairões, e dizem que é um espetáculo no bait! Material utilizado: - Varas Redai Black Mamba 5'8 e 6´0 17lbs e 20lbs - Carretilhas Black Widow GTX - Linhas de 45lbs YGK - Iscas Bonnie 107 e 95 com ratlin, Megabass X80, Jig de 20g, Inna 90 Verde Limão, Feed Popper 100, Pop Queen 105 Sempre que pesco me conecto com meu avô, avó e meu pai, que já me deixaram e me tornaram pescador. Quem quiser trocar uma ideia sobre essa pescaria, https://www.instagram.com/rafatako/3 pontos -
[DESAPROVADO] Assistência Técnica Mercury
Renato Barreto e 2 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
Hj mão de obra hj cada vez nais complicado, esses 2t carburados esta sendo mais seguro nós fazermos um cursinho on line e aprender mexer neles do que mandar pras " assistencias" limpar carburador, trocar oleo rabeta, rotor e regular.3 pontos -
O tempo faz evoluções nas iscas artificiais...
Edmar Alves e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Pois é Edmar, o tempo passa para todos ! Uma das coisas muito prazerosas de se relembrar é "presença" dentro daquilo que chamamos de tempo evolutivo... Esclarecendo um pouco mais, a visão de hoje junto do ocorrido tempos atrás (tendo-nos como testemunhas) é algo inexplicavelmente prazeroso. Fazer uma recordação de como eram algumas dessas épocas, é quase que voltar sentir as emoções de uma época de nossas vidas. Aproveitava as idas à São Paulo (cidade) para percorrer as diversas casas de pesca existentes a procura de "novidades" e/ou lançamentos de produtos desejados. Posteriormente fazia comparações das iscas ditas "originais" com suas cópias, sendo estas nacionais ou mesmo estrangeiras, com "olho de especialista"... Transformar algumas dessas "iscas estrangeiras" em "iscas topicalizadas" gerava uma grande expectativa em ver se eram (ou não) medidas adequadas. Coisas do tipo, desde a troca das garateias por outras mais resistentes, até a pintura diferenciada dos modelos a serem testados... Lhes confesso que cheguei a receber diversas de "amigos pescadores inventores" para que fossem testadas na Amazônia, preferencialmente no rio Negro Escrevendo esta postagem, veio a lembrança de grandes papos e troca de opiniões com amigos aqui do FTB, tais como o Jenner (Jennerlure) e Flávio (Extreme jigs). Não posso deixar de falar do grande Marcão (+Bete/Leo) da CBM, amigo pessoal, como de outros tantos que conviveram uma época de enorme saudade. Vendo nos dias de hoje o crescimento e transformação dessas iscas em verdadeiras solidificações de ideias que se transformaram em realidade, dá para se sentir um pouco incluso nessa história, o que - de certa maneira - muito me orgulha e envaidece.3 pontos