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Conteúdo Popular

Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 18-03-2014 em todas áreas

  1. 8 pontos
    Salve amigos do Fórum! É com enorme satisfação que completo um ano como membro deste Fórum que tanto gosto. Neste meu primeiro ano fui bem intenso e espero continuar sendo bem assíduo neste espaço social de busca por aprendizado e compartilhamento de informações. Aqui eu aprendi muito e continuo aprendendo muito a cada dia. Sou extremamente grato ao FTB por tudo que me proporcionou e vem me proporcionando. Através do Fórum conheci pessoas sensacionais, através do Fórum tomei iniciativa de organizar pescarias e foi através do Fórum que fechei a minha primeira vez na Amazônia que fica cada dia mais próximo. Gostaria de agradecer a cada um que lê meus comentários, meus relatos e por me reputar e por ter paciência comigo. Por isso não poderia deixar de citar alguns nomes que hoje extrapolam o ambiente do Fórum, alguns eu converso todos os dias, kkkkk. Já adianto em pedir desculpas se por ventura eu deixei algum nome de fora. @Igor Toniato (meu parceiro do Trombetas); @Lucas Postali Furlani (me visitou em Três Marias e vamos pescar no mesmo grupo do Trombetas) @Rafael Nunes Lima (pescamos juntos em Três Marias e vamos pescar juntos no Trombetas com os demais parceiro da Coromandel Fishing) @Fabricio.Passos (pescamos juntos em Três Marias e sempre estamos nos falando) @Cristiano Augusto Pereira (pescamos juntos em Três Marias e descobrimos que somos vizinho) @Marcelo Pupim (sempre me passando dicas) @Jorel(grande parceiro das dicas, quando começamos a nos falar o papo vai longe) @Jefferson Guia Tres Marias (meu guia que sempre se esforça para me proporcionar a melhor pescaria e sempre dando boas risadas) @Pimenta Fishing( meu operador Carlos que tem que suportar minha ansiedade) @Fabrício Biguá (grande mestre Bigua que sempre foi solicito quando precisei) Muitos outros poderiam ter sido citados mas não consegui marcar, mas agradeço a cada um de vocês que fizeram parte deste um ano de FTB, os que me procuraram pedindo indicações, os que trocaram mensagens privadas e todos os me reputaram. Mais uma vez muito obrigado FTB por ser meus acessos matinais e por me ajudar a matar um pouco a vontade que tanto tenho de pescar. Abraço a todos.
  2. 7 pontos
    No dia 22 de Abril de 2017 foi realizado o 1° Encontro dos Amigos do Pesca Gerais no Lago de Três Marias. O foco principal do encontro foi ter um momento divertido com amigos e fazendo o que mais gostamos: a pesca do Tucunaré. Para incrementar o encontro cada amigo pescador doou uma isca artificial e @Otavio Vieira gentilmente cedeu um belo troféu. O dia de pesca foi difícil, mas o foco principal do encontro foi reunir a turma, e foi um grande sucesso. Mesmo com toda dificuldade sai belos peixes que abrilhantaram ainda mais o encontro. Quero agradecer a todos por ter me permitido fazer parte deste grupo seleto de pescadores. Em especial aos parceiros Otavio Vieira, @Jaida M Machado e @Marcondes Moreira. (este último mais que especial por ter me oferecido uma vaga em seu belo bassbout). Parabenizo ao pescador Bráulio por ter capturado o maior peixe do encontro com seus 59.5cm. É válido ressaltar que Bráulio é o atual campeão do 7º Torneio do Lago de Três Marias, vai ser pé quente assim heim!!! Mas o cara merece, mais que um grande pescador um grande ser humano, simples e humilde. Só para constar eu fiquei em segundo, com um belo tucuna de 52cm. Mas não levei nada kkk. Segue algumas imagens do encontro.
  3. 7 pontos
    Pessoal, às vezes ouço ou leio narrativas sobre acidentes ocorrentes na pesca, envolvendo na maioria dos casos a pesca embarcada. Daí resolvi provocar a turma visando extrair e assimilar informações e conhecimentos que guardem relação sobre o tema, de modo que cada um conheça as principais causas e soluções para se obter uma boa margem de segurança nas pescarias, o que certamente trará por acréscimo a tranquilidade dos familiares que se preocupam bastante conosco quando nos ausentamos em busca de aventuras. Como passo inicial, inicio este painel relatando causas e efeitos de ocorrências fatais que conheço por relatos de terceiros e por experiências próprias, que poderiam ser evitadas com um mínimo de cuidados. Tomo a liberdade de enumerar cada situação abordada, sob pena de acabar me perdendo das digressões, observando que quando me refiro à Amazônia, deve-se entender que falo sobre sua porção ocidental, onde resido. Então vamos ao que interessa: Situação 1 - Rota de navegação: mês passado, no Rio Matupiri (proximidades do médio Amazonas e Madeira). o piloteiro de uma operadora de turismo conduzia o bote próximo da margem, deslocando-se para a área onde dois pescadores iriam pescar. De forma negligente, não se ateve a verificar se os passageiros estavam sentados nem os advertiu da proximidade de uma galhada baixa que se estendia sobre o trajeto do barco, nem tampouco dela se desviou. Por estarem de pé, em consequência ambos se chocaram com a galhada. Um deles teve o pescoço quebrado e faleceu. O outro ficou bastante ferido e foi encaminhado a um hospital nas imediações, creio que na cidade de Borba. Não sei dizer se conseguiu se recuperar. O piloteiro, sentadinho e certo de sua segurança, nada sofreu; Apesar de lamentarmos esse episódio trágico, devemos aprender com ele. Afastar esse risco é coisa simples, basta que se adote como regra nunca ficar de pé num barco em deslocamento, mesmo que não existam galhadas visíveis em sua rota de navegação. O efeito pode ser o mesmo caso haja um choque com pedras e troncos submersos. Situação 2 - Rota de Navegação: há algum tempo, o mesmo tipo de acidente ocorreu no Água Boa do Univini, em Roraima, é relativamente perto de onde moro. Dessa feita o bote seguia só com o piloteiro em idêntica condição. Não viu uma galhada baixa à sua frente, e apesar de estar sentado, com ela se chocou, vindo a falecer. Extraímos daí um acréscimo aos cuidados que devemos tomar, que é o de evitarmos traçar rotas sob galhadas baixas, quando estivermos no controle da embarcação; Situação 3 - Manejo de Combustível: ano passado, no mesmo Água Boa do Univini, um piloteiro da Ecotur transferia gasolina de um tambor para o tanque do motor de popa, já de noite, visto que os pescadores iriam sair para a pesca ao alvorecer. Munido de uma lanterna, executava normalmente a tarefa, até que a carga das pilhas se esgotou, obrigando-o a trocá-las e seguir com a tarefa. Entretanto, ao ligá-la novamente, uma centelha fez com que a gasolina explodisse, provocando queimaduras de terceiro grau no infeliz. Socorrido, ficou internado por um longo tempo e só recentemente voltou à ativa. Como aprendizado, já que muita gente tem o hábito de abastecer à noitinha (e do mesmo modo) para sair bem cedo para pescar, devemos abrir mão desse hábito, executando essa tarefa de dia e longe de qualquer fonte que possa provocar acidentes dessa natureza; Situação 4 - Descer ou subir o rio? Essa é uma questão que em geral não envolve risco de vida, embora eu conheça exceção. Trata-se de decisões que tomamos quando estamos na pescaria com outros colegas que têm barcos. Caso resolva descer o rio, seu barco nunca deve seguir desacompanhado, porque se houver uma pane de motor, é uma roubada. Nada melhor que ter um companheiro por perto para rebocá-lo até o acampamento. Subir o rio não dá esse tipo de problema, porque para baixo todo santo ajuda, embora haja a questão do controle da direção do barco. Extraímos desses casos a importância de termos ao menos um par de remos no barco, que viabilizarão o controle da direção e eventualmente movimentar o barco; Situação 5 - A importância dos remos: apesar de ter abordado essa questão na situação anterior, gostaria de submeter uma situação hilária que testemunhei por causa de remos, ou melhor, pela falta