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Retorno aos rios Sucunduri e Camaiú !
Eduardo Sone e 12 outros reagiu a Kid M por um tópico
Começo com um agradecimento especial ao João Medeiros (História de Pescador), que viabilizou a nossa ida para a então conhecida Operação Aracú, que hoje passou a se chamar Camaiú Camp (passaram a ser duas Camaiú - Lodge e Camp), por estratégia dos novos proprietários (Vitor vendeu essas operações da Vilanova Amazon para um novo operador). Diante da desistência de um grupo que havia reservado o período, houve a possibilidade de (mesmo num grupo menor de apenas 6 integrantes) desfrutarmos esse belo local (tanto no visual, quanto na fartura dos peixes). Semana anterior a viagem, é tempo de buscar as derradeiras providências com a dificuldade permanente de insônia pelo aguardar da data/momento de embarque ! Éramos 5 da BA e 1 de SP/Rib Preto, com horário de chegada em Manaus por volta das 11:00 h. Limitados pelo peso de embarque no hidroavião (15 kg por pessoa com o tubo...) não houve qualquer problema às 04:30 h nos aeroportos. Dia de sexta feira é sempre pegar o contra fluxo para Brasília, mas o voo estava cheio, principalmente no segundo trecho por outros grupos de pesca embarcados na etapa de Brasília para Manaus. Voos bastante tranquilos (GOL) com aquela "delícia" de serviço de bordo... (me parece uma falta de respeito diante dos custos dessas passagens...) Com as bagagens retiradas, foi hora de providenciarmos o nosso transfer (também providenciado pelo João Medeiros) que foi uma VAN que nos levou ao hotel (DA VINCE), já conhecido de idas anteriores, para um rápido check in, deixar as tralhas e seguir para o almoço (Tambaqui de banda) que estava sensacional ! Para quem não conhece, fica na praça do Teatro Amazonas. Escolher entre uma banda de tambaqui (costela) e uma matrinxã (sem espinhas) feitas num braseiro e acompanhadas com farofa e banana da terra frita, com chopp super gelado era - indiscutivelmente - um dos momentos de muitos agradecimentos... Ainda houve tempo de uma passada pelo sorvete regional (também na mesma praça) e retorno ao hotel, em busca de um ar condicionado, pois o calor manauara é sempre muito intenso, e o suor escorria por todo o corpo... Antes de retornar, uma parada (obrigatória) na Sucuri, cada vez melhor estruturada com opções de pesca incríveis... Muito difícil encontrar material que não seja de excelente qualidade e não me refiro apenas às iscas, carretilhas, molinetes e varas, mas na variedade de produtos (camisas e calças UV+, sacolas, chapéus, bonés, facas, alicates, boga grip, etc...). Loja sempre cheia de grupos de pescadores circulando nos diversos ambientes e estandes de apresentação. É sempre um teste de "autoconvencimento" não levar alguma coisa, ainda que seja desnecessário e/ou já estivesse dentre as tralhas dos viajantes Finalmente no hotel e no frescor do quarto, conseguimos finalmente relaxar... A localização do hotel é bastante próxima do Shopping Manauara e dar um circulada por lá é quase uma obrigação de quem está atoa... Felizmente o local tinha bastante gente (sexta à noite), mas dava para circular com tranquilidade. Acabamos indo onde era a Cachaçaria do Dedé, (sob nova direção - bem pior que a anterior...) e depois de uns copos de cerveja e uns beliscos, retornamos para o hotel para o merecido descanso e preparo para seguir adiante na madrugada seguinte. O sono superou as ansiedades / expectativas e não demorou muito para os "alarmes do celular" nos acordarem (ainda escuro) para dar sequência nesse procedimento de check out do hotel e esperar a VAN do transfer (ainda rolou um cafezinho no hotel, com uns pães de queijo recém assados) Horário marcado, horário respeitado e rapidamente entramos na VAN com direcionamento ao aeroporto, buscando o local do check in da Rico (fica num local comum ao das companhias comerciais de maior porte - GOL, LATAN e AZUL), para equacionarmos a questão do peso e dos tubos, que terminou sendo bastante simples pela disponibilidade de assentos (éramos 6 + a cozinheira que iria de carona), de modo que não houve problemas até por conta de um "peso extra" de reposição para nossa estadia na Pousada (frutas, pães, bolos, etc...). Já com a claridade do dia, hora de embarcar no hidroavião CARAVAN (sempre excelente) para seguir ao nosso destino. Piloto meio "marrento", mas não foi empecilho para superar 1 h 20' de voo com céu de nuvens sem atrapalhar os "menos corajosos". Observando do alto, as barrancas mostravam que o rio não apenas estava na caixa, mas que o nível das águas estava bastante baixo, o que poderia nos facilitar a encontrar os "bocudos". Na chegada um pouco de emoção, pois o avião pareceu ter arremetido na sua tentativa de pouso, quando na verdade se tratava de uma medida normal de aproximação para ver as condições do nível das águas para o pouso com segurança (isso poderia ter sido informado pelo aviador, mas "marrento" é assim mesmo...). A aeronave encostou no cais onde fica a escada de acesso à Pousada, onde a turma que passara a semana por lá (# 01 de 2026) esperava ansiosa para retornar à Manaus. Tive a oportunidade de reencontrar o amigo de outras datas (no passado) Johnny Hoffmann que estava fazendo umas filmagens no local. Esse momento foi uma "festa", com direito a fotos e "promessas" de novos encontros (talvez de caça e pesca...) O CARAVAN não demorou a levantar voo com sua carga de pescadores felizes pelos dias de pescaria. Subimos as escadas para chegar à Pousada, onde encontramos um café da manhã de assustar, tamanha diversidade e fartura (fato que se repetiu durante todos os dias em que estivemos lá). Pessoal sempre prestimoso (talvez um dos fatores marcantes e merecedores de reconhecimento), logo nos deixou a vontade... A localização da Pousada (para quem não a conhece) é privilegiada ! SHOW Também nós, mesmo com o "cansaço e ansiedade" da viagem, colocamos as camisas "ouro" confeccionado para este ano ! Claro que os tubos foram abertos, as linhas esticadas nos passadores, bem como o exagero de iscas se revelou nesse primeiro momento (depois passam ser usadas as "matadeiras" e as demais ficam em compasso de espera). O almoço foi servido pouco depois do meio dia, com uma comidinha absolutamente fantástica, que se repetiu por todo o período, constando sempre duas opções de proteínas, saladas, arroz, farofa, macarrão, feijão, purê de batata, etc... sobremesas variadas, além de sucos regionais... Comida para engordar qualquer um ao longo desse período - registro feito, não ficarei me repetindo... (comida na Pousada era pela manhã e à noite, pois o almoço era sempre nas barrancas e praias de areias brancas). Fomos aconselhados a esperar para sair às 14:30 h, mas pouco depois das 13 h já estávamos nos botes com as duplas pré-estabelecidas (dentre os 6, tínhamos 2 novatos de pesca de rio, que eram "tutorados" nesses primeiros momentos - deu tudo certo). O sol estava ativo, mas no começo de pescaria não tem essa "de calor", permitindo aos nossos guias (Romário, Samuel e Francisco) nos direcionar aos pontos onde foram embarcados os primeiros exemplares, alguns já crescidinhos... O tempo pareceu voar, pois rapidamente o entardecer se mostrou presente nos induzindo ao retorno para as resenhas imperdíveis... O tratamento gourmet foi uma marca permanente, pois as iscas de pirarucu à milanesa (dentre outras) eram sempre muito disputadas ! Bebidas sempre no ponto certo de serem consumidas, eram constantemente oferecidas pelas pessoas do apoio (foram bem eficientes). Os jantares eram disponibilizados bastante cedo (teve dia de comermos antes das 19 h), propiciando um deitar mais cedo para a recuperação do dia (sempre muito desgastante) e um preparo adequado para o dia seguinte. Quartos são grandes, com uma refrigeração excelente, um chuveiro sensacional na parte da área do sanitário e camas box para conforto grau 10. Também registrar logo que o serviço de lavanderia e arrumação não ficou abaixo dos demais serviços, funcionamento SHOW No domingo, 1º dia de pescaria em tempo integral, encontramos os peixes comendo forte ! Ataques surpreendentes de exemplares maiores e estruturas de pesca absolutamente convidativas às nossas iscas. Foi muito peixe mesmo ! Começar a pescaria com essa realidade era mais do que esperávamos encontrar... Apareceram alguns exemplares acima dos 60 cm, mas o impressionante mesmo era a força apresentada após serem fisgados ! Pareciam ser peixes enormes, que se revelavam "médios" ao serem embarcados. Não apenas os "pinimas", mas os "pacas" não deixavam de aparecer. Os "borboletas" estavam sumidos e os "popocas" apareceram em alguns momentos / lugares, assim como as "traíras", as "saicangas", alguns "jacundás" e até mesmo pouquíssimas "piranhas", mas podemos dizer que havia uma diversificação do peixes nessa região. Também encontramos alguns "jacarés" boiando ou nas praias de areias, além dos sempre inconvenientes "botos", que predavam a soltura dos embarcados (tivemos que soltá-los nas margens). Almoço dos 3 botes em local pré-agendado com aquele churras feito pelos guias com direito à um descanso nas redes montadas nesses locais. Um registro importante ! Nada de insetos no decorrer da semana ! Os retornos nos entardecer eram vistos com um certo alívio (para os braços) depois de tantos arremessos ao longo dos dias. Quem pesca sabe que o condicionamento físico resiste melhor nos inícios das pescarias, mas a cada dia vão enfraquecendo... Surpreendentemente, enfrentamos dias de menor presença dos peixes, talvez até por queda de pressão (variação era pouco representativa - estava com um barômetro), mas não chegavam a prejudicar o desempenho de todos no acumulado (felizmente não foi alvo de estatísticas, pois isso gera uma competitividade maior dentre os pescadores, mas creio que embarcávamos - os seis - mais de 150 peixes por dia). Mas a régua esteve presente diversas vezes com as capturas acima dos 60 (o maior embarcado foi de 66 cm). Mas todo mundo pegou peixes maiores (para a região) e pode chamar de "seu troféu" (faz parte). O trabalho dos guias já estava ficando focado nas preferências dos pescadores (temos o hábito de fazer rodízio de botes e dos guias nas nossas pescarias) e com isso, a procura era mais direcionada... ora em lagos, pontas de praias, drops, ressacas, etc... Acho interessante mencionar as iscas que deram mais resultado neste período, sendo a efetivamente predileta a T20 osso. Grande parte das capturas foi feita em iscas de superfície (zaras), assim como nas poppers, sub-superfícies (corisco osso), alguns embarques na meia água, alguns jigs e plásticos (sempre as preferidas das piranhas). A Zig Zarinha do NN foi bastante eficaz (abaixo contudo da T20). Também iscas com o dorso verde, amarelo e laranja pegaram bem. Mais uma vez as "bravinhas" contribuíram, nos modelos transparentes... Desconheço alguma captura feita com iscas de hélice (curioso...). Adiantando essa questão de equipamento, usamos varas diversas, quase sempre de até 20 lb, mas com as de 17 lb próximas para um rebojo... As linhas eram de multifilamento (8x) na sua grande maioria Power Pro, mas tinha gente satisfeita usando a "fisherman's" (está na mídia com promoções para a venda). Quase sempre as linhas eram multi de 30 e 40 lb. Líder só para os mais "teimosos", pois não havia necessidade. Grampos diversos, com preferência nos que podiam ser abertos com os dedos e não de alicate... Num dos dias em que o sol estava muito forte e o calor enorme, desejei dar uma parada numa ponta de rio, que na verdade era o entroncamento dos rios Camaiú com o Sucunduri, para tomar um banho e minorar os efeitos do calor. Ainda que distantes, reconheci num outro bote (da Pousada Sucunduri) que se aproximou relativamente próximo a figura do "mestre" Rubinho Almeida Prado, que ali teve uma operação de pesca cuja base era naquele ponto. Na verdade não havia qualquer vestígio de que já existira uma edificação, pois o efeito das cheias acaba levando tudo que encontra pela frente... Infelizmente não houve oportunidade de um encontro, pois ele se retirou rapidamente e passou a pescar de fly num ponto adiante do rio Sucunduri. Neste local terminamos nos encontrando (os três botes) para o almoço e descanso nas redes (merecido) - Local é muito belo. Nas nossas incursões em locais um pouco mais distantes, chegamos a "gastar mais gasolina" numa navegação mais demorada (de 30 à 40 min) para os arredores desta outra Pousada (Sucunduri), também já operando há bastante tempo por lá. Encontramos alguns pontos com bastante ação, sempre de indivíduos fortes e brigadores. Nada de peixes acima dos 65 cm. Também enfrentamos algum desconforto para acessar alguns lagos próximos, pois o nível das águas já estava bem abaixo do que seria um padrão para a época. Puxar barco, subir barranco e ficar só no remo produziram alguns resultados, sempre nas primeiras horas do dia, já que a partir das 10 h, nem passarinho cantava, quanto mais peixe caçando nos arredores... Também fomos à Cachoeira, onde já havíamos estado na pescaria anos atrás em que fomos ao Sucunduri, que é sempre um local mágico, quase que um colírio para os olhos com um volume de água expressivo formando uma corredeira rápida e tendo seu piso de areia branca - excelente para um banho (a água era gelada). Almoçamos neste local, sempre um assado acesso na hora com as comidas trazidas da Pousada para essa finalidade. Apenas uma vez comemos tucunaré, pois as costelas de Tambaqui e a Matrinchã, com um acompanhamento (arroz, farofa, vinagrete - além da pimentinha) era sempre uma certeza de ser feliz com aqueles sabores amazônicos. O que impressiona sempre era a qualidade do silêncio que nos envolvia... Incrível No penúltimo dia de saída para pesca (qui), estava com um dos meus irmãos atrás de peixe (e quando é que não estamos) e num dia de extremo calor, os peixes pararam de comer, mesmo com troca de iscas e lançamentos mais precisos... O dia que tinha tudo para ser ótimo, ficou mais para razoável, pois peixe sempre se pega (inclusive traíras) para aplacar a vontade da fisgada e embarque para retirada da garateia. Visualizamos uma formação de chuva no horizonte que veio chegando de forma rápida, tomando a visão do horizonte e transformando o que era azul, num cinza cada vez mais chumbo. A ventania que veio junto era violenta, mas até então era apenas vento sem chuva... foi só pensar nisso que a trovoada chegou chegando, com pingos grossos, trovões cada vez mais próximos e raios em abundância... Estávamos relativamente perto da Pousada e não demoramos a nos abrigar (assim como os outros 2 botes - vantagens de se pescar perto da Pousada). O que era ameaça se tornou uma realidade, com raios caindo próximos com trovões ameaçadores e pouca visibilidade do rio à frente, tamanha a cortina de chuva... Presenciamos o eficiente funcionamento do para raios da Pousada num momento em que toda a energia foi desligada (não demorou 5 minutos para voltar a funcionar). Da mesma forma que começou, terminou e ainda tivemos visão da lua no céu... No último dia (sex), o combinado previamente foi de ser 1/2 turno para dar um descanso aos guias e funcionários que no dia seguinte receberia uma nova turma, desta feita de 16 integrantes (que é o padrão da operação). No turno da tarde teríamos o tempo necessário (confortável) para arrumar as tralhas, tubos, roupas, bagagens, etc... Assim sendo, saí com o outro irmão (tão "fominha" quanto o anterior). Ambos pescam muito bem, mesmo entre provocações e gozações que são a base das duplas. O guia resolveu nos levar para um ponto em que poderíamos encontrar uns peixes de bom tamanho, e nessa crença rasgamos as águas do rio atrás desses pontos... Claro que os grandes não apareceram, mas tivemos muita diversão no embarque dos pinimas de 1 a 1,5 kg, que pareciam ser bem maiores (como já foi dito anteriormente). Aparentemente um bom cardume que nos permitiu ter (levar) uma boa lembrança desse local mágico. O melhor era que os peixes estavam se alimentando na flor d'água e com isso era pancada para todo lado... UMA FESTA ! Confesso que já estava com o braço / ombro detonado e com dor... Ainda fomos num ponto perto da Pousada, já no nosso retorno (eram uma 11:30 h) pegar uns "pacas" que costumavam aparecer no local (meu irmão pegou 3 deles), mas novamente fomos surpreendidos pela chegada da chuva, desta feita sem os efeitos de trovoada, mas com chuva intensa com gotas que pareciam ser "granizo", tamanho o "estrago" das batidas na pele humana. Mesmo estando próximo (talvez 5 minutos) da Pousada, chegamos completamente encharcados, de forma similar aos dois outros botes... Fim de festa à altura, pois não deixa de ser belo apreciar a força da natureza na sua essência básica que é a renovação dos rios e lagos com um volume impressionante de chuvas. À tarde, céu limpo e uma bonita lua cheia no horizonte. Almoço com tranquilidade pelo fato de já termos encerrado o período de pesca e as pessoas da operação já estarem comprometidas nos preparativos dos novos grupos (16 integrantes no total). Isso contudo em nada nos atrapalhou no decorrer da tarde na arrumação de nossas tralhas, principalmente na arrumação das varas dentro dos tubos. Com persistência nas soluções de problemas não esperados (roupas molhadas que não tiveram como secar), chegamos para o jantar (churrasco) com participação de todos da Pousada, criando um momento de agradecimento por tudo aquilo que tivemos nesse período. Hora também de gratificarmos esses funcionários, tanto os guias como o pessoal de suporte (cozinha, lavanderia, arrumação, etc...). Temos um procedimento antigo nas gratificações, acrescendo um valor a mais para aqueles que se destacaram na nossa validação (voto direto e aberto dos 6 integrantes - sem mutreta de "urna eletrônica"...) - mereceu o guia Francisco (foi bem apertado) que também "faturou" um complemento por estar no bote que embarcou o maior peixe da pescaria (66 cm), SHOW Dormida tranquila e amanhecer sem problemas (tipo 06 h), para a liberação dos quartos para serem preparados para os que chegariam em questão de poucas horas... A névoa matinal indicava que o dia seria de calor, mas mesmo assim sempre fica aquela expectativa pelo horário da vinda dos dois hidroaviões, pois estávamos com voos marcados em Manaus no início da tarde. Como era de se esperar, a chegada foi precedida pela rasante de um dos aviões para exame do local de pouso (deve ser uma prática obrigatória) que se tornou em pousos tranquilos de quem estava no comando das aeronaves. Diferentemente do Comandante da vinda, estes eram mais expansivos e comunicativos. O grupo recém chegado era basicamente de Santa Catarina, com alguns do Paraná e São Paulo! Claro que estavam animados e foram se deslocando escada acima para o salão da Pousada para o café da manhã que os esperavam. Certamente que houve uma troca de informações (iscas, cores, locais, etc...) dos que partiam com os que chegavam, como é de praxe nessas oportunidades. Como os dois aviões estavam retornando para Manaus, dividimos o grupo, embarcando 3 em cada um dos hidros (simplificou a subida/voo do avião com menor carga/peso). Nessa "confusão" do desembarque / embarque, acabou ficando uma das nossas sacolas, confundidas pelos funcionários como "carga chegando" e não "carga saindo" - mas isso só foi detectado no aeroporto em Manaus. Mais uma vez, o João Medeiros entrou no "tema" e rapidamente montou uma estratégia de recuperação e envio para Salvador dessa sacola "extraviada". Esse é o cara! Como todos os horários foram obedecidos, ficamos no aeroporto esperando a abertura do check in da GOL para nos liberar das bagagens e irmos almoçar por perto (O Laçador é sempre o nosso preferido, pois é um buffet que evita perda de tempo, além de ficar bem próximo do aeroporto). Nessa espera em que estávamos constatamos uma enorme concentração de grupos de pesca, com suas tralhas e tubos circulando pelo aeroporto (quase a maioria retornando) - não havia muitas opções de voos nessa época em Manaus (disseram que a partir de Out passaria haver quase o dobro de ofertas). Nessas "conversinhas" de pescadores, acabamos encontrando o Francisco Cavalcante, retornando para o Piauí, onde reside. Conversa vai, conversa vem, apareceu o nome dos Mocorongos e com ele a minha identificação de Kid M, moderador do FTB. Acabamos tirando uma foto (no celular dele), que espero seja postada. Gente da melhor qualidade ! Lembrei inclusive de tê-los ajudado a montar um grupo no FTB Recém agregado - Valeu Fco ! Despedimo-nos do irmão que mora em Ribeirão Preto (LATAM) e seguimos para nosso check in que estava (como de costume) um caos ! Filas intermináveis, poucos atendentes e uma algazarra desnecessária, mas além de pescadores tinha um enorme grupo da "melhor idade" fazendo o despacho múltiplo... Fomos os últimos a ser atendidos (mas com assentos pré-marcados, deu para safar de novos aborrecimentos) e o voo para Brasília estava lotado ! Antes que esqueça, não houve tempo para o almoço pretendido! Tivemos que nos contentar com aqueles biscoitinhos da GOL ! O voo foi tranquilo e tínhamos tempo para usufruir da sala VIP (cartão de crédito), mas lá chegando, a fila parecia ser interminável... Conseguimos entrar e disputar um local para nos acomodarmos e beliscar um pouco do que era oferecido (ficamos nos queijos). o voo para Salvador estava relativamente vazio, pois num sábado à noite, tem muito pouca gente saindo de Brasília... Também foi tranquilo e chegamos bem em Salvador. Impossível deixar de registrar a ansiedade deste Grupo em pensar num destino em 2027 ! Quem sabe isso não ocorrerá ?13 pontos -
[Relato] Barcelos 2025. Outubro - Pousada Paca Açu Fishing
Garrote e 8 outros reagiu a Adalberto Magrao por um tópico
Bom dia queridos amigos. Como nos anos anteriores, partimos para Barcelos. Dessa vez, novamente fomos de Barco Comandante Natal. Suite dupla, com ar, tv, wc privativo. Café da manhã , almoço e jantar inclusos na passagem( R$ 900,00 ida e volta) Após 24 hrs, paramos em frente a pousada e fizemos o transporte de voadeira para pousada( 5 minutos) Ano Passado a Pousada só tinha 1 apto, ja esse ano tem capacidade total para 5 aptos, sendo duplo, com ar, internet e wc privativo( 10 pessoas) Pousada Paca Açu Fishing, do amigo Izaias Rodrigues. Pescamos 8 dias. Estavamos monitorando o rio desde setembro e pensamos em pegar com menos de 3, 5 metros , mas chegamos com 4 mts e nada mudou nos 10 dias que nos hospedamos. Variava entre 3,9 até 3, 5 e subia novamente. Pescaria foi nas lagoas, pois as condições propiciavam podermos entrar. Sairam bons peixes, meu maior for 75 cm e de meu parceiro 76 cm. Maioria foi tudo na Helice. Ainda notamos agua para dentro do manto uns 3 mts para dentro.. ACREDITO FIELMENTE QUE QUEM FOR FINAL DE NOVEMBRO VAI ACERTAR NA MOSCA. Abaixo fotos, não sei mexer direito com isso, mas vai la.....kkkk Os Videos, que falo Camisa do Gordo, é um presente do meu filho Caçula Henrique que eu apelidei de gordo desde criança.......e até hoje para mim é o Gordo.kkkkkk Agradeço ao meu parceiro @Garrote por mais essa aventura maravilhosa, nos 14 dias que ficamos juntos sendo 8 de pescaria . Bora voltar em 2026 Lugar maravilhoso, sem pressão de pesca. Vimos apenas 1 Barco Hotel durante a semana toda. Izaias é nascido no local, nativo da terra conhece tudo quanto é entrada de lagoa, locais de pesca e um excelente amigo que ja fizemos nessas andanças pelo mundo. Valeu pessoal Grande abraço a todos Segue contato do Izaias caso desejem perguntar algo Izaias Pousada Paca Açu Fishing (92) 9355.96.22 Acomodações.mp4 Camarote.mp4 Visão da Pousada.mp4 60 cm.mp4 65 cm.mp4 75 cm.mp4 75 pego.mp4 Acomodações.mp4 Ataque do Gigante.mp4 Camarote.mp4 Camisa do Gordo 1.mp4 Camisa do Gordo 2.mp4 Camisa do Gordo 3.mp4 Camisa do Gordo 4.mp4 Camisa do gordo 5.mp4 Camisa do Gordo.mp4 Lagoa 1.mp4 Lagoa 2.mp4 lagoa 3.mp4 lagoa 4.mp4 Lagoa 5.mp4 soltando 2.mp4 Soltando 3.mp4 soltando 4.mp4 Soltando 5.mp4 soltando 6.mp4 soltando 7.mp4 Soltando 76.mp4 Soltando.mp49 pontos -
[Relato] Rio Xingu operação Aldeia Tanguro - maio 2026
Faria e 8 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
Mantendo a tradição e não apenas como muitos hj aqui só pedem informação porém não escreve 1 relato sequer coisa que se faz em 15 minutos. E como diz o fórum eternizando as pescarias. A cerca de 1 ano atrás eu , meu irmão e dois primos resolvemos conhecer essa operação no Rio Xingu . Pescaria cujo foco seria peixes de couro e pesca com isca viva. A Viagem: Saímos aqui da nossa cidade interior do estado de SP rumo a Querencia no MT . De camionete. O local tb tem como chegar por via aérea. Porém voo até Sinop MT é depois 1h de fretado até aldeia. Primeira parada 1070km até Barra do Garças, tomar umas e por a conversa em dia . Hotel ibis e que Ibis, com chopeira brahma, porções, pratos, etc. No outro dia seriam mais 450km até Querencia e mais 90km até aldeia sendo 50km de terra , Totalizando 1620km em 20h. Chegamos em Querencia já fomos recepcionados numa churrascaria pelo Gabriel Melazzo da Vida de Pescador que montou o projeto há 5 anos e mais outros 5 pescadores que iriam conosco nessa aventura. A aldeia , localização e estrutura; A aldeia Tanguro se situa a 100km aproximadamente da nascente do Xingu que é formado pela união do Rio 7 de Setembro com o Culuene Localizada dentro do Parque indigena do Xingu. Um aldeia com cerca de 200 indígenas de etnia Kalapalo , muito educados e solícitos, que ainda preservam Suas raízes, cultura e rituais. Coincidentemente estávamos na época da comemoração da flauta sagrada a qual fomos convidados a ver. A operação fica a uns 500m da aldeia possui anuência da Funai e com a aldeia São apenas 8 clientes por semana( 4 barcos) de pesca. Ficávamos em grandes ocas. Porém com todo conforto. 1 barraca coleman gigantes com 2 camas de casal para cada dupla , armário e ventilador Serviço de lavanderia e arrumação que eram feito 2x ao dia! 2 banheiros com chuveiro quente . Barcos com geladeira Elber , guias que conhecem a região. Uma estrutura com Internet, TV , Bebidas geladas. Café da manhã, almoço e jantar inclusos com comida variadas carnes, churrasco, massas, peixes da região que eram preparados por duas cozinheiras de fazer inveja a muitos chefs A operação fornece material de pesca pra vender e alugar caso não queira gastar com tralha pesada. Lembrando que por ser uma operação dentro de reserva o consumo de bebida álcoolica é proibido, o que se era um motivo de desconfiança nossa pois nunca fizemos uma pescaria sem , se mostrou no fim da pescaria que não fez falta alguma. Vamos a Pescaria. Nossos guias foram o David( pé de pano) e Perengue Pescaria começava as 6h até o período das 12h , voltava almoçava, as 15h ia pro Rio denovo e ficávamos até a noite por volta de 20h Em frente era o melhor ponto, navegação mais longe eram 20 minutos. Usamos tuviras inclusas no Pacote e piaus que eram comprados dos índios além de peixe que pescamos e eram usados tb. A quantidade de especies era absurda Cachorras gigantes de dar nojo de tanto que pegava, Cacharas , Curvinas, Juru, Mandubé, Bicudas, alem de Jaus e Pirararas. Muitas linhas 92 quebradas, varas moídas, pernas roxas de segurar os brutos. E o melhor sem precisar soltar 400m de linha e sem o boto pra atazanar igual é no Araguaia ou pescar com chumbada de 1kg em corredeiras perigosas como o Teles Pires. Uma quantidade de peixe que nunca vi na vida . Difícil passar mais que 15 minutos sem bater algo. A Surpresa e sorte q veio lá de cima. Faltava a Rainha do Rio. Nosso pai que faleceu há 6 meses enviou a força no último dia de pesca e meu irmão acertou uma no fim da tarde . A região detém os records de Piraiba, Pirarara e Jaú do Brasil. Na semana seu Nicolau que estava com a gente pegou outra de 1.7m. Inclusive a camisa em homenagem ao véio que se foi e nos colocou nesse mundo viciante da pesca. Uma pescaria incrível, sem zoeira de barcos, bebedeira, caixas de som no talo. Um pescaria que trouxe um paz mental a todos presentes, vários momentos a noite olhando aquele céu estrelado único no Xingu a ponto de refletirmos sobre a vida e voltar pra casa cansados, roxos, ralados mas com a mente limpa Material que utizamos : Peixes de Couro grande: MS Master Ex 60 MS black Max 50 Penn Phanton 80 e 50 Mitchell 20-30 tdli linha maxforce 0.82 a 0.92 e cama multi 100lb dependendo da capacidade anzol encastoado supercartfish 12/0 vara Saint Cherroke 6.6 80lb vara Giant cat Fish 6.6 120lb vara PB millenium 6.3 80lb vara Evolution Gt 6.6 80lb Vara Evocarbon 6.6 80lb Peixes Couro Arremesso: MS Black Max 20 e 30 Abu 9000 Vara Procarbon 6.6 60lb Vara Evomax 6 60lb Vara Evolution Gt2 6.6 60lb Linha maxforce 0.70 a 0.74 anzol Encastoado 10/0 Outros peixes Carretilha bg , linha 0.50mm ou multi 40lb , vara 25 a 40lb anzois 4 a 7/0 . Mais fotos, videos etc da empreitada no facebook da nossa turma Doutores da Pesca https://www.facebook.com/share/1TeTjn6vwo/9 pontos -
[Relato] Barco Marruá - Out25
Renato Barreto e 8 outros reagiu a Willian Furlanetto por um tópico
Fala, turma! Venho relatar mais uma pescaria. Dessa vez, foi na região de Barcelos, a bordo do Barco Marruá. Nossa pescaria foi realizada entre os dias 04/10/2025 e 10/10/2025. Depois de dois anos consecutivos enfrentando secas extremas na Amazônia por causa dos efeitos do El Niño, é muito bom chegar e ver o Rio Negro assim, voltando ao seu nível normal. OUTUBRO DE 2025 NOVEMBRO DE 2024 O nível do Rio Negro, em Barcelos, ainda estava um pouco alto. Nosso objetivo era subir o Aracá ou o Demeni, mas ambos os rios estavam cheios de barcos-hotel. Até então, eram os dois que apresentavam as melhores condições. Três dias antes da pescaria, saiu um peixe de 86 cm no Demeni, o que certamente atrairia ainda mais turmas para lá. Em conversa com o pessoal do Marruá, decidimos mudar os planos: subir o Negro em direção a Santa Isabel do Rio Negro e pescar mais acima. Chegando em Barcelos, já era possível avistar algumas praias surgindo ao longo do rio — um sinal animador que elevava nossas expectativas e deixava o pescador ainda mais ansioso. Assim que chegamos, embarcamos no Marruá. Um almoço rápido e, sem perder tempo, já estávamos na água, prontos para viver mais uma aventura amazônica. Logo nas primeiras horas de pesca, já embarquei três peixes na hélice — o que anima qualquer pescador. Na subida, optamos por dormir na boca do Arirarrá e, bem cedo, entrar no rio para pescar. Porém, não foi uma boa escolha: passamos a manhã toda dentro do Arirarrá sem ver um único peixe. Paramos para o almoço, pegamos aquela típica chuva torrencial da Amazônia e decidimos voltar para o rio Negro. Por lá, embarcamos alguns peixes, mas a pescaria continuava difícil — até que um belo exemplar entrou na sarará e levou a garateia com pitão e tudo! A Amazônia nunca é fácil, mas sempre surpreende! Hahaha Continuamos subindo o rio Negro, e a pescaria seguia difícil. Ainda assim, vários peixes na faixa de 50 a 60 cm estavam entrando — e o melhor, quase todos na hélice. O troféu ainda não havia aparecido, mas encontramos um bom cardume que garantiu a diversão. Seguimos a pescaria nesse ritmo: muito peixe de pequeno porte na hélice, garantindo a diversão, mas ainda faltava aparecer o grande. Até que vimos um peixe enorme caçando. Joguei para um lado, o Marcelo lançou para o outro — e lá estava ele, o gigante entrou! Mas, como sempre digo, a Amazônia nunca é fácil. Peixe grande é ainda mais difícil, e dessa vez quem não aguentou foi o snap. Cara, é triste demais ver a expressão de quem perde um troféu! Kkkkkkkk Mas faz parte — a pescaria segue. E o pior é que sempre fazemos nosso tradicional torneio… então perder um peixe desse tamanho é, literalmente, perder um troféu! Nossa pescaria seguiu nesse ritmo. Subimos mais um pouco e encontramos alguns peixes maiores. Meu destaque foi um belo paca de 70 cm. Continuei embarcando muitos peixes na hélice, o que me manteve na liderança do torneio. O pessoal acabou perdendo pelo menos uns cinco peixes grandes, que acreditamos serem os tão afamados 80up. Os quatro maiores peixes da semana mediram 79, 76, 74 e 70 cm. No nosso torneio, só são válidos peixes acima de 50 cm — e esses foram os números da nossa turma, composta por 15 pescadores: 50up = 89 peixes 60up = 26 peixes 70up = 4 peixes Total = 119 peixes embarcados Peguei muitos peixes na hélice, somando ótimos pontos para o torneio, o que me rendeu o troféu de melhor pescador. A isca que marcou minha pescaria foi a High Roller 6.25 Não posso deixar de destacar o barco Marruá: excelente custo-benefício em Barcelos. O atendimento é nota 10; os proprietários estão sempre junto com o grupo, os guias são experientes, o barco é confortável e a comida e as bebidas são de primeira. Com certeza pretendo voltar — e recomendo!9 pontos -
Prestando uma homenagem merecida...