deles. Por uns dois anos, morei numa lancha no Rio Negro, região das Anavilhanas, mais precisamente nas proximidades da cidade de Novo Airão, onde atracava o barco na boca de um igarapé, situado um pouco a jusante da cidade, para ter mais tranquilidade e segurança por conta das tempestades. Via de regra, comunidades rio abaixo faziam festas em que muita gente da região comparecia para beber, dançar e namorar. Na verdade, em nenhum outro lugar do país vi tanta paixão por festas, é festa religiosa, de torneios de futebol, do Tucumã, do Açaí, do peixe ornamental, do boto cor-de-rosa, do peixe-boi, enfim, qualquer coisa é motivo para festejar, e sempre com muita bebida, muita música do boi e muita dança, muito de tudo. À noitinha, minha esposa e eu ouvimos e vimos várias canoas de madeira descendo o rio, todas tocadas por motores rabetinhas, deduzindo que deveriam estar seguindo para alguma festa rio abaixo. A noite passou, e lá pelas cinco da manhã, o sol surgindo preguiçoso, quando ouvimos um chilep chilep constante, como algo batendo incessantemente na água, subindo o rio bem juntinho do costado da lancha. Olhamos pela janela e vimos uma canoa de uns 7 ou 8 metros, nego vazando pelas bordas, todos remando com as havaianas para chegar na cidade. Só risos. Deduzimos que essa turma deveria estar remando madrugada adentro, já que o dia seguinte era dia de branco, todo mundo ao trabalho. Desse dia em diante, jamais deixei de levar os remos no bote, mesmo que meu deslocamento da lancha fosse de 50 ou 100 metros. Macaco velho não pula em galho seco. Essa foi uma boa lição que aprendi, e recomendo que também o façam, por mais que os remos ocupem espaço e incomodem; Situação 6 - Serpentes peçonhentas: pouco tempo atrás, um pescador curioso resolveu fazer uma pequena caminhada por uma trilha na região do Rio Amajaú, sul de Roraima. A intenção era a de tentar a sorte num lago situado atrás da comunidade de Canauini, onde o barco-hotel estava atracado. Orientado por um cara da localidade, entrou mata adentro e ao passar sobre uma árvore caída, foi picado no peito do pé por uma Pico-de-Jaca, a cobra mais peçonhenta da Amazônia, Socorrido e conduzido de avião para a capital do Estado, Boa Vista, ficou internado por vários dias. O estrago foi tamanho que quando deixou o hospital e nos exibiu o local do ferimento, era possível ver o chão através de seu pé, um buraco da dimensão de uma moeda de 1 real. Coisa feia de se ver. Isso ensina que sempre devemos ter um cuidado imenso com incursões na mata. Não basta olhar o chão coberto de folhas onde as cobras se ocultam esperando presas, tampouco troncos caídos que servem de abrigo a elas. Na Amazônia, existem espécies peçonhentas que vivem e caçam em árvores, e é relativamente comum vê-las dependuradas em galhos, do mesmo modo que a cobra Papagaio, não venenosa. Assim, extrai-se o ensinamento que, se adentrarmos a mata ou caminhar junto às margens, devemos observar com cuidado não apenas o chão, mas também por onde todo o corpo vai passar ou possa ser alcançado por um bote de uma cobra; Situação 7 - Insetos voadores venenosos; como muita gente vem para a região amazônica para pescar, vale discorrer sobre os principais insetos voadores venenosos daqui, a começar pelas famigeradas abelhas, fáceis de identificar e totalmente semelhantes às que encontramos no resto do país. As novidades ficam por conta dos cabas (marimbondos) amarelos e os da noite. Em geral têm o corpo avantajado e possuem uma pegada bem dolorida, característica comum dos dois. A diferença é essa "coisa" do caba-da-noite, que só entra em operação quando anoitece, e é bem maior que o caba amarelo, e sua picada injeta mais veneno. As soluções de redução de riscos quanto às abelhas e os cabas diurnos são, no primeiro caso, buscar identificar colmeias em troncos e construções velhas e manter distância, exceto se resolver extrair o mel, aí deve se preparar direitinho, senão...Já os cabas diurnos são preferencialmente encontrados em construções abandonadas, onde instalam suas casas, mas também habitam troncos de árvores mortas em meio à selva, exigindo algum cuidado nesses locais, apesar de ser praticamente impossível evitá-los quando nos visitam. Contra o o caba-da-noite, mais perigoso, só o que resolve e trancar portas e janelas ou se meter sob um mosquiteiro, aí está tudo resolvido; Situação 8 - Insetos voadores transmissores de doenças: seguindo a mesma linha da situação anterior, destaco alguns pontos sobre essa questão. Como se sabe, a incidência de transmissores do vírus da malária na Amazônia Ocidental é considerável. A única forma segura de prevenção é evitar o contato com esses caras, e para isso deve ser observado que, diferentemente do que muita gente pensa e diz, o Anopheles spp ataca também durante o dia, em menor intensidade, dependendo do clima. Se chover ou garoar, atacam mais. Porém, costuma-se dizer que o horário crítico é das seis às seis (da noite até a manhã). Uma curiosidade: caso esteja pescando em local onde há moradias de ribeirinhos por perto, observe se suas casas estão fechadas por volta das cinco da tarde. Se estiverem, é certo que a região é infestadas de pernilongos (carapanãs, para os amazônidas). Prevenção: repelente durante o dia e uma rede de dormir grossa e um mosquiteiro de boa qualidade, ou ainda um camarote fechado e vedado e refrigerado, senão irá morrer de calor; Situação 9 - Formigas Críticas: diz a lenda que Novo Airão, cidade localizada no curso médio do Rio Negro, antes era denominada simplesmente Airão. Assolada por formigas de todos os tipos, credos e raças, mudou-se tempo atrás para a atual localização, bem a jusante da posição geográfica original, ensejando a denominação "Novo" Airão. Fato ou mito à parte, o certo é que aqui as formigas são de lascar. Não se trata de formigas lavapés ou outras mais comezinhas do país, afinal, quem já não foi ferroado por alguma delas? Mas o fato é que aqui as mais parecidas fisionomicamente com as lavapés são as formigas-de-fogo, amarelinhas e não muito graúdas, mas portadoras de uma ferroada pra lá de dolorosa, queima como fogo, como o nome já diz. Porém, a pior delas é a famigerada Tocandira, bem avantajada, preta e menos comum de ser encontrada, e se for, alguém vai ter uma experiência inesquecível. Em geral, são solitárias em suas andanças pela selva, vadiando pelos troncos das árvores à procura de insetos menores que servem de alimento. Os acidentes com elas ocorrem em situações em que incautos resolvem apoiar as mãos ou o corpo nos troncos das árvores, e aí ela não perdoa, acabou o dia para quem for ferroado. A lição que se extrai é que devemos evitar, no caso das formigas-de-fogo, vacilar perto do formigueiros. Já no caso das Tocandiras, é pra lá de recomendável evitar o contado das mãos e do corpo com troncos de árvores, é sempre onde elas estão; Turma, já é madrugada e o sono está pegando. Retornarei com novas experiências e aprendizados. Grande abraço e grato pela atenção, lembrando que seria por demais útil conhecer experiências e medidas preventivas da turma do FTB para garantir nossa segurança. Gllbertinho, pescador da Amazônia
  4. 7 pontos
    Guto Pinto

    Venator Lite

    A Venator , BW não são cópias da Shimano ou Daiwa, são carretilhas produzidas pela Doyo na Coréia, fábrica que produz pra Lews e Abu garcia tb. Projeto da Doyo com customização para o Brasil, do jeito que a maioria dos pescadores de que utilizam isca artificial pra tucunaré nossos gostam , peso leve, drag alto e recolhimento rápido, e com preço acessível. Visto que uma carretilha da Daiwa, Abu ou Shimano com essas caracteristicas da Venator ou BW custam por volta de R$2000 ou mais. Lógico muitos não ligam pra peso, mas maioria sim, muitos não pescam com isca artificial. Tralha é gosto , vontade, tipo de peixe, temos vários tipos de peixes e estilo de pesca aqui, não existe material bom pra tudo.