Eduardo Sone e 6 outros reagiu a Kid M por um tópico
Apenas os que frequentaram os antigos Fóruns de Pesca é que se lembrarão da CATERVA ! Falar do Nelson era falar da Caterva e vice versa ! Quantos de nós não visitaram essa "instituição"... Para alguns, existia uma certa competição entre os Fóruns de Pesca, mas o entendimento dos moderadores era indiscutível. Depois da partida do Nelson, retornou ao "posto de moderação" o Zeca, colocando a casa em ordem... Nessa fase, o "centro nacional do escambo" já havia fincado raízes e ainda com o Nelson presente, muito se fez... Improvável que os pescadores da época não tenham conhecimento (ou mesmo feito uso) dessa opção de renovação das tralhas Assim como outros Fóruns, era mais que habitual que os cadastramentos ocorressem de forma contínua e nos encontrássemos com muita frequência em temas correlatos... Sem falar pelos demais Fóruns (muitos dos quais já sucumbiram ao Zap), na Turma do Biguá havia respeito e amizade. Dentro da homenagem emocionada feita pelo Zeca aos 22 anos do Caterva, surgiu seu objetivo de renovar os Fóruns ! Certamente é um enorme desafio, já que as "ansiedades" condicionam - cada vez mais - a objetividade nas participações. Nós da Turma do Biguá, entendemos que o acervo existente de anos de participações, representará muito para os iniciantes. Estaremos unificados em buscar, ou melhor, renovar esse processo de postagens, com fotos e textos de pescarias... Quem sabe até se não buscaremos uma maior interatividade de temas num futuro próximo com o Zeca ? Fica também nosso "'tributo" ao Nelson, pela sua crença no Caterva e ao Zeca pela sua obstinação em fazer sempre melhor.7 pontos -
PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)
Edmar Alves e 6 outros reagiu a Guilherme Stival por um tópico
Vamos para mais um relato de pescaria! Dessa vez pescando em SIRN, pela primeira vez. Eu, meu Pai e mais 2 amigos, achamos uma oportunidade de encaixe no Kalua II para pescar no Rio Jurubaxi - SIRN. Coinscidentemente era a turma do amigo aqui do fórum @Francisco Jr que sempre está pescando por lá. Já aproveito para agradecer todo o apoio na liderança deste grupo que deu muito certo, realmente a turma era muito bacana sem qualquer defeito. Uma semana antes da nossa viagem o tempo mudou, Rio Negro estava baixando diariamente, mas como todos já sabem, Amazônia é imprevisível e as condições de pesca podem mudar de um dia pro outro. Ao chegar em SIRN (30/01/2026) verificamos que o Rio Negro já tinha subido bastante. Embarcamos no Kalua II e seguimos para o Rio Jurubaxi que também estava "bufando" de água. Praia? NENHUMA. Água pra dentro do mato e os peixes também. Pescaria extremamente difícil e desafiadora. Na primeira tarde de pesca, para esticar as linhas, ninguém pegou nada relevante..lagoas quietas, sem sinal de peixe. Percebemos que os peixes estavam nas filhoteiras. No primeiro dia completo, nosso amigo Rafa Spinelli pegou seu trófeu de 82cm e a turma deu uma animada, apesar da dificuldade, pelo menos um monstro já tinha dado as caras. No segundo dia de pesca, depois de 4 anos de Amazônia e completando minha 6ª semana de pesca, encontrei o tão desejado 80up. Uma sensação indescritível que só faz a gente se apaixonar mais por essa pescaria. Além disso, fui presenteado com esse peixe, pescando na companhia do Pai que sempre me acompanha em todas as pescarias amazônicas. Com certeza uma benção e a alegria tomou conta. Na nossa cabeça a pescaria já estava feita. Peixe de 82cm e 18lbs. A isca do troféu me lembrou algumas conversas aqui do grupo, de quando um companheiro "rouba" a isca do parceiro quando falta na caixa ou quando as iscas, mesmo parecidas, não estão dando resultado. Os peixes estavam aparecendo apenas nas Twitch Baits (subsuperfície) e percebendo isso, peguei uma isca da tralha de um companheiro que estava em outra canoa, e não é que o troféu entrou nela? 😅 Depois disso eu não devolvi a isca rsrsrs falei que era minha e que na próxima pescaria a gente acertava essa conta 😂. Bay Ruf Bulk 125F da DUO. Ao longo dos dias a pescaria continuou da mesma forma, apesar da chuva ter dado uma trégua e o sol bem quente, o cenário não mudou e os peixes continuaram no mato e sem muita movimentação além das filhoteiras. Na maioria dos dias não tinha nem ação de peixe, realmente tiramos leite de pedra. O amigo Rafa Spinelli estava voando baixo, no segundo dia de pesca ele voltou com mais outro 80up, dessa vez um de 81cm, coisa linda: Os tucunarés-açus foram contados a dedo: 82/82/81/78/77/77/68/67. De resto, apenas borboletas e popocas. Apesar das condições, não posso dizer que não fiz uma boa pescaria...depois de tanto procurar, achei o peixe que eu tanto busquei, e ainda, em condições dificílimas, me deu uma sensação de dever cumprido. A gente aprende muito em pescarias difíceis, temos que testar de tudo, tentar de tudo e lutar contra o desânimo que vai batendo ao longo da semana quando a pescaria não é farta. De qualquer forma, me senti abraçado pela Amazônia mais uma vez e já estou contando os dias para a próxima em Outubro 2026. Abraço a todos do grupo.7 pontos -
Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Edmar Alves e 6 outros reagiu a Matheus Assoni por um tópico
Boa noite pescadores! Aqui vai mais um relato na Represa de Furnas, dessa vez recente, do último final de semana. Furnas é uma das represas que mais tenho prazer em pescar, água transparente, paisagem fora de série e um dos tucunarés azuis mais bonitos do Brasil fazem ela ser cada vez mais especial pra mim. Partimos de SP rumo a Carmo do Rio Claro, com chegada na pousda prevista para as 22:00, e uma parada pra jantar em Muzambinho acabou entardecendo a nossa chegada, mas, graças a Deus chegamos bem e já fomos nos instalar no quarto e começar a arrumação das tralhas. No caminho para a Pousada, vi que haviam postado no Instagram os pescadores nos tablados e que as tilápias estavam encostadas na ceva, e, relembrando o meu início na pescaria, desci ao tablado com uma varinha de 2,70, um pote de bichinho de laranja e já querendo pegar o primeiro da pescaria. kkk Pesquei das 23:00 ás 02:00 e tive bastante ação, 3 piaus três pintas e uma porção de tilapinhas e lambaris, dessa vez a tilapona levou a melhor na beira do tablado, mas na próxima ela se vê comigo. Já descansado e pronto pro primeiro dia atrás dos tucunas, nossa pescaria seria com o Leandro Silva, amigo que a pesca nos deu alguns anos atrás e é sempre um prazer poder pescar com ele, conhecimento ímpar da represa, pescador dos bons e a humildade em pessoa. Nas conversas da semana, sabíamos que seria uma pescaria ralada na busca do big blue, mas com muita ação dos garrotes que estavam espancado as iscas e rendendo boas memórias. Muita chuva durante a semana e uma previsão que assustava no final de semana, lago subindo muito, mas, a vontade de estar na água sempre fala mais alto. Primeiro Dia Café tomado, subimos no barco e bora de carona pro lago. Começamos a pescaria sem vento e já no primeiro ponto começamos a ter ações dos tricks e meu pai já abriu a contagem bem cedinho. No mesmo ponto, tivemos mais duas ações de peixes maiores, mas nenhum dos dois acabou engatando, um na Bonnie 95 e outro em uma hélice pequena. Pela manhã tivemos muita ação e poucos peixes embarcados, mesmo assim, todos do mesmo tamanho do primeiro do dia. Perto do almoço, o Leandro já havia nos sugerido voltar para almoçar na pousada devido a chuva e de pronto aceitamos, no caminho topamos com ela, e ela não estava para brincadeira. Na volta do almoço continuamos com as ações de peixes menores, mas que iam dando um dinamismo muito grande, em todos os pontos que parávamos embarcavamos alguns tucuninhas. Próximo as 16:00 já com uma trégua no vento, o Leandro avistou um chuveirinho a uns 100 metros de onde estávamos pescando, acelerou a velocidade do elétrico e fomos nós atrás dele, próximo ao chuveiro, arremesso bem dado e peixe engatado, o primeiro 50 up em Furnas de 2026. Próximo ao barco o macho que estava com ela veio a acompanhando, era de respeito, se não desse 60, beirava, mas, não deu muita atenção pras iscas que meu pai desceu na cara dele. já que o macho não engatou, continuamos batendo isca procurando os trofúes de Furnas. Antes de encerrarmos o dia, ainda tivemos um ataque de cinema de uma traíra que saiu fora d'água para buscar a Firestick e acabou enchartu Primeiro dia de pesca finalizado com 23 peixes embarcados, sendo 22 na superfície o maior do dia na meia água. Segundo Dia No segundo dia, já tinhamos expectativas melhores, apesar da forte chuva que cairia, o vento daria uma trégua ao longo do dia. Embarcamos logo após o café e o roteiro se manteve muito parecido com o primeiro dia, já no primeiro ponto, alguns "garrotões" deram as caras, mas os peixes maiores ainda estavam tímidos. Por volta das 10:00 e ainda sem chuva, o Leandro novamente viu um chuveirinho, mas dessa vez mais perto de nós, como já tinha no dia anterior acertado um chuveirinho, deixei a missão com meu pai dessa vez. O arremesso dessa vez não saiu como o esperado, a isca caiu antes da filhoteira, mesmo assim eles vieram atrás da isca rebojando, mas sem de fato grudar nas garateias. Depois das 10:00 a chuva veio forte, e parece que os peixes ficaram mais ativos do que antes da chuva. Em um praiado limpo, um único tronco no final do ponto nos fazia pensar ter um casal ninhando ali. Chegando mais perto do tronco que estava à uns 5 metros de profundidade, arremessei a Firestick passando dele, e, quando ela alinhou com o tronco, uma pancada, mais uma vez a fêmea veio na minha isca. Meu pai na sequência arremessou a isca dele no mesmo local, e insistiu no stick pra tentar trazer o macho pra superfície. Ele até subiu, mas não engatou na superfície, no erro do ataque, meu pai passou a mão no jig, que nem precisou tocar no fundo pra briga começar. O primeiro 50up do meu pai da viagem. Depois do casal e da chuva que castigava sem pausa, decidimos voltar a pousada para almoçar, colocar uma roupa seca e descansar algum tempo antes do último turno de pesca. Já no pós almoço, meu pai de barriga cheia e aquecido, decidiu não voltar para descansar em um local que não se molharia e descansaria (quarto kkk), já que na volta da pescaria, pegaríamos 450km de estrada. Voltamos do almoço com chuva, mas com esperança de uma tarde melhor de pesca do que havia sido o dia anterior. Ainda com chuva forte, abrimos a contagem da tarde com mais um trick, que abriria o caminho para alguns maiores na sequência. A chuva parou, a água espelhou, vimos mais um chuveirinho na margem, mas só estavam espantando a isca, e em cada ataque de tremer as pernas, esse ficou na memória daquela água limpa e aquele pexie investindo na isca. O Leandro focou na pescaria no domingo a tarde comigo, com uma T20 arremessando mais no bico do barco e eu focando nos maliceiros e cana bravas que recentemente foram encobertos pela água. Em um dos pontos, o peixe reboja na isca do Leandro e ele viu o peixe e disse ser mais um 50tão, insistimos nós dois, um na X80+1 e outro na Vision +1, e, em alguns arremessos ele deu as caras pra nós, pra abençoar a tarde. Na sequência o vento veio, e sugeri ao Lê que queria bater uma barbeluda em locais mais fundos, ele de pronto aceitou e mudou a estratégia dele, colocou uma firestick e focou os arremessos onde antes, eu estava focado. Em 10 arremessos, uma nave subiu sutilmente e só sugou a isca dele, acho que nem reparou que tinha se fisgado sozinho, preso por um único anzol da garateia, o Lê mandou bem demais no meio dos maliceiros e trouxe ele pro limpo, mais um peixe embarcado e um dos peixes mais bonitos que já vi em Furnas, colorido, cupinzudo e quadrado. Mais alguns arrmessos á frente, o Leandro disse ter levantado um peixe muito grande no mesmo ponto na semana anterior, e, eu continuava focado na X80+1 arremessando pro bico do barco e confiante que engataríamos o último antes do retorno pra casa. Dito e feito, na parada da isca, senti o tranco e a tomada de linha, por preguiça, ainda havia deixado a isca com as garateias originais, mas o local era limpo e folguei um pouco o freio e mais um presente de Furnas pra encerrar mais uma pescaria mágica no lago mais bonito do Brasil. Já no caminho de volta para a pousada, tivemos de parar para fugir da tempestade que estava formada na direção que iríamos, mas, nada que preocupasse. Pescaria finalizada com 2 peixes a menos do que o dia anterior, porém, com 4 peixes maiores na galeria e nas lembranças. Agradecer a Deus pela viagem tranquila e sem nenhuma intercorrência, e um agradecimento mais que especial ao Leandro pela parceria em mais um final de semana. É sempre muto bom pescar com quem sente prazer na pesca, incentivando e motivando o tempo todo esse é e sempre será o resultado de uma pescaria com ele. Já são 8 anos pescando juntos. E pra finalizar agradecer meu pai por mais uma e ter a sorte de poder viver isso juntos. Materiais: Conjuntos Evox 12Lbs + Metanium 101 Ishidai 12Lbs + Metanium 101 Evox 14 Lbs + Metanium 101 SLX 14 Lbs + Metanium 151 Iscas mais usadas Firestick, Bonnie 95, Vision +1, X80 e X80+1. Para quem não conhece o trabalho do Leandro, abaixo deixo o Instagram dele para que possam prestigiar e conhecer, a experiência de pescar com ele é sempre muito boa. @leandrosilvaguia7 pontos -
Rio Courantyne - Suriname. Junho de 2026
Pedro Dominguete e 5 outros reagiu a Fernando_Oliveira por um tópico
Nosso retorno ao Rio Courantyne foi planejado com cerca de 2 anos de antecedência e 8 pescadores do nosso grupo se candidataram para esta aventura: Luís Mário, João Manoel, Diogo, Trevisol, Vanderley, Eduardo e Fernando, (tivemos a ausência de um pescador devido a uma infecção respiratória contraída na véspera da pescaria). A operação Piraíba Lodge é gerenciada pessoalmente pelo Diógenes Hoffmann da 3H Fishing. Nosso grupo partiu de Curitiba rumo a Belém do Pará no dia 20 Junho de 2026. A espera no aeroporto de Belém para a conexão a Paramaribo seria longa, então tivemos um tempo disponível para visitar A Estação das Docas de Belém, recém remodelada para a COP30 e que é vizinha ao famoso Mercado Ver-o-Peso. No local existem as mais diversas alternativas gastronômicas e nós escolhemos almoçar no Restaurante Bêra, onde provamos deliciosos pratos locais. Seguimos num vôo da Gol de 2 horas de Belém para a cidade de Paramaribo, aonde chegamos no início da noite e fomos nos alojar no Hotel Royal Torarica. Pela manhã, o transfer organizado pela 3H Fishing nos levou para a loja de Pesca Fish Finder para a compra das últimas "tralhas". Seguimos para o aeroclube e tivemos um voo tranquilo em um avião Caravan até a pista de pouso da Mineração Kabaleco. Mais 20 minutos de barco e finalmente chegamos ao Piraíba Lodge. A ESTRUTURA A Pousada é basicamente montada sobre containeres refrigerados, conectados por passarelas de madeira. Tudo organizado e muito limpo. Os módulos de alojamento são compostos por dois containeres, conectados por uma área comum, onde dormem 4 pescadores, com um banheiro entre os módulos e um banheiro extra na área externa. O refeitório é amplo e a comida muito boa. O Diógenes providenciou a compra em Paramaribo e remessa para a Pousada do nosso estoque de vinhos, que já são parte integrante da nossa pescaria. Os barcos são simples e de alumínio, possuem sonar (para posicionar os barcos nos poços) e motores de 40 HPs e atenderam bem a nossa pescaria, mas os assentos já merecem uma atenção, visto que são cerca de 11 horas de pesca por dia sentados. A equipe é nota 10, desde a cozinha, salão, lavanderia, apoio aos barcos e piloteiros. O Diógenes e o Júnior (que também é Diógenes) estavam sempre presentes e à disposição para fazer a nossa estadia ser agradável, confortável e próxima à perfeição. Nossos piloteiros foram o Nelson, Arakem, Bebezão e Winel, todos bastante experientes e profissionais. A PESCARIA A busca pelas grandes Piraíbas e Douradas ocorre nos poços dos Rios Courantyne (principalmente) e no seu afluente Kabaleco. Existem duas opções de pescaria mais remotas: uma opção é passar uma noite num acampamento avançado da própria pousada para pescar próximo às cachoeiras do Rio Courantyne. Nós optamos por não fazer esta experiência. Existe também a opção de pescar próximo à cachoeira do Rio Kabalebo, cerca de 75 km da pousada num belo passeio, onde conseguimos pegar algumas Pirararas. A pescaria é bruta! São 10 a 11 horas diárias de espera pela fisgada da Piraíba, o quê nem sempre acontece. Mas a recompensa pode ser o troféu de uma vida ! Os peixes, objetivo desta viagem, eram a Piraíba e a Dourada, e secundariamente a Pirarara e a Piramutaba. Alguns outros exemplares foram capturados em momentos de descontração, com a utilização de um material mais leve, como Tucunarés, Piranhas, Corvinas e Armaus. O equipamento referência para uso era a vara Trevala de 200 libras e a carretilha Tekota 800. A maioria dos membros do nosso grupo optou por alugar este equipamentos na própria pousada. Utilizamos iscas vivas (piaus, branquinhas, cachorras, corvinas, corimbas,...), capturadas no próprio local de pesca com a utilização de pequenas redes. Pelo que vimos, vale a pena investir em boas iscas vivas e observar a preferência dos peixes, pois isto pode fazer toda a diferença na pescaria. Embora esta pescaria de espera possa não parecer ser uma pescaria técnica e ter um componente elevado de sorte, alguns pontos importantes rebatem esta visão e devem ser destacados: - O equipamento certo e em bom estado de conservação faz toda a diferença na produtividade. Da mesma forma, a opção deve ser sempre por linhas e anzóis de qualidade. Nós utilizamos anzóis Gamakatsu 12/0 e um suporte Hook 9/0. - As carretilhas eram preenchidas por linha de multifilamento de 150 a 200 libras e completadas por cerca de 30 metros de monofilamento de 1,5 a 1,7 mm. Ao nosso ver, os equipamentos de tinham quantidades maiores de monofilamento (mais de 30 metros) foram aqueles que perderam mais fisgadas, pois a boca óssea das Piraíbas exige um fisgada forte e que não seja amortecida pelo excesso de linha de monofilamento. - As varas eram deixadas travadas na espera para serem retiradas pelo pescador na hora da fisgada. Este é um momento crítico, pois é necessário sentir o movimento do peixe e realizar a fisgada apenas quando acontece a corrida no sentido contrário ao barco. Nada de afobação. - Paciência! Nada de mais de um conjunto na água por pescador. - Ouça o seu guia! - Força e técnica na hora do recolhimento para não danificar o equipamento, preservar a necessária força do pescador e evitar o dano e a fuga do peixe. Pescamos por 5 dias e meio. As condições de tempo variaram bastante em relação às chuvas, pois houve desde um dia sem chuva até um dia com tempestade. O clima médio foi quente (29 a 34 graus celcius) e úmido, com pancadas esparsas ao longo do dia. O nível do Rio Courantyne era elevado, mas já parecia ter descido de sua máxima entre 1,5 e 2 metros pelas marcas vistas em barrancos e na vegetação. Nós capturamos diversos exemplares de Piraíba, Dourada, Pirarara e Piramutaba, mas apenas olhar as fotos pode dar a impressão que foi uma pescaria fácil, mas não foi. O retorno iniciou tranquilamente em um avião De Haviland DHC6 Twin Otter, aeronave antiga e especial para pistas curtas, com dois motores, bastante espaço, piloto e co-piloto. O tempo total de retorno variou bastante conforme a opção de voo de conexão de cada um, e os atrasos subsequentes que ocorreram nos aeroportos. No meu caso, eu saí da pousada às 07h00 e cheguei em casa em Curitiba às 10h00 do dia seguinte. Mas no final, todos voltaram bem, com saúde, cansados, felizes e prontos para a próxima.6 pontos -
[RELATO] LAGO DO MANSO: Abril/2026 - É tudo isso mesmo?
Eder Nascimento e 5 outros reagiu a Rafael Takahiro por um tópico
Todo ano, eu e meu amigo de infância Val buscamos conhecer um novo local, e novas espécies de peixes, se possível. Na verdade é só uma desculpa pra viajar pra pescar, conhecer novos lugares, pessoas, peixes, dar risada e ter mais história pra contar! Meu sonho, depois de ter realizado a pescaria de Cachorras Largas, é a de Trairão, mas não deu certo até esse ano ainda. Então, planejamos conhecer o Manso; rio e lago em abril deste ano. Planejamos desde 2025, pesquisei muito! Datas não batiam com o Manso Resort e o preço me afastou um pouco também. Busquei na internet, redes sociais - e como trabalho fazendo anúncios na Meta e Google, encontrei a Pousada Recanto dos Tucunarés, situada na Chapada dos Guimarães - MT, 1h e pouco de Cuiabá, na beira do Lago do Manso. No começo não tinham fotos de peixes, quase; mal tinha da pousada que ainda estava em construção. Conversei bastante com o Ezequiel - responsável pela pousada - e fechei pra mim e meu amigo. De fato, a pousada é nova, assim como a maioria das operações de pesca no Manso. Fomos focados mais na pesca dos Tucunarés, dourados dispensamos....mas a operação oferece pescaria no Rio manso também. Chegamos no aeroporto de Cuiabá e logo fomos recebidos pelo Gustavo - da equipe do Ezequiel, que veio nos buscar para levar até a pousada - o pacote oferece transfer in e out para a pousada tbm, sem a necessidade de locar carro ou van. Mais ou menos 1h30 de carro, balsa rápida e chegamos na Pousada. A pousada oferece quartos com ar condicionado, frigobar, TV, internet, restaurante, espaço pra churrasqueira, tudo feito com bastante capricho e carinho pela equipe do Ezequiel. 1º Dia: Ansioso que eu estava, logo no píer da pousada, bati uma Pencil 100 e no 2º ou 3º arremesso já explodiu esse belo azul de 52-53cm. por sorte, veio pra foto e solto, claro! Não eram nem 7h da manhã. Neste dia, acabei apagando sem querer as fotos e vídeos, mas não saiu peixe maior que esse, mas tivemos muita ação: 100% na superficie nas iscas Pencil 100, Bonnie 95 e 107. Saiu meu primeiro Pinima tbm, nada muito grande... 2º dia, o próprio Ezequiel nos levou pra pescar, guiou pra nós! Cara gente boa, do bem, bem intencionado! Navegamos um pouco mais longe... Saiu muito, mas muito peixe...média de peixe de 35-40....achei um casal de Pinima no visual, mas pequeno tbm. Entrou na Rozante 77 - eles não estavam querendo a X80 Magunm, Oneten.... Um amarelão, parece muito Popoca, na Pencil 100 tbm. briga muito!!! A tarde, o Ezequiel nos levou num ponto atrás do troféu, mais fundo, em 2 horas pegamos mais de 30 peixes...meia água na Xrap10 no meio das galhadas! Desse porte foram mais de 30... Fim do dia entrou um 50up na Bonnie 107 do Val! Com esse por do sol! Dia TOP! Primeiro 50up dele, recorde da vida dele, que começou a pescar em 2024! 3º dia: Com o Guia Gerson, mais disputado da Pousada, fomos agora em busca dos trofeús! Peixe estava pegando as iscas mais lentas, zaras, pencil no trabalho lento...e sou mão rápida....rsrsrs Vimos peixe no visual no raseiro, o lago estava cheio, então peixe tava no mato também! Vimos um azul enorme no meio da grama no fim do dia caçando os CDs...mas não deu nem chance de tentar capturá-lo! No fim do dia, ainda não tinha entrado nenhum 50up...apesar de mais de 50 peixes na superfície....Gerson nos levou onde ele tinha mapeado peixes bons na última semana.... Ponta de ilha, vegetação, testei muita isca da caixa, estava na Trairão Jr, explodiu esse belo azul - com pancada digna de gente grande! Pra quem quiser, segue o vídeo dessa captura: https://www.instagram.com/p/DXFuJHbjc81/ Esse peixe e essa pancada pra mim já valeram a viagem! Como no dia anterior, o Val já tinha pego um belo azul tbm, estávamos satisfeitíssimos!!! Já tinha pego meu primeiro Pinima...feito novoos amigos....conhecido um novo local de pesca....aaah, se pegasse um Pinima de 60cm, seria um sonho....quem sabe.... 4º e último dia. O Gerson é um cara fantástico. Propos pra nós acordarmos mais cedo pra irmos num ponto mais longe, onde ele dizia ter mais Pinimas e Amarelos, pra batermos iscas num lugar diferente. Claro que topamos! Chuva, vento, frio....Quase 2h de navegação, chegamos umas 08h no lugar! Valeu a pena! Pegamos mais de 20 peixes entre pinimas e amarelos nas primeiras 2 horas... Nada muito grande....entre 35 e 45cm...só superfície, era cada porrada! Aí peguei um Feed Popper 100 pra ver se dava uma selecionada, lançamentos pro meio, mais longos....variar o trabalho, testar o comportamento.... Porrada! Bom demais!!! Em seguida coloquei a Trairão - já escrevi que não curto muito isca mais lenta, minha mão é mais rápida rsrsr.... - nos pontos entre árvores e a vegetação, estavam os maiores! Perdi um tucunaré gigante, escapou ao lado do barco....nos vídeos que vu deixar, dá pra ver....era verde, imagino um híbrido de pinima com azul. E desses tem gigantes por lá, já tem notícia de tucunaré de 69-70cm por lá. O barco esfriou na hora que o peixe escapou....Gerson se lamentou, Val aquietou....mas palavra tem poder, durante as 2h de navegação pedi pra - se pudesse ter a chance de ver um Pinima de 60cm - eu o soltaria e o agradeceria. Dedicaria o peixe ao meu pai e aos meus avós - que me incentivaram na pesca! O Gesron disse que nunca tinha visto tucunaré do tamanho que escapou...era o peixe da viagem. ERA. PQ EM SEGUIDA, NO PONTO SEGUINTE... https://www.instagram.com/p/DYiRlbUSdZL/ Recolhendo a isca vejo uma sombra negra gigante atrás da isca, diminuo a velocidade e explode.... Briga feia, peixe tomando linha, dedo fritando....vara trabalhando...passaguá estoura....inacreditável! Mas ele veio pra foto! Obrigado, Deus! 61cm na régua...um Pacão de Pinima, pode ser que tenha gene de azul no meio também pelas faixas verticais! Sonho realizado! O peixe de 60cm nos escolhe, ele que nos deixa capturá-lo! Que eu sempre tenha sabedoria pra manuseá-lo e soltar reverenciando-o com respeito e carinho! Que um peixe desse leve pelo menos 10 pescadores esportivos pra região, gere renda direta ou indireta pra 5-10 famílias e muita alegria pra quem o pescar, como foi comigo! Máximo respeito por um exemplar como esse! A resenha no final não pode faltar! Fizemos bons amigos como o Marcao Tete, Dr Quaresma, Gerson, Thaysson, Leticia, Zé, Gustavo e etc! Turma boa, merecem o sucesso! Não matam um tucunaré! O Ezequiel faz de tudo pra vc e sua família! Vale a pena demais!!! Segue um dos vídeos da pescaria, se puderem assistir, acho que é bacana: Não tenho nenhuma pretensão de influenciar ou monetizar com meus vídeos, só estou postando para guardar na memória externa à minha, minhas experiências vividas, com o máximo de realidade possível retratada. Quem perguntou sobre melhores época: o MT tem a regra da pesca proibida na piracema, então fecha a pescaria de outubro a fevereiro. O local está muito em alta, e acredito que meses de temporada de casais e visual deve ser alta a pressão de pesca. Eu gosto de evitar. Acredito que meses de "baixa temporada" são melhores pra se divertir e pescar, prefiro peixes menores com menos stress. Se alguém quiser vir com a gente no nosso grupo, me manda DM aqui que conversamos. Sem fins lucrativos, só amizade mesmo - o que tá faltando hoje em dia! Materiais utilizados: Lago do Manso: - Varas Travel 6´6' de 16 e 20lbs com linhas de 8 fios de 40lbs (Majorcraft Benkei) - Duo Realis Pencil 100, 110 e 130, Bonnie 95, 107, Red Pepper, Sara Sara, Tygan 90, Feed Popper 100, Rapala Xrap10 e Rozante 77. Não saiu nenhum peixe na X80, nem no JIg, usei pouco tbm. Já marquei minha volta pro Manso em 2027 e novos amigos serão bem vindos! Gostaria de destacar o atendimento e o acolhimento do Ezequiel da Pousada Recanto dos Tucunarés! Virou amigo, cara gente boa demais! IG da Pousada: https://www.instagram.com/recantodostucunaresmanso/ Quem quiser, pode me adicionar que trocamos ideias https://www.instagram.com/rafatako/ Quem puder se inscrever, posto tudo lá tbm (até as pescarias que dão errado): https://www.youtube.com/@rafa_tako Agradeço a Deus e principalmente a minha família, que me apoia e me aguenta nesse vício de pescar!6 pontos -
Como todo ano, minha turma de reúne pra viajar pra pescar e decidimos voltar a minha amada Tocantins! Dessa vez, 6 dias - sendo 2 dias no Lago do Peixe Angical e 4 dias nas corredeiras do Rio Tocantins. A turma é bem bacana, composta por amigos de longa data então a resenha é garantida! Chegamos em Palmas cedo, com emoção no voo, no embarque e viajamos de carro até São Salvador do Tocantins, esse ano nos hospedamos na Pousada Pesca Tocantins, onde fomos muito bem recebidos pela Thalita e seu marido Silas - um reconhecido guia local também! A Pousada Pesca Tocantins fica às margens do lago angical e combinamos de pescar 2 dias no lago e 4 dias no rio, indo de carro até o local da descida no rio os 4 dias que pescaríamos lá. Logo que chegamos, conhecemos as instalações e já fomos bater uma isca no barranco do lago. E ajudando um amigo no trabalho de uma isca nova, entrou uma trairinha - maaaaaaaaaaaaaaagra, mas já serviu pra sair do zero. rsrsr Não pescava no lago do Peixe há alguns anos, então estávamos ansiosos por pescar por lá, sabendo que o lago estava extremamente seco. 1º Dia Lago: Esse ano fizemos um revezamento de duplas e guias e no 1º dia fui pescar com o Myller Marques e com meu amigo Leandro (iniciante na pesca, nunca tinha pego um tucunaré de 40cm, nem na superfície). As notícias não eram muito animadoras, lago muito seco, quente, transparente...mas pra quem tá acostumado com Paraibuna, tira de letra rsrsrs Insistindo na superfície no meio das galhadas, logo entra um azulzinho, bem magro tbm; Queria muito que meu parceiro pegasse na superfície, mas o 1 dele veio na Brava 90: Ele insistiu na Sara Sara 100 e logo toma uma porrada, bem na margem, nas galhadas....era um casal! Depois de eu cobrir, saiu o primeiro casal! ~40-45cm. A manhã estava animada, várias porradas na superfície, muita ação de amarelo - que tinha visto muito pouco por lá. O próprio Myller disse nunca ter visto tanto amarelo. Peixes entre 45 e 52cm....vimos um cardumão de peixes de média de 50, mas no meio das galhadas foi difícil cobrir.... Ao fim da manhã, o Myller nos levou num ponto onde disse ter visto peixe grande.... Que teríamos a chance....casal avistado, meu parceiro sofreu um pouco, mas conseguiu! Primeiro 60tão da vida do Leandro! Feliz demais pelo parceiro!!!! Resenha de almoço e tarde um peixe no Pop queen que merece lembranças, mas sem registros. 2º dia no lago com guia Kesley: peixe ainda mais manhoso, poucas ações e só peixes pequenos... Peixe sumiu....nada desanimador, pois no dia seguinte iríamos pro Rio Tocantins, meu lugar preferido pra pescar!!! 3º dia no rio Tocantins: Guia Kesley e Leandro! Seco, seco, parecia animador, mas o peixe estava muito manhoso tbm, batia, errava... Obs: aumentou muito o número de ranchos, pescadores na região....muito pressão de pesca e um jetski atrapalhou demais a pescaria. Muito mesmo! Mesmo assim, meu parceiro pegou uma belíssima bicuda na vulcan 100! O Le tremia enquanto brigava com ela, a porrada foi forte! Depois do almoço, no Jig pindocando, peguei uma corvina e uma Cachorrinha.... Que saudade estava delas!!! Mas queria a 80up!!! 4º dia no rio Tocantins, sábado com o guia Silas e parceiro Diogo. Logo cedo, o Diogo já engatou uma pequena apapá, estavam sumidas esse ano. Tem relatos de Apapás de 92cm por lá! Ainda cedo, no meio da pedras, uma porrada na superfície, uma briga surreal e veio meu primeiro troféu: BICUDA!!! Isso aqui na superfície e corredeira é top demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais!!!! Méritos pro Guia Silas que fugiu do boto e batemos no ponto onde eles não estavam. Era sábado e o rio tava cheio de gente, banhando, jetski, barco pra lá e pra cá pras prainhas....obs> Tocantins fica lindo na seca, com essas prainhas de água doce. 5º dia: Guia Silas e parceiro Val Meu amigo Val, que começou a pesca ano passado, já é quase experiente: arremessando muito e trablahando só Hélice e poppers. Batemos uns tucunarézinhos também: Esse dia, perdi o troféu....Cachorra gigante rebojou e pegou minha isca, mas faltou atenção e o peixe foi pra trás da pedra, e perdi. Impressionante como o maior escapa! Val teve ações de peixes bons no spinnerbait tbm! 6º e último dia: com guia Myller e Akira. Um dia antes, tinha mandado já mensagem pro Myller dizendo que pegaríamos o maior peixe com ele, ele já tinha ganhado o maior tucunaré com o 60tão do leandro no 1º dia. Saímos motivados, o Akira pesca muito tbm, já disse ao Myller onde tinha perdido a Cachorra do dia anterior e logo cedo, no mesmo ponto, explode na Minotauro UMA GIGANTE! Peixe muito forte, varinha de 20lbs bebendo água, carretilha cantando!!! Boto chegando, o guia age rápido, o coração tava explodindo, não era nem 8h da manhã! Que benção poder encontrar um animal desses! Não só pelo tamanho, mas pela forma, na superfície, batalhada, na manhã do último dia!!!! Deus é bom demais!!!!! 81cm e peixe da viagem!!!! Myller é fera!!!! Silas e Kezin também mandaram bem demais!!! Algumas fotos de peixes dos amigos: Saiu muito tucunaré acima de 50cm e muita bicuda, cachorra e até apapá acima de 70cm também! Pescaria achei difícil em comparação aos outros anos, porém com peixes maiores. menor quantidade e maior qualidade. Com insistência, saía! Com um grupo de amigos bacanas, parceiros, tudo fica mais fácil! Materiais utilizados: Lago do Peixe: - Varas de 14 a 17lbs com linhas de 8 fios de 40lbs (Majorcraft Speedstyle, Redai Black Mamba) - Bonnie 95, 107, Red Pepper, Sara Sara, Tygan 90, X80 Magnum, Jig 15g Rio Tocantins: - Varas de 17 a 25lbs com linhas de 8 fios de 50lbs (Zodias 6´6, Black Mamba 6´0) - Iscas: Poppers e Hélices grandes Já marquei minha volta pro Rio Tocantins em 2026 e novos amigos serão bem vindos! Gostaria de destacar o atendimento e o acolhimento da Thalita da Pousada Pesca Tocantins! Foi sensacional, petiscos todos dias, refeições frescas e qualidade, churrasco top! IG da Pousada: https://www.instagram.com/pousadapescatocantins/ IG do Myller: https://www.instagram.com/myller.marques/ IG do Kezin: https://www.instagram.com/kesleyreis1/ IG do Silas: https://www.instagram.com/silasmirandaribeiro/ Quem quiser, pode me adicionar que trocamos ideias https://www.instagram.com/rafatako/ Agradeço a Deus e principalmente a minha família, que me apoia e me aguenta nesse vício de pescar!6 pontos
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Serra da Mesa - Julho 2026 -Pousada Serra Negra
Renato Barreto e 4 outros reagiu a Adalberto Magrao por um tópico
Falai Galera, tal qual fizemos em 2025, retornamos para SM na Pousada Serra Negra. www.pousadaserranegrago.com.br Fomos em 2 , eu e meu grande amigo @Garrote. Partimos de Campinas Voo da Azul , sentido Brasilia, voo sossegado, 1,5 horas. Em Brasilia alugamos o carro e rodamos 325 km, sendo que 31 km de estrada de terra mas em boas condições. A pousada fica bem proxima aos pontos de pesca, navegamos entre 15 a 20 minutos. A pousada lhe dá 2 opções, vc fica na parte velha, ou na parte nova, os preços são diferentes, ficamos na parte velha. Tem 3 camas wc privativo, chuveiro quente, ar e tv. Café , almoço e jantar incluso. Bebidas e gasolina a parte. Lago com 58,5 % de volume bem mais baixo que 2025 quando estava com 73,0%. Bastante estruturas de pedras, arvores secas, pedaços de pau, como já é conhecido e afamada. Pescaria foi bem dificil, os bichos não queriam nada na superficie então o negocio foi trabalhar com iscas de fundo, jigs e meia agua. Sairam bons exemplares, o maior 62, tambem 61 , 59, 45, etc. Vou mandar as fotos e videos de 5 dias de pesca. Ficamos novamente com o Guia Jocelino( Guia Lino) que trabalha naquelas bandas ha 22 anos e conhece cada pedaçinho de la. Devido a ele tivemos um certo sucesso, pois como falei os Bichos estavam muito manhosos. Todos peixes que pegamos estavam bem Gordos, bem alimentados, sugerindo que no FUNDÃO a coisa estava boa...kkkkk . Guia Celino (62) 9613.20.25 Contato da Pousada com o Junior (62) 9817.42.23 Grande Abraço a todos amigos do Forum. Fiquem na Paz de Nossa Senhora Aparecida. 6.mp4 3.mp4 4.mp4 5.mp4 1.mp4 2.mp4 7.mp4 8.mp4 20260722_154757.mp4 20260722_163716.mp45 pontos -