  5. 6 pontos
    Já postei um resultado sobre troca de hélice nesse motor mas vamos a dados novos pois perdi a hélice 12 MFX e tive que comprar outra, dessa vez Sorabo , como é complicado selecionar um hélice no Brasil Lembrando Barco 6m semichata 6m, chapa 1.2mm, 1.35 de boca, borda 52cm, 85kg peso Teste sozinho( represa lisa água doce 600m de altitude): Eu mais motor elétrico bateria , tanque cheio( 170kg sem contar o motor e barco ): -Original 9 7/8 x 13: 5150 rpm a 51km/h -MFX paralela 9 7/8 x 12: 5.450 rpm a 51km/h -Sorabo paralela 9 7/8 x 12: 5.700 rpm a 49km/h Teste lotado. 4 pessoas mais tralha elétrico bateria e ceva( 500 kg sem contar motor) : Original : 4600 rpm 36km/H MFX 12 : 4850 rpm 38 km/H Sorabo 12 : 5.150 rpm 41km/H Pra ver como uma hélice 12 paralela chegou a diferença de 550 rpm de uma original e a 250rpm de uma paralela de mesma medida Pra quem interessa nesse motor: Se seu barco e seu ocupantes são um poucos pesados, compensa muito a hélice 12 da sorabo. A 5000 rpm em duas pessoas parrudas mais tralha o motor mantém a 42km/H bebendo nada , chegando a 5.500 rpm a 46km/h pelo menos nesse meu conjunto. Essas velocidades acredito que da maioria dos pescadores, já atingi mais de 50km/h várias vezes , mais usando um Squalus 500 e não mais q 200kg de peso, o que não condiz com uso normal
  6. 5 pontos
    Fala galera, blza? Estou montando esse tópico para compartilhar com os amigos alguns locais de pesca que tive o prazer de visitar nesses últimos anos. Vou passar algumas informações e pontos de vista das experiências que tive nesses locais. Vale ressaltar que são visões pessoais, vividas no momento em que estive presente, o que quer dizer que os locais podem ter melhorados ou piorado alguns pontos citados. Gostaria também que os amigos compartilhassem experiências de outros locais ou até mesmo dos locais citados, para que aqueles que estejam procurando ou em dúvida de onde pescar tenham algum tipo de ajuda. Coloquei apenas alguns itens que considero mais importante no momento de escolher minhas pescarias, mas por favor fiquem à vontade de acrescentar o que acharem necessário. Gostaria de deixar claro também que não tenho nenhuma ligação comercial com os locais citados. Abraço a todos e espero que ajude. POUSADA ITAPARÁ – ESTADO DE RORAIMA DATA - NOVEMBRO DE 2012 / JANEIRO DE 2014 / JANEIRO DE 2015 LOGÍSTICA – VOO ATÉ MANAUS, DORME NA CIDADE, NO DIA SEGUINTE VOO EM AVIÃO FRETADO ATÉ A PISTA QUE FICA NA PRÓPRIA POUSADA. HOSPEDAGEM – QUARTOS GRANDES, CONFORTÁVEIS COM AR CONDICIONADO, EXCETO NA BASE II (REDONDO), PORÉM LÁ NÃO É NECESSÁRIO PELAS LATERAIS SEREM DE TELAS. NAS DUAS BASES TEM PISCINA. POSSUI INTERNET WIFI NA BASE I. ATENDIMENTO – EXCELENTE ATENDIMENTO, DESDE O PRÉ ATENDIMENTO ATÉ OS FUNCIONÁRIOS DA POUSADA, SUPER ATENCIOSOS E DISPOSTOS A AJUDAR NO QUE PRECISAR. COMIDA – COMIDA SIMPLES, PORÉM MUITO BEM FEITA. SERVEM PETISCOS TODOS OS DIAS NA PISCINA, FAZEM CAIPIRINHA, MUITO BOM MESMO. PILOTEIROS – O LOCAL POSSUI ÓTIMOS GUIAS, TODOS MUITO EXPERIENTES E COM BASTANTE DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR A ENCONTRAR O PEIXE. QUALIDADES – A PISTA DE POUSO NA PRÓPRIA POUSADA AJUDA BASTANTE NA LOGÍSTICA. POUSADA SUPER CONFORTÁVEL E COM ÓTIMO ATENDIMENTO. FIZEMOS UMA ÓTIMA PESCARIA NO LOCAL EM 2012, AS OUTRAS DUAS FORAM MAIS FRACAS DEVIDO A CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RUINS DEFEITOS – O VALOR É UM POUCO ACIMA DAS PESCARIAS REALIZADAS NA AMAZÔNIA (EM GERAL), NÃO ESTOU DIZENDO QUE É INJUSTO O QUE COBRAM, APENAS UMA CONSTATAÇÃO. FAZEM COM MUITA FREQUÊNCIA A PESCA COM ISCAS VIVAS, O QUE NA MINHA OPINIÃO ATRAPALHA UM POUCO QUEM PESCA COM ISCAS ARTIFICIAIS. ************************************************************************************************************************************************** POUSADA THAIMAÇU – ESTADO DO PARÁ DATA - SETEMBRO DE 2013 LOGÍSTICA – VOO ATÉ CUIABA, OUTRO VOO ATÉ ALTA FLORESTA E APROXIMADAMENTE 3 HORAS DE CAMINHONETE (CARRO BEM PREPARADO PARA O TRAJETO). HOSPEDAGEM – QUARTOS GRANDES, CONFORTÁVEIS COM AR CONDICIONADO, ÁGUA QUENTE, EXTREMAMENTE LIMPOS. ATENDIMENTO – O PRÉ ATENDIMENTO NA MINHA OPINIÃO DEIXA UM POUCO A DESEJAR, POIS VOCÊ SÓ CONSEGUE COMEÇAR A PAGAR NO ANO DA VIAGEM, DIMINUINDO O NUMERO DE PARCELAS. O ATENDIMENTO NA POUSADA É FANTÁSTICO, TODOS MUITO ATENCIOSOS E PRESTATIVOS. COMIDA – JÁ PESQUEI EM DIVERSOS LOCAIS, MAS COMIDA IGUAL A DA THAIMAÇU É BEM DIFÍCIL DE ENCONTRAR, EXTREMAMENTE BEM FEITA, BEM VARIADA E TODOS OS DIAS SERVEM ALGUM TIPO DE PETISCO E CALDO ANTES DA JANTA. PILOTEIROS – O LOCAL POSSUI ÓTIMOS GUIAS, TODOS MUITO EXPERIENTES E COM BASTANTE DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR A ENCONTRAR O PEIXE. QUALIDADES – O LOCAL QUE ELES SE ENCONTRAM (RIO SÃO BENEDITO COM O RIO AZUL) É UM LOCAL QUE POSSUI UMA RIQUEZA DE PEIXES ENORME, COM MUITA VARIEDADE SEM PRECISAR NAVEGAR MUITO. UM DOS LOCAIS MAIS BONITOS E PRESERVADOS QUE JÁ PESQUEI. ÓTIMA ESTRUTURA, COMIDA EXCELENTE E MUITA EXCLUSIVIDADE. OUTRO PONTO QUE GOSTEI BASTANTE É QUE ESTOU VOLTANDO ESSE ANO EM JULHO PARA A THAIMAÇU, O VALOR PRATICAMENTE É O MESMO AINDA, MESMO SE PASSANDO 4 ANOS DA MINHA IDA AO LOCAL. DEFEITOS – CLARO QUE NÃO É UM DEFEITO, POIS SE ESTA ASSIM É PORQUE O LOCAL VEM ATENDENDO BEM OS PESCADORES, MAS É BEM DIFÍCIL CONSEGUIR VAGA. A COMUNICAÇÃO PRÉ VIAGEM É BEM COMPLICADA E O PROCEDIMENTO DE CONFIRMAÇÃO E PAGAMENTO TAMBÉM. ************************************************************************************************************************************************** RANCHO DO KOJAK – ESTADO DO TOCANTINS DATA – 2012 / 2013 / 2014 / 2015 LOGÍSTICA – VOO ATÉ PALMAS E MAIS 5 HORAS DE CAMINHONETE. HOSPEDAGEM – QUARTOS GRANDES, CONFORTÁVEIS COM AR CONDICIONADO, ÁGUA QUENTE. ATENDIMENTO – LOCAL POSSUI UM BOM ATENDIMENTO, OS FUNCIONÁRIOS DO LOCAL SÃO BEM ATENCIOSOS E PRESTATIVOS. COMIDA – COMIDA SIMPLES, PORÉM SUPER BEM FEITA. PILOTEIROS – SEMPRE PESQUEI NO LOCAL COM O GUIA DAVID, QUE INFELIZMENTE NOS DEIXOU PRECOCEMENTE EM UM TRÁGICO ACIDENTE, MENINO DE OURO, EXTREMAMENTE ALEGRE E PROFISSIONAL, MUITAS RISADAS COM ELE. QUALIDADES – O LOCAL EXISTE UMA QUANTIDADE ENORME DE TUCUNARÉ AZUL, BASTANTE PONTO DE PESCA. O RANCHO TEM UM AMBIENTE BEM FAMÍLIAR QUE EU PARTICULARMENTE GOSTO BASTANTE. DEFEITOS – POR SE TRATAR DE UMA REPRESA BEM GRANDE A NAVEGAÇÃO EM DIAS DE VENTO FICA BEM COMPLICADA, POR ISSO ACONSELHO FECHAR BASS BOAT PARA PESCA NO LOCAL, FAZ DIFERENÇA NESSES DIAS. ***************************************************************************************************************************************************** POUSADA ASA BRANCA I (ARAGUAIA) – ESTADO DE GOIAS DATA – JULHO DE 2016 LOGÍSTICA – VOO ATÉ GOIANIA, OITO HORAS DE CAMINHONETE E MAIS 1:30 DE LANCHA RÁPIDA ATE A POUSADA ASA BRANCA I HOSPEDAGEM – QUARTOS GRANDES, CONFORTÁVEIS COM AR CONDICIONADO, ÁGUA QUENTE. ATENDIMENTO – LOCAL POSSUI ÓTIMO ATENDIMENTO, FUNCIONÁRIOS SUPER ATENCIOSOS E PRESTATIVOS COMIDA – COMIDA SIMPLES, MUITO BEM FEITA E COM BOA VARIEDADE. PILOTEIROS – FUI EM UMA TURMA BEM GRANDE, PESQUEI COM UM ÓTIMO GUIA (VAL), BEM ESFORÇADO E ATENCIOSO, ALGUNS PESSOAS DO GRUPO RECLAMARAM DE ALGUNS GUIAS. QUALIDADES – O LOCAL EXISTE UMA DIVERSIDADE DE PEIXES FANTÁSTICA E EM BOA QUANTIDADE. VÁRIAS MODALIDADES DE PESCA PODE SER FEITA SEM NAVEGAR MUITO. O RIO CRISTALINO QUE É UM AFLUENTE QUE FICA BEM PRÓXIMO DA POUSADA É LINDO E TEM MUITO TUCUNARÉ AZUL. LOCAL TEM UM ÓTIMO CUSTO BENEFICIO. DEFEITOS – OS QUARTOS SÃO QUÁDRUPLOS, O QUE TORNA UM POUCO MENOS CONFORTÁVEL (NADA QUE ATRAPALHE MUITO) OS BARCOS NÃO TEM PLATAFORMA, ISSO ATRAPALHA UM POUCO NA PESCARIA. A LOGÍSTICA É UM POUCO LONGA, PORÉM BEM ORGANIZADA. ******************************************************************************************************************************************************* POUSADA VIDA DE PEIXE (SERRA DA MESA) – ESTADO DE GOIAS DATA – 2015 / 2016 LOGÍSTICA – VOO ATÉ GOIANIA, QUATRO HORAS DE CAMINHONETE HOSPEDAGEM – QUARTOS GRANDES, CONFORTÁVEIS COM AR CONDICIONADO, ÁGUA QUENTE, EXTREMAMENTE LIMPOS E BEM CUIDADOS ATENDIMENTO – LOCAL POSSUI ATENDIMENTO IMPECÁVEL, TODOS OS FUNCIONÁRIOS PRESTATIVOS E ATENCIOSOS. COMIDA – COMIDA DE HOTEL DE LUXO, FEITA POR CHEFE DE COZINHA. MUITO BEM FEITA POR SINAL. PILOTEIROS – A PRIMEIRA VEZ QUE FUI PESQUEI COM O ERIBERT, QUE DISPENSA COMENTÁRIOS. DEPOIS PESQUI COM O OLAIR QUE TAMBÉM É EXCELENTE GUIA. QUALIDADES – O LOCAL POSSUI UMA GRANDE QUANTIDADE DE TUCUNARÉS AZUIS. EM ESTRUTURA DE POUSADA É UMA DAS MELHORES QUE JÁ FUI, TUDO MUITO LIMPO, NOVO E BEM CUIDADO, DESTAQUE PARA A PISCINA QUE É MUITO TOP. COMIDA TAMBÉM É UM CAPITULO A PARTE. DEFEITOS – PESCAR COM BARCO DE ALUMÍNIO EM SERRA DA MESA ATRAPALHA UM POUCO, PRINCIPALMENTE EM DIAS DE VENTO, NA POUSADA A MAIORIA DOS BARCOS É DE ALUMÍNIO, MAS TEM BASS BOAT TAMBÉM. ALGUNS PONTOS DE PESCA ESTÃO UM POUCO LONGE, MAIS UMA VEZ O BASS FAZ DIFERENÇA NESSE QUESITO. ******************************************************************************************************************************************************* BARCO HOTEL ANGATU AÇU (SANTA ISABEL DO RIO NEGRO) – ESTADO DO AMAZONAS DATA – OUTUBRO DE 2015 / OUTUBRO DE 2016 LOGÍSTICA – VOO ATÉ MANAUS, DORME EM HOTEL E NO DIA SEGUINTE VOO FRETADO ATÉ SANTA ISABEL DO RIO NEGRO HOSPEDAGEM – QUARTOS PEQUENOS, COM AR CONDICIONADO. NÃO TEM MUITO ESPAÇO, MAS DA PRA DORMIR TRANQUILAMENTE. BANHEIRO LIMPO E COM BOAS CONDIÇÕES. ATENDIMENTO – LOCAL POSSUI ATENDIMENTO DIFERENCIADO. FUNCIONÁRIOS MUITO PRESTATIVOS E ATENCIOSOS. AJUDAM NO QUE FOR PRECISO. COMIDA – COMIDA SIMPLES, PORÉM MUITO BEM FEITA. UMA BOA VARIEDADE TAMBÉM. PILOTEIROS – TODOS OS PILOTEIROS, SÃO MUITO EXPERIENTES, BEM TREINADOS E PRESTATIVOS. QUALIDADES – A LOCOMOÇÃO DO BARCO HOTEL FACILITA BASTANTE ACHAR A MELHOR CONDIÇÃO DE PESCA E OS FUNCIONÁRIOS DO ANGATU NÃO TEM PREGUIÇA PARA ACHAR ESSA CONDIÇÃO. BARCO EXTREMAMENTE NOVO, BEM CUIDADO E COM MUITA EXPERIENCIA NA REGIÃO, O QUE FAZ TODA DIFERENÇA. DEFEITOS – POR SER BARCO HOTEL É UM POUCO MENOS CONFORTÁVEL QUE POUSADAS OU RANCHOS (NADA QUE ATRAPALHE) **************************************************************************************************************************************************** PEACOCK BASS EXPEDITION (FLUTUANTE RIO CUIUNI) – ESTADO DO AMAZONAS DATA – JANEIRO DE 2017 LOGÍSTICA – VOO ATÉ MANAUS, DORME EM HOTEL E NO DIA SEGUINTE VOO FRETADO DE HIDROAVIÃO ATÉ A PORTA DA POUSADA. HOSPEDAGEM – QUARTOS GRANDES COM AR CONDICIONADO. TUDO BEM LIMPO E BEM CUIDADO. ATENDIMENTO – O PRÉ ATENDIMENTO ACHEI BEM CONFUSO E COM POUCA ORGANIZAÇÃO. NO LOCAL OS FUNCIONÁRIOS SÃO EXCELENTES, TODOS MUITO ATENCIOSOS E PRESTATIVOS. COMIDA – COMIDA SIMPLES, PORÉM MUITO BEM FEITA. UMA BOA VARIEDADE TAMBÉM. TODOS OS DIAS TINHA PETISCO. PILOTEIROS – TODOS OS PILOTEIROS, SÃO MUITO EXPERIENTES, BEM TREINADOS E PRESTATIVOS. QUALIDADES – O FLUTUANTE TEM A FACILIDADE DE ESTAR BEM ACIMA NO RIO E O HIDROAVIÃO TE DEIXA NA PORTA, O QUE FAZ VOCÊ PESCAR TODOS OS DIAS EM BONS LOCAIS DE PESCA. LOCAL POSSUI UMA ESTRUTURA MUITO BOA, COM BONS FUNCIONARIOS E GUIAS. BARCOS COM PLATAFORMA GRANDE. DEFEITOS – O PRÉ ATENDIMENTO ACHEI BEM DESORGANIZADO. FALTOU ALGUNS INSUMOS COMO COCA COLA, GASOLINA (DOIS DIAS). ****************************************************************** POUSADA SUIA MIÇU - ESTADO DO MATO GROSSO Data: Julho/2009, Outubro/2012, Setembro/2014 e Setembro/2016 LOGÍSTICA – Fui de Caminhonete 1300 Km de Uberlândia passando por Barra do Garça e Canarana, estrada tranquila e boa ( 176 km de terra ). HOSPEDAGEM – QUARTOS GRANDES COM AR CONDICIONADO. TUDO BEM LIMPO E BEM CUIDADO. ATENDIMENTO – O PRÉ ATENDIMENTO BOM , DONO SEMPRE A DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR. NO LOCAL OS FUNCIONÁRIOS SÃO EXCELENTES, TODOS MUITO ATENCIOSOS E PRESTATIVOS. COMIDA – COMIDA BOA E BEM FEITA. UMA BOA VARIEDADE TAMBÉM. PILOTEIROS – É O PONTO FRACO, A MAO DE OBRA LÁ É DIFÍCIL MAS NO ULTIMO ANO MELHOROU BASTANTE. QUALIDADES – POUSADA MUITO BONITA, RIO TEM MUITO TRAIRÃO. OTIMO PARA TURMAS QUE PESCAM DE MODALIDADES DISTINTAS BAIT E ISCA VIVA. POSSUI VARIAS LAGOAS BEM PRESERVADAS (EM 2009 AINDA MATAVA PEIXE, HOJE EM DIA APENAS SE PERMITE ABATE DE TUCUNARE DE MENOR PORTE) E NORMALMENTE SE VE MUITO ANIMAL SILVESTRE( ANTA, ONÇA E ETC) DEFEITOS - BARCOS E MOTORES ESTAO NA HORA DE TROCAR, MOTORES SAO 18 HP E O DESLOCAMENTO PARA MELHORES PONTOS PARA BAIT NOS MESES DE SECA SAO LONGES, DEMORA-SE MUITO CHEGAR NOS PONTOS, POREM ENTENDO QUE MAIOR PARTE DA TEMPORADA SE FAZ NAS LAGOAS DE DIFICIL ACESSO AI O MOTOR 18 SE JUSTIFICA.