Pescaria em 3 Marias com Guia Rodrigo Vieira
Garrote e 4 outros reagiu a Adalberto Magrao por um tópico
Pela 6ª Vez fomos para Represa de 3 Marias, eu e meu amigo @Garrote, ja sabendo das condições do Lago, que esta com 105 % de volume e transbordando Saimos Por Campinas, Uberaba, Patos de Minas e 3M, são 800 km. Lá Ficamos Hospedados na Pousada Morada do Azul, com colega Helder. Local na Beira do Lago, bem confortavel e cerca de 8 km do centro de 3 M 20260414_060247.mp4 Contratamos o Guia Rodrigo Vieira, da Tucunapescaesportiva, gente boa demais, ja haviamos pescado com ele ha 10 anos atraz. É natural da região e conhece tudo por la.Pescamos 5 dias cheios. Como ja mencionado lago bufando de agua, e os bichos tudo escondidos nas estruturas debaixo dágua......isca de superficie????? esquece nada de ataques. Partimos para os jigs , spineers , iscas de meia agua. Sairam 2 bonitos 1 de 54 cm e outro de 58,5 cm E sairam tambem uns menores nada de excepcional. VID-20260416-WA0040.mp4 20260413_152642.mp4 No almoço sempre no rio paramos nos pontos de apoio que o Guia Possui. Da para ter uma ideia como estava o nivel, antes a gente tinha que andar uns 30 mts da margem para chegar . Agora o Barco ja fica dentro do ponto de apoio..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 20260415_114125.mp4 20260415_120441.mp4 20260413_152535.mp4 VID-20260413-WA0004.mp4 Enfim, isso dai .Passamos uma semana top. Pousada Morada do Azul - Helder 31- 9832.14.81 Guia Rodrigo Vieira - 38 - 9736.37.19 Obrigado Parceiro, por mais uma pescaria na Conta. Agora que venham Julho Serra da Mesa e Novembro na Pousada Paca Açu em Barcelos Saudações a Todos Amigos do Forum e Que Nossa Senhora Aparecida abençõe a Todos5 pontos -
Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Felipe Csilva e 4 outros reagiu a MarcioPaulo por um tópico
Acompanhando aqui esse tema, de operações exclusivas, eu acho super valido alguém que investe pesado, monta toda uma estrutura top das top, com direito a hidro no meio da floresta, não tenho nada contra, até pq esse pessoal tem um publico alvo, que tem condições e não estão preocupados com valores, nessas operações realmente os pacote de pesca serão mais caros, até ai tudo bem... mas o que não concordo é que esse pessoal tenha exclusividade e nenhuma outra operação mais básica ou barco autônomo, possa pescar nesses locais, já que em tese todos temos o direito de ir e vir.5 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Fabrício Biguá e 4 outros reagiu a Alexandre Gomes de Almeida por um tópico
Bom dia Senhores! Vou relatar minha experiência ocorrida a menos de uma semana na região de Barcelos. Foram utilizadas algumas iscas que estão na boca do povo, quanto ao tipo e modelo! Estávamos em 8 pescadores, sendo que meu irmão investiu neste ano em uma Konoflat 160 ( 48 g) e um outro amigo em uma konoflat 190 ( 84 g), tendo em vista terem escutado relatos de ótimo aproveitamento delas lá no rio Preto. Eu, acabei levando 5 iscas do tipo Glide Bait, sendo que 3 delas eu tinha comprado na Bass Pro já há uns 2 anos atrás e 2 novas adquiridas para esta temporada, todas com pesos variando entre 50 g e 58 g, com uma aposta especial (pura fé) na NESSIE 9" da Berkley ! Esta isca é um tipo de soft robusto articulado (bem diferente do material softs que temos aqui no Brasil), muito bem construída, realista e que nada demais !!! Embora pareça grande, 21 cm contando o rabo, na mão ela tem um tamanho muito bem ajustado para os tucunarés já a partir dos azuis. Reforcei as garateias e splits com a certeza que iria sair um 80tão em algumas delas!! Nenhum de nós que iríamos testar estas grandes iscas. investimos em varas para big baits, que diga-se, são caríssimas! Como era nossa primeira experiência com este tipo de isca, não justificaria investir em um equipamento tão especifico! Como exemplo, eu utilizei uma vara de 6´3 de 20 lbs que usava nos dourados e uma outra 5´8 de 25 lbs, ambas já aposentas e que estavam encostada em casa! Minha lógica era que se estourasse no arremesso em função do peso, não iria doer tanto, pois elas não pertenciam aos meu set de titulares kkkk ! DA UTILIZAÇÃO NA PRÁTICA DAS GLIDE BAITS/BIG BAITS - Feedback do meu amigo que utilizou a KonoFlat 190 - Isca extremamente pesada para se arremessar e trabalhar. Utilizou uma vara de 30 lb ! Acho que mesmo com uma vara mais potente, longos arremessos sempre ficarão comprometido ! O pescador precisa ter disposição para trabalhar esta isca. Ela é grande e volumosa, que mesmo no simples recolhimento ( faz um s bem longo) cansa bastante devido ao peso do arrasto. Trabalhar com toques de ponta de vara então, acho que deve ser doído ! O parceiro do pescador que testou esta isca, brincava que quanto o monstrengo caia na agua, todos os peixes saiam do lago assustados, pois a onda do impacto causava um tsunami KKKK Foi motivo de muitas risadas no deck do barco hotel ! Por outro lado, deve sim pegar bons peixes, pois ela nada bem e tem um formato realista ! De todo modo, pelos relatos deste meu amigo, não é uma isca que eu investiria tão somente pelo tamanho exagerado.... OBS - Não saiu peixe nela. - Kono flat 160 - Entre a 160 e a 190, a menor é infinitamente mais utilizável! Roubei do meu irmão em alguns momentos para ver como era. Com certeza não é uma isca que agradará a todos os pescadores devido ao peso! Meu irmão utilizou muito pouco no decorrer da semana por ser uma isca que cansa demais, principalmente se quiser trabalhar com toques de ponta de vara ( muito atrativo - zara na sub superfície de forma errática ). Achei uma boa isca para ser utilizada mais para aqueles longos arremesso no meio do lago. Consigo pesca quase que o dia todo com uma hélice, mas com a Kono 160, depois de uns 30 min já pedi arrego kkkk! Nos momentos que pesquei com ela, utilizei uma vara 5`8 de 25 lbs e foi de boa, conseguindo depois de algum tempo de adaptação, longos arremessos ! Não pegamos nada com ela, mas também não insistimos o necessário principalmente pelas condições de pesca ! Compraria esta isca, mas por enquanto vou continuar "roubando" da caixa do meu irmão! - Glide Baits - Embora sejam iscas (as minhas pelos menos) com 50 e poucas g e entre 17 e 21 cm, são mais fáceis de trabalhar inclusive que a Kono de 160 ! Deslizam com mais facilidade e cansam menos! Por serem articuladas, uma simples manivelada ou um sutil toque de ponta de vara, ja é o suficiente para dar vida as danadas. Utilizei no primeiro dia uma vara de 6`3 de 20 lb sem problemas, trabalhando mais na manivela. A partir do segundo dia, troquei por uma vara 5`8 de 25 lbs e trabalhei mais com toques de ponta de vara variando a velocidade de recolhimento. Gostei mais desta segunda opção. Com cuidado e depois de um certo tempo, consegui longos arremesso e com precisão mas sempre com cuidado para não estourar a vara ! Infelizmente não peguei peixe com elas, mas tive alguns bons ataques na NESSIE 9", mas por azar acabaram escapando! Assim como com a KONO 160, não insisti tanto também pelas condições de pesca, mas deu para ver que em determinadas situações, ou seja, em um repiquete bravo ou com peixes bem ativos, este tipo de isca pode salvar a pescaria (repiquete) ou proporcionar ataques memoráveis de peixe grande no visual , pois geralmente estas iscas são slow sinking que nadam a um ou dois palmos da superfície! Por fim, entendo que este tipo de isca, que atualmente são tratadas até como uma modalidade de pesca, pode ser mais uma opção dentre as inúmeras que temos disponíveis, porém não substitui as isca já consagradas e "normais" que temos no mercado. Acho até legal ter uma ou duas boas iscas deste tipo na caixa, pois pegam peixes e dependendo da situação poderão ser bem interessantes! CONCLUSÃO Todas as iscas ( Bigbaits/glidebaits) citadas tem suas vantagens e desvantagens mas todas pegam peixes com toda certeza! Vai muito da insistência, situação de pesca e principalmente da fé de cada pescador kkkk Como dito por alguns amigos do forum, isca boa é a que vai para água e geralmente é a que mais temos fé pelos resultados próprios passados. Inicio minhas pescarias com cinco conjuntos montados, sendo que quatro deles sempre estarão com minhas iscas de fé ( hélice RR ou Rocket, T20, Bonnie 107 e Vaprax) e o quinto conjunto com iscas novas em teste e ou iscas para cobrir rebojos, que neste ano foram as glides! Ai durante a pescaria, vou efetuado as trocas conforme a situação encontrada! Na semana passada, fiz uma boa pescaria com peixes bem manhosos mas com boas ações durante todos os dias. Mais uma vez minhas iscas de Fé fizeram a minha alegria. Meus 3 maiores tucunas saíram na T20, Bonnie 107 e Vaprax. Na hélice, principalmente na Rocket peguei alguns bons pacas e perdi um gigante que somente o ataque que ficou gravado na memória, minimizou aquela sensação de frustração da perda! Finalizando, cabe a cada um de nós filtrar o que é somente marketing das grande marcas e o que realmente pode ser efetivo para sua pescaria levando-se sempre em conta o estilo e preferências de cada pescador! Meu irmão por exemplo, definitivamente não se adaptou a iscas pesadas ou que tenham mais de 13 cm. No caso dele, depois da Konoflat, acho que será muito difícil ele comprar qualquer outra isca que seja pesada, mesmo que seja um plug de sucesso comprovado. Para outros pescadores, o fator peso e ou tamanho nunca foi ou será um empecilho, fazendo todo o sentido esta última tendência de iscas enormes!! Particularmente, não sou muito de agir por impulso na aquisição de materiais, mas sempre acabo adquirindo momentos antes da minha pescaria uma ou outra isca que na minha imaginação salvará aquele dia que nada está pegando kkkkk Estas aquisições não são pautadas em nada por modismo ou lançamentos do ano por ex. Em 2023 comprei uma única isca já lá em Manaus na loja Sucuri. Uma Bomber long 16A, antiga pra cassete, tida como pegadeira, que por um acaso nunca havia entrado no meu radar. Dois ou três dias depois esta isca me rendeu um belo 76 cm lá na boca do rio Cuiuni !! Agora estou na fase de tentar diminuir a quantidade excessiva de iscas que levo para amazônia.... Coloquei como meta, me desfazer de algumas (varias) iscas compradas no impulso na minha primeira vez com os açus em 2014 e que nunca foram para água. Também estou me condicionando que para cada nova isca adquirida, uma velha terá que sair do estojo! Vamos ver se consigo kkkkkk Vi uma ideia bem legal que segue a linha daquelas caixas que o pessoal coloca as rolhas de vinho..... em vez de colocar rolhas, os pescadores colocam as iscas aposentadas !! Um grande abraço a todos!!5 pontos -
CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA
MarcioPaulo e 3 outros reagiu a Guilherme Stival por um tópico
Amazônia é pra quem é apaixonado no tucunaré-açú e pela riqueza daquele lugar. Eu depois que conheci nunca mais consegui esquecer. Se tivesse tucunaré-açu em outro lugar com certeza também iria atrás mas não deixaria de pescar na Amazônia. Eu já pesquei em rios perto de Manaus (melhor custoxbenefício) e já pesquei em rio exclusivo (alto custo) e posso afirmar: o que faz a diferença em uma pescaria é a turma e o estado de espírito que o pescador se encontra. Não adianta ter dinheiro sobrando e chegar lá sem respeitar a natureza e os companheiros e/ou sem entender a dimensão do que é a Amazônia. O segredo é ser grato por estar lá...o resto é consequência. Sempre vou atrás do peixe mas nunca fico decepcionado quando não acho; sempre procuro aprender na dificuldade e chegar mais preparado na próxima pescaria. Agora em Outubro estou indo pela 7ª vez e sempre faço um esforço financeiro para estar lá e pretendo continuar minha saga até quando Deus permitir. A Amazônia educa o pescador.4 pontos -
Temporada de pesca amazônica 2026 / 2027
Fabrício Biguá e 3 outros reagiu a Kid M por um tópico
Amigos, Pescaria precisa ser feita com alegria - sempre ! Já pude realizar praticamente todas essas "modalidades" de pescaria, sejam elas em pousadas, acampamentos, barco hoteis, flutuantes, bate e volta, etc... O que varia (e faz diferença) é o estado de espírito do pescador (ou do grupo com quem está). Ter paciência com os "entraves" da mesma forma que imensa alegria no sucesso, talvez até mais nos companheiros do que no peixe embarcado... Não há muito como "contestar" os custos dessa nossa diversão, quase que um "jardim de infância", num período de absoluta liberdade... As coisas estão sendo mais caras num valor crescente (não só "dólar" e "inflação"), mas pela amplitude desse esporte que muito nos atrai e os que ingressam... O planejamento e coordenação dessas pescarias, sejam com os barcos, botes, gasolina, óleo, piloteiros, cozinheiras, ar cond, que acaba se tornando cansativo. Cheguei a minha conclusão (talvez pela experiência e idade) de que prefiro pescar menos vezes, mas usufruir mais dos pacotes que escolho(emos). Mais do que o tempo de "dormir em rede", "faltar comida", "geladeira quebrada", "saneamento inexistente" e tantas coisas mais, o que ficam são as lembranças.4 pontos -
Temporada de pesca amazônica 2026 / 2027
Fabrício Biguá e 3 outros reagiu a Guilherme Martins por um tópico
Marcio, eu não sou operador e nem defensor de operador. Sou pescador também e anda achando todas operações caras, como você. o meu ponto é que isso não é culpa do operador e sim do custo de operar no Brasil. Com relação a custo, eu duvido você economizar 4 mil na semana, visto que tem barcos de custo mais acessível em Barcelos, na faixa de 7000 a semana. Da parte chata aí, fazer compras é tranquilo, mas espera ter um problema aí com um barco desses lá no meio do alegria… As coisas acontecem amigo, imprevistos surgem e ter uma equipe qualificada pra lidar com esses problemas é muito bom quando eles acontecem. Quando dá tudo certo, essa pescaria é muito bacana. Liberdade total, você manda e escolhe tudo. Quando as coisas dão errado, aí a gente vê que o buraco é beeeeeem mais embaixo.4 pontos -
[Relato] ARAGUAIA 2026 - Pousada Cristal
Fabrício Biguá e 3 outros reagiu a Cristiano Rochinha por um tópico
Galera,meio de ano chegou e já sabemos,começa a alta temporada no rio Araguaia. E mais uma vez, estive junto com mais 6 amigos, naquele verdadeiro paraíso. E como sempre,a pousada escolhida é a excelente Pousada Cristal,nossa casa no rio Araguaia. Pescamos 4 dias,entre os dia 12 e 15 de maio,em 4 barcos. Pegamos o Araguaia no seu melhor nível,já dentro da caixa,embora o rio Cristalino ainda estava um pouco alto,o que já era previsto pra época. Não encontramos os grandes cardumes subindo o rio,porém a incidência de botos e piranhas,foi bem menor que anos anteriores,onde pescamos principalmente no mês de junho,ou seja,rio mais baixo,maior incidência de botos e piranhas. A tradicional resenha de pescador.... WhatsApp Video 2026-05-21 at 19.35.39.mp4 Um pouco das belezas do Araguaia... WhatsApp Video 2026-05-14 at 19.17.58.mp4 E falando em pescaria,mais uma vez o Araguaia surpreendendo com sua fartura. Grande diversidade de espécies,tanto de couro como escamas. No rio Cristalino,ainda muito peixe dentro de mato,mas alguns excelentes exemplares de tucunaré apareceram pras fotos.... E no Araguaia,mais uma vez fartura. Foram palmitos,bicudas,cacharas,caranhas,barbados,as valentes e coloridas pirararas e as cobiçadas piraíbas,peixe esse que já se tornou lenda pra alguns pescadores,porém é realidade quando o foco e a dedicação são voltadas à elas...Ohhh peixe difícil,mas a briga com 1 único exemplar vale qualquer espera!!!! É isso aí....Só um relatinho pra não passar batido mesmo...Baita viagem,baita pescaria,baita lugar. No retorno pra casa,num desses postos de gasolina à beira da estrada,encontrei um lugar onde me senti ainda um pouco mais feliz do que já estava. Ali pude fazer meus agradecimentos ao bom Deus por mais uma semana abençoada,onde estive na companhia de bons amigos, e minha família,mesmo que não presente,esteve protegida e abençoada mais uma vez. OBRIGADO DEUS!!!! É isso aí galera,fica aqui o contato da Pousada Cristal,na minha opinião,a melhor de todo o Araguaia: 062-99632-4678 Abraço à todos e até a próxima!!!4 pontos -
RIO PARAGUAI MIRIM – Rancho do Pescador Paraguaio Mirim - Corumbá/MS
Edmar Alves e 3 outros reagiu a PauloVecch por um tópico
Introdução: O Rio Paraguai Mirim é um braço do Rio Paraguai situado no coração do Pantanal, em Corumbá (MS), conhecido por suas águas cristalinas, rica fauna e flora, e comunidades tradicionais. Localizado a cerca de 140 km de Corumbá, é acessível principalmente de barco, sendo um refúgio de conservação e pesca. RANCHO DO PESCADOR PARAGUAIO MIRIM, no período de 16 a 21 Abril 2026, Eu (Roberto) e meu filho (Leandro), fomos recebidos pelo proprietário (Sr.Altair - 67 98159-3765) e pelo nosso piloteiro (Porcão - 67 99963-3175). Não vou me demorar na descrição da Pousada ou da Região do entorno pois tem bastante "material" na internet (basta pesquisar Rancho do Pescador Paraguaio Mirim) - Gostamos bastante e vamos retornar com certeza. Logística Ida: Saímos de Campo Grande/MS, dia 15/Abril/26 as 11:00hs de ônibus(semileito); chegamos em Corumbá as 18:00hs e pousamos no Hotel Gold Fisch; Após o café da manhã o piloteiro (Porcão) encostou o barco (6m c/motor 40HP) no atracadouro do hotel e partimos. Uma parada no porto de Ladário para abastecer com gelo/combustível... outra parada na metade do caminho para comprar iscas (tuvira principalmente) e chegamos no Rancho ... Organizar, almoçar e (14:00hs) início das ações. Logística Volta: café da manhã as 5:00hs, vendo o sol nascer... 2:45hs de barco motor 40HP chegamos em Corumbá/MS - Ônibus Leito - para chegar descansado em casa - as 10:30hs e chegada em Campo Grande/MS as 17:00hs. Resumo: Quando chegamos o Rio e as Baias estavam com nível intermediário (apesar de essa época ser de cheias) então na maioria das Baias conseguimos acesso. A sorte favoreceu e tivemos SOL o período todo. Foram 4 dias e meio de pesca. Resultado: Tucunaré(s), Pacu(s), Dourado(s), Traira(s), Pintado(s), Cachara(s), Piauçu(ou Piavuçu) e Piranha(s) ... assim mesmo: TUDO NO PLURAL !!!! nenhum troféu (grande) mas muita quantidade todo dia (principalmente Tucunaré e Pacu) - Pacu(s) na faixa de 1Kgr e Tucunaré de 40/45cm (o maior 54cm). TUCUNARÉS : Sempre nas Baias, nada na superfície, de manhã meia água e conforme esquentava o sol o peixe afundava mais (isca quase no fundo). PACUS: rodando rio abaixo, batendo/recolhendo... batendo/recolhendo bolotas de massa (simulando frutas caindo), arremessando uns 10 metros rio abaixo - alguns fisgava na caída, outros após uns 30 segundo. SURUBIM (Pintado e Cachara): rio abaixo, na rodada com tuvira ... bastante ação das piranhas mas em alguns trechos elas acalmavam e os cacharas entravam ... entrou Dourados também. Algumas vezes voltávamos ao Rancho para o almoço, mas na maioria dos dias o Almoço (churrasco) era em um local pré-organizado de acampamento a margem da Baia maior (lá as Baias não tem nome). Nesse local as equipes (a nossa e mais duas) se encontravam para o almoço. Os parceiros piloteiros preparavam o churrasco e nós tomávamos banho na água cristalina, brincávamos pescando, ali mesmo na margem, piaus e piraputangas... e do outro lado um remanso ("baixado" como chamam) cheio de traíras ... só para "desacelerar" o coração e abrir o apetite. A rotina foi pescar de manhã nas Baias (saindo do rancho as 5:00hs ao nascer do sol) .... e no rio Paraguai Mirim na parte da tarde (até o Sol se pôr). Jantar sempre no Rancho (na região não se pratica pesca noturna). Melhor que palavras é as imagens... irei postando, aos poucos, nos proximos dias. Fotos_Bigua.mp44 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Pedro Alves e 3 outros reagiu a Fabrício Biguá por um tópico
Hehee....vou contar um "causo" aqui q não tem a ver com iscas grandes e sim com o comentário do Kid... Eu sou fã de Firestick para pescaria de tucunarés azuis...e certa feita na Serra da Mesa, estavam eu e o @Marquinhos numa canoa, e o @Márcio Biguá e o @Icaro Biguá numa outra canoa. Ocorre q o féla do Márcio arrebentou de pegar peixe numa ZigZara e nós, nada. Encontrávamos a canoa deles no lago e os caras diziam q pegaram 2 peixes 60Up, 3 de 50Up, 10 de 45Up...e aquilo foi deixando a gente puto. Não pegamos nada. Encontrávamos de novo e era só UP pra lá, Up pra cá....e nós, NADA. Na hora do almoço o Márcio deu uma cochilada e nós assaltamos a caixa de isca dele e roubamos todas as zigzaras....rsrssr 🤣 Revertemos o placar e até hoje foi uma das melhores pescarias q fizemos...kkkkkkkkkkkk Bom demais... Peixe!?!??! não nos lembramos de nenhum, mas do furto?!?! aaaahhh...esse é mais comentado q o do Louvre....rsrss4 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Fabrício Biguá e 3 outros reagiu a Gabriel Bragatto por um tópico
Edmar, Pra você ver como isso é pessoal, pois prefiro trabalhar iscas de superfície do que meia água e fundo. Adoro trabalhar zaras/sticks e não acho nenhum pouco desgastante. A hélice desgasta o pescador, mas ainda assim acho que é mais costume do que força, sem contar que é muito mais prazeroso. Quanto a meia-água e fundo, eu ODEIO. Odeio porque enrosca em tudo e odeio porque eu não consigo trazer a isca só enrolando. Eu fico dando toques de ponta de vara e "pra mim" isso cansa mil vezes mais (devido o maior contato da isca com a água) do que uma isca de superfície. Eu fico dando toques de ponta de vara porque na minha mente só enrolar não é tão eficiente. Já tentei só recolher a isca, mas a ansiedade não respeita a minha mente e pra não me cansar mais acabo desistindo. Se tiver que trabalhar uma isca de meia água pequena (até 08 cm) eu trabalho sem problemas, mas as 110, 120... eu nem tento mais. Podem dizer que eu sou um pescador limitado, ruim, que não sei me adaptar... mas eu não ligo e não largo a superfície. Eu quero pescar com tranquilidade e do jeitinho que me agrada. Afinal, meu resultado de capturas no final do dia será o mesmo. NADA!!!! Como o Vitor falou, ele tem a cor preferida dele e eu as minhas manias de louco preferidas. Abraço. G. Bragatto.4 pontos -
Pescaria no Rio Poxoréu com a isca Urchin Bait - Muita Piraputanga
Guilherme Liotti e 2 outros reagiu a Jean.Posser por um tópico
Fala Galera, fiz mais uma pescaria muito TOP. Acompanhando as tendencias que divulgaram na ICAST 2026 ví muito barulho sobre as iscas Urchin Bait, achei muito estranha, mas resolvi pesquisar um pouco sobre e adquiri algumas no Aliexpress pra testar na minha realidade, esta isca esta sendo utilizada a bastante tempo nos EUA para pesca de bass, então pensei, bass = predador, peixes predadores que costumo pescar aqui na minha região = Tucunarés, Trairas, Matrinxãs, Piraputangas, Dourados... Vou testar kkkk Comprei algumas nas cores que os chad costumam funcionar e depois que chegaram eu já tinha levado elas em duas pescarias mas não tinha usado, estava pegando muito bem com os plugs de superfície, então nem me lembrei delas... Na ultima pescaria antes da piracema em MT resolvi preparar uma montagem de ultima hora (Imaginado algo que lembrasse o Texas Rig), fiz com um anzol Iseama 14 com castor curto e uma chumbadinha de 3,5gr pra ajudar no arremesso, já que as iscas que comprei eram de pouco menos de 3gr e pensei inicialmente em testar nas Piraputangas. Inicieia a pescaria usando os plugs de superficie e logo depois resolvi arriscar com os urchin bait, e para a surpresa, mais que agradável, foram muitas ações... não consegui filmar todas por que minha Go Pro estava aquecendo muito e desligando (mesmo usando um power bank em vez das baterias internas, e se aguém tiver alguma dica mágica para resolver isso ou amenizar bem e puder compartilhar...) Peguei nesta pescaria muuuuuuitas piraputangas, um pacú (coisa rara neste rio que eu estava pescando) e bateu até dourado de uns 6kg, mas devido ao anzol pequeno não teve jeito de fisgar ele (e pra ajudar minha câmera estava "derretendo" na hora e só consegui filmar o ultimo salto dele antes de escapar 🤪 Dourado.mp4 Como são muitas capturas tá aí o vídeo da aventura e o sucesso desta pescaria de Piraputangas, um dos peixe mais esportivos do nosso Brasil, conta aí se você já conhecia essa isca e se sim, como usa ela. OBS: O Canal é novo, então se puder dar aquela moral e seguir eu agradeço muito. As iscas comprei no Aliexpress, usei pras Piraputangas as de 9cm, mas já pedi algumas de 11 pra usar com Dourados ano que vem quando acabar a Piracema. Link 1 - https://s.click.aliexpress.com/e/_c3AXQKk1 Link 2 - https://s.click.aliexpress.com/e/_c4TyhPVX3 pontos -
Mira Estrela-SP 30/08 a 03/09
Guilherme Liotti e 2 outros reagiu a JoaoOtavio por um tópico
Fala Pessoal! Por mais que nao consiga no momento fazer um relato extenso da pescaria, segue algumas fotos desses dias muito bacanas na companhia do meu pai. Tenho a tradição de comemorar algum marco importante da minha vida, sempre pescando com ele, e mais uma vez, gracas a Deus, isso foi possível. Nosso guia foi o João Caparroz, que me foi indicado por um grande amigo. João é daqueles guias que da gosto de estar junto, educado, domina bem demais a embarcação, a pescaria e conhece a região bem demais. Ficamos no rancho dele que é na beira do Grande, muito confortável e o lugar é uma paz, gostamos demais. Fiquei impressionado com a media dos tamanhos. Sairam 2 60, 1 61, 2 59 e 3 58 e um bom numero que nao contamos entre 56 e 57. Pegamos poucos azuis machos abaixo de 56. Segue contato dele: 17 99731-2045 https://www.instagram.com/caparrozjoaorodrigo?stkn=eG84YWhyZXE0cGwz VID-20260901-WA0110.mp4 VID-20260906-WA0010.mp4 VID-20260903-WA0128.mp43 pontos -
Temporada de pesca amazônica 2026 / 2027
Guilherme Liotti e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Tenho observado um crescimento de ofertas de vagas em diversas operações para a temporada que se inicia (de forma mais intensa) Surpreende-me constatar que, apesar disso, os preços cobrados nesta temporada são cada vez maiores. Poderia ser um fator... Também me causa surpresa o surgimento de novos "pontos de apoio" (barco hoteis, pousadas, flutuantes, acampamentos, etc...) ao longo do rio Negro e seus afluentes, muitos dos quais com gestão internacional de serviços... Contrariamente a essas percepções, parece-me contudo, que o público estrangeiro (independentemente do país de origem) não acompanha esse crescimento, mantendo-se numa participação constante... (talvez pelo receio da imagem da situação do país) Um dos pontos que começas ser reconhecidos como "impeditivos" dessa demanda existente são os custos agregados às operações. Não se trata "apenas" de maior nível de conforto nesse período de permanência amazônica, mas as "despesas ocultas" que existem e que quase nunca são contabilizadas de forma adequada... Refiro-me aos deslocamentos nos jatos comerciais, os traslados sejam de aviões fretados, sejam de intermináveis horas de deslocamentos rodoviários (incluindo-se aí os de lanchas ditas rápidas), gorjetas (se tornaram um item "obrigatório e caro" a título de ser parte da remuneração de apoio à tripulação / guias), tralhas (poucos são os que não visitam as casas de pesca - Sucuri na preferência dos mais afortunados), bebidas especiais previamente selecionadas (vinhos, scotch, etc...) e por aí vai... (tudo pode em troca da mágica desses dias de pescaria) Voltando ao tema das disponibilidades de vagas nas temporadas que se aproximam, surgem as notícias da "presença & participação" do "El Niño", que promete (ou ameaça) as expectativas de sucesso na viagem aguardada. A bem da verdade, a chegada do El Niño, o nível ideal das águas, os repiquetes, os pontos de pesca - sempre disputados, são itens que já estão no "pacote" comprado e quase sempre pago com antecedência anual. O melhor é tentar se acalmar e desfrutar do que for viável ! Pescar com sucesso na Amazônia é sempre algo a ser procurado, principalmente após as postagens de enormes peixes capturados por grupos anteriores... (é isso que muito influencia o esforço em comprar seu pacote) Também pescadores / operadores que frequentam esses rios por diversas vezes durante a temporada, quase sempre apresentam um saldo positivo que renovam (sempre) a repetição da programação... já os "estrangeiros" precisam de muito mais "ajuda" do que o que a moeda valorizada permite adquirir! Parece que esse fluxo desses "pescadores" tem diminuído (o que não é positivo para aqueles que oferecem operações de pesca).3 pontos -
BARCO HOTEL X POUSADA
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a Guilherme Martins por um tópico
Cara, ainda sobre barcos e pousadas, o barco tem um clima que a pousada não tem. Eu honestamente não sei dizer oque é. Talvez a esperança de amanhã estar num lugar melhor ainda que o de hoje, talvez estar lá em cima tomando uma gelada enquanto navega, talvez aquele vento fresco na cara depois de um dia todo no sol. Isso, na verdade, não é nem sobre pescaria e produtividade, mas o barco hotel na Amazônia tem algo que pousada nenhuma, inclusive na Amazônia, vai ter.3 pontos -
Primeira vez na amazônia
Renato Barreto e 2 outros reagiu a Bruno Rodrigo Nogueira por um tópico
Fala Tiago, bão? Cara, vou tentar t ajudar da maneira mais explícita possível ok! Dos 3 destinos que citou, conheço todos, e não volto em nenhum! Juma: não existe local na Amazônia com maior pressão de pesca! Se vc pegar uma semana boa de movimento( veja bem, " de movimento), vai parecer que vc está na 25 de março em véspera de natal. É simplesmente impossível de pescar! Peixe tem? Sim, tem! Porém eles já conhecem até o modelo da isca quando caem na água!! Rio Preto da Eva: Um " filhote" de Juma! Menos pressão de pesca, porém um local infinitamente com menos pontos p se pescar. Dessa forma, vai sofrer do mesmo mal! Anauá: uma das maiores decepções da minha vida( e olha que em quantidade peguei peixe p caramba)! O Rio é feio, desmatado( exceto dentro do parque Viruá), e o peixe é minúsculo! Foi o único lugar da minha vida que vi tucunaré de 30 cm já com a pintura Açu e de cupim, ou seja, já reproduzindo! P mim, parece que no Anauá você nem está na Amazônia!! Sem contar, que o pessoal da Asa Branca foi totalmente desonesto com a gente (fiz até um tópico a respeito), então não recomendo o serviço deles nem p inimigo!! Em resumo, gasta um pouquinho a mais e tenta ir em um local mais preservado. Barcelos/ SIRN também tem pressão de pesca( SIRN menor), porém os pontos de pesca são infinitos, e a chance de encontrar um peixe grande é muito maior( sem contar que vc não vai ficar tropeçando em barco o dia inteiro)!!3 pontos -
Estamos concluindo ou iniciando um novo ciclo de pesca ?