  7. 5 pontos
    Olá meus amigos do FTB Aqui estão algumas fotos que tirei semana passada quando fui à casa de meu irmão, uma fazenda próxima à cidade de Mundo Novo - GO. Lá tem muitas represas, mas como eu tava praticamente a pé e sozinho, não fui a muitas, somente a 03 delas. Apesar do frio e do vento ainda consegui pegar alguns pra fotografar O equipamento é bem singelo perto das máquinas dos amigos aqui, mas tem me atendido bem: TITAN 12000 SHIL E VARA ALBATROZ PRO STAFF 562 com LINHA MULTI 0,24 mm Iscas que mais usei: Zig Zarinha 90 e Magic Stick Com muita alegria eu digo a vocês que soltei 100% dos peixes fisgados, menos uma traíra e um iuiú que minha filhinha pegou comigo e pediu pra levar. rsrsrs Foi muito bom, meus queridos! Levei a minha pequena Eloá de 05 aninhos pra fazer sua primeira pescaria e ela amou e já aprendeu a soltar tbm, LUGAR DE PEIXE É NA ÁGUA. Grande abraço a todos Jesus abençoe.
  8. 5 pontos
    Pessoal já disse tudo, tanto faz ser o 25 ou 30, o motor é o mesmo, só veja se já foi transformado. Só pra acrescentar apesar que já tem muito tópico sobre esse motor, ele tem uns macetes: -Na primeira partida, puxe o afogador e dê apenas uma fierada e de leve, volte o afogador e mande ver, em hipótese alguma dê mais que uma fierada com o afogador puxado pois ele vai afogar e aí amigo prepara o braço. -Esse motor não tolera muito mistura rica, no periodo do amaciamento quando se utiliza oleo com mistura dobrada vai notar muita fumaça, ele vai dar umas engasgadas e é normal escorrer oleo 2T pela rabeta quando guardar ele, não é óleo do diferencial. Depois de amaciar utilize mistura 50:1 rigorosa nada de 40:1. -Esgote bem e use combustível bom -Se vc for andar com barco pesado pense numa hélice 9 7/8 x 12 , o motor fica melhor, mesmo porque é sempre bom ter uma reserva -Do mais o motor é muito bom, eu tenho um há 9 anos, motor anda muito e bebe pouco, mas tem que ficar esperto com a partida , mistura e combustível que usa. Nesse Karib 500 vai andar muito e esqueça colocar comando vai ficar apertado no barco e vai gastar muito $$ pra fazer isso bem , no futuro caso queira compre outro barco já com tudo pronto, inclusive motor já com partida cabos relógios e comando e de preferencia 40hp no mínmo.
  9. 5 pontos
    Eder Nascimento

    Quik- Editor de Vídeos

    Boa tarde amigos, para quem gosta de criar vídeos com os conteúdos das suas pescarias quero lhes indicar o Quik. Rápido, prático e super fácil de mexer. É um aplicativo que tenho gostado muito. Vou deixar um pequeno vídeo para análise. É válido ressaltar que é apenas minha segunda edição com ele. Acredito que podem gostar. Grande abraço a todos e um ótimo final de semana. QUIK_20170408_072803.mp4
  10. 5 pontos
    Volto a repetir,tem o meu estilo também: O POHA LOKA!!!! Não tem poha nenhuma na vida ( a não ser amor e uma família maravilhosa),não tem dinheiro (ando de celtinha véio e financiado,mas que me leva em qualquer lugar kkk),não tem lado político (tudo safado,sem exceção) não se importa com opinião de ninguém (opinião que não agrega) e só quer uma coisa na vida "SOSSEGO,A PAZ QUE A BEIRA DE UM RIO PODE TRANSMITIR" Com tralha boa ou não, com dinheiro ou não,lá estou eu,à beira de um rio,curtindo o meu verdadeiro sentido de viver......Dê-me uma caixinha de cerveja e uma beira de rio,e serei feliz. E simplesmente,FOD...-SE o resto kkkkkkkkkkkkkkkkkk...... Esse sou eu kkkkkkkkkk....... Sendo assim,como o fato de simplesmente estar na beira do rio me alegra,ver a felicidade de um parceiro de pesca também é minha felicidade sempre!!!!
  11. 5 pontos
    Tarde. Acho que o o Sócio e (creio) Administrador já deu a resposta à sua postura: removeu seus comentários. Isso demonstra que ele se excedeu, errou e provavelmente sofram pelo erro, pois foram dias certas coisas que reputo inimagináveis para dizer o mínimo. Discordo de que o cliente sempre tem razão, mas como se diz, até pra mandar alguém tomar no C , se feito com jeito, o cara entende e até dá risada e te elogia. Comércio não comporta truculência, você tem que ter tato e tino comercial e isso quem está no e-Commerce às vezes se esquece porque deixa de tratar no cara-a-cara e fica só no responde por e-mail. Lamentável que a empresa não tenha dito: CAROS CLIENTES E AMIGOS DO FTB, A O BOTO PEDE DESCULPAS SE O PREÇO NEM SEMPRE É O MELHOR DO MERCADO, MAS CIENTES DE QUE CONHECEM NOSSA SERIEDADE E TRANSPARÊNCIA, FAREMOS O POSSÍVEL PARA OFERECER AS MELHORES CONDIÇÕES SEMPRE. CONTINUAREMOS MELHORANDO E CONTAMOS COM VOCÊS QUE SÃO A RAZÃO DE NOSSO SUCESSO!! Acho que já deu...pra não me estender muito...
  12. 4 pontos
    Olá a todos!!! Pesquisando no Fórum quanto a informações sobre substituição de garateias originais por mais reforçadas, percebi que havia várias dúvidas, por parte de muitos, sobre qual garateia mais adequada a ser usada. Em muitos casos, eram as mesmas dúvidas. Inclusive minhas. Assim, decidi compilar em uma tabela as principais iscas mais usadas na Amazônia (PESCA DOS AÇUS) com as argolas e garateias compatíveis. Todas as informações encontradas na tabela ISCAS x GARATEIAS (ISCA AMAZÔNIA) são de autoria do nosso colega Wellington BSB , que ao longo do tempo as publicou no Fórum. Foi, também, criada uma tabela de peso das garateias WMC 8527 6X e OWNER ST-66 4X , com a intenção de ajudar os colegas na escolha da garateia. de seu gosto. Um exemplo prático de escolha a ser feita é: uma isca que vá sofrer a substituição das garateias originais por uma VMC 8527 6X #1 também pode usar uma OWNER ST-66 4X #1, pois possuem pesos idênticos. Com isso, basta usar o peso de uma como referência para escolha da outra. A tabela que segue anexa (arquivo PDF) foi revisada pelo Wellington. Espero e que este post fique permanente no Fórum e possa ajudar a muitos. Forte abraço a todos. TABELA ISCAS x GARATEIA (ISCAS AMAZÔNIA).pdf
  13. 4 pontos
    Agora é oficial, recorde do tucunaré azul homologado pela IGFA, igualando ao recorde do amigo Fabrício Biguá.
  14. 4 pontos
    Prezado Betão (Caranha), Entendo suas manifestações, tanto a inicial, quanto essa em que pretende encerrar o tema... Me mantive ausente desse tópico até então, por consideração às diversas manifestações que foram postadas. Em todas as ações existem as "verdades" e as que "passam por verdades"... Você é dos que gostam de tratar a verdade como algo por inteiro, sem meias versões... mas nem todos são assim ! Não pretendo "ensinar padre nosso à vigário", mas tão somente - como você - fazer o que julgamos ser o correto ! Para os que já lhe conhecem pessoalmente, isso é uma constatação ! Para os demais, fica o propósito de vir a conhecê-lo num futuro próximo ! Dos Mocorongos do Grupo, mesmo sem não mais ser assíduo (para nossa infelicidade), você é um dos mais queridos. Pesca muito, cozinha como poucos e é um papo certo para qualquer hora ! E quanto ao "tema", melhor mesmo é buscar uma outra coisa para postar tópico, pois desse assunto, não vale a pena...
  15. 4 pontos
    Precisava de um sonar para me mostrar a profundidade que estava pescando em tempo real e em movimento.... e precisava de um sonar portátil porque não tenho barco, por isso precisava de um sonar prático que pudesse ser montado e desmontado rapidamente e que fosse barato. Encontrei esse sonar fish finder, mas não encontrei quase nenhuma informação sobre ele e nenhum vídeo que mostrasse ele funcionando para demonstrar se ele realmente funcionava ou não. Como fui pra Epitácio, nunca tinha pescado por lá e iria sem piloteiro precisava de um sonar urgente, e acabei comprando esse no escuro. E resolvi fazer um vídeos mostrando ele funcionando segue o vídeo: Grande abraço a todos
  16. 4 pontos
    Cristiano...deixa eu tentar demonstrar pra vc o q ocorre. Eu, há alguns anos atrás, tinha o mesmo pensamento q vc. Saiba q neste caso, desta empresa q vc se refere, eles são brasileiros...ou seja, não existe neste caso, uma exploração/investimento estrangeiro de origem não sabida. A empresa q vc se refere é a Untamed Angling. Aqui abaixo os destinos horríveis q eles operaram....rsr http://www.untamedangling.com/destinations.html# E olha só o q ocorre na prática. Terras Indígenas são áreas q não permitem visitação para a exploração da pesca. Ocorre q neste País encontra-se sempre uma brechinha na lei (ou a interpreta de uma forma conveniente). Pra ajudar, os índios, em vários casos, vivem em condição de miséria, isso pq não são mais "índios"...Os caras, depois de se encontrarem com os brancos, de uma forma natural e compreensível, querem andar de Hilux e assistirem novela em tela plana de 60". O problema é q eles querem tudo isso sem dar nada em troca. Numa tentativa de parar de encher o saco do poder público q deveria tomar conta das terras indígenas....os pajés começaram a "licitar" seus territórios. Ou seja, um "finge que está trabalhando" enquanto o outro "finge que acredita". Deram um jeitinho brasileiro e "legalizaram" o q era ilegal. No caso do Marié - q é o q posso falar - foi aberta uma licitação e 04 operadores concorreram. Essa empresa q ganhou pagou uma verdadeira fortuna para os índios. Foi barco, voadeiras, motores de popa, computadores, telefones satelitais, e um monte, um monte de outras coisas. Além disso os índios da tribo precisam estar dentro das canoas pra fiscalizar a operação e, no final das contas, os turistas ainda pagam cerca de 700 dólares de taxinha pra tribo. Aliado a isto, a empresa fez um investimento milionário em estrutura (balsa, canoas, e estrutura como um todo). O lugar é remotíssimo. Para chegar lá o hidroavião voa, salvo engano, por 4h. Para levar mantimentos e suprimentos para a operação o gasto é altíssimo.....ou seja, só mesmo abastados estrangeiros para conseguir pagar mais de 8.000 dólares numa operação de pesca semanal. Então é isso...São brasileiros investindo e trabalhando para pagarem suas dúvidas e se manterem. Ocorre q o público deles é o de gringos....Só isso. O mercado deles é lá fora. Agora, caso vc tenha o dinheiro para pescar lá, vc pode sim. Outra coisa...Temos terras indígenas por todo o Brasil...O problema é q muitos não fazem nada para operar lá dentro...mas na hora q alguém consegue o acesso e investe uma grana preta, aparecem vários para suspeitar da operação..rsrsr... Deixo claro q isso não tem nada a ver com a pescaria na região de SIRN, onde as terras indígenas não foram homologadas e tem um gringo aí achando q vai dar o tombo num monte de gente. Mas isso é assunto para outro dia.
  17. 4 pontos
    Éder, Primeiro gostaria de aderir àqueles que consignam votos de plena recuperação da cirurgia que realizou. Dizem, com acerto, que a culpa é do governo. Neste caso, especificamente, o mantra é justificado. A pesca comercial já deveria ser proibida em todo o Brasil, no entanto, em nome de uma falsa preocupação com os menos favorecidos e da necessidade de prover pescados para consumo geral da nação, os governantes assistem de camarote a gradual extinção dos peixes em todas as nossa bacias hidrográficas. Não tenho a menor dúvida em afirmar que se o problema fosse de natureza alimentar, os governantes que se sucedem desde os tempos imemoriais já teriam implantadas estações de piscicultura em todas as regiões do país, segundo suas necessidades de pescados. Mas não. Essa corja de corruptos e oportunistas não veem ou simplesmente enxergam e dão as costas ao problema. Entendem que é bem melhor fechar os olhos, permitir que esse caos se avoluma ano a ano, e de quebra ainda fazem com que a sociedade (a que paga tributos) suporte o ônus de pagar 4 (quatro) salários mínimos por ano a qualquer vagabundo que se identifique como pescador profissional. Daí a predação grassa. Enquanto isso, seguimos elegendo indivíduos sem nenhum compromisso com as causas ambientais. Culpa nossa. Abraço do Gilbertinho
  18. 4 pontos
    Vou da meu pitaco também, gente entenda uma coisa tucunaré não é peixe de couro que da grandes corridas ele briga muito mas não corre tanto, procure vídeos no you tube de tucunarés que acabaram com a linha de alguém, alguém já viu aqui algum relato de alguém dizendo que o tucunão levou toda linha da carretilha? pronto falei agora podem discordar rs, e agora pra tirar um 10, tucunaré nem é tão bom de briga assim o ponto forte dele é o ataque é o que fascina o pescador esportivo, agora pra ser xingado de vez, matrinxã briga mais que um tucunaré kkkkkkkkkk
  19. 4 pontos
    Olá pessoal; Dias atrás, postei um tópico que aborda aspectos de segurança que a gente pode e deve adotar para evitar a ocorrência de acidentes nas aventuras de pesca, quer enquanto navegamos, quer quando fundeados esperando o peixe bater. Inclui, a exemplo do tópico original, outras particularidades que envolvem animaizinhos problemáticos da Amazônia, onde resido. Recomendo que os amigos que ainda não leram o tópico original, que o façam, visto que a pretensão é transferir e acumular experiências, conhecimentos e situações que devemos ter em conta para nossa própria segurança nas aventuras em que nos metemos e também para a tranquilidade de nossos familiares, que ficam em casa pedindo a Deus para que nada de mal nos aconteça nessas ocasiões. Lembro também que ambos os tópicos não constituem propriedade intelectual de ninguém, gostaria muito de contar com a colaboração dos membros da comunidade FTB, no sentido de que construíssemos um verdadeiro compêndio ou manual de segurança nas pescarias. Dito isso, vamos dar continuidade à lista de situações de risco que listei no tópico original, a começar pelo item 11 (ver anteriores no primeiro tópico): Situação 11 - Motores Problemáticos 1: Lá pelos anos 90, em pleno Pantanal Mato-Grossense, me encontrava com amigos pescando no Rio São Lourenço, afluente do Cuiabá. Na época eu morava em Rondonópolis, e minhas idas com a turma ao Itiquira e São Lourenço eram bastante frequentes. Nessa ocasião, chegou uma comitiva de pescadores oriundos da Capital de São Paulo, fazendo-nos antever que haveria algo de interessante pra gente ver, e não deu outra: colocados os botes na água, a galera toda logo acorreu para ligar as máquinas e fazer um tour pelo rio. Com essa turma, veio também um senhor já de meia-idade, pai de um cara apelidado Nenê, que logo convidou o pai para dar uma voltinha no rio. O Velho, todo preocupado e confessando nunca haver entrado num barco, acabou por ceder aos insistentes apelos do filho. Lá foram então o Nenê e o velho para o bote, e a coisa começou a ficar engraçada, porque o velho, como todos os que não tem prática em movimentar-se em barcos, dava passadas bem largas no interior do bote, ora num bordo, ora noutro, e parecia que a coisa iria emborcar mesmo amarrado na margem. Sob orientação do filho Nenê, foi logo para o banco da frente, onde agarrou-se firmemente onde podia, sem mover um músculo sequer a partir daí. Quer dizer, pescoço duro, não olhava para lado algum, só mirava o que via em frente. Bem, o Nenê soltou o barco a deriva, sentou-se no banco da popa e meteu o braço na cordinha. E nada. afogava, desafogava, engatava, desengatava, acelerava, e nada. E o velho firme como uma pedra, só olhando por cima da proa. O Nenê se enervou com a teimosia do antigo Johnson 25 e resolver ficar de frente para o crime: levantou-se e encarou com mais veemência a difícil tarefa de fazer funcionar a máquina. Tudo de novo. Mexe aqui, mexe ali, puxa corda pra valer, até que o "pé de ferro" pegou acelerado e engatado para a frente, saindo disparado rio afora Como não poderia ser diferente, o tranco fez com que o Nenê passasse por cima do motor e caísse