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Tenho observado que as ofertas crescentes de lugar em grupos que costumam fazer as pescarias de forma exclusiva. Algumas "leituras" e certamente justificativas para esses fatos, sempre na linha de percepções, não de "verdades". "Ficou caro" é algo que permeia (sempre) essas avaliações. Na verdade, está muito caro ir pescar nas operações ofertadas. "Custo Brasil" cada vez mais defasado à concorrência externa, que participa sempre dos "melhores pontos". Não me refiro apenas à diferença cambial, mas também ao "empobrecimento" do nosso país (a despeito de dizerem o inverso) Também a questão climática, com inversões de tempos de cheias e seca, terminam afastando alguns de "correr o risco". Pescaria na Amazônia nunca será algo "ruim", mas cada vez mais se afasta da nossa realidade de viajar até ela... Outra característica interessante é que "quem já conhece uma operação top, não aceita voltar a trás..." Vamos aguardar os relatos das incursões de 2026, até para dar uma animada e voltarmos a sermos meninos na beira d'água.3 pontos -
PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)
Guilherme Stival e 2 outros reagiu a Eduardo Sone por um tópico
Eu tava lá!! 😂😂😂😂 Se não é o meu parceiro Ladislau, nem peixe eu teria visto nessa pescaria kkkkkkkkk Aguardando o dia do cafezin no barco, Guilherme! Abraço pra ti e teu pai!3 pontos -
Salve Galera , não posto nada a muito tempo aqui no fórum , mas é evidente que esse continua sendo umas das minhas paixões !! Fabrício , Kid e outros peço a permissão para fazer novamente !!! Espero que aceitem !!!!!! Um abraço do Chedid !!!! Tenho recebido muitos comentários a respeito da fraqueza das maquinas atuais. Isso se deve ao fato de serem produzidas na China e Coréia , aonde existe a OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA , matéria ja ensinada nos cursos de engenharia . Então vim aqui dar o meu palpite. Maquinas customizadas de maneira adequada , aumentam em muito a vida útil delas , além de deixar claro que existem maquinas mais fortes , e adequadas para cada tipo de pescaria !!! Se pudeem gostaria de saber a opinião do povo , aqui , alías será um prazer rever o povo !!!!!!!3 pontos
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Péssima qualidade dos produtos(atuais) shimano
TiagoAsa e 2 outros reagiu a Guto Pinto por um tópico
Se esse tópico tivesse uns 10 anos atrás já tinha umas 6 páginas em 1h do post. Kkkkkkkk3 pontos -
Indicações opções de viagens com melhor custo benefício para amazônia?
Edmar Alves e 2 outros reagiu a Renato Meneghetti por um tópico
Amigo, como já dito aqui, Rio JUMA, cai fora, esquece, jogar dinheiro fora, Rio Juma acabou a mais de 10 anos. Não pega mais nada há muito tempo Hoje, no máximo pega 1 peixe cansado por dia, com jig ou shad, Por favor, não dá pra ir pra Amazônia e ficar jogando um pedaço de ferro ou de borracha no fundo do rio, sofrível heim, melhor ir em qualquer pesqueiro Se ficar hospedado na foz do Juma, nas redondezas do Tracajá / Maçarico, verá uma pousada a cada 50 metros a beira do Mamori, tem congestionamento das voadeiras. Se subir o Juma, redondezas do Canarana, Cutrapa, terá um pouco mais de tranquilidade, porem, mesma coisa, pescaria será muito pobre. Todos rios próximos de Manaus são e estão fracassados em pescaria Sugiro escolher outro local, mais afastado, mais caro sim, mas as chances são maiores Poderia escrever aqui um livro sobre essa região3 pontos -
Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a LucaoCR por um tópico
Tomando a liberdade aqui de reviver esse tópico. Tenho costume de pesquisar diversos assuntos no fórum, desde dicas, equipamentos, destinos e também tópicos como esse. Achei interessante demais ler sobre a situação de SIRN, diversos posts aqui do fórum nos permitem entender e traçar a linha do tempo da pesca esportiva por lá, desde os idos de 2004, quando incursões por lá dependiam de expedições como aquela que o @Fabrício Biguá fez e que rendeu - na minha opinião - o melhor post desse fórum, onde dependia-se de contratar um baco regional, capitão, guia, mantimentos, combustível, além de negociar diretamente com as comunidades para ter liberação de subir os afluentes, passando pela época onde alguns operadores montaram operações por lá, dividindo entre si os afluentes que tinham a entrada permitida, até chegar no rodízio que causou tanta discórdia e rendeu esse tópico aqui criado pelo grande @Kid M. Fato é que um pouco depois disso ordenou-se de maneira mais rígida a pesca esportiva por lá, chegando ao cenário de hoje: Rio Preto - Super Açú Ayuanã - Angatu Uneuixi - Zaltana Jurubaxi - Kalua Alto Jurubaxi - River Plate Além disso, consta em pesquisas que fiz que a River Plate chegou a conseguir autorização para o Alto Uneuixi, mas não chegou até hoje a operar por lá (não sei se eles ainda detém essa autorização). Claro que com isso aconteceu algo que muitos previam: limitando à poucas operações, cada uma com seus rios/trechos exclusivos, os preços pra pescar por lá saíram de 8-10k para algo que gira hoje em torno de 22-35k. Claro que o preço foi afetado também pela inflação e pelo dólar. Uma outra preocupação era que quando os preços subissem, só os gringos acabariam pescando por lá, mas o que se vê hoje é uma grande mescla entre gringos e brasileiros em algumas operações. Temos, claro, casos como o River Plate, que pouco investe em atrair brasileiros e vive praticamente só dos gringos, mas em outras operações o cenário já é diferente. Uma turma de 4 amigos pescou agora em novembro no Kalua dividindo a semana com alguns americanos. A conclusão é que o ordenamento e posterior encarecimento não impediu que nós brasileiros continuássemos a pescar por lá. Pelo que puder ler em diversos tópicos aqui no fórum, muito reclamava-se de SIRN acerca de semanas incrivelmente improdutivas mesmo com bom nível de água, repiquetes enormes e inesperados, boas pescarias com nível de água lá no alto ou até em meio a repiquetes, além de semanas onde Jurubaxi estava com água lá no alto e o Uneuixi estava seco. Acredito que os mais experientes devem hoje conseguir, com mais informações e mais semanas pescadas por lá, fechar um diagnóstico melhor sobre a pesca em SIRN e seus 4 afluentes próximos à cidade que tem a pesca liberada. Li bastante em outros tópicos que de fato é uma região onde o peixe da sua vida pode sair em qualquer arremesso, seja numa semana de melhor produtividade com o rio seco e sem repiquete, seja com um repiquete ou até numa semana onde não tá pegando nada e a água tá la no alto e que semanas altamente produtivas são realmente raras por lá. Minha primeira semana na Amazônia foi no Zaltana, na última semana de março, nem subimos o Uneuixi, pescamos só no Negro e 5 amigos tiraram peixes acima de 20lbs e 80up, mas nossa turma - com 16 integrantes - não pegou mais do que 200 tucunarés no somatório da semana toda. Acima da cidade de SIRN e chegando até São Gabriel da Cachoeira o modelo de exclusividade vai sendo replicado. Zaltana colocou o flutuante novo lá pra cima, Curicuriari foi aberto há pouco tempo, assim como o Darahá. Tem ainda aquela extrema exclusividade do operador do Marié, que essa sim parece espantar qualquer brasileiro. Acho que no fim, de SIRN pra cima, encontraram uma maneira de minimamente organizar as coisas. Me preocupa mesmo é o futuro de Barcelos. Tentar replicar um modelo de exclusividade nos moldes de SIRN em Barcelos acarretaria em prejuízo para diversas operações e com provável impacto para as operações de custo mais baixo pois a corda costuma sempre estourar pro lado do mais "fraco". Para finalizar, fico contente em saber que a aposentadoria do @Kid M - aventada por ele no post inicial desse tópico - até hoje não chegou.3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a Pedro Alves por um tópico
Eu sinceramente acho que é "lambada gourmet". Fora o fato de ter que levar um conjunto específico para essas iscas (afinal já levamos um para hélice normalmente. Mas cada um pesca da forma que achar melhor.3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Beto Caranha e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Grande Betão, também conhecido como Caranha ! Essas nossas pescarias sempre deixam boas lembranças ! Não me recordo desse "furto", mas que tenha lhe favorecido... Essa época foi um tempo em que as "sub walk" ainda estavam chegando... (as da Rapala eram imbatíveis) Voltando ao "tema" das "Big Bates", me considero um "conservador", pois prefiro - sempre - material mais leve. Abro muitas vezes de ir com "artilharia pesada" para um troféu , em troca de bons peixes pegos no material médio. Entendo que vai de cada um (nem preciso falar nos fominhas das hélices), mas o que importa é a satisfação de estar pescando. Peixe sempre será algo secundário num grupo de pesca - mesmo que tentem mudar esse conceito para as capturas... O melhor do dia é - muitas vezes - a resenha da chegada, onde as brincadeiras & relatos fazem bem ao coração...3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Fabrício Biguá e 2 outros reagiu a Beto Caranha por um tópico
Grande amigo Fabricio me citou, nossa deu uma saudade de nossas pescarias... hahhaha bons tempos! Já chego dizendo que já "roubei" uma Rapala Subwalk do @Kid M! rsrsrs Na verdade a isca estava na gaveta lateral da voadeira e eu havia acabado de perder minha única subwalk... Fiquei feliz demais qd achei aquela isca ali "boiando"... Só avisei do roubo no fim da pescaria! rsrs Esse assunto "Big Bait" ainda ta meio "verde" pra mim... diria que não consigo chegar a uma conclusão ainda! Sou do time dos conservadores assim como meu amigo @Fabrício Biguá. Uma Rip Roller Helloween em todos os cantos do mundo... Uma Bonnie 128 em Sirn ou uma T20/Sara Sara em Barcelos... Bom, mas falando das Big Bait, elas pegam peixes realmente! Tem aparecido peixes grandes nelas e isso é inquestionável! Agora, se vale a pena a dificuldade de usa-las é outra questão... Shad tb pega... tipo vc ver o Maicon Bianchi e o Eduardo Pura Pesca pescando bons peixes numas montagens de shad... Eu já tentei e achei pouco pratico... tipo: não combinou comigo! Big bait eu nunca testei mas penso ser pouco pratica tb... Talvez va precisar de uma vara mais parruda, acrescentar mais um conjunto só pra isso... Em relação a marketing, é inegável também que as iscas da marca Duo recebem um marketing agressivo... Com muitos influencers e isso esteja fazendo aparecer mais.... Vejo também que essas bigbaits estão sendo utilizadas em Locais de pesca mais preservados e talvez por isso tb esteja impactando nos resultados... São iscas mais caras e justamente pescadores que vão para destinos mais caros é que as usam... Será que uma bigbait brilharia sendo usada na região da Ramada ali do lado de Barcelos? Eu acho que só o tempo irá dizer... Vaprax chegou a ser uma febre há alguns anos atras... uma bela isca! tenho umas 3... as chamo de "T20 de rico"... mas hoje em dia já normalizou a "falação" delas... Por fim, queria dizer que a leitura do rio... onde o peixe ta comendo... onde botar a isca... ou ter um guia bem experiente que te leve nos melhores pontos e te indique o local certo para vc insistir... talvez seja mais importante que o modelo de isca...3 pontos -
Araguaia - Outubro 2025
Cristiano Rochinha e 2 outros reagiu a Joao Caio por um tópico
Última ida pro Araguaia do ano, foi espetacular! Vou deixar os videos no final. Era segunda 13 de outubro e não tinha nada programado pra ir pescar. Mas nesse dia surgiu uma vaga com o guia que queríamos pescar para o final de semana (Guia Tenir, da família batista de Aruanã) . Como sou de goiânia e estava em uma semana mais tranquila, o araguaia fica a poucas horas de carro, ja marcamos a pescaria! No mesmo dia ja comecei a arrumar tralha e preparando o barco pra levar (pescador quase não é ansioso pra ir pescar 😂😂), as carretilhas e equipamentos ja estavam quase prontos (8 idas araguaia nesse temporada). Porém sabem como é, né? Sempre falta aquele anzol, aquela chumbada que está faltando no estojo mesmo tendo várias 😂 E sempre aquela dúvida de qual equipamento levar. Como íamos apenas eu e meu irmão, e cada um já tem suas tralhas pra pesca pesada, ja fui separando minhas carretilhas preferidas já pensando nos peixes que poderia pegar. E no dia 16/10 na quinta pegamos a estrada com destino ao nosso maravilhoso rio Araguaia. Saímos as 19:30 de goiânia (o plano era sair 17:30h kkk). Paramos para fazer aquele lanche reforçado em Itauçu a cerca de 76km de Goiânia onde há várias lanchonetes ótimas e seguimos viagem. Chegamos na cidade de Aruanã as 01:20, na madrugada do dia 17/10, já na sexta. Geralmente quando vamos para Aruanã ficamos sempre no Hotel sesi Aruanã que é ótimo, mas como marcamos de última hora ja estava lotado para essa data. Acabamos ficando na pousada SOS piraiba. Não conhecia a pousada. Mas ao chegar já fomos muito bem recepcionados pelo Edson as 01:20 da manhã. Colocamos o barco para dentro da pousada e fomos dormir o mais rápido possível para pescar na manhã seguinte. Levantamos as 06:30 do dia 17, o guia Tenir ja estava no esperando. Ja fomos para o café da manhã, muito bem servido e caprichado na pousada. Destaque também para os quartos, bem arrumados, limpos e bem organizados e valor muito bom. Como levamos nosso próprio barco e já tínhamos guia, não usamos esse serviço da pousada. As 07:10 já estávamos no rio, o nosso guia Tenir decidiu por descer o rio, e fomos atrás dos pontos. Primeiro paramos principalmente nos finais de praias, nas quedas d'aguas pra pegarmos iscas (douradas, corvinas, mandubés). Passamos por cerca de 2 pontos e nada de ação, no 3º ponto já pegamos 2 corvinas e depois os peixes sumiram (provavelmente um boto por perto). Lá pelas 11:00 paramos no primeiro ponto de piraíba nem no meio do canal do rio, e não tivemos nenhuma ação. Fizemos um almoço no rápido no barco enquanto esperávamos em outro ponto e nada de ação. Durante a tarde também muito parado. Foi um dia quase inteiro sem ações (exceto dos mald$@&/ botos rsrs), com poucos peixes menores capturados, inclusive em pontos onde o Guia disse ter pego muitos peixes durante a semana. Detalhe que o rio tinha pegado (subido o nível) durante essa semana e os pontos acabaram por mudar. Chegamos de volta em Aruanã quase anoitecendo, rodamos cerca de 120km nesse dia no rio, que foi bem tranquilo em tempo de navegação por estarmos com motor 250hp. Durante a noite conversando com o Tenir, decidimos pegar o carro na manhã do dia seguinte e ir para Itacaiu, uma cidade cerca de 50km de aruanã (rio acima). Chegamos em Itacaiu as 08:00 e ja fomos para o porto. Nosso objetivo era só peixe grande, mas levamos apenas lambari de isca, com intuito de usarmos iscas naturais do próprio rio. Subimos o rio paramos no primeiro ponto já as 08:20 atrás das iscas. Em 2 minutos pegamos 2 douradas/apapas, uma menor e uma grande de mais ou menos 50cm. Ja com as douradas pra usar da isca, fomos pro primeiro ponto dos peixes grandes. Nesse dia a estratégia era parar mais nas beiradas para achar as pirararas. Paramos em um poço cerca de 15cm acima de itacaiu, dava cerca de 7 a 8m de profundidade e tinha uma uma leve curva onde formava bastante correnteza e rebojo. Cortamos a dourada grande no meio e iscamos, inclusive fiz video das iscas as 09:50. Era um ponto que se o peixe puxasse linha iria acabar no meio da estrutura, então a fricção estava muito forte. As 09:56, só 6 minutos esperando. Vi a vara se curvando devagar, e de repente começou aquela tomada de linha de fazer a carretilha gritar (música para os ouvidos), muita emoção nesse momento pois o peixe entrou no meu equipamento. Como a fricção estava bem travada e vara 200lbs, foi um verdadeiro cabo de guerra. Mesmo assim o peixe tomou bastante linha, percebi na hora que se tratava de um peixe enorme, e senti que ele havia passado em uma estrutura. Nesse momento a experiência do guia fez toda a diferença, ele fez algumas manobras com o barco e conseguimos livrar a linha da estrutura, após isso ele ja levou o barco para uma praia que estava do nosso lado. Nessa hora já tava respirando pesado de tanto fazer força 😂😂. Foi quando puxando bem, o peixe subiu mais na superfície la ainda no meio do rio e eu vi que se tratava de uma grande piraíba, a emoção nessa hora é inexplicável. Em 9 minutos de um verdadeiro cabo de guerra consegui trazer o peixe ate a praia e dominar ele. Foi uma briga rápida, mas também um cabo de guerra com vara 200lbs e fricção quase travada! O Guia pegou o peixe, e deixou ele bem na rasura. Uma enorme piraiba bem na nossa frente! Mesmo não sendo minha primeira, a emoção de fisgar e tirar um peixe desses é inexplicável! Fizemos a medição e bati meu recorde de piraiba, ela deu 1.74m. Batemos algumas fotos, fizemos alguns vídeos. E fomos pra soltura! A rainha do araguaia saiu nadando lentamente e subindo contra a correnteza do rio. A emoção era tanta que ate esquecemos do calor de 40°, entramos na agua e aproveitamos o momento. Soltura: Seguimos subindo o rio, pegamos mais iscas mas não tivemos mais ações de peixes grandes. Pouco antes do almoço, outro guia conhecido parou perto de nós, e falou que já haviam pegado 16 cacharas só na parte da manhã e nos passou o ponto, mas decidimos continuar atrás dos gigantes. Na hora do almoço esticamos as linhas, usando corvinas e branquinhas de isca no meio do canal com chumbadas bem pequenas e o guia foi preparar um ceviche de corvina que acabávamos de pegar com molho shoyo enquanto eu ia no churrasco. Acabei de acender a churrasqueira, e quando percebemos a carretilha do meu irmão ja estava gritando!! Rsrs Primeira puxada bem forte, uma boa briga, e quem veio? Mais uma piraiba, dessa vez uma "filhote" com seus 1.10 a 1.20m aproximadamente, tiramos algumas fotos e ja soltamos ela pra terminar o almoço. Passado um tempo, ja começamos a descer o rio. Nesse dia subimos 80km, e ja fomos descendo pra parar em mais pontos. Foram 2 ações de pirarara que perdemos na fisgada. Ja era mais de 18h do sábado e decidimos como último ponto o local onde pegamos e piraiba e ja fui exagerando na isca, com metade de uma dourada e um pedaço de outra (1 kg de isca kkk). Soltei minha isca exatamente no mesmo ponto e altura de onde tinha pego a piraiba. Se passaram 5 minutos e quando vi a carretilha estava fritando com a tomada de linha, fui la é na dei aquela fisgada pra conferir. Tentei forçar pra diminuir a tomada de linha do peixe, parou por um tempo e depois continuou a tomar linha. Esse peixe tinha uma força enorme, com a carretilha quase travada e vara 200lbs e comigo fazendo força pra não ser puxada pra fora do barco, ele chegou as estruturas. Ficamos 10 minutos tentando tira-lo, inclusive com o drone (chumbo com ganchos que o guia joga pra pegar a linha do outro lado da estrutura), mas infelizmente dessa vez foi a vez do peixe, fomos vencidos! Ja era quase noite e o GPS do sonar ajudou a voltamos, ja que nessa época passamos por locais com até 50cm de profundidade. Esse foi um nada breve resumo detalhado desses dois dias abençoados de pesca! Essa época é a época que o rio está mais baixo, então é indicado sempre andar com um guia de confiança, pois passamos em lugares de 40,50cm de profundidade apenas, e ainda tem pedreiras próximas a Aruanã e Itacaiu. Sobre equipamento, faz toda a diferença em uma pescaria e momento desses. Carretilhas e varas fortes ajudam muito a dominar o peixe, e no conforto na pescaria, principalmente quando se tem que recolher 300 a 400m de linha em vários pontos. O barco ajuda demais no conforto também, estávamos em uma Calaça Riviera 670 com motor Mercury 250HP, o que facilita muito o deslocamento em grandes distâncias, e mordomias que a alguns anos eu nem imaginava, como geladeira/frezzer para as bebidas e internet starlink. Pode levar muito bebida, aquele sol de 40° castiga a gente hehe!! Equipamentos utilizados Carretilhas Shimano Talica 50 Shimano Tiagra 30W (a maior saiu nela) Shimano Talica 50 Varas Shimano Terez 200lbs Intergreen Hematita 150lbs Carretilhas com cama de linha multifilamento power pro 150lbs e linha mono max force 0.92mm. O Guia Tenir, indico totalmente. Pessoa muito responsável, conhece demais o rio!!3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
VitorMorais e 2 outros reagiu a Alexandre Gomes de Almeida por um tópico
Opa João !! Estou também nesta mesma pegada em minhas pescarias!! Pesco uma vez por ano o tucunaré açu, e sendo assim, tenho que aproveitar ao máximo esta jornada, independentemente de qual região lá de cima estarei pescado! Como escrevi anteriormente, não abro mão das minhas iscas convencionais de FÉ, pegadeiras dos pequenos e dos grandes também, mas também gosto de fazer alguns testes com iscas novas! De todo modo, meu foco esta relacionado mais com os números de ações de peixes que tenho em um dia de pesca do que no tamanho dos danados ! O troféu ou o 80tão será mera consequência do meu esforço de bater isca durante um dia inteiro ou a semana inteira de pesca. Penso que uma hora ou outra o bichão irá entrar..... Se não entrar, esta tudo bem também !!!! Se ao final de um dia inteiro de pesca, tiver capturado um bom volume de tucunarés tidos como pequenos, já estarei extremamente satisfeito e feliz. Analisando de forma macro, ou seja, uma semana inteira de pesca, acho que sairei muito mais satisfeito em ter estes 6 dias recheados de capturas de peixes pequenos do que ter apenas uma ou outra captura dos grandes , mesmo que seja os 80tões! Minha pescaria na semana passada foi assim........ Extremamente prazerosa!! Média de 32 peixes embarcados por dia (dupla) entre paquinhas e borboletas (um deles de 59 cm) distribuídos nas quase 12 horas que ficávamos na voadeira pescando! Perdi na semana ao menos uns 4 monstros em ataques de superfície daqueles de cinema, gerando inevitavelmente aquela decepção momentânea, mas que logo depois e analisando o filme gravado em minha memória, transformava-se a sensação de "vamos que vai sair um grande".... Aquela gasolina que todos aqui conhecem! No meu caso, tenho certeza que todo este animo, esta gasolina e a sensação de que estava tudo bem em perder aquele ou aqueles gigantes, vieram das capturas dos peixes pequenos, da quantidade de ações que tínhamos durante todo o dia, que geravam aquele gás para continuar pescado naquele calor e cansaço que inevitavelmente nos acomete !! Não que eu tenha tido aquele tipo de pescaria dos sonhos, de ataque de tudo quanto é lado, muito pelo contrário, foi uma pescaria muito complicada, mas que com muito esforço, conseguíamos sacar uma certa quantidade de peixes (a maioria pequenos) de forma espalhada durante o dia todo ! Isto preenchia o nosso tempo e não víamos a hora passar! Exatamente o que eu procuro.....o resto será o bônus de uma semana mais que perfeita !!! Esta narrativa foi exatamente o que aconteceu no meu ultimo dia de pescaria! Embora já tivesse pego umas 3 lepas de 70 alto nos dias anteriores, escapou o peixe da minha semana exatamente no 6º e ultimo dias, por volta das 12:00. As perdas anteriores eram prováveis 80tões, mas este ultimo era com certeza um 80 alto!!!! ..... Perdi até o apetite para o almoço KKKK..... Massss - não mais que 30 minutos depois, fui presenteado com um gigante da foto abaixo !!! Aquela gasolina, a paciência, a persistência e a leveza de espírito proporcionada pelos peixes pequenos, foram ao meu ver a alma do negócio! Talvez se eu estivesse tentando só os monstros com aquelas iscas gigantes, não teria tido força e animo para pescar na mesma intensidade durante todos os dias, tendo em vista que para todo o nosso o grupo, os bitelos estavam se escondendo!! E onde fica as grandes iscas nesta história? Quase sempre que eu pegava um peixe mesmo que pequeno, e já com o tanque de gasolina cheio novamente, acabava investindo um pouco do meu tempo nas iscas que eu havia levado para testes. Assim, sem aquela pressão de capturar ao menos um peixe ( qualquer um que seja), conseguia analisar, dentre as iscas grandes (glide baits) que levei, o que fazia ou não sentido para mim, a forma de trabalho de cada uma delas e quais irão retornar para a Amazônia na próxima temporada! Tenho certeza que um dia pegarei um monstro em alguma destas bigs baits..... Não foi desta vez, mas pela qualidade das mesmas, são ótimas opções que temos disponíveis no mercados, que diga-se, não substituem em nada as nossas já conhecidas iscas velhas de guerra como as T20, bonnie, rover, vaprax, sara sara, curiscos, biruta, destroyers, hélices, etc........... Finalizando, há uma série de variáveis em uma pescaria, principalmente na amazonia, que poderão impactar na utilização ou não de novas técnicas e iscas. Para meu estilo, mesmo em uma semana relativamente boa, não foi possível insistir da forma que gostaria e havia planejado, sob pena comprometer a efetividade da minha única semana de pesca que tenho alvará devidamente concedido pela minha esposa !!!!!!! um grande abraço3 pontos -
Vara para Stick/Zaras na Amazônia - 2025 ! Minha experiência
VitorMorais e 2 outros reagiu a Fabrício Biguá por um tópico
Excelente tópico... A turma disse tudo...Querem varas "finesse" para trabalhar com brutalidade...não vai dar certo. Varas muito rápidas que não aceitam muito "carregamento" no arremesso ou iscas acima do peso indicado. E transporte e manuseio inadequados. Quebrei apenas 3 varas em todos estes anos pescando; uma forçando o macaco (como disse o Kid); outra q a linha deu o laço na ponteira e barco em movimento me fez vacilar e quebrar a ponta; e uma lançando arremessando uma Bonnie 85 (era uma vara de 70g, super leve e quebradiça e eu carreguei demais no arremesso). Eu tenho muitas varas...sejam elas de linha ou custom. Acredito q seja o item de pesca mais pessoal de todos. E, por incrível que pareça, é difícil ter alguma q não seja a "preferida"... Se cuidar bem e não perder a paciência, no mercado temos boa varas q vão de 300,00 a 5k, que atendem muito bem.3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Joao Paulo ML e 2 outros reagiu a Kid M por um tópico
Fala Vitor, blz ? Pois é rapaz, tenho acompanhado essa sucessão de iscas cada vez maiores e não me convenci dessa eficácia esperada. Não tenho qualquer dúvida que ajuda selecionar os predadores, mas chegam a ser exaustivas de serem trabalhadas. Num passado nem tão remoto assim, admirávamos a excelência de atração das colheres, das iscas de meia água, jigs e algumas de superfície. Hoje chega a ser difícil acompanhar o ritmo desses lançamentos, cada vez mais pesados e grandes, impondo mudança de conjuntos. Dificilmente se irá encontrar alguém pescando sem que tenha 3 conjuntos para escolher (não acho isso errado), até por conta das suas escolhas. Refiro-me contudo ao tempo em que uma "boa vara" era quase que suficiente para se encarar alguns dias de pesca com ótimos resultados. Isso, como já foi dito anteriormente, é algo de cada pescador ! Quanto mais "minucioso" no conjunto a ser usado, maior será sua quantidade de tralhas Lembro-me (aí já faz tempo) de que o encontro com pescadores americanos na AM, surpreendíamo-nos com as "enormes iscas de hélice" usadas. Passou o tempo e também nós brasileiros desenvolvemos esse procedimento de pesca que praticamente "engessa o pescador" nessa opção. Acredito que as opções (cada vez maiores) farão com que essas seleções do que ter e usar (não é a mesma coisa) acabarão por acontecer.3 pontos -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Kid M e 2 outros reagiu a VitorMorais por um tópico
Minha contribuição aqui! Usei pela primeira vez o inline na Amazonia. Usei em algumas iscas para comparar, como a t20, duo pencil 110, pop queen 105, bonnie 128. O nado fica melhor, fato. a isca "afunda" menos, ou seja, mais facil de balancear a isca, sem ter que por uma garateia mais "fraca". Sim, eu uso decoy nas bonnie.. mas sei la, achei o anzol melhor. Pode ser placebo.. Usei as iscas com inline onde tinha mto molongó, galhada. Enrosca mtoooo menos. sabemos que nesses lugares, o peixe corre e é mto difícil de tirar, molongó enrosca mto fácil. se for garateia decoy ainda, vixxxxx... então, nesse lugares, usei inline. Meu troféu dessa temporada foi um 81cm. Peguei na pop queen com inline. a segurança que dá para trabalhar o peixe depois que fisga é mto maior.! vc sabe que no anzol, se ficou, dificilmente vai sair. Qdo ele saltou então, aí que abri o freio e deixei o bicho correr a vontade... Não acho que seja modismo, ao contrário das "big baits" (kaka olha a polêmica).3 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
VitorMorais e um outro reagiu a Adalberto Magrao por um tópico
2 pontos -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Edmar Alves e um outro reagiu a Kid M por um tópico
Bom dia Vitor, Esse é um comentário mais que procedente. Existem as convicções pessoais (a pescaria é feita com base nelas) e os comentários com alguma isenção... Claro que nunca é fácil buscar uma visão neutra de um tema como esse, já que o aprendizado nos faz ter preferências... Da mesma forma, observo que "nossas escolhas" passam sempre por alguma motivação de "algo que deu certo" nessa experiência. Estou me referindo aos tamanhos das iscas, pesos, cores, formas de nado e mais que tudo, na crença de que funcionará. Já observou que "nossa crença" faz com que exista mais tempo de insistência em determinadas iscas, quando lançadas nos pontos de pesca. Como exemplo, iscas de hélice dificilmente são substituídas por outras opções, como zaras, poppers, sitick... pois há crença que num momento, funcionarão. Parte do "encanto" em pescar com as iscas artificiais passa pela "disputa" do pescador consigo próprio na escolha (ou insistência) do que usar... Certamente que pescadores com maior experiência podem fazer isso de forma mais presente, ou até mesmo seguirem a "dica" do guia... Em determinado momento, aprendemos algumas regras básicas a não serem desprezadas, dentre elas a "função do guia" na pescaria...2 pontos -
Nível do Rio Negro em Barcelos - Temporada 25/26
Alberto Guassu e um outro reagiu a Adalberto Magrao por um tópico
Pessoal Voltei ontem da região De Barcelos. Pousada Paca Açú do Amigo Izaias. Chegamos com 4 metros a régua. Depois de 8 dias ficou só nos 3,94. Água ainda tanto alta. ...dentro do mato uns 3 mts em alguns locais. Foi possível entrar em várias lagoas Para quem vai daqui umas 2 a 3 semanas vai pegar num nível legal. Está baixando muito devagarinho. Abras a todos2 pontos -
Apresentação de novo Membro.
Anderson Caldana e um outro reagiu a Andre Luiz Soares por um tópico
Bom dia. Gostaria de me apresentar, sou morador de Belo Horizonte e pescador desde criança. Pesco na represa de 3 Marias em São José do Buriti, onde tenho uma canoa da marca Calaça com motor Mercure de 30 Hp. Normalmente tenho pescado por lá 4 vezes no ano, sempre atrás dos Tucunarés. Saude e paz para todos e vamos nos falando.2 pontos -
Vara 25lbs - Compro, custumizo ou uso o cabo da vassoura?
Edmar Alves e um outro reagiu a Gabriel Bragatto por um tópico
Kid, Sim, o zelo por uma custom é sempre maior por se tratar de um desejo do proprietário, além de empregar um alto custo. No meu caso, não estou atrás de algo emocional ou uma utopia que irá suprir minhas vontades em ter uma custom exclusivíssima, mas almejando apenas conforto e desempenho. Entendo quem busca um produto exclusivo com diversas características pessoais, pois tem quem goste de discos de vinil, quadros, estatuas, action figures... e há aqueles que gostam de varas . Caso eu opte por uma custom, irei escolher a montagem mais clean de todas, sem qualquer tipo de adorno ou adereços pois será para usar ao extremo. Claro que tomarei muito cuidado para preservá-la, mas se tratando de pescaria, é muito difícil proteger um produto considerado frágil quando se tem um peixe tomando linha pra um lado e um louco dando aquela chicotada para o outro. Eu acho que quanto maior emprego de valor, adereços e exclusividade se exige numa custom, mais apego emocional se tem pelo bem e muitas vezes acaba virando mais uma obra de arte do que algo funcional. Abraço. G. Bragatto.2 pontos -
Vara 25lbs - Compro, custumizo ou uso o cabo da vassoura?
Edmar Alves e um outro reagiu a Bruno Rodrigo Nogueira por um tópico
Também dando o meu pitaco e opinião: já testei todo tipo de vara( papo continua estranho kkkk), mas a que melhor me adaptei foi a 6.3 pés!! Nesse comprimento vc perde a precisão ( mais curtas são infinitamente melhores), mas vc ganha em distância e facilidade no trabalho da isca( pelo menos p mim que tenho 1,82 de altura)! Já minha esposa que tem 1,62 e também pesca, não consegue trabalhar isca de superfície com varas maiores q 5.6 pés! Então acredito que o fator altura é determinante na escolha da vara!!2 pontos -
Vara 25lbs - Compro, custumizo ou uso o cabo da vassoura?
Edmar Alves e um outro reagiu a Anderson Caldana por um tópico
Boa tarde, Pesco com uma Rapala Pinima 30Lbs, ótima vara Custo X Beneficio, nunca tive problemas, porem não cheguei a pegar peixes acima de 70CM pra testar 😅😅2 pontos -
Vara 25lbs - Compro, custumizo ou uso o cabo da vassoura?
Edmar Alves e um outro reagiu a Kid M por um tópico
Edmar, Só para não deixar de colocar um pitaco, até por ser pescador de molinete e não de carretilha. Tenho tentado montar meus conjuntos de pesca com algumas "observações", visando uma adequação do conjunto com o pescador. Mesmo sabendo que a forma de tracionar as iscas na pescaria gera um diferencial expressivo numa comparação de molinete x carretilha, exerço o meu propósito de pescar apenas com varas de 6' (5'8" e 6'2" são só aceitáveis), com linhas multifilamento assemelhadas, respeitando o estilo das formas de trabalho, principalmente nas iscas de hélice. Entendo que muitos usuários de carretilhas atribuem às varas a preocupação maior de "acertar o trabalho da isca"... Para mim (e outros), as variações do desejado de se obter numa vara, passam pela qualidade do blank, o que ele lhe entrega x o que deseja pescar com o conjunto. Trabalhar com varas de blank "medium heavy" e pontas rápidas (ou extra fast), tornam os objetivos mais esportivos e acurados. Não tenho qualquer "preconceito" com varas comerciais de qualidade, mas confesso que trabalhar com uma vara customizada, tem seu encanto. Acredito que possa ter fugido da temática postada, mas pode ser útil para quem está com esse tipo de dúvida.2 pontos -
Vara 25lbs - Compro, custumizo ou uso o cabo da vassoura?
Gabriel Bragatto e um outro reagiu a Edmar Alves por um tópico
João eu tenho umas de 6" e já tive até maior, menor não, mas confesso que essas teorias ainda me intriga perante o que já experimentei até hoje, outras teorias e a questão da propria rapala construir um projeto de uma vara especifica para Amazonia para puxar hélices com essa configuração e comprimento...me deixa muito curioso de trabalhar com uma vara desse tamanho, alinhado a outros detalhes, principalmente porque não usei uma ainda que ficasse muito satisfeito. Já vi muito pescadores usando vara "curtas" e desses mutios se dizem satisfeitos, mas essa teoria de varas mais longas já li muito e tinha comprado a ideia e tals...mas ainda não estou satisfeito...rs...é preciso testar mais hehe... A Vara Rapala pinima vi uma amigo quebrando uma na minha frente teoricamente fazendo tudo certo, mas a vara partiu no meio ao bater um Açu paca de uns 70cm....por via das dúvidas eu evito...rs...mesmo que possa seja um problema particular daquela peça e tals né... Acho que tem muitas variaveis que fazem diferença....ai e compor o conjunto equilibrado x perfil do pescador...mas contudo porém testar na prática para sentir a ferramenta na mão trabalhando hehe...2 pontos -
Vara 25lbs - Compro, custumizo ou uso o cabo da vassoura?
Gabriel Bragatto e um outro reagiu a João_Medeiros por um tópico
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