de cara n'água. O bote, à toda, seguiu em frente. O velho gritava "Nenê, tira a força, olha a praia" O Nenê, nessa altura, já ia subindo o barranco da outra margem para buscar socorro. Praia se aproximando cada vez mais, e o velho berrando cada vez mais, até que o bote subiu com tudo praia adentro, arremessando o velho como um estilingue, fazendo-o sair como um tiro praia adentro, catando galinhas, até estatelar-se de cara na areia. De longe ouvimos o velho gritar: "Nenê, seu filho da p..., não te falei pra tirar a força?", até que se apercebeu que estava sozinho no barco e o Nenê já vinha chegando com um colega para socorrê-lo. O que se extrai de fatos dessa natureza é que, especialmente nessas circunstâncias, sob hipótese alguma devemos mexer na alavanca de câmbio do motor. Ao contrário, devemos observar se ela está no neutro, e ter em mente que ela nada tem a ver com problemas do motor ligar ou não. Mais ainda, a mesma providência deve ser adotada em qualquer caso, não apenas em motores com problemas de partida. Situação 12 - Motores Problemáticos. Acidente fatal: Também em meados de 1990, um cara de prenome Paulo Japonês, morador de Cuiabá e mecânico de mão-cheia, teve o mesmo tipo de problema, desta feita com um motor 15 HP, não sei dizer a marca. Igualzinho ao Nenê, ficou de pé de frente para o motor e fuçou tanto que a cordinha da partida rompeu-se. Daí teve de retirar a cobertura de proteção do volante do motor, enrolando nele a cordinha reserva que vem em seu kit. Do mesmo modo, não checou se o câmbio estava engatado, e estava. Puxa daqui, puxa dali, até que o motor pegou, jogando-o do mesmo modo pela popa. O problema é que como havia retirado a proteção do volante, caiu com o abdome sobre ele em alta rotação. O final não é preciso contar, ainda me dá arrepios até hoje. Desse caso, e na mesma circunstância, extraio que vale demais a pena reforçar a mesma medida preventiva que no caso anterior: Nunca deixe de verificar se a alavanca do câmbio está em Neutro. Situação 13 - Jacarezinhos do Amazonas - Perigo: Amigos, vocês já perceberam que eu vivi um bom tempo pescando no Pantanal de Mato Grosso. É verdade, foi até o que me fez me mudar de Sampa para lá, isso no início da década de 1980. Toda hora estava no Pantanal, era programa obrigatório de todo fim-de-semana, a gente deixava pra saber o resultado do futebol quando chegava em casa. Os Jacarés-Tinga do Pantanal eram pra lá de abundantes, a gente saía pelas praias logo cedinho chutando a bunda deles só por diversão, para vê-los saindo com tudo no rumo da água. E diz a poetisa que jacaré não tem cadeira porque não tem bunda pra sentar. Pode até ser, mas pra chutar tem. Mas vamos lá. Quando me mudei para o norte-amazônico, na primeira incursão de pesca que fiz à noitinha vi alguns olhinhos vermelhos sob a luz do holofote. Em meu imaginário, logo deduzi que se tratavam dos mesmos jacarezinhos sub-nutridos do Pantanal. Não os incomodei nem fui incomodado. Com o tempo fui me inteirando do assunto, daí aprendi que aqui na Amazônia o que impera são os jacarés-açu, muito assemelhados aos crocodilos do Nilo, tanto em tamanho e peso quanto em relação ao perigo que representam para animais de grande porte e pessoas (pescadores esportistas inclusos). Tanto é verdade, que há pouco mais de um mês, um pescador artesanal aqui de Caracaraí se meteu em confusão com um bicho desses no Rio Anauá. Resultado: partes de seu corpo foram encontradas dias depois, não dá pra brincar, é coisa séria. Lá pelas bandas do Negro, onde vivi por uns dois anos, de quando em vez via a turma de Novo Airão sair armada até os dentes para matar esses bichos, já acostumados a devorar bezerros e pessoas em certos lugares mais recônditos. O que devemos extrair dessa condição única, já que os açús (jacarés, bem entendido) vivem unicamente na bacia amazônica, não há replay em nenhum outro lugar do Brasil: Primeiro, você deve apagar da memória tudo o que sabe sobre jacarés quando vier para a Amazônia. A coisa é grande e feia e se facilitar o bicho pega. Mantenha uma distância prudente deles, e nunca se atreva a provocá-los, tem alguns que chegam a ter quase um metro de largura na parte central de seu corpo, é jacaré sobrando e risco certo de desastre. Situação 14 - Sucuris e Sucurijus: Com certeza, todo já ouviu falar, assistiu documentários e muitos até já viram essas bichinhas em rios e lagos. Uma e outra são a mesma espécie, só muda o nome daí para cá, de Sucuri para Sucuriju. Todos sabem dos riscos que elas representam, assim como as demais serpentes constritoras. Há muitas histórias a respeito, e vou contar duas a um só tempo, pra economizar a atenção da turma. A primeira foi comigo: durante uma seca violenta, em 2012, logramos capturar uma de 5 metros, atravessando o asfalto da BR 174. Enchemos ela de pancadas, amarramos uma corda no pescoço e levamos para o sítio, bem próximo do local da captura, visando medi-la e extrair sua banha (santo remédio). Amarramos a corda bem curta numa árvore e nos dispomos a estirá-la para medir. Estava ainda viva, apesar das pancadas que levou. Passei uma corda no "rabo" da bicha, passei numa arvorezinha e mandei a turma esticá-la para a medição. Conforme a turma puxava, ela cedia um pouco e eu encurtava a corda, ela fazendo força em contrário. Até que num dado momento, ouvi a arvorezinha estralar rompendo raízes em razão da força de tração extrema do animal, que não media mais que 5 metros, e aqui ouvimos falar em exemplares de 8 a 12 metros, dá pra imaginar a força que devem ter. Emendo essa situação com o que vi acontecer no Rio Alalaú, que divide Roraima e Amazonas. Seguindo viagem de carro pela BR 174, deparei com algumas pessoas olhando o rio e gesticulando. Curioso, fui ver do que se tratava. Ainda deu pra ver um índio da tribo waimiri-atroari embolado com uma sucuriju descendo rio abaixo. Por certo, ela o atacou quando se encontrava lidando com algum barco que a tribo mantém sob a ponte. O certo é que ele foi comer capim pela raiz, disso não há dúvida. O que extraímos de episódios como esse, aliás ocorrentes em várias partes do Brasil, segundo a história, é que sempre que possível devemos evitar a criação de condições para encontros com essas bichinhas. Isso significa nunca entrar n'água em locais onde sabemos que elas habitam e, na dúvida se elas ocorrem ou não noutros locais, é melhor prevenir, ficar no seco. Se tiver de tomar um banho, inclusive para espantar o calor, utilize um balde ou coisa parecida, mas não vacile entrando na água. Se estiver pescando no barranco ou no bote, fique atento: a única coisa que denuncia a aproximação delas são as marolinhas e bolhas que vem em sua direção. Como diz a gauchada, fica "veiáco", tchê, senão o jacaré te abraça. Situação 15 - Os Morcegos Hematófagos: Diferentemente do que se vê na maior parte do país, aqui na Amazònia ocorrem morcegos hematófagos que apreciam muito o sangue humano. Vou contar um caso que vivenciei no final de 1999, ano em que criei uma unidade de conservação exclusiva para exploração do turismo de pesca esportiva no extremo sul de Roraima (APA Xeriuini). Interessado em conseguir um empresa para desenvolver operações de pesca na Bacia do Xeriuini, uma das seis da unidade, logrei contato com um empresário do setor instalado em Sampa, o nome é (ou era) Paulo Polimeni, algum de vocês deve ter ouvido falar. Decidimos seguir viagem numa lancha para vencer os 300 quilômetros que separam a comunidade de Terra Preta e a sede de Caracaraí, onde moro até hoje. Nosso piloto, um crioulo de nome Chico Martins, era morador daquela localidade, que há época tinha em torno de 35 famílias. Bacia visitada, Paulo Polimeni empolgado com o potencial do local. À noitinha, fomos jantar e dormir na casa do Chico, uma palafita de madeira de dois andares e dois cômodos bem simples. Embaixo a cozinha, e no andar de cima o quarto coletivo, onde dormiam ele, sua mulher e 4 filhos pequenos. Jantamos ensopado de Piranha com Chibé, que ainda hoje é o básico daquela gente (chibé é água com farinha de mandioca brava), e daí armamos as redes para dormir. Chico e família no andar de cima e eu e o Paulo na cozinha. Lá pelas tantas, percebemos que algo estava nos molhando, o que era estranho, já que além de estarmos no térreo de uma palafita, não estava chovendo. Só no amanhecer é que ficamos sabendo que no quarto não havia banheiro, e a turma do Chico urinava direto sobre o assoalho, daí o que nos molhava era mijo puro, e não água. Mas a coisa não parou por aí. O Paulo Polimeni, fazendo um auto-exame logo cedinho, disse num dado momento: "acho que me machuquei ontem, olha como meu dedão está sangrando!" Aí o Chico caiu na gargalhada e esclareceu: "que nada, foi o morcego que chupou seu dedo". Apavorado, o Paulo pediu urgência no regresso, por saber que esses bichinhos são transmissores do vírus da raiva. Após algumas semanas, exames feitos, o Paulo mandou por correio um amontoado de prospectos sobre a raiva transmitida pelos morcegos, e nunca mais apareceu por aqui. Dito isso, se vier pescar por nessas bandas, se for dormir em camarote, mantenha porta e janela fechadas. Se preferir dormir em rede no convés do barco-hotel, nunca dispense um mosquiteiro, senão você pode ter de visitar um hospital bem mais cedo do que pensa e acabar com a pescaria. Situação 16 - A Marvada Pinga: No tópico original, listei duas situações de alto risco envolvendo a navegação sob galhadas baixas em rios e lagos. Providencialmente, um dos membros do FTG deu uma excelente colaboração ao lembrar que situações assim podem também ser causadas pelo álcool, quer dizer, pelo excesso de álcool que eventualmente alguém venha a ingerir nessas ocasiões, que também foram feitas pra gente tomar umas a mais na beira do rio, o que é lógico e compreensível. Porém, ouso dar um acréscimo ao acréscimo, abordando outras situações de risco que o excesso de álcool pode produzir. Antes, creio que todo mundo concorda que o álcool produz diferentes efeitos nas pessoas. Umas ficam chorosas, outras valentes, outras desinibidas e finalmente as que ficam corajosas. Logicamente, as mais ameaçadas estão no grupo das valentes e das corajosas. Umas porque querem brigar com quem que que seja e por qualquer motivo, o que pode acabar com uma pescaria ou até mesmo dissolver um bom grupo de amigos de pesca. Outras porque perdem o senso do perigo, levando-as a fazer o que não deve, a exemplo da condução de barcos de forma imprudente em qualquer lugar. Porém há mais: alguns resolvem nadar em locais perigosos ou desconhecidos, outros decidem caminhar em praias inundadas sem considerar o risco de ser ferroado por arraias, pra ficar no básico. Nesse último caso, creio que ninguém ignora o que significa ser ferroado por uma desses bichinhas. Pra resumir, é o fim da pescaria. O que se extrai, então, é que devemos encher a cara (é opcional) à noitinha, quando nos reunimos pra falar do dia e depois ir pra caminha. Nada de beber em excesso quando estiver pescando, seja dia ou noite. Pessoal, reforço uma vez mais que apreciaria bastante conhecer experiências e causus relacionados a acidentes e os modos de preveni-los. Este espaço é comum de todos, e todos devem explorá-lo até o limite de seus conhecimentos, sem dia, hora e tempo para sua definitiva conclusão, ainda porque, como no direito, pescar é também uma ciência da semântica, que evolui sistematicamente ao longo do tempo e dos lugares, ao sabor das regras ditadas pela mãe natureza. Deixo um forte abraço a todos da comunidade do FTB. Gilbertinho da Amazônia. l
  20. 4 pontos
    Uma critica ao Rodrigo que fez o tópico e outros foristas, vejo muito isso aqui ultimamente o pessoal posta um duvida muita gente com boa vontade responde procura ajudar, porem não se tem feedback . E´um dos motivos que o fórum cada vez tem menos tópicos e o pessoal das antigas cada vez menos posta .
  21. 4 pontos
    Fabrício Biguá

    Tralha Amazônia!

    Filho...vc tem algum problema...kkkkk.... Se levar isso tudo não irá usar 30%...rsrs. Sugestão de conjunto: - Shaula 25lbs + Zillion - Destroier 25lbs + Zillion - Ueda 20lbs + Metanium Iscas: - 02 Rip Roller 6.25 - 02 PavonProp 6 - 04 Rip Roller 5.5 - 03 T20 - 03 Bonnie 128 - 02 PopQueen - 02 Cristal Minnow - 02 Perversas - 06 Jigs Abasteça as carretilhas com linhas novas e leve apenas 01 rolo extra (ou PP 65 ou YGK 65). Garatéias e argolas?!?! Já leve as iscas prontas...E, no máximo, 1 caixinha da 1, umas 3 ou 4 da 1/0 e a mesma quantidade de 2/0. E a argola 80lbs da Owner só vão nas hélices...Para as outras iscas vc usará argolas menores. Leve umas 10 de 60lbs e só. Snaps?!?! Uma meia dúzia é mais q o suficientes. O resto?!?! Vai levar só para fazer volume...rsrs..Larga tudo pra trás e investe em fotografia...
  22. 4 pontos
    Guto Pinto

    Araguaia 1970

    Estou pegando uns albuns antigos do meu pai e começar a fazer uns relatos. Lembrando pra quem entrou pelo link direto, essa é uma sala vintage onde é permitido fotos que são "proibidas" em outras salas. Pescaria realizada no Rio Araguaia em 1970, conversando com o Véio acredito que seja na região de Bandeirantes. Pescaria naquela época era uma aventura daquelas, sem hora e dia pra chegar ou ir embora. E não era só pescaria sempre associado a caça junto. A pesca era realizada basicamente por "pinda" e anzol de galho, se na turma toda tivesse um molinete era muito, lembrando que eles não eram profissionais, na verdade naquela época a pesca era realizada basicamente dessa maneira. Não havia conscientização nem informação como hoje. Caso os moderadores acharem que as fotos forem pesadas, podem deletar sem problema algum A Viagem demorava em torno de 48 h, percurso hj que realizamos em 13h . A turma sempre tinha um caminhão onde iria os barcos motores, tralhas, freezer, geradores e uma Veraneio "zera" pro pessoal . Chegando no destino pelo menos mais um dia pra montar o acampamento. Meu pai então com 27 anos. Veraneio Acampamento Figurino da época 38 na cintura e 12 na mão. época que bandido tinha medo de roubar kkkkkkkkk Nessa época era comum juntar todos peixes pra separar e carregar, na foto ali era uma Piraíba de 160kg pega na Pinda Meu Pai não sabia e não sabe nada, típico colete da época, kkkk Bom é isso , não sou de escrever muito, o correto seria meu Véio relatar, pois tem histórias marcantes em cada uma seja de brigas com onça, acidentes, carros quebrados, caminhão atolado, barcos afundados, até de pescador que morreu e colocaram o defunto no frezeer dos peixes pra não estragar, daria pra escrever um livro Como tudo na vida evolui, hoje meu pai é praticante de pesque solte. 45 anos depois:
  23. 4 pontos
    Sinceramente....essa resposta é inimaginável em um universo tão competitivo. Independentemente de certo, errado, fundado ou infundado, dizer a clientes e aos que intencionam/intencionavam ser clientes "a porta da rua é serventia da casa", "nós também o desaprovamos como cliente"...é no mínimo despreparo..8 anos de história se deve essencialmente aos clientes.
  24. 4 pontos
    João_Medeiros

    Venator Lite

    A Lite ficou muito leve, compacta e ergonômica, mesmo com a capacidade de linha mais baixa tenho certeza que poderá ser usada até com os açus na Amazônia, desde que colocada uma bitola de linha adequada (cabem 70 metros de linha 0,35mm 50 lbs). Pela leveza, facilidade de regular e ótimos arremessos, acostumei com as Venator para o baitcasting e desde que foram lançadas (a normal e a SE) só tenho usado elas e, priorizando meu conforto em um dia com centenas de arremessos, atualmente as carretilhas mais pesadas que tenho estão na reserva. Parabéns a MS e ao JH por esse grande projeto que são as carretilhas Venator! O seu sucesso é reflexo de sua qualidade e desempenho, isso é um fato!
  25. 4 pontos
    Boa tarde meu amigo, fiquei muito feliz pelo seu comentário e acho importantíssimo o seu ponto de vista critico, acho que sim vc tem razão quanto ao seu questionamento eme disponho a daqui um tempo fazer um novo relato sobre o que senti da linha na pratica, mesmo que isso queira dizer pedir desculpas pelo meu erro, pois nao vejo problema nenhum em admitir quando estamos errados. Minha motivação quando fiz este post foi de manifestar minha opinião quanto a um produto que com base no conhecimento pratico que tenho ja se mostrou ser de uma qualidade "aparente" melhor (ja utilizei a power pro e a triumph de multi) e antes de postar, peguei os carretéis que eu tinha aqui e fiz uma comparação simples admito na mão msm. Nada de testes e mais testes. Meu intuito não é nem questionar digamos a qualidade dos produtos, mas a diferença exorbitante de preço, acredito que como muitos aqui no fórum todos temos recursos financeiros escassos e limitados. Se temos a oportunidade de compartilhar algo que acreditamos ser uma oportunidade, porque não o fazer. Até por que se outras pessoas testarem também,não será mais so a minha opinião e sim a de vários pescadores, deixando ela mais sólida e embasada. Novamente obrigado pela sua manifestação acho extremamente produtivo estes diálogos entre amigos. Um grande abraço e excelentes pescarias!!!!
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